quinta-feira, 26 de maio de 2016

Entretanto, nos EUA... (8)


   Adivinhem quem acaba de superar o número mínimo de delegados necessários para obter a nomeação do Partido Republicano às Presidenciais dos EUA de 2016:

Mas... mas como? O Al-Público, o CM, o JN, o DN, o Expresso, o Diário Económico, a Sábado e o Observador da "direitinha" disseram que isto era impossível, pá!!!


 Reparem, caros leitores, na quantidade obscena de "superdelegados" que Bruxa Hilária amealhou (537)!
Mas atenção, o partido dela é o tal que tem a palavra "democrático" no nome!


«O norte-americano Donald Trump alcançou esta quinta-feira este Joves o número de delegados suficiente para ser a escolha final do partido Republicano na corrida à Casa Branca.

Trump alcançou os 1238 delegados, número superior aos 1237 exigíveis para ficar na frente do lado republicano nas presidenciais norte-americanas do próximo dia 8 de Novembro. 

Do lado democrata, Hillary Clinton compete com Bernie Sanders pelo outro lugar nas presidenciais.»

Comentário do blogueiro: agora vem a parte realmente interessante, caros leitores... Trump vs. Bruxa Hilária! Quem havia de dizer que as presidenciais dos ianques se iam tornar tão emocionantes? ;)

Nota para imbecis:  não, não estou à espera que o Trump, caso vença, venha a ser um presidente fora-de-série. Não sou de esquerda, por isso não acredito em messias políticos, ao contrário de todos os idiotas úteis que, dos dois lados do Atlântico, acharam mesmo que a "esperança" (leia-se, a banha da cobra) do mulato Obama ia mudar o mundo.

O que está aqui em causa é sobretudo discurso de Trump e o impacto que esse discurso teve no seu eleitorado. É essa a grande lição que nós, nacionalistas democráticos, temos a aprender com ele.

2 comentários:

Sr. Hamsun disse...

Mas na América não lêem o al-público? o DN? o JN? O Observador? O Expresso? não pode ser! há que boicotar o homem ou é o regresso do nazismo!

Afonso de Portugal disse...

Devem ter lido antes o Huffington Post, o NY Daily News ou o Al-Guardian (há uma versão americana do "jornal" lá nos states), que são as fontes de facto do Al-Público, do Observador e de todos os jornalecos cá da praça!