quarta-feira, 1 de junho de 2016

Brexit D-22: «Brexit: o filme»


     Faltam 22 dias para aquele que pode ser o referendo mais importante da nossa geração: o famigerado Brexit, o referendo à permanência ou saída do Reino Unido na União Europeia. Já ontem publiquei este excelente vídeo do Pat Condell, mas tenciono publicar um novo vídeo sobre o tema todos os dias até ao "dia D", o dia 23 de Junho de 2016.

Para hoje escolhi o «Brexit: o filme», uma colectânea de várias opiniões informadas acerca dos perigos da (des)União Europeia (UE). Feito em jeito de documentário, o filme procura responder a várias perguntas centrais, sobretudo: «Será seguro ceder o poder de fazer leis a um governo central fora do nosso controlo?». Ao longo de uma hora e dez minutos, o o «Brexit: o filme» mostra-nos o lado mais escuro da UE, que os nossos mé(r)dia e classe pulhítica escondem: a crecente burocracia, o cinismo político, a ausência de transparência e de responsabilização política, as regalias, o desperdício, o compadrio e a corrupção.

Sobretudo, a escolha não é entre ficar ou sair da UE. A escolha é entre viver ou não Democracia.



Alguns pontos-chave do «Brexit: o filme»:
  • Pasme-se, por exemplo, com o clientelismo excessivo: só em Bruxelas, a UE tem mais de 90 edifícios modernos... e outros tantos em Estrasburgo e no Luxemburgo.
  • A UE é constituída por sete instituições principais: (1) o Conselho Europeu, (2) o Conselho da União Europeia, (3) o Tribunal de Justiça Europeu, (4) a Comissão Europeia (5) o Banco Central Europeu, (6) o Tribunal de Contas Europeu e (7) o Parlamento Europeu. Mas os próprios deputados europeus entrevistados confessam não saber ao certo o que se faz em cada uma delas!
  • A maioria dos cidadãos europeus não é capaz de nomear os líderes da UE. Muitos nem sequer reconhecem as suas caras quando lhas mostram!
  • Nigel Farage: «O Parlamento Europeu é o único parlamento jamais inventado onde não se pode nem propor nem aprovar ou reprovar legislação. Tudo isso vem da Comissão Europeia.»
  • Nas várias instituições da UE, «há mais de 10 mil pessoas que ganham mais do que o primeiro-ministro britânico David Cameron».

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