segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Adenda à posta anterior (sobre o terrorista que morava em Aveiro)


«O suspeito (...) fazia parte de uma “rede de recrutadores do norte de África que passaram por Lisboa e Aveiro”, durante vários meses. (...) Este grupo de recrutadores vivia “em casas de recuo da Grande Lisboa, mas também na zona centro do país, onde acabaram por se misturar com a comunidade local sem levantar suspeitas”. Por outro lado, evitavam frequentar as mesquitas de Lisboa para fugir à vigilância das autoridades portuguesas.»

 Chupem, seus "islamófobos"! Na minha mesquita não há terroristas!
(Quando muito, poderá haver umas cotoveladazitas de vez em quando...)

«O Expresso noticia ainda que as sessões de recrutamento deste grupo eram “informais”, feitas em “pequenas lojas e cafés” e também através da Internet.»

Comentário do blogueiro: pois é, há quem diga que em Portugal "ainda há poucos imigrantes" e que "o multiculturalismo tuga é um sucesso". Mas depois descobrimos que até os mais radicais terroristas se passeiam à vontade pelas nossas cidades... viva a diversidade!

2 comentários:

Rick disse...

Essa lenga-lenga do "somos todos iguais" como é veiculada por aí e descrita no post "no border no nations" (que na teoria é muito bonito mas na prática nunca vai funcionar pois mesmo que potencialmente os humanos sejam iguais há sempre uma identidade e um background religioso e cultural/social diferente,além de um claro abismo em termos de progresso de civilização) é que fomenta na prática o caos e a guerra em grande escala(desde o começo do marxismo ortodoxo no século 19,e não é por acaso que vemos os neomarxistas a apoiar a vinda dos islamicos para a Europa).Mas claro que é mais fácil(para todos os formatados em ideologias arrogantes e com a mania da superioridade moral e intelectual)dizer que o mal é sempre dos outros,papageando ad-eternum termos como "fascismo"(e eu não digo que não exista,existe tal como existe o social-fascismo totalitário)e "racismo" e por aí fora.

Afonso de Portugal disse...

Bilder disse...
«Mas claro que é mais fácil (para todos os formatados em ideologias arrogantes e com a mania da superioridade moral e intelectual) dizer que o mal é sempre dos outros, papageando ad-eternum termos como "fascismo"(...)e "racismo" e por aí fora.»

Vilificar a oposição é uma das componentes mais importantes da educação marxista. Se o caro Bilder reparar, grande parte da "argumentação" marxista passa por rotular os antagonistas como "pouco instruídos", "manipuláveis", "populistas", etc. E quando esses insultos falham, passa-se para o patamar seguinte: "racista", "fascista", "islamófobo", "misógino", etc.

Como o caro Bilder bem observou, o que é necessário é manter a conflitualidade social bem acesa, mas sempre contra o homem branco que, no imaginário esquerdalhista, é a fonte de todos os males do mundo.