quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Orwellianismo total na Suécia! (3)


Mais uma da Suécia: mãe e filha nativas obrigadas a ceder a sua casa aos iminvasores!

Um muito obrigado! ao Caps Louco e outro muito obrigado! ao Dr. No por nos terem trazido aqui esta notícia bem sintomática que, infelizmente, está longe de ser a primeira do género na Suécia modernaça, progressista, diversa e vibrante:

No passado Mércores (dia de Mercúrio), Camilla Johansson, de 44 anos, recebeu uma notícia chocante: o apartamento de propriedade pública (mais ou menos equivalente à nossa "habitação social") onde ela e a sua filha viviam há quatro anos, estava prestes a ser ocupado por iminvasores.

 A Sr.ª Johannson e o prédio que contém o seu apartamento, na cidade de Lidingö.

A primeira notificação de despejo chegou a 29 de Agosto de 2016. Nessa altura, a Sr.ª Johansson optou por recorrer dela às autoridades competentes, que nunca lhe responderem. E, ao fim de meses de silêncio administrativo absoluto, a Sr.ª Johansson julgou que o assunto estava resolvido a seu favor. Pura ilusão! No dia 1 de Fevereiro de 2017, deram-lhe um mês para abandonar o seu apartamento!

«Disseram-me que há uma nova família que precisa da nossa casa para viver. Chegará à Suécia na próxima Primavera». Inquirida sobre a possibilidade de os novos inquilinos serem "refugiados", a Sr.ª Johansson respondeu: «Só me disseram que se tratam de novos imigrantes. Não sei mais nada acerca eles.»

A Sr.ª Johansson tentou sem sucesso que as autoridades lhe proporcionassem um lugar para ela e a sua filha viverem. «Não temos para onde ir e não temos recursos económicos para comprar uma casa. A única solução que nos indicaram foi que nos mudemos para um albergue.»

Depois de ser ter separado do seu marido, a protagonista desta história tinha conseguido que os serviços sociais lhe proporcionassem uma casa mediante o pagamento de uma taxa de aluguer mensal que a Sr.ª Johannson pagou sempre de forma pontual, tendo inclusivamente consigo os recibos que o comprovam.

O caso de Camilla Johansson e da sua filha não são os únicos deste género no "paraíso" de "tolerância" que é a Suécia. E nem é preciso sair do município onde que ela vive (Lidingö)  para encontrar outros casos semelhantes. Em Junho de 2016, Uffe Rustan e os seus dois filhos, Rasmus, de 15 anos, y Lino, de 17 anos, foram despejados da sua casa para dar lugar a um grupo de imigrantes recém-chegados ao país.

É inevitável questionarmo-nos acerca dos motivos que levam, nalguns países europeus, as administrações públicas a dar prioridade aos imigrantes sobre os nativos. Na Suécia, o número de jovem desempregados que não pode aceder a uma habitação social vai crescendo, enquanto prevalece a lógica de ajudar primeiro quem vem de fora.

Três notas adicionais aqui do vosso blogueiro: 

(1) A primeira vez que eu denunciei este fenómeno foi em 2014 e, na altura, a possibilidade de despejar nativos suecos para alojar alógenos era apenas uma possibilidade remota; bastaram 2 anos para se tornar realidade!

(2) Em quem terá votado a Sr.ª Johannson nos últimos anos? Como o grande Black Pigeon Speaks explica neste vídeo, as mães divorciadas, tal como as mães solteiras, tendem a votar nos partidos que mais apostam no fortalecimento do Estado, para assim usufruírem dos programas de apoio social. A história da Sr.ª Johannson ilustra a ineficácia e a manifesta falta de inteligência subjacente a esta estratégia: os políticos colectivistas só querem saber dos votos das Sr.ªs Johannson, não dos problemas vividos pelas Sr.ªs Joahnson. Logo que aparecem eleitores ou potenciais eleitores mais vibrantes do que elas, os políticos colectivistas -que são, no fundo, os políticos globalistas- descartam-nas sem pensar duas vezes!

(3) Mais uma vez, onde é que andam as feministas suecas, sempre tão expeditas quando se trata de denunciar o "patriarcado do homem branco opressor"?

____________
Ver também:


Caiu mais um pedaço da máscara ao "feminismo" sueco!

8 comentários:

CENSURADO AGAIN disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
Afonso de Portugal disse...

Minúsculas, Caps! :)

Dr. No disse...

Se fosse comigo, explodia com o apartamento: se não podia habitá-lo, também não havia de ficar para "convidados".

CENSURADO AGAIN disse...

desculpe a mensagem era boba mesmo bastava vc ter lido

Afonso de Portugal disse...

Dr. No disse...
«Se fosse comigo, explodia com o apartamento: se não podia habitá-lo, também não havia de ficar para "convidados".»

Não é por acaso que os Serviços Sociais escolhem mulheres com filhos. Um homem sozinho, confrontado com a possibilidade de ficar sem casa e não tendo ninguém que dependesse dele, provavelmente faria mesmo o que tu disseste! Afinal, mais vale ir dormir para a prisão do que para o meio da rua!...


Censurado Again disse...
«desculpe a mensagem era boba mesmo bastava vc ter lido»

kkkkkkkkk

CENSURADO AGAIN disse...

Anónimo Dr. No disse...
Se fosse comigo, explodia com o apartamento: se não podia habitá-lo, também não havia de ficar para "convidados".

9 de fevereiro de 2017 às 01:44

na suecia totalitaria iam dizer que vc é terrorista agora se eles fizerem o mesmo é enriquecimento cultural

CENSURADO AGAIN disse...

Não é por acaso que os Serviços Sociais escolhem mulheres com filhos. Um homem sozinho, confrontado com a possibilidade de ficar sem casa e não tendo ninguém que dependesse dele, provavelmente faria mesmo o que tu disseste! Afinal, mais vale ir dormir para a prisão do que para o meio da rua!...

sim e nesses países as prisões que o michael moore mostrou

Afonso de Portugal disse...

É completamente surreal! Veja-se por exemplo a prisão onde está o Breivik:

http://content.time.com/time/photogallery/0,29307,1989083,00.html

Conheço hotéis aqui em Portugal com piores condições do que isso!