terça-feira, 14 de junho de 2016

Mais dois ataques que não têm nada a ver com a "religião da paz"


Segundo o jornal britânico Express, um muçulmano "francês" de 32 anos terá hoje esfaqueado uma jovem francesa de 19 anos pelo menos três vezes, na cidade de Rennes, porque queria fazer um sacrifício que coincidisse com o Ramadão.

Já na cidade de Amarillo, Texas (EUA), um "jovem" muçulmano somali terá feito vários reféns numa loja da cadeia Walmart, felizmente sem fazer vítimas. Terá sido abatido pelas forças de intervenção (SWAT) locais.

Uma fotografia da loja em causa na qual se pode constatar o enriquecimento 
vibrante proporcionado pelo "jovem" muçulmano somali.

Resumindo e concluindo? Isto está a aquecer dos dois lados do Atlântico... os Nacionalistas bem avisaram, mas as pessoas não quiseram ser consideradas racistas. Se a história recente do Médio Oriente puder ser tida como exemplo, isto é apenas o início. Teremos cada vez mais episódios deste género nos próximos anos...

4 comentários:

Sr. Hamsun disse...

Vamos lá ver, não nos podemos precipitar. O islão significa paz. O mais certo é terem sido apoiantes de Trump e da extrema-direita nazi, fazendo-se passar por migrantes, coitadinhos.

Afonso de Portugal disse...

Exactamente! Claro que a mim só não me ocorreu essa possibilidade por ser um grande "islamófobo"! Vou ali buscar o meu cinto e fustigar-me para ver se aprendo o dogm... eer... a verdade do multiculturalismo!

Bilder disse...

A insanidade tem em boa parte uma origem clara,a religião do livro(nas suas três versões),eu faço um esforço para ouvir esta gente(ontem apesar de tudo gostei de ouvir o representante do judaísmo a falar sobre o caso da mesquita em Lisboa no contexto de um estado dito laico,já o representante dos católicos diz que as religiões são boas para a sociedade e devem ser ajudadas pois claro,o do islão consegue ser mais cínico do que os outros dois juntos)aqui http://www.rtp.pt/programa/radio/p6125

Afonso de Portugal disse...

Puro veneno, todos os três dogmas do deserto. Sobretudo no contexto sociopolítico actual, em que a estratégia de sobrevivência do Ocidente passa, por um lado, em denunciar o barbarismo do antigo testamento e, por outro lado, em recusar o amor ao inimigo preconizado pelo novo testamento.