sábado, 21 de janeiro de 2017

O momento mais esperado dos últimos meses!


Actualização: consegui encontrar uma versão traduzida do discurso inaugural do Presidente Trump! Ver o segundo vídeo...

Parabéns a todos os americanos que amam o seu país e a todos os ocidentais que amam o Ocidente! Em Democracia, o povo é soberano!!!




Logo a seguir a este juramento, o Presidente Trump proferiu o seu discurso inaugural como 45º Presidente dos EUA. Para quem não teve a ocasião de ouvir esse magnífico discurso (que o número 2 da Me(r)kel, o gordo seboso Sigmar Gabriel, já classificou como "altamente nacionalista", acrescentando que "temos de nos preparar para uma caminhada violenta" - e depois o Presidente Trump é que é irresponsável!), aqui fica na íntegra (ainda não consegui encontrar uma versão legendada em português, mas certamente aparecerá uma nos próximos dias).

6 comentários:

Anónimo disse...

Carissimo, vou postar aqui o link de uns dos artigos sobre a tomada de posse de Trump no "Publico" e algumas das frases lá escritas:

https://www.publico.pt/2017/01/21/mundo/noticia/donald-trump-inaugura-a-era-da-america-primeiro-1759147

"Está desfeito o mistério: o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, será como foi o candidato presidencial Donald Trump, um homem agressivo, radical, polarizador"

"Mais do que orientações políticas concretas, o que se tentava encontrar no primeiro discurso do novo Presidente era a sua interpretação do seu papel e de como pretende desempenhá-lo. Foi radical, polarizador, provocador."

"Depois de uma campanha eleitoral virulenta, que abriu uma profunda fractura no país, esperavam-se de Donald Trump palavras conciliatórias, que servissem para aproximar, sossegar e inspirar os norte-americanos. Em 2009, um optimista Obama proclamara “o fim das queixas, falsas promessas, recriminações e dogmas desgastados que durante tanto tempo estrangularam a política” para superar as divisões e unir o país. Trump manteve-se fiel ao seu guião de dividir para reinar."

"Este é o vosso dia e esta é a vossa celebração. E este, os Estados Unidos da América, é o vosso país”, declarou, apontando a multidão predominantemente branca, mantida afastada por barreiras policiais de uma outra multidão, notoriamente mais diversa, de manifestantes."

"Aliás, recusou sequer reconhecer a presença na cerimónia da sua rival eleitoral, Hillary Clinton, que recebeu cerca de três milhões de votos mais do que ele próprio (e se apresentou vestida de branco, em homenagem à luta do movimento sufragista que conquistou o direito ao voto para as mulheres norte-americanas). Iludiu ainda as razões que justificaram o boicote de dezenas de membros eleitos do Partido Democrata que recusaram comparecer no Capitólio por causa do racismo do Presidente – e também dos milhares que protestaram pelas ruas da capital, em defesa dos direitos das mulheres ou das minorias de muçulmanos, hispânicos, LGBT, ecologistas, artistas e até jornalistas."

"Não foi só a oposição democrata que o Presidente desafiou. Empossado com a mais baixa taxa de aprovação da História, Donald Trump não se esforçou por lançar as bases de uma colaboração mais estreita com os legisladores do Congresso"

"Donald Trump deixou ainda para trás, na escadaria do Capitólio, a habitual cordialidade que une os membros do restrito clube dos antigos presidentes dos Estados Unidos e se manifesta em todos os momentos de solenidade institucional."

"O 45.º Presidente dos EUA repetiu todos os slogans populistas e nacionalistas da sua campanha no seu discurso de tomada de posse. E nem uma palavra de conforto e união para o país que não votou nele - e protestava na rua."

Ass: FdT

Afonso de Portugal disse...

Enfim... um desfilar de distorções, falácias grosseiras e mentiras! E tudo tão descarado e infundamentado que só podia mesmo ter sido publicado no Al-Público, o jornal dos esquerdalhistas que se dizem democráticos quando não passam de aspirantes a tiranos.

Obrigado, caro FdT. Foi uma leitura deprimente, mas necessária.

Anónimo disse...

E se eles fazem esta análise sobre um discurso que de um ponto de vista politicamente correcto até foi relativamente sóbrio e onde inclusivamente ele apelou à união patriota das diferentes "raças", imagine o escrutínio e a perseguição jornalística que vão fazer ao Trump nos próximos 4 anos a toda e qualquer coisa que ele diga ou faça...

Ass: FdT

Afonso de Portugal disse...

Sim, sim!... Aliás, espero que os próximos quatro anos venham a ser um abrir de olhos para muita gente que ainda confia nos mé(r)dia. Porque a guerra contra Trump vai ser constante, ainda agora estava a ler um artigo onde um humorista norte-americano estava a sugerir um pacto anti-Trump, i.e. estava a pedir a todos os humoristas lá dos states que se focassem sobretudo em fazer piadas contra o Trump e deixassem o resto para depois...

O pior vai ser mesmo quando o Trump fizer alguma coisa de errado. Mais tarde ou mais cedo, todos os presidentes metem o pé na argola... e nesse dia, os seus inimigos vão cair-lhe em cima com tudo o que tiverem, a começar pelos fuinhas do Partido Republicano...

Anónimo disse...

"O pior vai ser mesmo quando o Trump fizer alguma coisa de errado. Mais tarde ou mais cedo, todos os presidentes metem o pé na argola... e nesse dia, os seus inimigos vão cair-lhe em cima com tudo o que tiverem, a começar pelos fuinhas do Partido Republicano..."

Óbvio! e o pior é que o Trump ao contrário do Putin tem mais tendência a ferver em pouca água e a deixar-se levar pela emoção (parece-me) e ainda por cima o Putin no país dele não tem metade dos inimigos e da contestação que o Trump tem...ou seja, quando lhe colocarem uma grande casca de banana à frente (que é 1000% certo) ele é capaz de colocar os 2 pés em cima dela.

Ass: FdT

Afonso de Portugal disse...

Esse é o meu grande medo! Mas não vale a pena sofrer por antecipação. Para já, desfrutemos deste momento histórico... não é todos os dias que vemos o esquerdalho e os globalistas tão irados! :)