sábado, 1 de outubro de 2016

Laranjas e xuxas: todos farinha do mesmo saco (mas os "tugas" continuam a votar neles)!


     Hoje, o Al-Público diz-nos que o Cavaco "bolo-rei para todos" Silva, o arrogantezeco cor-de-laranja que foi o primeiro-ministro de alguns dos governos que mais fundos estruturais da UE desperdiçaram, andou a mentir à Autoridade Tributária durante 15 anos! A mentira possibilitou que, durante esses 15 anos, o 'impoluto' Cavaquinho de Boliqueime pagasse apenas metade do valor de IMI que devia ter pagado.

Já antes, o também anterior primeiro-ministro Pedro Passos "casei com África" Coelho tinha tido o descaramento de dizer, quando confrontando com o incumprimento das suas obrigações para com a Segurança Social, que "não sabia que tinha de pagar" as contribuições em falta.

O oportunista e também antigo primeiro-ministro que abandonou o país a meio do seu mandato legislativo para agarrar o tacho de Presidente da Comissão Europeia (CE), Durão "cherne Bilderberg Goldman 'Saques'" Barroso, está neste momento a acumular a sua pensão vitalícia de membro da CE, de sete mil euros por mês, com o salário astronómico que a Goldman 'Saques' lhe está a pagar, que rondará os 80 mil euros por mês.

 "Ó Afonso, não sejas invejoso, pá! Eu não tenho culpa de saber viver e tu não!"

Outro primeiro-ministro que também anda a fugir aos impostos e se recusou a dizer quanto é que realmente ganha é o António "Opus Dei" Guterres, que não revelou ao Tribunal Constitucional (TC) os salários que recebeu no ano passado por exercer as funções de alto-comissário das Nações Unidas para os Refugiados. Aos juízes do Palácio Raton, Guterres justificou que não declarou os ganhos de 2015 porque mudou "de regime a 1 de janeiro, tendo regressado a Portugal após dez anos nas Nações Unidas".  A lei de Controle Público da Riqueza dos Titulares de Cargos Políticos estipula, no entanto, que seja indicado "o total de rendimentos brutos constantes da última declaração para efeitos da liquidação de imposto".

Temos ainda o José "número 44 porreiro pá" Sócrates, outro ex-primeiro-ministro, que vivia uma vida de luxo em Paris até ser preso, tendo ainda vários processos judiciais pendentes. No mais recente desenvolvimento de um deles, sabe-se que o Grupo Lena assumiu ter pagado mais de 30 mil euros relativos a um Audi A5 usado pelo irmão do ex-primeiro-ministro José Sócrates, António Pinto de Sousa.

E isto sem ir aos governantes mais antigos, como o Mário "descolonização exemplar" Soares e os dinheiros da sua fundação...

Agora vem a parte realmente chocante: mesmo com estes cinco antigos primeiros-ministros claramente corruptos da nossa história recente, os portugueses continuam a eleger o PS e o PSD para os seus governos. Ou pior, a não votar de todo, que é a forma mais rápida de garantir que eles vão mesmo para o governo!

Parece que o Cal Thomas tinha mesmo razão quando escreveu: «Numa sociedade livre, o governo reflecte a alma do seu povo». A mim, o que mais me preocupa nem é este reflexo pavoroso, é a complacência perante ele. Como uma pessoa que se vê ao espelho e repara que tem a pele toda a descamar, mas depois continua a sua vidinha como se não tivesse visto nada...
In a free society, government reflects the soul of its people. If people want change at the top, they will have to live in different ways. Our major social problems are not the cause of our decadence. They are a reflection of it.
Read more at: http://www.brainyquote.com/quotes/authors/c/cal_thomas.ht, é a complacência.

2 comentários:

Bilder disse...

Pois claro,e sabe o pior?As supostas alternativas são o bloco esquerdista e o partido leninista(já sei que a sua é outra,já dei minha opinião sobre isso se bem se lembra).É como escolher como ser "trucidado",por um comboio ou por um camião Tir.

Afonso de Portugal disse...

Concordo que, no caso do BE e do PCP, a realidade é essa.

No caso do PNR, não necessariamente. Embora a corrente económica dominante no seio do PNR seja o proteccionismo, há muitos nacionalistas que não se revêem no paradigma do estado grande. Eu, por exemplo, entendo que quanto menor for o Estado, mais livre será a sociedade. O mesmo se passa em relação à tributação fiscal. Ora, esta forma de pensar é a antítese dos partidos marxistas-leninistas, que dependem da máquina do Estado -e da repressão de Estado- para exercer e manter o seu poder.

Uma coisa posso assegurar-lhe, caro Bilder: manter o PS e o PSD no poder apenas fará com que Portugal continue a afundar-se.