sábado, 28 de janeiro de 2017

Viktor Orbán: «Uma nação que não é capaz de se renovar demograficamente não merece continuar a existir»


    Aquilo que o Primeiro-Ministro da Hungria diz neste vídeo é, ou melhor, devia ser do senso comum: os povos que não se reproduzem, acabam inevitavelmente por ser substituídos. Ou como eu digo muitas vezes aqui no TU: a demografia é tudo. É mesmo tudo, por muito que esta realidade custe a muita boa gente: sem demografia não há renovação da raça branca, não há oposição às políticas globalistas, não há exército para nos defender dos invasores, não há resistência ao totalitarismo universalista. É precisamente por isso que a superclasse mundialista quer miscigenar os povos europeus, para acabar com a Europa de uma vez por todas!

2 comentários:

pvnam disse...

Não há que ter pena dos povos que vão DESAPARECER por não existir uma minoria, sequer, a interessar-se pela sobrevivência da sua Identidade.
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-» Democracia sim; todavia, a minoria de autóctones que se interessa pela sobrevivência da sua Identidade... tem de dizer NÃO ao nazismo-democrático, leia-se: é preciso dizer não àqueles que pretendem democraticamente determinar o Direito (ou não) à Sobrevivência de outros, isto é, ou seja, é preciso dizer não àqueles que evocam pretextos para negar o Direito à Sobrevivência de outros (nota: nazismo não é o ser 'alto e louro', bla bla bla,... mas sim a busca de pretextos com o objectivo de negar o Direito à Sobrevivência de outros!); dito de outra maneira: os 'globalization-lovers', UE-lovers e afins, que fiquem na sua... desde que respeitem os Direitos dos outros... e vice-versa --» ver blog http://separatismo--50--50.blogspot.com/.

Afonso de Portugal disse...

pvnam disse...
«Não há que ter pena dos povos que vão DESAPARECER por não existir uma minoria, sequer, a interessar-se pela sobrevivência da sua Identidade.»

Bem, a verdade é que há muitos europeus que se interessam pela sobrevivência da sua identidade, mas (ainda) estão em minoria. Veremos o que acontece na Holanda em Março. Se Wilders vencer, talvez as coisas comecem a mudar.