sábado, 28 de janeiro de 2017

Marine Le Pen advoga o regresso das fronteiras e das soberanias nacionais contra a tirania da UE


«A líder da extrema-direita francesa, Marine Le Pen, garantiu que iria advogar a saída da França da União Europeia (UE) se Bruxelas não concordar com a devolução aos Estados dos poderes de controlo da imigração e política económica.


A candidata presidencial já prometeu que, se for eleita em Maio, irá abandonar o euro e realizar um referendo ao estilo do organizado no Reino Unido sobre a presença na UE. Recentemente, porém, afirmou que uma “moeda comum” poderia coexistir com uma moeda nacional.

Durante um encontro com jornalistas estrangeiros, a líder da Frente Nacional insistiu que “não tinha mudado de ideias”. Se ganhar as eleições de 7 de Maio deste ano, prometeu que iria abrir negociações imediatamente com a UE sobre a restauração de “quatro tipos fundamentais de soberania: territorial, económica, monetária e legislativa”.

As discussões, adiantou, deveriam focar-se nas suas exigências para o regresso das fronteiras dentro da UE, o fim da primazia da legislação comunitária sobre a nacional e o direito da França de sair do euro e adoptar uma política de “patriotismo económico”.

Seis meses depois iria colocar o resultado das negociações a um referendo sobre a saída ou permanência da França na UE. “Ou consigo garantir o retorno destas quatro soberanias e aconselho os franceses a permanecerem na nova Europa das nações, ou não o consigo e então aconselho a que saiam da UE”, declarou.»

28 comentários:

João José Horta Nobre disse...

Desejo toda a sorte deste Mundo à senhora Le Pen. No entanto, desconfio que se ela ganhar as presidenciais francesas, lhe vão fazer muito pior do que fizeram ao Trump.

Afonso de Portugal disse...

Eu espero estar enganado, mas julgo sinceramente que ela não tem grandes hipóteses. É que o sistema eleitoral a duas voltas aniquila as suas possibilidades. Mesmo que ela vença confortavelmente a primeira volta, os partidos do sistema juntam-se todos na segunda, tal como fizeram ao seu pai Jean-Marie. É muito difícil.

O próprio Donald Trump teria muito provavelmente perdido se tivesse havido uma segunda volta nas presidenciais dos EUA.

João José Horta Nobre disse...

E todos sabemos que nos Estados Unidos, se não fosse o colégio eleitoral, Trump teria perdido as eleições...

Afonso de Portugal disse...

Pois... ainda mais essa! O Trump disse que fez a sua campanha eleitoral a pensar nisso, mas a verdade é que eu desconfio que ele jamais teria conseguido vencer na Califórnia. Aliás, eu não acredito que um republicano ariano volte a conseguir vencer na Califórnia. A demografia daquele Estado já não o permite.

Anónimo disse...

Factos:

Na Rússia de "fronteiras fechadas" em Moscovo não há quase nenhum Russo Eslavo, repito: é raríssimo haver um Russo Eslavo, a fazer qualquer tipo de trabalho "Não qualificado". É quase tudo malta muçulmana do Médio Oriente, Norte de África e sobretudo daqueles ex-países da União Soviética terminados em "ão". Mas como quem não sabe é como quem não vê, há muita malta nacionalista ou racialista que pensa que aquilo é um paraíso branco por não ser da UE...e diga-se que só não tem ainda mais trampa do que já lá tem devido ao Inverno com temperaturas absolutamente desumanas senão ainda era pior.

Na Noruega é raríssimo ver qualquer norueguês branco a fazer um trabalho "não qualificado" é quase tudo pretos (por vezes até da Somália) árabes e todo o tipo de monhés. É quase uma Suécia e adivinhe-se: não faz parte da UE.

Na Suiça, não há praticamente nenhum suíço branco a fazer trabalhados "não qualificados" é quase tudo pretos, arabes, todo o tipo de monhes e malta do sul e leste da Europa. Facto: A Suiça não faz parte da UE.

Vai daí continuam a dizer que a "culpa é do instrumento globalista UE" em vez de entenderem que esse instrumento pode ser usado em favor da Europa e das Nações da Europa, e que trouxe inúmeras coisas boas entre elas (só para enumerar duas ou 3): maior união e conexão entre os países de RAÇA BRANCA e para alem de permitir maior interacção entre os povos PREVINE guerras nacionalistas estúpidas entre os povos BRANCOS.

Ass: FdT

Afonso de Portugal disse...

Julgo que estamos a falar de duas coisas muito diferentes. Uma coisa é o fecho das fronteiras que, só por si, não resulta. E resulta ainda menos quando o fecho das fronteiras não é acompanhado por medidas que combatam o globalismo económico (fronteiras fechadas não equivale a economia protegida).

Outra coisa bem diferente é a UE e, em particular, a UE que temos actualmente, onde um pequeno grupo de pessoas que nunca foram eleitas pode decidir o destino de todos os Europeus. É contra essa UE que os nacionalistas se batem, não é contra a ideia de os povos da Europa continuarem a cooperar entre si.

Quanto às coisas boas que enumeras:

«maior união e conexão entre os países de RAÇA BRANCA«

Mas a que preço? O Sul da Europa está sobre-endividado, com o futuro das suas gentes hipotecado por várias gerações. As melhoras zonas turísticas dos países mediterrânicos foram compradas e ocupadas por europeus do Centro e do Norte da Europa. E nada disso impediu a vinda de milhões de imigrantes do terceiro-mundo!


«PREVINE guerras nacionalistas estúpidas entre os povos BRANCOS. »

Previne? Eu não tenho nenhuma certeza disso. E mesmo que seja verdade, o preço dessa "prevenção" parece ser dominado e gradualmente escravizado pelos povos dos países mais populosos. Venha o diabo e escolha! Porque é isso que vamos ter a longo prazo na Europa se esta fantochada da UE continuar como até aqui. Na última década, a Europa foi o continente do mundo que menos cresceu em termos económicos. Todos os países da Europa têm taxas de natalidade abaixo do nível mínimo de substituição (2,1 filhos/mulher), mesmo aqueles que se fartaram de importar imigrantes nas últimas décadas. Isto vai acabar por ter consequências para todos os europeus, mais década, menos década.

De resto, acabar com a UE não implica virar as costas aos outros países. Apenas significa impedir os outros países de tomar decisões que apenas dizem respeito ao nosso.

Anónimo disse...

"Mas a que preço? O Sul da Europa está sobre-endividado, com o futuro das suas gentes hipotecado por várias gerações. As melhoras zonas turísticas dos países mediterrânicos foram compradas e ocupadas por europeus do Centro e do Norte da Europa. E nada disso impediu a vinda de milhões de imigrantes do terceiro-mundo!"

Desculpe mas este paragrafo para mim não faz sentido. A UE ajudou a desenvolver o sul da Europa em vários sectores e a vinda de malta do norte da Europa para as zonas turísticas só tem dinamizado a economia desses locais que referiu. Sem a UE tudo ia ter tendência para ficar mais caro: os carros, a gasolina etc... Ok sem querer entrar no puro economicismo: íamos ter ainda mais pretos do que o que temos hoje pois o que ía acontecer era uma união com a CPLP (só mesmo se os governantes pretinhos não quisessem). Isto já para não falar nas consequências potencialmente catastróficas de sair da moeda única, não está em causa se devíamos ter entrado nela em 2002 ou não, mas agora que já estamos dentro do barco...

Com isto não digo que a UE só traz coisas boas e sair dela era "tudo mau", mas parece-me a mim que tínhamos bem mais a perder do que a ganhar. Até em termos económicos e competitivos parece-me a mim que a Europa só tem a ganhar com União, assim pode-se competir com EUA, Russia, China etc já com desunião...

Já agora: a maioria das pessoas não tem ideia mas as recomendações e regulamentos da UE em campos como a energia, poluição etc têm ajudado imenso os países membros a tornarem-se mais civilizados, evoluídos e limpos o que não é de admirar: é a Raça branca em acção.

"Previne? Eu não tenho nenhuma certeza disso. E mesmo que seja verdade, o preço dessa "prevenção" parece ser dominado e gradualmente escravizado pelos povos dos países mais populosos. "

Pois eu acho que previne mesmo, basta pensar: quantas guerras ocorreram entre países da Europa Ocidental após a 2 guerra mundial e o nascimento da CEE? a nivel mundial, quantas guerras existem nos grandes blocos de estados unidos comparavelmente aos estados pequenos quando é cada um por si? O Nacionalismo parece bem e adequado á realidade da Europa mas existindo uma União a "pax romana" está mais segura...é que com Nacionalismo e sem União, um puxa para a esquerda, outro para a direita, um diz "England first" outro diz "France first" e as coisas acontecem... acho que entende onde eu quero chegar... obviamente que se a catástrofe demográfica continuar, como por exemplo o crescimento demográfico dos muslos, as guerras vão acontecer na mesma, mas aí é que está: os migrantes coloridos não vêm por culpa da UE, a UE ainda não tem esse poder. Muito antes da UE já tinham começado a chegar pretinhos e monhes á Inglaterra, França, Portugal etc com os nacionalistas a tomar conta da UE a UE até pode servir para impedir que os escurinhos entrem em toda a Europa. É usar a cabeça: utilizar um instrumento do inimigo para desferir golpe de morte no inimigo (Junkers e companhia). Voçe pode queimar uma casa ou pode invadi-la e desinfectá-la.

Agora numa coisa tem razão, é preciso evitar que a UE se torne num bloco totalitário onde meia dúzia de indivíduos decidem tudo, mas há formas de o evitar sem a destruir...para já a UE não tem assim tanta força para decidir "tudo" sobre o que os países podem fazer, prova disso foi a Hungria, Polónia etc terem conseguido evitar receber as tais cotas de refugiados.

Ass: FdT

Afonso de Portugal disse...

Filho da Truta disse...
«A UE ajudou a desenvolver o sul da Europa em vários sectores»

Tais como?

A verdade é que destruiu muitos mais! Em Portugal, por exemplo, a UE contribuiu largamente para acabar com a agricultura, com as pescas, com a indústria têxtil, da cerâmica e do calçado. Mesmo as indústrias portuguesas que eram competitivas foram caindo gradualmente nas mãos de investidores estrangeiros. Pior do que isso, o dinheiro e as políticas da UE permitiram a formação de monopólios, com o exemplo mais flagrante no sector da construção civil, com milhares de quilómetros construídos em auto-estradas sem que haja uma única linha ferroviária decente em todo o país! A indústria do papel encheu o nosso país de pinheiros e de eucaliptos, que estão a destruir gradualmente a qualidade dos nossos solos. Pior do que isso, o dinheiro da UE praticamente não permitiu o desenvolvimento da indústria portuguesa, apesar de ter alimentado os vícios de incontáveis dirigentes políticos e os seus compadres do mundo empresarial.


«e a vinda de malta do norte da Europa para as zonas turísticas só tem dinamizado a economia desses locais que referiu.»

Uma coisa é turismo, outra coisa é colonialismo económico. O primeiro é desejável, o segundo não. Pergunte aos nativos algarvios o que é que eles acham dos preços da restauração quando saem à noite. Ficará surpreendido! E as pessoas que nasceram e cresceram em povoações do Alentejo e do Algarve que costumavam ser inteiramente portuguesas mas onde hoje já quase não ouvem falar a sua própria língua? Além disso, muitos desses “novos portugueses” são pessoas que vieram para o Sul da Europa gozar das suas reformas. Ou seja, vêm sobrecarregar o sistema de saúde de um país já envelhecido. Se ao menos viessem trabalhar e ter filhos… mas nem isso! Só vêm para gozar o nosso sol e fazer de nós seus criados. Ou o FdT quer que certas regiões de Portugal se transformem numa espécie de Florida da Europa?


«Sem a UE tudo ia ter tendência para ficar mais caro: os carros, a gasolina etc..»

E de que serve não ter ficado mais caro se as pessoas não têm empregos nem dinheiro?


«íamos ter ainda mais pretos do que o que temos hoje pois o que ía acontecer era uma união com a CPLP (só mesmo se os governantes pretinhos não quisessem)».

Esse é um dos poucos argumentos que reconheço a favor da UE. Mas a verdade é que a torneira da imigração africana está aberta há muito e se dependesse do Costa, o Espaço Schengen da Lusofonia já seria uma realidade. Ou seja, a UE apenas atrasou o fenómeno, não o evitou.


«Isto já para não falar nas consequências potencialmente catastróficas de sair da moeda única, não está em causa se devíamos ter entrado nela em 2002 ou não, mas agora que já estamos dentro do barco...»

As consequências vão ser graves, mas são inevitáveis. Portugal não tem condições para se manter dentro do Euro. O nosso país não produz riqueza suficiente para manter as contas equilibradas e ainda por cima gasta muito mais do que tem. As pessoas falam em sair do euro como se fosse uma escolha, mas não é. Tal como na Grécia, a situação económica e social de Portugal vai continuar a deteriorar-se até que o povo não aguente mais. E isso ainda pode demorar muitos anos, até décadas, mas dificilmente poderá ser evitado, sobretudo numa altura em que toda a Europa cresce cada vez menos.


«assim pode-se competir com EUA, Russia, China etc já com desunião...»

Mas quem é que, em concreto, pode competir? Só as grandes multinacionais! A verdade é que os estrangeiros, muitos dos quais nem sequer são europeus (chineses, angolanos, etc.) já entraram em várias empresas estratégicas portuguesas! A REN, a EDP, a Efacec, a Galp Energia, a Portugal Telecom, o grupo Amorim... isso é que é competir?

Afonso de Portugal disse...

«as recomendações e regulamentos da UE em campos como a energia, poluição etc têm ajudado imenso os países membros a tornarem-se mais civilizados, evoluídos e limpos o que não é de admirar: é a Raça branca em acção.»

E com isso conseguiu encarecer significativamente o custo final da energia, tornando-nos ainda menos competitivos face ao resto do mundo! Mas pronto, é giro ver as turbinas eólicas a girar lá no alto da serra, dá-nos um ar muito evoluído…


«basta pensar: quantas guerras ocorreram entre países da Europa Ocidental após a 2 guerra mundial e o nascimento da CEE? a nivel mundial, quantas guerras existem nos grandes blocos de estados unidos comparavelmente aos estados pequenos quando é cada um por si?»

Ah, bom, nesse caso mais vale avançarmos já para o mundialismo e assim garantirmos a paz mundial!... Não é?...

A verdade é que os grandes blocos de países são mantidos à custa da opressão de muitas das pessoas que vivem neles. A ausência de guerra não invalida a existência de fome, de precaridade laboral, de falta de condições e de dignidade de vida. Aliás, é a isso que se assiste nos países do sul da Europa. Porque nos grandes blocos de países, quem manda são sempre os mais fortes. E a UE é isso mesmo, o triunfo dos mais fortes, dos mais ricos, daqueles que detêm o maior número de recursos e podem esmagar facilmente a concorrência. Foi isso o que os países do Centro e do Norte fizeram aos do Sul. E continuarão a fazer no futuro, a menos que a UE seja reformada radicalmente.


«é que com Nacionalismo e sem União, um puxa para a esquerda, outro para a direita, um diz "England first" outro diz "France first" e as coisas acontecem...»

É aqui que eu e o caro FdT discordamos em absoluto: a EU não é a causa, é o efeito. Esse puxar para a esquerda e para a direita tem acontecido ao longo dos anos dentro da UE. Mas as elites dominantes dos maiores países, Alemanha, França e Reino Unido conseguiram entender-se porque estávamos num período de expansão económica (com recessões pontuais, mas geralmente de expansão), pelo que havia recursos e mercados para todos. Nesse sentido, a UE foi fundamental para a concretização dos interesses dos grandes países, porque abriu os mercados da Europa às suas multinacionais.

No entanto, à medida que o potencial de crescimento da Europa se esgotou e, pior do que isso, outras potências económicas ascenderam, em particular a China, o crescimento económico da Europa começou a definhar e as elites tiveram de realinhar os seus interesses. O primeiro grande sintoma desse realinhamento foi o deslocamento gradual das indústrias transformadoras da Europa para os países emergentes. O segundo sintoma, consequência directa do primeiro, foi a escassez de emprego nos países menos competitivos da Europa: com a destruição dos sistemas de produção nacional dos países economicamente mais frágeis, incapazes de competir com os custos de produção muito baixos dos países emergentes, passou a haver milhões de jovens desempregados de longa duração. A EU nunca fez nada para contrariar esta tendência! Pelo contrário, continuou –e continua- a insistir na globalização total, favorecendo única e exclusivamente as grandes multinacionais!


«os migrantes coloridos não vêm por culpa da UE, a UE ainda não tem esse poder.»

Também vamos ter que concordar em discordar acerca isso, meu caro. Eles não vêm só por culpa da UE, mas também vêm por culpa da UE! Porque a verdade é que, se e a UE quisesse, a “crise dos refugiados” teria acabado há muito! Bastava terem adoptado a solução australiana! Mas a UE preferiu –irresponsável, mas calculadamente– deixar entrar todos os “pobres coitadinhos”, porque há uns quantos “iluminados” na UE que acham que é assim que se resolvem os problemas demográficos da Europa. E porque é que eles acham isso? É simples, porque os seus patrocinadores, mais uma vez ligados às grandes multinacionais, lhes pagaram para achar!

Afonso de Portugal disse...

«Muito antes da UE já tinham começado a chegar pretinhos e monhes á Inglaterra, França, Portugal etc com os nacionalistas a tomar conta da UE a UE até pode servir para impedir que os escurinhos entrem em toda a Europa.»

Uma organização globalista tomada pelo nacionalismo? O Caturo do blogue Gladius também acredita nisso. É possível, mas parece-me francamente improvável. Desde logo porque, conforme referi acima, a UE é um resultado, não uma causa. A UE foi concebida de raiz pela superclasse mundialista para constituir um veículo de dominação a Europa. O seu grande objectivo é submeter todos os mercados e territórios a regras concorrenciais comuns, para que no final vençam sempre os mais fortes, os capitalistas selvagens.

É por isso que eu estou convencido que, se algum dia a EU cair em mãos nacionalistas, hipótese que considero francamente remota, esse domínio será sempre de pouca duração. Em política, ganha sempre aquele que tem os financiadores mais abastados. E no caso de surgimento de uma UE nacionalista, a superclasse mundialista iria financiar a oposição de uma forma tão agressiva que a UE voltaria a cair em mãos globalistas em poucos anos. Não se pode fugir à esta realidade durante muito tempo, porque quem tem mais meios faz sempre a propaganda mais eficaz ou, pelo menos, chega sempre a um maior número de pessoas. Ora, única forma de sair deste círculo vicioso é impedir a concentração do poder de decisão política num grupo restrito de pessoas, neste caso a Comissão Europeia. Se não houver quem possa decidir unilateralmente os destinos de toda a Europa, não poderá haver imposições a todos os países da Europa.

Por outro lado, há a questão moral: se eu não concordo com a UE agora que ela é totalitária a favor do globalismo, também não posso concordar com ela quando for totalitária a favor do nacionalismo. Ninguém tem o direito de impor regras aos países soberanos sobre a forma como estes devem ser governados. Só o povo desses países tem esse direito.


«para já a UE não tem assim tanta força para decidir "tudo" sobre o que os países podem fazer, prova disso foi a Hungria, Polónia etc terem conseguido evitar receber as tais cotas de refugiados.»

Só o conseguiram por meras circunstâncias conjunturais: o Brexit e a vitória de Trump. Antes do Brexit, a porca Mer(d)kel e o bêbado Juncker chegaram a falar em cortar os fundos estruturais aos países que se recusassem a receber “refugiados”. Só abandonaram a ideia depois do Brexit, com medo do crescimento do “populismo”!

Resumindo e concluindo: sobre esta questão, temos de concordar em discordar. Mas o caro FdT não está sozinho, há outros nacionalistas que partilham as suas opiniões. Porém, a avaliar pelas posições oficiais dos vários partidos nacionalistas europeus, parece-me que a maioria dos nacionalistas tende a pensar como eu: a UE é irreformável, porque é uma estrutura criada e mantida pela superclasse mundialista, com o grande propósito de servir as grandes multinacionais.

CENSURADO AGAIN disse...

não faz parte da UE.

MAS TA CERCADA POR ELA

CENSURADO AGAIN disse...

As melhoras zonas turísticas dos países mediterrânicos foram compradas e ocupadas por europeus do Centro e do Norte da Europa. E nada disso impediu a vinda de milhões de imigrantes do terceiro-mundo!"

PELO CONTRARIO ONDE TEM GERMANICO PROSPERANDO TEM ALOGENO SUGANDO

CENSURADO AGAIN disse...

28 de janeiro de 2017 às 17:14

TODOS SABEMOS QUE O CENTRALISMO DESTRUIU OS EUA O DC IMPOS AOS ESTADOS E CONDADOS O FIM DA SOBERANIA DELES EM LEIS CRUCIAIS PARA SE MANTEREM SEM DETROITS

CENSURADO AGAIN disse...

O CASO DA UE É COMPLICADO POR QUE OS PAÍSES EUROPEUS COM OU SEM UE TEM UMA TENDENCIA NATA A DESTRUIÇÃO SEJA COM GUERRA SEJA COMO ALOGENOS SEJA COM COMUNISMO O UNICO REGIME QUE PODIA UNIFICAR A EUROPA DAR CERTO MANTE-LA EUROPEIA SER FORTE ETC ERA O NS O RESTO SÓ FERROU A UE

CENSURADO AGAIN disse...

POIS O JAPÃO OPTOU PELA ROBOTIZAÇÃO AO INVES DE SE ENCHER COM MERDA

CENSURADO AGAIN disse...

O CENTRALISMO É COMO A DITADURA É PIOR POIS SEM A UE PODIA SURGIR ILHAS DE RESISTENCIA SEM DAR SATISFAÇÕES AO RESTO COMO A HUNGRIA MAS DEPOIS ATE ESSA É ATACADA A NIVEL OFICIAL

CENSURADO AGAIN disse...

NEM PODEMOS CHAMAR ISSO DE ASTURIAS POIS AS ASTURIAS TINHAM O APOIO DO RESTO DA EUROPA QUE AINDA ERA NATIVA JA AGORA MESMO NAS ZONAS ALEM POITIERS TA TUDO DESTRUIDO E PRINCIPALMENTE NESTAS

CENSURADO AGAIN disse...

JUSTAMENTE POR SEREM MAIS DESENVOLVIDAS GERMANICAS

CENSURADO AGAIN disse...

A TAIFA TE ENFRAQUECE MAS O CENTRALISMO TE DESTROI A UE JA ERA ANTIGAMENTE PORTUGAL PEQUENO PODIA SER POTENCIA MUNDIAL HOJE VC JUNTA A UE TODA E ELA AINDA DEPENDE DOS EUA PRA NATO TER ALGUM PESO MESMO QUANDO O CANAL TEM SUBMARINOS NUCLEARES

CENSURADO AGAIN disse...

COISA QUE A UE NÃO TINHA NO PASSADO E MESMO ASSIM MANDAVA VER MUITO MAIS

CENSURADO AGAIN disse...

AS GERAÇÕES DE EUROPEUS CLASSICOS ANTIGOS ORIGINAIS TINHAM BOLAS ESSAS NOVAS TÃO PERDIDAS O REGIME TRANSFORMOU ELES EM METROSEXUAIS IMBECIS SUPERFICIAIS QUE NÃO PENSA NO MACRO

CENSURADO AGAIN disse...

ESTÃO APENAS VIVENDO DOS FARELOS DAS CONQUISTAS ANCESTRAIS SEM PROCURAR MANTER NADA LOGO IRÃO RUIR

CENSURADO AGAIN disse...

A ALMA DA EUROPA SOLIDA GRANDE MORREU COM O REICH FICOU SÓ O LIXO

CENSURADO AGAIN disse...

A GUERRA TEVE EFEITO DISGENICO OS EUROPEUS QUE PENSAVAM GRANDE MORRERAM NA GUERRA E FICARAM OS SOBREVIVENTES INFERIORES INAPTOS DOS QUAIS DESCENDEM A UE

CENSURADO AGAIN disse...

VEJA QUE ATE O LIXO DOS EUA UMA EX COLONIA FALIDA DECADENTE PRA ONDE O LIXO SOCIAL DA EUROPA FOI MESMO SEM TER NEM FRAÇÃO DA BAGAGEM DA EUROPA AINDA TEM UM SENSO DE SI MAIOR MESMO SENDO UM LIXO NEM DE LONGE TENDO FRAÇÃO DAS CIDADES INTERESSANTES QUE A UE JA TEVE NO PRE LIXO

Anónimo disse...

(Parte 1)

"E com isso conseguiu encarecer significativamente o custo final da energia..."

Mas quem vendeu a nossa energia aos chinocas não foi a UE...então todo o caso ficam aqui algumas recomendações e regulamentos da UE para o sector energético e combate à poluição, poluição que provoca imensas doenças respiratórias graves todos os anos e para mim a saúde está em primeiro lugar, afinal de contas civilização e Raça branca também é isto:

http://www.europarl.europa.eu/atyourservice/pt/displayFtu.html?ftuId=FTU_5.4.1.html

"A verdade é que destruiu muitos mais! Em Portugal, por exemplo, a UE contribuiu largamente..."

Mas meu caro, o que era Portugal antes de entrar na CEE? já não tinha vindo o FMI? Sem CEE/UE o que seja, Portugal ía ser hoje uma potencia económica e civilizacional? se sair da UE o país vai passar a crescer infinitamente? Vamos ser uma potencia industrial e tecnológica? temos que colocar os pés na terra e entender que não somos nem éramos a Alemanha ou a França...Portugal era uma aldeia gigante e se nos tempos do Salazar não estávamos endividados também é verdade que tínhamos uns territórios no ultramar com recursos naturais e espaço para investir em vários sectores que agora não temos, e mesmo assim não adiantava de muito ao povo do interior de Portugal que começou a emigrar massivamente para o centro da Europa ainda antes da revolução....não digo que pagar para produzir menos seja bom, não digo que os Estados mais fortes não se tentem por vezes aproveitar dos mais fracos dentro da UE, e como já referi sou contra a UE totalitária, mas é uma relação perda/ganho: também entrou bastante dinheiro e "know-how" através dos fundos e programas da UE que mal ou bem gastos ajudaram a modernizar muita coisa...

"Se ao menos viessem trabalhar e ter filhos… mas nem isso! Só vêm para gozar o nosso sol e fazer de nós seus criados."

Não vejo as coisas por esse prisma, a mim os velhinhos ingleses não me incomodam e se gastarem a sua choruda reforma em Portugal tanto melhor, acredito que os comerciantes das aldeias do Algarve e do Alentejo (locais que praticamente vivem do turismo) também não se chateiem por ver dinheiro dessa gente a cair-lhes no bolso, em todo o caso a Grã-Bretanha já saltou fora...incomoda-me é ver guetos cheios de malta de outras origens, incomoda-me chegar a uma estação de comboios em Lisboa e fizer olá ao Congo, incomoda-me os casalinhos vibrantes em todas as ruas...

"As consequências vão ser graves, mas são inevitáveis"

Também acho que sim...diga-se que apesar de ser favorável à UE nunca vi a moeda única com grande entusiasmo...mas agora que estamos no barco talvez não fosse má ideia remar (os outros também tinham que querer) no sentido de salvar o Euro mas é quase missão impossível.

Ass: FdT

Anónimo disse...

(Parte 2)

"Ah, bom, nesse caso mais vale avançarmos já para o mundialismo e assim garantirmos a paz mundial!"

Mas os grandes blocos têm tendência a resultar sobretudo se existir coesão cultural e também étnica...O Brasil e os EUA têm se conseguido aguentar sem guerras civis mas há inúmeras tensões e alta criminalidade devido ao fosso entre os negroides/índios e brancos por isso é modelo que eu não quero na Europa (não quero mas tenho que levar com isto). É por isso que eu não acredito neste globalismo, se já destruir os Estados Europeus mesmo só com malta de raça branca é um tarefa quase impossível devido às diferenças linguísticas e á história/orgulho dos diversos povos e países imagine-se com os pretinhos e os muçulmanos da religião da paz ao barulho. Os internacionalistas militantes acreditam que sim, que destruindo as barreiras étnicas e religiosas pode ficar tudo em paz e progresso mas eu como não sou nem um globalista dogmático nem um ultra-nacionalista dogmático não acredito nem no excesso de união nem no excesso de isolamento pois os povos têm tendência a expandir-se e naturalmente a entrar em guerra. Daí a minha solução para a Europa a curto/médio prazo: Nacionalismo com União Europeia, deportação de muita malta alogena para os seus continentes de origem e restrição à entrada dessa malta alogena.
Nacionalismo + UE até pode parecer um paradoxo e um solução que "não é carne nem é peixe" mas se as pessoas usarem a cabeça e tiverem alguma paciência é um casamento que pode funcionar e dar bons frutos.

Ass: FdT

Anónimo disse...

(Parte 3)

"A EU nunca fez nada para contrariar esta tendência! Pelo contrário, continuou –e continua- a insistir na globalização total"

"Eles não vêm só por culpa da UE, mas também vêm por culpa da UE! Porque a verdade é que, se e a UE quisesse, a “crise dos refugiados” teria acabado há muito!"

"Uma organização globalista tomada pelo nacionalismo? O Caturo do blogue Gladius também acredita nisso."

"a porca Mer(d)kel e o bêbado Juncker chegaram a falar em cortar os fundos estruturais aos países que se recusassem a receber “refugiados”

Pois aí é que está: Para a maioria dos nacionalistas a UE é um instrumento globalista e os donos da UE são a Merdkel e o Junker: Não são! esses amanhã levam um pontapé no rabo e se necessário até vão parar á prisão! As caras da UE em ultima instanciá são quem os Europeus quiserem que seja, não é por acaso que existe um parlamento europeu escolhido pelo povo. Sim, acredito que se pode reformar e tomar conta da UE, usar o "monstro" contra o próprio monstro e em favor dos povos Europeus. Admito que é uma organização que começou a ser criada com propósitos globalistas mas do meu ponto de vista ela trouxe coisas positivas que podem e devem ser aproveitadas.

Já reparei que o referido blogger (Caturo) que eu também acompanho não é anti-UE mas nem é por causa dele que eu tenho esta opinião, eu aqui há uns tempos até era céptico em relação á UE mas depois pus-me a pensar e cheguei á conclusão que a UE é o bode expiatório errado não é a grande culpada pela invasão de massa escura e países como a Suiça, Noruega e a própria Rússia são prova disso. Do meu ponto de vista até pode ser usada para travar a própria iminvasão, pode achar que isto é uma utopia minha mas eu acredito que é possível.

"sobre esta questão, temos de concordar em discordar. Mas o caro FdT não está sozinho, há outros nacionalistas que partilham as suas opiniões. Porém, a avaliar pelas posições oficiais dos vários partidos nacionalistas europeus, parece-me que a maioria dos nacionalistas tende a pensar como eu: a UE é irreformável"

Sim sei que há alguns nacionalistas a pensar como eu mas a maioria, como é o seu caso, pensa exactamente o contrário, por isso é que por vezes aproveito para lançar lenha para a fogueira de modo a que pelo menos os nacionalistas como o caro blogueiro pensem sobre isto mesmo que não mudem de ideias, e desculpe-me se fui chato :)

Em todo caso se a Le Pen vencer parece que a UE vai ter mesmo os dias contados, só espero é que daqui a uns anos, se ainda estiver vivo, eu não tenha que dizer "vêem? foi pior a emenda que o soneto!"...

Ass: FdT