sábado, 25 de março de 2017

Arnaldo Matos volta a defender o terror islamista contra os europeus!


     Há pouco mais de um ano, trouxe-vos aqui estas palavras revoltantes do comuna Arnaldo Matos, um dos fundadores do ultra-comuna MRPP: «(...) os atentados de Paris, realizados por apoiantes do Estado Islâmico, foram um acto legítimo de guerra em resposta ao imperialismo francês.»

Pois bem, um comuna será sempre um comuna... e ninguém pode acusar o "camarada" Matos de incoerência: hoje, voltou a reafirmar o seu apoio ao terrorismo islâmico, desta feita na sequência do mais recente atentado de Londres:

«O fundador do MRPP, Arnaldo Matos, considera legítimo o atentado de Londres, já que os povos que viram “as suas riquezas e a sua força de trabalho roubadas e exploradas pelo terrorismo imperialista têm todo o direito de utilizar todos os meios ao seu alcance para destruir o imperialismo nos covis das suas próprias capitais.” E avisa que os que fazem atentados na Europa “vão acabar por vencer.” Num editorial do Luta Popular Online, Arnaldo Matos — que não faz parte da direcção do partido e se terá desfiliado em 1982 — explica que se refere aos “povos do mundo” que “todos os dias vêem as suas famílias, as suas mulheres e os seus filhos despedaçados por cobardes bombardeamentos aéreos na Líbia, na Síria, no Iraque, no Afeganistão, no Chade, na Somália e em muitos outros países do mundo”.»

O "camarada" Matos é o pigmeu com cara de bêbado ao meio.

«Num editorial a que deu o título “Tremem as Capitais do Imperialismo/De Novo, Ataque no Coração Londres…”, Arnaldo Matos classifica Londres como “capital do moribundo imperialismo britânico” e avisa que o “imperialismo deve saber que enquanto despejarem terrorismo sobre os povos do mundo, os povos do mundo vão retaliar, têm o direito de retaliar e vão acabar por vencer.”

O fundador do MRPP avisa a pequena-burguesia reaccionária que “os ataques poderão também ocorrer em Lisboa e matar inocentes portugueses, mas que a responsabilidade por esse ataque se ficará a dever única e exclusivamente a essa pequeno-burguesia reaccionária e cobarde, que sustenta os governos do PS, do PSD e do CDS, lacaios do imperialismo.”

Arnaldo Matos explica que se limita a “escrever aquilo que tem a obrigação de pensar e defender um comunista consciente” e diz ainda que “o imperialismo inglês, americano, francês, alemão é o único responsável pelas mortes ocorridas em Nova Iorque, em Paris, em Bruxelas, em Londres, em Nice, assim como nas diversas cidades da Alemanha, onde decidiram ajustar contas com o imperialismo e suas cobardes guerras de rapina e agressão”. O fundador do MRPP acredita que a política imperialista do ocidente vai levar à transformação “das guerras imperialistas em guerras civis revolucionárias no interior dos próprios países imperialistas.”


“Terror bélico faz parte das batalhas”


Quanto ao impacto mediático dos atentados, Arnaldo Matos explica que “a burguesia capitalista imperialista, dona dos mais importantes meios de comunicação social mundiais, estipendia lacaios jornalistas cuja missão é a de convencer a pequena-burguesia – a chamada classe média, que é coisa que efectivamente não existe – que um terrorismo bom, ético, se calhar até santo, é o terrorismo imperialista”.

Arnaldo Matos considera que esse “terrorismo bom” é na verdade “o terrorismo cobarde onde aviadores e sistemas de armas dificilmente alcançáveis matarão todos os dias velhos, mulheres e crianças desarmados dentro dos seus próprios abrigos”. Arnaldo Matos explica que os imperialistas querem convencer a “pequena-burguesia” que existe “um terrorismo mau, imoral, se calhar até diabólico, que é o que ceifa vidas nas marginais de Nice, nas torres de Nova Iorque, nas boates de Paris, na ponte de Westminster, às horas do Big Bem [sic].”

Arnaldo Matos defende que o “terror bélico faz parte das batalhas e é utilizado consoante as necessidades e objectivos dessas batalhas” e volta a apontar a históricos do MRPP: “A pequena-burguesia e os liquidacionistas, como Garcia Pereira e seus comparsas, é que ajudam o imperialismo a praticar o terror contra os operários e os povos do mundo. São cobardes pacifistas.”»

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Ver também:

Um traidor para a posterioridade!

8 comentários:

Leitora disse...

e “a burguesia capitalista imperialista, dona dos mais importantes meios de comunicação social mundiais, estipendia lacaios jornalistas cuja missão é a de convencer a pequena-burguesia – a chamada classe média, que é coisa que efectivamente não existe – que um terrorismo bom, ético, se calhar até santo, é o terrorismo imperialista”.

Ora, ele não falou uma verdade aqui ? São esses mesmos os culpados de tudo que acontece, seja nas Arábias ou na Europa, "sempre 'financiando' os 2 lados da guerra", ou agitando, lucrando e destruindo quem lhes apetece.

Afonso de Portugal disse...

Leitora disse...
«Ora, ele não falou uma verdade aqui ?»

Não. Eu pessoalmente nunca vi uma única peça jornalística que santificasse as guerras no Médio Oriente. Houve de facto alguns "jornalistas" que legitimaram essas guerras, mas houve outros tantos que as condenaram. Aliás, uma grande parte dos mé(r)dia ocidentais utiliza exactamente o mesmo discurso que este canalha comunista: "os ocidentais são todos maus, têm um passado histórico de imperialismo imperdoável e os terroristas têm razão, pelo menos em parte."

Só que é mentira. É MENTIRA!!! Os terroristas islâmicos não têm razão NENHUMA! O Islão está em guerra com o resto do mundo há mais de 1400 anos e tem matado MILHÕES de pessoas em todos os cantos do planeta! Os primeiros impérios islâmicos foram conquistados muito antes de ter havido qualquer guerra pelo petróleo! Os primeiros escravos europeus foram capturados pelos muçulmanos muitos séculos antes de o Médio Oriente ter sido bombardeado!

E mesmo que o Matos tivesse razão -repito, não tem-, era só o que faltava legitimar a morte de cidadãos europeus que nunca fizeram mal a ninguém por causa da manipulação dos mé(r)dia ocidentais! Agora as pessoas têm culpa de tudo o que os jornalistas ou políticos fazem? Este comunista Matos é um traidor que merecia ser cruelmente esventrado por um dos seus queridos maometanos!

Se a Leitora acredita mesmo que não haveria atentados islâmicos em solo Ocidental se não houvesse guerras no Médio Oriente, eu lamento, mas jamais poderei concordar. Há 14 séculos de história islâmica que demonstram que os muçulmanos atacaram e vão continuar atacando a Europa sempre que tiverem condições para isso. Ainda agora a Turquia, por exemplo, não está sendo atacada pela Europa mas está constantemente ameaçando os europeus. Trabalhando todos os dias para islamizar o Velho Continente!

Condenar as guerras pelo petróleo não implica aceitar a barbárie muçulmana. Afirmar o contrário é incorrer numa falácia, numa falsa dicotomia que apenas favorece o crescimento da esquerda. O Islão não é um inimigo do globalismo. O Islão é um amigo do globalismo. Colocar-se ao lado do Islão contra o globalismo apenas fortalecerá ambos.

João José Horta Nobre disse...

«E mesmo que o Matos tivesse razão -repito, não tem-, era só o que faltava legitimar a morte de cidadãos europeus que nunca fizeram mal a ninguém por causa da manipulação dos mé(r)dia ocidentais! Agora as pessoas têm culpa de tudo o que os jornalistas ou políticos fazem?»

Bem, eu não concordo obviamente com o demente do Arnaldo Matos, mas reconheço-lhe razão no que toca à responsabilização das pessoas comuns, porque a verdade é que são as pessoas comuns que têm andado a eleger os políticos que andam a despejar bombas e a fomentar a destruição por todo o Médio Oriente. Ainda há dias escrevi sobre isso aqui:

http://historiamaximus.blogspot.pt/2017/03/os-ocidentais-nao-podem-queixar-se-do.html

Só no Iraque, foram pelo menos uns 200 000 mortos em consequência da invasão do Iraque. Na Líbia já deve de ir nos 50 mil mortos e isto sem contar com as dezenas de milhares de soldados iraquianos e iranianos que foram mortos por arams químicas vendidas pelo Ocidente a Saddam.

Como é óbvio, o Ocidente não pode querer andar a espalhar toda esta morte e destruição pelo Médio Oriente e depois fazer de que conta que não tem nada a ver com o assunto. Este tipo de coisas tem consequências, sempre teve e vai ter...

João José Horta Nobre disse...

«Condenar as guerras pelo petróleo não implica aceitar a barbárie muçulmana.»

Não são guerras pelo petróleo. São guerras pelo lobby sionista. Se o interesse fosse só o petróleo, então seria muito mais barato negociar directamente com Saddam Hussein, do que invadir o Iraque e destruir um País pelo caminho em nome da "democracia". A mesma lógica aplica-se à Líbia e no caso da Síria, onde nem sequer existe petróleo, parece-me ser de caras que há ali a pata de Israel por detrás de muita da porcaria. É só juntar as peças do puzzle e verão como encaixa tudo na perfeição...

Afonso de Portugal disse...

João José Horta Nobre disse...
«Bem, eu não concordo obviamente com o demente do Arnaldo Matos, mas reconheço-lhe razão no que toca à responsabilização das pessoas comuns, porque a verdade é que são as pessoas comuns que têm andado a eleger os políticos que andam a despejar bombas e a fomentar a destruição por todo o Médio Oriente.»

Bem, isso foi quase exactamente o que o Bin Laden disse para justificar o ataque do 11-Set. Eu recuso terminantemente essa narrativa, porque não houve uma única guerra no Médio Oriente que tivesse sido decidada em sufrágio. Aliás, todas as sondagens feitas antes, durante e depois da guerra do Iraque revelaram que a maioria dos Ocidentais esteve sempre contra a guerra!

Mas o que mais me deixa de pé atrás nessa narrativa é que, por essa lógica, então também temos de aceitar a iminvasão, porque votámos (não nós, mas o povo português) nos políticos que escancararam as portas de Portugal ao mundo. Nem pensar! Um voto não é uma carta em branco! Um voto é única e exclusivamente para fazer cumprir o programa político proposto pelos partidos!


«Como é óbvio, o Ocidente não pode querer andar a espalhar toda esta morte e destruição pelo Médio Oriente e depois fazer de que conta que não tem nada a ver com o assunto. Este tipo de coisas tem consequências, sempre teve e vai ter... »

As guerras no Médio Oriente podem ter exacerbado o problema, mas haveria sempre atentados em nome do Islão. Talvez houvesse menos, mas havê-los-ia.


«Se o interesse fosse só o petróleo, então seria muito mais barato negociar directamente com Saddam Hussein, do que invadir o Iraque e destruir um País pelo caminho em nome da "democracia".»

Bem, uma das várias teorias que ouvi na altura -e nós nunca saberemos ao certo o que realmente aconteceu- é que o Saddam pretendia negociar o grosso da concessão aos franceses. Aliás, foi por isso que a França se opôs à guerra do Iraque.


«A mesma lógica aplica-se à Líbia e no caso da Síria, onde nem sequer existe petróleo, parece-me ser de caras que há ali a pata de Israel por detrás de muita da porcaria.»

Pelo contrário, caro JJHN, a Líbia tem precisamente as maiores reservas petrolíferas de todo o continente Africano. E embora a Síria tenha pouco petróleo, o país é estratégico do ponto de vista do transporte de gás natural para a Europa.


«Não são guerras pelo petróleo. São guerras pelo lobby sionista.»

Mas o que e que o lóbi sionista ganhou com a queda da Líbia?

João José Horta Nobre disse...

«Eu recuso terminantemente essa narrativa, porque não houve uma única guerra no Médio Oriente que tivesse sido decidida em sufrágio.»

Caro Afonso, eu entendo a sua perpectiva, mas lá está, quem é que elege os políticos que lançam essas guerras? Quem é que lhes meteu o poder na mão? Os políticos não tomam o poder por obra e graça do nada, tomam o poder porque os eleitores o metem na sua mão e obviamente que aqui, parece-me mais do que claro a responsabilidade que há da parte do eleitorado.

«Mas o que mais me deixa de pé atrás nessa narrativa é que, por essa lógica, então também temos de aceitar a iminvasão, porque votámos (não nós, mas o povo português) nos políticos que escancararam as portas de Portugal ao mundo.»

No meu caso não. Eu não sigo essa lógica esquerdista do "temos de aceitar a iminvasão". Antes pelo contrário, o que eu defendo é que os governos ocidentais parem de intervir no Ocidente, salvo em casos extremamente necessários e que fechem o raio das fronteiras. O Afonso por favor não me confunda com um esquerdista, até porque eu ainda há dias escrevi sobre o que tem de ser feito aqui e penso que tenho uma posição bem nacionalista no que às migrações e ao Islão diz respeito:

http://historiamaximus.blogspot.pt/2017/03/a-palhacada-ja-recomecou.html

«As guerras no Médio Oriente podem ter exacerbado o problema, mas haveria sempre atentados em nome do Islão.»

Só há atentados em nome do Islão, porque os políticos abriram as fronteiras e deixaram entrar "a raposa para dentro do galinheiro". A imigração afro-islâmica para a Europa foi a principal causa da desgraça toda.

«Pelo contrário, caro JJHN, a Líbia tem precisamente as maiores reservas petrolíferas de todo o continente Africano. E embora a Síria tenha pouco petróleo, o país é estratégico do ponto de vista do transporte de gás natural para a Europa.»

As causas para a guerra na Líbia foram várias, mas a meu ver a principal foi esta:

https://www.foreignpolicyjournal.com/2016/01/06/new-hillary-emails-reveal-true-motive-for-libya-intervention/

O Império Rothschild jamais iria tolerar um desafio desses da parte de Gaddafi.

«Mas o que e que o lóbi sionista ganhou com a queda da Líbia?»

Os supremacistas judeus ganharam várias coisas com a queda de Gaddafi. Primeiro destruíram um regime que desde há muito era um inimigo de Israel, mesmo que inofensivo, mas era um inimigo. Em segundo lugar e aqui é o mais importante, destruíram a barreira anti-migrantes que Gaddafi tinha criado, permitindo assim as sucessivas vagas de migrantes para a Europa através da rota do Mediterrâneo. Isto faz tudo parte do plano da família Rothschild para destruir as nações e erguer um governo Mundial Totalitário. Eu sei que à primeira vista pode parecer uma teoria da conspiração para maluquinhos, mas se o Afonso juntar as peças do puzzle, verá que encaixa tudo na perfeição.

Agora o próximo alvo é a própria Europa. Os supremacistas judeus vão fazer na Europa o mesmo que fizeram no Norte de África e para mim já é mais do que claro que se está a preparar uma grande guerra na Europa. Quando por fim a "coisa" estalar, a superclasse mundialista vai meter armas e munições nas mãos dos radicais islâmicos para nos matar a todos. É o mesmo que fizeram na Síria e vai ser o mesmo que vão fazer por cá, o Afonso vai ver.

Leitora disse...

Afonso não me interprete mal. Eu não disse que é justo nem que é correto os ataques terroristas dos árabes contra os europeus. Eu estava dizendo que aquela parte que eu destaquei do discurso do cara, até que dava pra se salvar.

"Se a Leitora acredita mesmo que não haveria atentados islâmicos em solo Ocidental se não houvesse guerras no Médio Oriente, eu lamento, mas jamais poderei concordar. "

Bem Afonso, a verdade é que o Oriente Médio parecia quase um paraíso antes da 11/9, que na minha opinião tem todas as características de um ataque de False Flag. Pelo menos é o que dizem algumas estatísticas. Nesse vídeo fala de algumas:
https://www.youtube.com/watch?v=WsTX5S-HMis
É o antes e depois da invasão ociden
tal nas Arábias. Fala dos ataques em solo árabe, mas demonstra bem o terrorismo antes e depois daquela farsa 11-9. Aumentou muuuuuito.


" Há 14 séculos de história islâmica que demonstram que os muçulmanos atacaram e vão continuar atacando a Europa sempre que tiverem condições para isso."

Ah eu não sei, sim os árabes já avançaram pela Europa, assim como a Europa já avançou em vários lugares há vários séculos atrás. Talvez não estivesse ocorrendo nos dias de hoje isso se não tivesse sido fomentado.

Mas acho que fica claro q o maior problema , tanto d um lado quanto de outro, são os governos ocidentais, dos EUA, da Inglaterra, da França.

Leitora disse...

Ah Afonso, sobre false flag e os governos ocidentais, outro dia vi esse vídeo, claro, no caso do vídeo sao apenas teorias com evidências circunstanciais (o canal desse cara é meio "teorias da conspiração), mas se o 11-9 foi mesmo o governo fazendo um ataque terrorista contra seus próprios habitantes ocidentais, como tudo indica, mostra que as vzs o pior inimigo é o interno, não o externo.javascript:void(0)

https://www.youtube.com/watch?v=wU23mqaSuJE