quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Um triste marco histórico: 30 mil atentados terroristas islâmicos desde o 11-Set


    Aqueles que seguem o movimento contra-jihad conhecem de certeza o pequeno contador da página "The Religion of Peace", que reproduzo abaixo. O editor da página, Glen Roberts, concedeu uma entrevista ao psicólogo dinamarquês Nicolai Sennels em vésperas deste triste marco histórico, os 30 mil atentados terroristas islâmicos desde o 11-Set, na qual explica como são contabilizados os atentados.


Aqui ficam algumas partes muito interessante dessa entrevista: 

«Devo salientar que a BBC fez um estudo para o mês de Novembro de 2014, acabando por encontrar ainda mais atentados terroristas islâmicos do que eu tinha contabilizado.

(...) A grande maioria das vítimas eram civis inocentes que estavam no lugar certo à hora errada.

(...) Os terroristas parecem ter desenvolvido um sentido de aleatoriedade no planeamento dos seus ataques... qualquer alvo, qualquer lugar. Os jihadistas até se entregam quando não há infiéis suficientes para matar. Nenhum país ou localidade é seguro.

(...) Os países onde houve mais ataques são o Iraque, o Paquistão, o Afeganistão e a Tailândia.»

2 comentários:

Bilder disse...

Exacto,mas a cada um que acontece temos sempre "gente" a dizer que não se pode julgar o acto de um apenas pelo todo.Alucinados não faltam meu caro.

Afonso de Portugal disse...

Aliás, a maioria das pessoas nem consegue acreditar neste número! «30 mil? Isso é pura fantasia, invenções dos "islamófobos", pá!» Só que quando a BBC tentou "desmascarar" o The Religion of Peace, saiu-lhe o tiro pela culatra! Ainda encontraram mais atentados do que o Glen Roberts e a sua equipa tinham encontrado!

Onde quer que haja muçulmanos a viver lado a lado com não-muçulmanos, o conflito é inevitável. Não há Islão sem conquista, sem a aspiração colectiva e permanente ao Grande Califado! O que pode haver é um período de latência em que a comunidade muçulmana está a crescer e a juntar forças para a investida contra os "infiéis".