quinta-feira, 9 de junho de 2016

Amanhã: todos com o PNR no dia de Portugal!


«Se és incapaz de sonhar, nasceste velho. Se o teu sonho te impede de agir segundo a realidade, nasceste inútil. Se porém sabes transformar sonhos em realidade, então serás grande na tua pátria e a tua pátria será grande em ti.»


Para quem não percebeu: quem estiver mesmo interessado em mudar a situação política actual e lutar pelo Nacionalismo em Portugal tem a obrigação de comparecer a este tipo de eventos. O combate político também se faz por contágio... e quanto mais pessoas aderirem hoje, mais pessoas aderirão amanhã! Por Portugal!!!

Porque só o Nacionalismo é solução!

17 comentários:

FireHead disse...

Costumam aparecer não-brancos aí? Ou é tudo gente igual ao direita? XD

Anónimo disse...

http://www.iol.co.za/sport/rugby/springboks/new-dawn-for-sa-rugby-2033094

Não sei se o Afonso gosta de rugby ou se acompanha alguma coisa deste desporto, mas é nojenta a transformação que estão a fazer naquela que é uma das melhores equipas de rugby do mundo. Há cerca de 10 anos que acompanho a equipa sul-africana e sou um grande fã desta equipa e vi em primeira mão a transformação da composição da equipa e das convocatórias. Uma equipa que há 10 anos era quase que completamente composta por descendente dos Boers (com um ou outro inglês) e que foi campeã do mundo em 2007, é hoje em dia uma equipa que enfrenta o declínio por causa de questões políticas e pela imposição de quotas para negros. Não tenho problemas que negros representem a equipa do seu próprio país, mas a forma como se está a impôr que uma % sejam negros, muitos deles de qualidade inferior aos restantes resultou num grande fiasco no mundial do ano passado. Hoje vi esta notícia a quererem impôr uma composição de 50% na convocatória! É demais rídiculo e degradante tanto para os próprios jogadores negros que são convocados (fica-se sempre a questão se foi convocado pela qualidade ou pelas quotas) tanto para os Boers que são afastados.

G, o cigano

Afonso de Portugal disse...

FireHead disse...
«Costumam aparecer não-brancos aí? Ou é tudo gente igual ao direita?»

Sim, há alguns não-brancos nas manifestações do PNR. Eu pessoalmente não aprovo mas, como tu bem sabes, o partido é essencialmente salazarista e, consequentemente, minho-timorista. Mas também te digo: vale mais qualquer não-branco numa manifestação do PNR do que os portugueses cagados que protestam contra a imigração e depois não mexem uma palha.


G, o cigano disse...
«Hoje vi esta notícia a quererem impôr uma composição de 50% na convocatória!»

Tenho de confessar que não sigo rugby, mas essa notícia merece uma referência aqui no TU. Obrigado!

Ivan Baptista disse...

" Sim, há alguns não-brancos nas manifestações do PNR. "

Não vejo nenhum mal nisso, e até é bom que assim seja, dessa maneira acabasse de vez com o cliché do costume sobre o vosso partido.
E deveria de ser de alguns, para mutos não-brancos ;)







Afonso de Portugal disse...

Vamos ter de concordar em discordar, caro Ivan! :)

Ivan Baptista disse...

Isso quer dizer o quê? Que é contra a ideia de haver pessoas de outras etnias no vosso partido ?!? Então e o Eusébio não era Português ? Olhe que comparar o Salazar ao Hitler, é reles.
Os partidos do costume falam muito em soberania e pátria, mas são sempre muito pró globalização, estragam tudo.
Falar em esquerda e direita é, Se um diz mata!, o outro diz esfola!

Afonso de Portugal disse...

Afonso de Portugal disse...
«Que é contra a ideia de haver pessoas de outras etnias no vosso partido ?!?»

Não. Sou contra a ideia de haver muitas pessoas de outras etnias no PNR, porque isso não representaria a população portuguesa, o que seria particularmente grave no caso de um partido dito nacionalista.


«Então e o Eusébio não era Português?»

Para mim, não. Nem o são vários jogadores da nossa actual selecção de futebol, a começar pelo selvagem brasileiro Pepe.


«Olhe que comparar o Salazar ao Hitler, é reles.»

Eu não fiz semelhante comparação. Odeio ambos Hiter e Salazar, embora prefira de longe Salazar a Hitler.


«Os partidos do costume falam muito em soberania e pátria, mas são sempre muito pró globalização, estragam tudo.»

É claro, os partidos do Arco da Tragédia falam em pátria numa perspectiva colectivista do Estado. Não é a nossa pátria, dos portugueses... é a "pátria" deles, dos que nos (des)governam!


«Falar em esquerda e direita é, Se um diz mata!, o outro diz esfola!»

E por isso que o Nacionalismo não é nem de esquerda nem de direita. Há coisas boas na esquerda (direitos sociais, estado social) e na direita (propriedade privada, capitalismo) mas há muitas mais coisas más (colectivismo, imigração e destruição da civilização ocidental no caso da esquerda, liberalismo económico, imigração e globalização no caso da direita). A ideia é ir buscar o pouco de bom que há dois dois lados e juntá-lo ao tradicionalismo, evitando tanto o autoritarismo castrador como o cosmopolitismo irresponsável.

Afonso de Portugal disse...

Acrescento ainda que eu sou apenas um indivíduo, não represento o PNR. As ideias do PNR são aquelas expressas no seu programa eleitoral, não são as minhas ideias.

O progrma eleitoral do PNR pode ser consultado aqui:

http://www.pnr.pt/programa-politico/

Ivan Baptista disse...

« Não. Sou contra a ideia de haver muitas pessoas de outras etnias no PNR, porque isso não representaria a população portuguesa, o que seria particularmente grave no caso de um partido dito nacionalista. »

E qual é o mal disso, se a maioria continuar a ser a mesma população nativa? O contrário é que eu também não quero, é que isso seria no mínimo estranho uma população de maioria de alógenos a representar o meu pais .

« Para mim, não. Nem o são vários jogadores da nossa actual selecção de futebol, a começar pelo selvagem brasileiro Pepe. »

Eu também não percebo nada de futebol, mas sei que o pai do Eusébio era branco e Português, talvez nascido numa ex-colónia, mas era português. Tal como todos os "retornados" o eram. Já o Pepe, ai eu concordo, pois para alem de ser um selvagem, é mais um Brasileiro naturalizado Português :)

«Falar em esquerda e direita é, Se um diz mata!, o outro diz esfola!»

Não leve a mal, foi só uma frase muito bonita que quis pôr :) Queria dizer algo do tipo, a esquerda e direita são como cão e gato, mas no fim, vai dar tudo mais ao mesmo.

« Acrescento ainda que eu sou apenas um indivíduo, não represento o PNR. »

Não tenho nada contra quem representa, falo para todos com a mesma consideração da esquerda, centro e direita, desde que haja sempre respeito, é, isso é que importa. E eu pessoalmente não tenho nada contra o PNR, para mim é um partido tão legitimo como qualquer outro, e voto neles se for preciso, afinal ainda vivemos numa democracia.

Afonso de Portugal disse...

Ivan Baptista disse...
«E qual é o mal disso, se a maioria continuar a ser a mesma população nativa?»

As populações imigrantes tendem a zelar pelos seus, não a zelar pelos nativos.


«O contrário é que eu também não quero, é que isso seria no mínimo estranho uma população de maioria de alógenos a representar o meu pais.»

Pois, mas o problema é que uma coisa leva à outra. Por exemplo, a Itália já teve uma ministra para a integração negra que queria legalizar a poligamia:

http://totalitarismouniversalista.blogspot.pt/2013/08/ministra-italiana-quer-legalizar.html

Ou seja, os alógenos tendem a trazer consigo a sua cultura e mundivisão. Dar-lhes poder é por isso fazer com que essas cultura e mundivisão sejam transpostas para as leis nacionais, por mais retrógradas e desajustadas que sejam.


«sei que o pai do Eusébio era branco e Português, talvez nascido numa ex-colónia, mas era português. Tal como todos os "retornados" o eram.»

Quanto a isso, a minha opinião é de que só é português quem é branco e europeu. Não digo 100% branco e europeu, porque isso excluiria pelo menos 1/3 da nossa actual população, mas que tenha pelo menos 2/3 (66,7%) de património genético europeu.


«Queria dizer algo do tipo, a esquerda e direita são como cão e gato, mas no fim, vai dar tudo mais ao mesmo.»

Isso é verdade. Querem todos o poleiro, mais nada! Claramente, nenhum deles está realmente preocupado com o futuro de Portugal!


«E eu pessoalmente não tenho nada contra o PNR, para mim é um partido tão legitimo como qualquer outro, e voto neles se for preciso, afinal ainda vivemos numa democracia. »

Muito bem! Fico bastante satisfeito com essa abertura de mente e de espírito. Devo dizer que eu considero o PNR é muito "soft" para meu gosto, mas é o único partido nacionalista possível com a nossa actual constituição. Eu sou considerado demasiado radical pela maioria dos militantes do PNR, por ser racialista. Mas eu apoio o PNR à mema, porque tenho um objectivo acima de todos os outros: travar a imigração. Tudo o resto é negociável, menos a imigração. E em Portugal só mesmo o PNR é que é contra a imigração!

Ivan Baptista disse...

«Pois, mas o problema é que uma coisa leva à outra. Por exemplo, a Itália já teve uma ministra para a integração negra que queria legalizar a poligamia:

http://totalitarismouniversalista.blogspot.pt/2013/08/ministra-italiana-quer-legalizar.html

Ou seja, os alógenos tendem a trazer consigo a sua cultura e mundivisão. Dar-lhes poder é por isso fazer com que essas cultura e mundivisão sejam transpostas para as leis nacionais, por mais retrógradas e desajustadas que sejam.»

Mas eu também não defendo isso, os nossos costumes de Tradição judaico-cristã, não me parece que favoreçam a poligamia por exemplo.
O que eu defendo é a ideia de que, em Roma sê Romano, sou contra o relativismo cultural. E eu também não sou contra o etnocentrismo, seria muito estranho por exemplo, incriminar todas as pessoas de diferentes etnias e/ou culturas que não se queiram diluir/misturar, ou de serem substituídos por outros. Também eu não gosto lá muito dessa ideia de se substituir uns por outros só porque sim.
Não sou contra a imigração, mas sou contra a imigração, ILEGAL, pois parece que esse é que é o problema que ninguém quer ver.
Para mim a melhor solução, é o respeito pelos hábitos e costumes de cada um, se não gostam disto, então façam um favor e bazem daqui, façam boa viagem para bem longe daqui.

Afonso de Portugal disse...

Ivan Baptista disse...
«Para mim a melhor solução, é o respeito pelos hábitos e costumes de cada um, se não gostam disto, então façam um favor e bazem daqui, façam boa viagem para bem longe daqui.»

Pois é, caro Ivan, mas isso exclui automaticamente a maioria dos muçulmanos, cuja religião determina que a fé deve ser continuamente expandida até que o mundo inteiro esteja sob o Islão.

E se excluíssemos os muçulmanos, quem é que depois ia votar nos partidos de esquerda? :)

Ivan Baptista disse...

LOL, Não é só na esquerda que os alógenos votam !

E as pessoas votam na esquerda porque a esquerda de uma forma geral, "preocupa-se" sempre muito com os mais fracos.
O problema do islão ? Bom, se lhe disser que eu já quis converter-me ao islão, você acredita? Para mim, qualquer que seja a religião que uma pessoa escolha, o que importa é identificar-se com ela. O Islão até pode apelar á violência, mas se formos a ver, a lei de talião também está no antigo testamento da Bíblia (acho eu), cristo é que veio mudar isso tudo.
E se se é obrigado a matar em nome do profeta, bom isso eu não sei, mas dava-me imenso jeito fazer isso a algumas pessoas de quem eu não gosto lá muito - hehe :)

Para mim, o problema do Cristianismo é o dar a outra face. É a ditadura da submissão e da Paz. Não sou a favor da violência, mas sou a favor da mesma se for em legitima defesa.
Olha por exemplo, imagina lá se os judeus tivessem acesso a armas nos campos de concentração Nazis, ou imagina lá se os ucranianos também tivessem meios/armas nos Gulags no tempo de Stalin. A história hoje já não seria a mesma, né?

Ivan Baptista disse...

«cristo é que veio mudar isso tudo» - acho eu, falo por ignorância hehe :)

Afonso de Portugal disse...

Ivan Baptista disse...
«LOL, Não é só na esquerda que os alógenos votam !»

Pois não, mas é sobretudo na esquerda! Por exemplo, o actual presidente da França foi eleito com 93% do voto muçulmano.

http://www.businessinsider.com/muslims-hollande-france-sarkozy-2012-5

Também o mulato Merdama foi eleito sobretudo com o voto das "minorias étnicas":

http://edition.cnn.com/election/2012/results/race/president/

Eu eu já expliquei porque é que os imigrantes votam mais na esquerda aqui:

http://totalitarismouniversalista.blogspot.pt/2015/12/porque-e-que-esquerda-incentiva.html


«(...)e lhe disser que eu já quis converter-me ao islão, você acredita?»

Acreditar, acredito. Mas olhe que condeno veementemente! É profundamente lamentável que um português considere sequer a conversão a uma religião estangeira e que é inimiga da liberdade e do nosso modo de vida!

Aliás, tenho de perguntar: porque é que o Ivan considerou converter-se?


«Para mim, qualquer que seja a religião que uma pessoa escolha, o que importa é identificar-se com ela.»

É por isso que eu sou ateu: jamais me identificarei com qualquer um dos dogmas do deserto, ou com qualquer figura autoritária cujo poder se estende para além deste mundo. Para mim, não faz qualquer sentido viver em função do que supostamente há-de vir depois da morte.


«O Islão até pode apelar á violência, mas se formos a ver, a lei de talião também está no antigo testamento da Bíblia (acho eu), cristo é que veio mudar isso tudo.»

A questão é mesmo essa: Cristo, com todos os seus defeitos, revogou isso tudo. Para os Cristãos, amar o próximo e dar a outra face ao inimigo sobrepõem-se ao "olho por olho e dente por dente". É por isso que o Cristianismo não pode, de forma alguma, ser comparado ao Islão ou mesmo ao Judaísmo. Isso é como querer comparar uma pistola-metralhadora a um canivete.


«E se se é obrigado a matar em nome do profeta, bom isso eu não sei, mas dava-me imenso jeito fazer isso a algumas pessoas de quem eu não gosto lá muito - hehe :)»

Mas se toda a gente pensar assim, acabamos por nos matar uns aos outros! Aliás, é precisamente por isso que a maioria dos países islâmicos não sai da cepa torta... só aqueles que têm petróleo é que safam. E mesmo assim, safam-se pouco!


«Para mim, o problema do Cristianismo é o dar a outra face. É a ditadura da submissão e da Paz. Não sou a favor da violência, mas sou a favor da mesma se for em legitima defesa.»

Aqui estamos inteiramente de acordo. Os cristãos são demasiado benevolentes para com os seus inimigos. Aliás, não é bem benevolência, é mais uma estratégia passiva-agressiva. É apelar á culpa alheia para envergonhar um inimigo numerica ou militarmente superior. Isso até fazia sentido no contexto histórico do Cristianismo, quando os cristãos viviam rodeados por inimigos relativamente civilizados e não podiam esticar a corda. Mas deixou de fazer sentido a partir do momento em que entra em cena o Islão.

Os probelma é que os cristãos "modernos", que adoram a "humanidade" do escroque Bergoglio e os seus refujiadistas, julgam que a compaixão é água e o Islão é fogo. Estão redondamente enganados. A história recente do Médio Oriente mostra-nos que a compaixão é gasolina e o Islão é fogo.


«Olha por exemplo, imagina lá se os judeus tivessem acesso a armas nos campos de concentração Nazis, ou imagina lá se os ucranianos também tivessem meios/armas nos Gulags no tempo de Stalin. A história hoje já não seria a mesma, né? »

Claro que não... mas se ambos judeus e prisioneiros da ex-URSS tivessem armas antes de terem ido parar as esses lugares, jamais teriam sido detidos. É isso que os ocidentais não vêem. Um povo armado é o melhor garantia contra o totalitarismo. Basta ver o caso Suíço, por exemplo.

É por isso que as armas tem de ser adquiridas antes da opressão, não depois. Ou como escreveu Vegécio, "se queres a paz, prepara a guerra"!

Ivan Baptista disse...

« Aliás, tenho de perguntar: porque é que o Ivan considerou converter-se? »

Talvez por curiosidade, mas também identifico-me talvez porque provavelmente, antepassados meus também o foram . É uma procura de identidade, se formos a ver, a sociedade ocidental apesar de ser ainda "superior", está em declínio.
Veja só o exemplo do homem ocidental, já não é mais o mesmo pois não? É por isso mesmo que por este andar, ainda vamos todos a acabar por desaparecer.
A não ser que ainda se venha a tempo de mudar alguma coisa.

Afonso de Portugal disse...

Sim, é verdade, eu próprio tenho chamado a atenção para o problema de efeminação crescente do homem ocidental em vários postais aqui no TU.

Mas a solução passa por lutar contra a esquerda e a tragédia do feminismo "moderno", não por abraçar o totalitarismo islâmico. O Ivan já pensou no que seria passarmos a vida a olhar para mulheres vestidas como sacas de batatas?