domingo, 2 de outubro de 2016

O Martinho Schulo não gosta do referendo realizado hoje na Hungria!


E como é que havia de gostar? Desde quanto é que um antidemocrata não-eleito gosta de Democracia?

«O presidente do Parlamento Europeu, Martin Schulz, alertou este sábado este Sátuirnes para o "jogo perigoso" da Hungria, ao referendar o plano de acolhimento dos refugiados na União Europeia.»

 "Tenho cara de chulo. Não é por acaso, sou o presidente do Parlamento Europeu!"

«"A Hungria só vai acolher, segundo as quotas de refugiados, cerca de 2 mil. Organizar um referendo sobre isso é um jogo perigoso", disse Schulz, num artigo publicado hoje pelo grupo de media alemão Funke. Segundo o presidente do Parlamento Europeu, o primeiro-ministro húngaro, Victor Orbán, brinca com "um princípio fundamental da União Europeia, põe em causa a legitimidade da legislação europeia, para a qual a Hungria contribuiu".

O dirigente social-democrata alemão apelou aos dirigentes dos outros estados-membros da União Europeia para que digam ao chefe do Governo húngaro que "a solidariedade não tem um sentido único".

Um total de 8,3 milhões de eleitores húngaros será chamado hoje às urnas para validar, ou não, a oposição do primeiro-ministro ao plano de acolhimento de refugiados na União Europeia. Até à data, a Hungria não apresentou qualquer plano para acolher refugiados e considera-se afastada de todas as obrigações nesse sentido, caso o referendo confirme as posições de Victor Orban. 

A Comissão Europeia lembrou, no entanto, esta semana, que o referendo não terá qualquer impacto jurídico nos compromissos assumidos.»

Comentário do blogueiro: ui, que dorido está este Schulo! Mal se consegue mexer com as dores das hemorróidas! Repare-se na mediocridade da argumentação do presidente do PE: 
1. Menciona o número de refugiados, sugerindo que é coisa pouca, como se o que estivesse em
 causa fosse apenas isso e não o facto de UE se estar a sobrepor aos governos dos estados;
2. Fala em "jogo perigoso", que é daqueles chavões que não significam absolutamente nada,
mas que, neste caso, é usado para conferir um tom dramático ao seu choradinho hipócrita;
3. Diz que a "legitimidade da legislação europeia" foi colocada em causa, como se as 

leis feitas pela UE fossem os mandamentos sagrados do Antigo Testamento, invioláveis
e monolíticos, isentos de escrutínio por parte dos governos dos estados-membros e pelas
suas populações;
4. Remata com "a solidariedade de sentido único", como se o problema dos "refugiados" 

não tivesse sido criado por um grupo reduzido governos europeus, APESAR dos
protestos de países como a Hungria.

Ou seja, Martin Schulz continua a ser o que sempre foi: um demagogo miserável ao serviço da superclasse mundialista, um verme antidemocrata que julga poder impor a sua vontade a todos os povos da Europa.

2 comentários:

Rick disse...

Penso que o jogo perigoso que ele refere é a sobreposição da vontade dos povos à clique burocrata marxista da UE.
É demasiado perigoso deixar os povos decidir. Os interpretadores da vontade popular é que sabem.
A crise dos muçulmanos tem este lado positivo de tornar claro para mais pessoas a engenharia social de que as nações ocidentais estão a ser vítimas.

Afonso de Portugal disse...

Pois... o jogo é perigoso para ele e para os seus comparsas totalitários da UE!

Quanto aos muçulmanos, o Rick tem toda a razão e é precisamente por isso que eu me foco sobretudo na denúncia da islamização aqui no TU. Infelizmente, nem todos os nacionalistas são suficientemente inteligentes para perceber o enorme potencial de crescimento que a ameaça islâmica confere ao Nacionalismo, apesar dos resultados alcançados por partidos como a FN, o PVV, os SD, a AfD, o UKIP, etc.

Nada disso, eles preferem continuar a bater nos judeus indefinidamente, apesar de essa estratégia mentecapta nunca os ter levado a lado nenhum!