terça-feira, 1 de novembro de 2016

...E uma grande Noite das Bruxas para todos os leitores deste blogue!



5 comentários:

Unknown disse...

Avô Afonso, sigo-te silenciosamente desde o nosso encontro no youtube em que deste um coice extraordinário nalgum internauta anti-branco que menosprezava o valor português e as nossas conquistas históricas e apesar de já andar há algum tempo nas redes de informaçao "alt-right" e de "extrema direita" contínuo sem perceber se estamos num impasse, se o renascimento do senso comum e tino está a triunfar ou se efetivamente já perdemos esta luta, após ouvir na rádio de um autocarro da TST sobre a livre circulaçao e residêcia dentro da cplp e ninguém opinar contra pergunto-te porque admiro o teu conhecimento e opinião, o que será Portugal para mim quando entrar no mercado de trabalho? E para os filhos que poderei eventualmente ter? O que será ser português? Irão aprender a mesma história que eu aprendi nos livros escolares? Terão as mesmas imagens? Ou estarão censuradas ou escurecidas para apreciaçao das minorias? Sinceramente nao quero ficar mais por aqui, seja-se relembrado que o povo português votou neles políticos e que aparentemente nao sinifica nada ser português nem governante dos mesmos, visto que se favorece a todos menos os que cá nascem, vivem, trabalham e constroem há geraçoes. Penso que vamos, por ser brancos e portanto racistas, não diversos e ter falta de cor.. Ser caçados até à não existência, talvez um dia os mesmos brancos que apoiam esta iniciativa percebam que a cor branca só se obtém com a junção de todas as cores e que o preto é precisamente a falta da mesma, de cor. Um muito obrigado pelo trabalho que tu, Caturo, Firehead (Rest in Spaghetti) e tantos outros se dão pela nossa causa nacionalista, caso percamos a corrida obrigado por pelo menos me darem uma "casa" onde me posso refugiar entre contemporâneos que partilham a minha linha de pensamento, e bom feriado!

-Lattia

Lura do Grilo disse...

Nunca pensei que o Afonso fizesse propaganda a este colonialismo cultural que entrou em Portugal

Afonso de Portugal disse...

Lattia disse..
«(...) o que será Portugal para mim quando entrar no mercado de trabalho? E para os filhos que poderei eventualmente ter? O que será ser português? Irão aprender a mesma história que eu aprendi nos livros escolares? Terão as mesmas imagens? Ou estarão censuradas ou escurecidas para apreciaçao das minorias? »

Quem me dera poder responder acertadamente a todas essas perguntas, mas apenas posso dar a minha opinião que, infelizmente, vale muito pouco, dada a enrome quantidade de variáveis que é impossível prever.

Em relação ao mercado de trabalho, o meu conselho é tão simples quanto isto: escolhe sempre quem te pagar mais e nunca deixes de procurar novas oportunidades. Digo isto por experiência própria: quando entrei no mercado de trabalho, em 2004, eu comecei por escolher a estabilidade em detrimento da aventura. Mas o problema é que, sem risco, também não há recompensa! Por outras palavras, eu perdi muitas boas oportunidades por puro comodismo e hoje, apesar de não estar mal de todo, podia estar bem melhor do que estou. Respondendo à tua questão: ser português não se pode sobrepor à nossa ambição e qualidade de vida. Se possível, devemos ficar e lutar por Portugal, mas não se pode condenar ninguém por procurar uma vida melhor lá fora.

Quanto aos filhos, todo o bom Nacionalista deve tê-los se queremos que a raça branca sobreviva. E o meu conselho é essencialmente o mesmo: se for possível criá-los por cá e dar-lhes boas condições, maravilha! Mas, se não for, "a pátria está na liberdade", como terá dito o grande Viriato. Não estou a defender a emigração, acho que toda a gente deve tentar ficar por cá antes de partir. Mas quando não há condições, não há condições!


Para mim, ser português é ser branco, europeu, falar português, vibrar com o que é português (em geral) e querer de lutar pela sua preservação. Sei que tudo isto parecem lugares-comuns, mas a portugalidade é um bocado como o amor, sente-se, não se explica (a menos que se seja um génio como o Camões). A única coisa que te posso dizer é que, sempre que regresso à terra onde cresci, apodera-se de mim um sentimento de orgulho e de pertença que não trocaria por nada deste mundo! É constatar que sou parte de algo muito maior do que eu, que muitos tentaram destruir ao longo de séculos, mas que sobreviveu para que eu e os outros portugueses pudéssemos estar aqui hoje!

A nossa história terás de ser tu a ensinar-lha, porque as escolas e as universidades tenderão cada vez mais a solidificar-se como veículos de doutrinação neomarxista. A nós, pais nacionalistas, apenas nos restará a responsabilidade de educarmos os nossos filhos no sentido de eles aquirirem as competências lógica-dedutivas que lhes permitam duvidar de tudo o que lhes for ensinado. O máximo que podemos fazer por eles é ensinar-lhes a ouvir sempre os dois lados da história, o dos vencedores e o dos vencidos. A partir daí, caberá a eles escolher de que lado querem ficar.

Afonso de Portugal disse...

Lattia disse...
«Penso que vamos, por ser brancos e portanto racistas, não diversos e ter falta de cor.. Ser caçados até à não existência»

É um destino possível, mas ainda estamos a tempo de evitá-lo. Em primeiro lugar, há que votar nos partidos nacionalistas. Mas não só, também é preciso irmos espalhando a mensagem Nacionalista entre os nossos familiares, amigos e conhecidos. Com cuidado, porque ser nacionalista pode trazer-nos grandes dissabores, mas não podemos ficar totalmente calados enquanto tudo à nossa volta se vai desmoronando.

O grande problema do Nacionalismo contemporâneo é que os brancos nacionalista vivem praticamente isolados, não se juntam, não falam uns com os outros sobre os problemas que ameaçam o Ocidente e a nossa raça. Contentam-se em mandar uma bojardas na internet e ficam por aqui. Chega a ser patético! Ninguém vai a nenhum lado sozinho. O grande Afonso Henriques não lutou contra os mouros sozinho, nem o Mestre de Avis e o Condestável venceram os espanhóis só os dois! É dever de todo o bom nacionalista procurar os seus pares e lutar com eles, lado a lado. Quem tiver medo de o fazer, não merece sequer ser livre, quanto mais ter um país!


«Um muito obrigado pelo trabalho que tu, Caturo, Firehead (Rest in Spaghetti) e tantos outros se dão pela nossa causa nacionalista, caso percamos a corrida obrigado por pelo menos me darem uma "casa" onde me posso refugiar entre contemporâneos que partilham a minha linha de pensamento, e bom feriado!»

Obrigado, eu! São os leitores omo tu que dão sentido àquilo que eu faço neste blogue, no YouTube e no Google+. Se ninguém viesse aqui, eu já teria acabado como TU há muito tempo! Mas reforço o meu conselho: se houver um núcleo do PNR onde vives, junta-te a eles! Nestas coisas dos Nacionalismo, é muito importante constatar que não estamos sozinhos e que há muitas outras pessoas que pensam como nós!

Saudações Nacionalistas!

Afonso de Portugal disse...

Lura do Grilo disse...
«Nunca pensei que o Afonso fizesse propaganda a este colonialismo cultural que entrou em Portugal»

Eheheh... acho que o caro Lura do Grilo se esqueceu que eu não sou cristão, sou ateu! :)

Eu até compreendo a posição do caro Lura do Grilo, mas vou ter de discordar respeitosamente. O Dia das Bruxas como existe hoje é de facto uma importação, mas esta celebração -que corresponde ao Samhain, a passagem de ano no antigo calendário celta- já existia na Ibéria pré-romana. Aliás, o Dia de Todos os Mortos, que se celebra hoje, também é o resultado da cristianização dessa celebração pagã.

Eu compreendo perfeitamente que os cristãos não gostem destas coisas, mas a verdade é que já há houve uma Europa pré-cristã que, com todos os seus defeitos, não deve ser completamente apagada da nossa memória colectiva. É com esse espírito que eu celebro o Dia das Bruxas. Como ateu, pouco me importa de onde veio. Mas, como nacionalista, importa-me muito que os antepassados dos portugueses o tenham celebrado há já milénios!

E não pretendo com isto denegrir ou renunciar à herança cristã da Europa. Antes pelo contrário, fico revoltadíssimo sempre que alguém sugere acabar com os presépios e as árvores da Natal para não ofender os "coitadinhos" do costume. Apenas acho que ambas heranças, pagã e cristã, devem perdurar no imaginário colectivo dos europeus. E parece-me, muito sinceramente, que há espaço suficiente para as duas!