domingo, 22 de maio de 2016

E na sequência do postal anterior...


    Não se pense que é só a "Salon"! No estado da Carolina do Norte, o "jornal" Charlotte Observer, outro panfleto neomarxista disfarçado de veículo de informação, publicou um editorial asqueroso intitulado "Acabar com o medo nas casas de banho". Nesse editorial, escrito a propósito da polémica recente em torno utilização, por parte dos transsexuais, das casas de banho destinadas ao género sexo feminino, defende-se que «as meninas devem superar o seu desconforto ao ver genitais masculinos». Notem bem, caros leitores, o Charlotte Observer não diz que «as mulheres devem superar», diz que «as meninas (girls) devem superar»!


Conforme explica Rick Moran, blogueiro residente no American Thinker:

«A direcção do Charlotte Observer parte do pressuposto de que a lei [que impede os transsexuais da Carolina do Norte de utilizar as casas de banho das mulheres] vai ser anulada ou declarada ilegal. Embora isso possa de facto vir a acontecer, a justificação usada pelo jornal revela-nos a verdadeira natureza desta batalha pelo acesso dos transsexuais às casas de banho femininas:

"Pensar em ver genitais masculinos em vestiários de meninas pode provocar angústia a alguns. Mas a batalha pela igualdade sempre passou por superar desconfortos, como os negros partilharem instalações com os brancos, ou como os gueis partilharem o casamento com os heterossexuais, para depois percebermos que essas coisas não eram tão más como as pessoas imaginavam."»

Percebem, caros leitores? Isto é uma questão de igualdade, pá! Tempos houve em que os pretos também não podiam beber da mesma água que os brancos, pá! Sim, são duas situações perfeitamente comparáveis, pá! Porque a descida rumo à modernidade e ao progresso não pode parar, pá!!!

5 comentários:

Sr. Hamsun disse...

Estes engenheiros sociais marxistas são gente completamente sem escrúpulos. Para levarem a cabo a sua agenda sinistra não hesitam em sacrificar as crianças. Mas acabam também por fazê-lo em relação aos próprios invertidos. Estes trans não sei quê, muitos deles, são pessoas perturbadas, coitadas, que necessitavam de tratamento psiquiátrico. Mas servem de joguete nas mãos dos neomarxistas e dos seus interesses. O humanitarismo fica à porta.

Afonso de Portugal disse...

O mais curioso é que nem sequer é preciso irmos aos transsexuais: há algumas décadas atrás, a homossexualidade era considerada uma doença mental em todo o Ocidente. Mas depois... enfim, depois vieram as maravilhas da "modernidade"! E como o Sr. Hamsun bem observou nas caixas de comentários a outro postal, em começando a "modernizar", é sempre a descer! Passo a passo, mais década, menos década, lá vão conseguindo que as pessoas aceitem situações cada vez mais surreais e aberrantes.

Mesmo assim, confesso que jamais imaginei que eu veria o dia em que um jornal dos EUA, supostamente a terra dos "conservadores retrógrados" e dos "fundamentalistas cristãos", publicar um editorial em que o conforto dos degenerados fosse considerado mais importante do que a integridade física das meninas. Mas lá está, depois de Colónia, tudo é possível...

Anónimo disse...

Para ler, assinar e divulgar:

Manifesto por um Debate Público sobre a PMA e Gestação de Substituição

https://www.facebook.com/manifestodebatepma/timeline?ref=page_internal

Renato Santon disse...

Interessante que o homossexualismo é pregado para o homem ocidental apenas; os muçulmanos repudiam esse tipo de prática com pena de morte e ninguém os condena.

Também os negros não são alvo da mídia suja pró-gay, há um incentivo cultural ao negro machão, super negro do pau-gigante, negro musculoso e com sex-appeal. Isso é nítido nos filmes de Hollywood e também europeus.

A cultura gay tem como alvo o branco, seus resultados chamam-se Alemanha e Suécia.

Afonso de Portugal disse...

Renato Santon disse...
«Também os negros não são alvo da mídia suja pró-gay, há um incentivo cultural ao negro machão, super negro do pau-gigante, negro musculoso e com sex-appeal.»

Exacto! Se o caro Renato reparar, é muito raro um negro ser o vilão numa fita de Hollywood. "Regra geral, os negros são representados como pessoas honestas, trabalhadoras, nobres, divertidas e até visionárias.

E no "cinema" pornográfico então nem se fala! Um dos temas mais recorrentes na porno multirracial é o marido branco que não consegue satisfazer a mulher branca. Então, a branca transa com o preto, porque o preto é "mais macho". E o preto -que, nesse tipo de porno, é sempre fisicamente mais forte do que o branco- obriga o marido branco a assistir a tudo, como um bom corno manso.