sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Notícias da Eurábia (4)


Um muito obrigado! ao Dr. No por nos ter trazido duas notícias especialmente vibrantes:


1. Em França, os nossos amigos muçulmanos celebraram a passagem de ano como sempre fazem: queimando centenas de carros! E desta vez não sou só eu que o digo:

«Está a tornar-se numa tradição anual em França. Desde a década de 90 que, quase todos os anos, largas centenas de carros são incendiados durante os festejos da passagem de ano, como forma de protesto nas zonas mais pobres do leste de França e periferia da capital francesa. Apesar dos esforços da polícia para manter a ordem, este ano 650 carros acabaram por ser consumidos pelas chamas.»

Hum... "mais pobres"? Não será antes "mais vibrantes"? Como disse em tempos o lagarto Octávio, "vocês sabem do que eu estou a falar"!!! :P

A isto chama-se enriquecer devidamente um automóvel! Em benefício dos seus proprietários, é claro!


...E ainda nem vos mostrei a parte mais gira, caros leitores: 

«Na sequencia dos incidentes 622 pessoas foram detidas, das quais 300 serão levadas a tribunal. “A polícia recebe instruções para não provocar os jovens, e por isso não tem capacidade para prevenir os incêndios. Além disso, com as ameaças mais graves de terrorismo no país não sobra tempo para a polícia se dedicar a este tipo de incidentes mais pequenos”, explica Claude Rochet, um antigo membro do governo francês.»

Portanto, habituem-se franceses! E bem-vindos ao século XXI, a era da "modernidade" e do "progresso"! Vejam só como a Suécia, o paraíso na Terra segundo o esquerdalhista Al-Guardian e a sua cópia rasca "tuga" Al-Público, entrou em 2017:

2. A polícia sueca foi atacada com vários artefactos pirotécnicos, à machadada e até com uma granada de mão! 

«No Oeste da Suécia, houve quase 50 casos de ataques às forças da autoridade com dispositivos pirotécnicos. (...) Perto da meia-noite, uma granada de mão foi arremessada contra a esquadra de polícia de Katrineholm, a 150 km de Estocolmo, destroçando a porta de entrada da esquadra e danificando quatro carros que se encontravam estacionados nas imediações. (...) Já em Malmö [a tal cidade sueca onde a maioria da população já é islâmica], a polícia foi teve de disparar sobre um homem de 28 anos que os recebeu com um machado e uma faca.»


(um muito obrigado! ao Filho da Truta, que nos trouxe aqui este vídeo esclarecedor!)

Pois é... antigamente as noites de réveillon tinham apenas música, danças, comidas e bebidas. Era uma grande pasmaceira, pá! Felizmente, agora temos estes muçulmanos fascinantes para tornarem as passagens de anos europeias muito mais vibrantes! Que seria de nós sem eles? Viva a diversidade!!!

11 comentários:

Anónimo disse...

Nem de propósito mostraram-me esta pérola hoje:

https://www.youtube.com/watch?v=AReNfqqGsb8

No Suedistão o fim de ano foi VIBRANTE :D

Se calhar esta malta está com saudades das guerras no médio oriente então fazem uma pequena simulação para matar saudades...

Mas os CAPITALISTAS continuam a vender o Suedistão como um paraíso, afinal o que importa é que o dinheiro continue a correr:

http://www.forbes.com/forbes/welcome/?toURL=http://www.forbes.com/sites/kurtbadenhausen/2016/12/21/sweden-heads-the-best-countries-for-business-for-2017/&refURL=https://www.google.pt/&referrer=https://www.google.pt/

Ass: Filho da Truta

Dr. No disse...

Em Innsbruck, Áustria, a Passagem de Ano também foi muito "rica" para as fêmas que foram amassadas por não-europeus. Deu na Euronews (RTP2), às 3h00 de 6-1-2017.

Afonso de Portugal disse...

Filho da Truta disse...
«Nem de propósito mostraram-me esta pérola hoje:»

Muito obrigado! Vou incluí-la na posta! :)


«Se calhar esta malta está com saudades das guerras no médio oriente então fazem uma pequena simulação para matar saudades...»

LOL! "Fogem à guerra" para fazer a guerra noutro lado!


«Mas os CAPITALISTAS continuam a vender o Suedistão como um paraíso, afinal o que importa é que o dinheiro continue a correr»

Sim, eu citei o Al-Público e o Al-Guardian porque esses "jornais" chegaram oa cúmulo de dizer que a taxa de fertilidade da Suécia (baixa, mas elevada em relação aos outros países da Europa) se devia ao feminismo! A tal ponto chega a lata dos MARXISTAS.

Mas é claro, os CAPITALISTAS não são melhores, conforme ilustra o teu segundo link. É por isso que eu digo: nem super-Estado, nem mercados. Nenhum dos dois tem qualquer interesse na preservação racial!


Dr. No disse...
«Em Innsbruck, Áustria, a Passagem de Ano também foi muito "rica" para as fêmas que foram amassadas por não-europeus. Deu na Euronews (RTP2), às 3h00 de 6-1-2017.»

Acredito, onde houver muçulmanos, o réveillon será inevitavelmente vibrante! Aliás, o Caturo já pulicou qualquer coisa sobre isso no seu Gladius... mas o que fazer? Os austríacos não quiserem eleger o FPÖ... agora, sofram as consequências!

Anónimo disse...

"É por isso que eu digo: nem super-Estado, nem mercados. Nenhum dos dois tem qualquer interesse na preservação racial!"

É mas isto da malta do capital estar contra o nacionalismo e qualquer tipo de politicas pró-brancas é um problema...por um lado eu até os compreendo, eu também não estou satisfeito por ver a UE a caminhar para o fim...sou contra a UE totalitária mas para mim a UE NÃO É a única e grande causa da vinda de muslos e negros para os países Europeus, caso fosse, a Noruega e a Suiça estavam "limpinhas" o que não é de todo o caso. Eles viriam para Portugal, França, Inglaterra etc de qualquer maneira. Para alem disso a abolição das tarifas, mercado comum, maior facilidade em emigrar e viajar pela Europa, parece-me algo positivo, sobretudo para os portugueses mergulhados no tropicalismo, mas já estou a divagar demais, o que queria mostrar era mais um exemplo da má imagem que os movimentos nacionalistas têm juntos dos "mercados", analistas financeiros, multi-nacionais e demais agentes capitalistas:

"http://www.forbes.com/sites/jareddillian/2016/12/21/europe-perhaps-the-best-destination-for-capital-in-2017/#23387bd328fb"

Leia-se no artigo:

"It might be tempting to paint this as a right-wing populist movement, and for sure, in many countries, it is. But in some cases, it's not. France's presidential election is rapidly approaching, and the lead candidate is Francois Fillon, the closest thing you get in France to a free market capitalist, an open admirer of Margaret Thatcher, in a country that has perhaps the most sclerotic labor market in the developed world. Fillon is not just talk; he is a reformer. Of course, there will be huge popular resistance to any liberalization in France (just imagine the protests), but it could happen. It is something to be hopeful about"

Esta gente tem ORGASMOS só de pensar em ter a "direitinha" no poder.

"A lot of these movements have been labeled as racist, misogynist, anti-immigrant, etc., and for sure, there has been plenty of nativism in some of these campaigns. But the one thing that the critics of this movement completely neglected was that this "right-wing populist" movement was in some cases very free market."

Acalmam um bocadinho ao lembrarem-se que talvez as Le Pens etc não destruam completamente o "livre mercado"...

(Parte 1)

Ass: Filho da Truta

Anónimo disse...

"It's uncommon for countries to liberalize after decades of economic control, but Argentina did it two years ago, and markets ripped, and Brazil is in the process of it now. Europe must do it--they must pursue growth, otherwise it is checkmate. The demographics are atrocious, and there is zero economic dynamism left."

Depois lembram-se que os brancos "não têm filhos" e que sem os pretinhos e os castanhos islâmicos é o CHECK-MATE! Esta malta é assim! Para eles o terrorismo, as violações, o desaparecimento dos brancos na Europa etc não é o CHECK-MATE estão se completamente a cagar para isso.

Também se pode ler num dos livros de gestão mais estudados nas faculdades de economia nos EUA e em várias faculdades que administram cursos em Ingles na Europa, numa das edições do livro "Management" de Stefen Robbins, no capitulo "Managing Diversity" o seguinte (que me ficou na retina):

“For instance, Carlos Ghosn, CEO of
Nissan and Renault, was born in Brazil to Lebanese
parents, educated in France, and speaks four languages
fluently. He could very well be the “model of the modern
major corporate leader in a globalized world bestraddled
by multinational companies. Ghosn’s background and
perspective have given him a much broader understanding
of what it takes to manage in a global environment, something
that is characteristic of the geocentric attitude. A geocentric
attitude requires eliminating parochial attitudes and
developing an understanding of cross-cultural differences.
That’s the type of approach successful managers will need
in today’s global environment.”

Não basta dizer "não queremos aqui alogenos" "a raça branca está em extinção"...existe todo um enorme sistema globalista que dá de comer e beber a muita gente que os políticos nacionalistas têm que contornar ou adaptar-se a ele, por que o sistema não se compadece com nada.

(Parte 2)

Ass: Filho da Truta

Afonso de Portugal disse...

Filho da Truta disse...
«Acalmam um bocadinho ao lembrarem-se que talvez as Le Pens etc não destruam completamente o "livre mercado"...»

O que é bastante estranho, porque a malta d'O Insurgente está constantemente a apontar as semelhanças entre as políticas da Le Pen e dos comunas, tendo até comparado a FN ao Syriza!

Seja como for, tudo o que escreves sobre a "direitinha" é verdade. Para o tipo de pessoas que escreve na Forbes, no Wall St. Journal, na Barron's, no Diário Económico, no Jornal de Negócios ou n'O Insurgente, a receita para o sucesso é muito simples: tudo se resume a fazer crescer a economia. O resto são variáveis a controlar, a vigiar ou desprezar. Para eles, imigração é decididamente uma variável de controlo: se a demografia de uma país dificultar a manutenção de salários "competitivos" (eufemismo para baixos e geralmente injustos), então importa-se outra gente que esteja disposta a trabalhar em condições mais desfavoráveis. Se isto fizer crescer os partidos nacionalistas (variável a vigiar), dá-se mais dinheiro aos partidos mundialistas, aos mé(r)dia e aos "fazedores de opinião". De resto, o povo bem pode reclamar, que enquanto os partidos nacionalistas estiverem controlados não haverá nada a temer (variável a ignorar).


«It's uncommon for countries to liberalize after decades of economic control, but Argentina did it two years ago, and markets ripped»

Aqui está uma análise muito discutível. Os mercados argentinos só estão a subir consistentemente há pouco mais de um ano... e a subida tem mais a ver com a transição de poder Kirschner-Mauri em Dezemebro de 2015 do que propriamente com as políticas implementadas. Mas a narrativa tem de ser sempre a mesma, liberalizar, liberalizar, liberalizar!!!


«Europe must do it--they must pursue growth, otherwise it is checkmate.»

O mais obsceno nisto tudo é que estes animais que agora dizem que "a Europa tem de crescer" foram os mesmo que, durante os últimos 20 anos, contribuíram para destruir o tecido produtivo europeu ao incentivar as grandes empresas europeias a deslocar as suas empresas para África e para a Ásia, a pretexto do "aumento da sua competitividade num mundo globalizado". olhando para isso, a estratégia deles torna-se absolutamente clara: primeiro, retira-se os empregos aos nativos europeus, transferindo-os para os países em desenvolvimento. Depois, a pretexto da recuperação da indústria europeia (que, entretanto, foi transferida para fora do continente) importa-se alógenos que aceitem trabalhar na Europa a custos mais baixos do que os europeus!!!


«Não basta dizer "não queremos aqui alogenos" "a raça branca está em extinção"...existe todo um enorme sistema globalista que dá de comer e beber a muita gente que os políticos nacionalistas têm que contornar ou adaptar-se a ele, por que o sistema não se compadece com nada.»

Bem, aquilo que te posso dizer é que já fui fortemente criticado no passado por outros "nacionalistas" por falar de economia neste blogue. Eu sempre percebi a economia como uma prioridade, uma vez que é sobre ela que se constrói a maior parte do discurso político e é urgente desmistificar as falácias do discurso económico tanto da esquerda, como da direita.

E a verdade é que Trump venceu em grande parte porque também fez isso, ao pôr em causa a "inevitabilidade" da globalização. Julgo que o futuro do discurso económico anti-globalista passará largamente pelo sucesso ou não de Trump como Presidente dos EUA.

Afonso de Portugal disse...

Agora, de uma coisa eu tenho a certeza: mesmo que fosse possível acabar com todos os capitalistas selvagens de uma vez só, ainda ficaríamos com dois grandes problemas em mãos: (1) a esquerda, que quer importar imigrantes para, numa primeira instância, capturar os seus votos e mais tarde destruir a homgeneidade étnica das nações, acabando de vez com o seu maior inimigo, o Nacionalismo; (2) a religião, em particular os três grandes credos abraâmicos, que aspiram à dominação mundial e, para isso, precisam de diluir os povos de todo o mundo numa mixórdia disforme de gente sem pátria.

Anónimo disse...

"O resto são variáveis a controlar, a vigiar ou desprezar. Para eles, imigração é decididamente uma variável de controlo: se a demografia de uma país dificultar a manutenção de salários "competitivos" (eufemismo para baixos e geralmente injustos), então importa-se outra gente que esteja disposta a trabalhar em condições mais desfavoráveis. Se isto fizer crescer os partidos nacionalistas (variável a vigiar), dá-se mais dinheiro aos partidos mundialistas, aos mé(r)dia e aos "fazedores de opinião"."

Bem visto!

"O mais obsceno nisto tudo é que estes animais que agora dizem que "a Europa tem de crescer" foram os mesmo que, durante os últimos 20 anos, contribuíram para destruir o tecido produtivo europeu ao incentivar as grandes empresas europeias a deslocar as suas empresas para África e para a Ásia, a pretexto do "aumento da sua competitividade num mundo globalizado"."

Também está bem visto! Em todo o caso e se até entendo a posição do Trump em relação ás fabricas da Ford, caiu-me um pouco mal a posição do mesmo em relação ás fabricas que a Toyota está a construir no México (Toyota que é Japonesa e não US). Ora se ele não quer migrantes mexicanos nos US devia compreender que o México precisa de empregos no lado de lá para prender mão de obra autóctone...aliás a falta de empregos no lado de lá também faz com que eles queiram dar o salto para os US.

"Bem, aquilo que te posso dizer é que já fui fortemente criticado no passado por outros "nacionalistas" por falar de economia neste blogue. Eu sempre percebi a economia como uma prioridade..."

Devem ser nacionalistas que não precisam de trabalhar para viver...num mundo em que quer se goste ou não, o dinheiro é tão essencial como beber água, economia é concerteza uma prioridade, sobretudo para quem quer discutir politica.

"Agora, de uma coisa eu tenho a certeza: mesmo que fosse possível acabar com todos os capitalistas selvagens de uma vez só, ainda ficaríamos com dois grandes problemas em mão..."

Eu ás vezes digo na brincadeira que uma boa forma de tornar a Europa não atractiva para os escurinhos era a UE ser um regime socialista igual ao da Coreia do Norte, pois:

- Iam ter bem menos vontade de dar o salto

- As fronteiras estavam bem fechadinhas

:D

Em todo o caso, como as aspirações dos Europeus, com ou sem alogenos, não é serem miseráveis a todos os níveis, resta-nos tentar trabalhar com o fluxo de capital.

Penso só que não referiu aquele que é, a meu ver, o maior problema de todos, que é o crescimento populacional descontrolado e alucinante! proporcionado pelos simpáticos alogenos abaixo do mediterrâneo e a leste, como se pode confirmar por estes números:

http://www.worldometers.info/pt/

Ora e como me parece que o caro tem conhecimentos na área de Economia, concerteza uma das primeiras coisas que aprendeu é que todos os recursos são escassos...dá ideia de que caminhamos para um mundo de escassez de alimentos, oxigenio e terra à custa destes acéfalos.

Ass: Filho da Truta


Afonso de Portugal disse...

«Penso só que não referiu aquele que é, a meu ver, o maior problema de todos, que é o crescimento populacional descontrolado e alucinante! proporcionado pelos simpáticos alogenos abaixo do mediterrâneo e a leste, como se pode confirmar por estes números:»

Sem, mas esse é um problema que está fora do nosso controlo. Pelo menos, para já. Não podemos agir directamente sobre as populações de África ou da Ásia. Neste momento, nem sequer podemos influenciar grande coisa as populações da Europa e da América do Norte!


«(..) dá ideia de que caminhamos para um mundo de escassez de alimentos, oxigenio e terra à custa destes acéfalos.»

Sem dúvida! Eu só não ainda não consegui se é tudo deliberado ou se se trata de uma tendência que eles (a superclasse mundialista) esperam contrariar mais tarde. Se for tudo deliberado, então estamos tramados, porque isso significa que a elite aspira a uma guerra verdadeiramente global.

Anónimo disse...

"...superclasse mundialista..."

Resta saber se essa superclasse continua forte e unida como no sec.XX e se tem poder para influenciar essas regiões, pois tal como o caro referiu e bem, os nacionalistas nem poder têm para influenciar a demografia norte-atlântica, se calhar os globalistas só conseguiram mesmo influenciar a demografia norte-atlântica...

Ass: Filho da Truta

Afonso de Portugal disse...

É uma boa questão. A verdade é que é impossível saber exactamente quais os países do segundo e terceiro-mundos que estão sob controlo absoluto da superclasse. Hoje em dia, praticamente todos os países têm um banco central ou uma instituição similar que emite dívida. A dívida é a ferramenta de eleição dos globalistas para enriquecer, mas uma coisa é escravizar os trabalhadores dos países através da usura, outra coisa é alterar os hábitos e a demografia dos habitantes desses países. Parece-me que, de facto, ainda só o conseguiram fazer com os europeus e americanos. Resta saber se também estão a tentar fazê-lo aos outros povos ou se, pelo contrário, querem que os africanos e os orientais se reproduzam em grandes números para depois tomarem conta do Ocidente...