segunda-feira, 11 de abril de 2016

Tenham medo! Tenham muito medo!!!...



«Os primeiros-ministros da Grécia e de Portugal, Alexis Tsipras e António Costa, assinaram hoje uma declaração conjunta em que prometem cooperar, sobretudo na resposta à crise imigratória, e criticam as consequências das políticas de austeridade na União Europeia.

Os dois países foram, para alguns observadores, as ‘cobaias’ do FMI e de e outras instituições internacionais quanto à aplicação de um conjunto de regras (quase todas do lado dos cortes das despesas de Estado nas áreas da segurança social) que permitissem ‘limpar’ os desacertos das contas públicas. As regras foram contestadas até por elementos do FMI, mas o certo é que o seu conjunto continua a ser o padrão seguido nomeadamente pelo Eurogrupo.

A reunião dos dois primeiros-ministros, que têm sérias reservas face à fórmula adoptada nos seus países, foi observada por vários comentadores como uma espécie de criação de uma frente europeia anti-austeridade – ou, pelo menos, da tentativa de formulação de um conjunto de regras alternativas.

A declaração conjunta foi distribuída aos jornalistas após o encontro entre Alexis Tsipras e António Costa, que antes também esteve reunido com o chefe de Estado grego, Prokopis Pavlopoulos, no primeiro ponto do seu programa de visita oficial à Grécia.

No documento, citado pela agência Lusa, Alexis Tsipras e António Costa consideram que as políticas de austeridade adoptadas nos últimos anos contribuíram para “deprimir as economias e dividir as sociedades” nos Estados-membros da União Europeia onde foram aplicadas. Os dois chefes de Governo sustentam ainda que a austeridade gerou “altos níveis de desemprego” e de “pobreza”.

Em relação ao fenómeno dos refugiados, Tsipras e Costa salientam na declaração conjunta que a Europa enfrenta um “enorme desafio” desde o ano passado, importando combater as causas deste fenómeno.»

Comentário do blogueiro: mas que dupla, caros leitores! Da demagogia económica que leva nações à bancarrota até à apologia da iminvasão refujiadista, os portugueses dificilmente poderiam ter escolhido um primeiro-ministro pior!

E não me venham com a conversa merdosa do costume, dizendo que o Costa não tem legitimidade para governar porque não teve a maioria dos votos dos portugueses. A verdade é que os portugueses deram a maioria dos seus votos aos partidos de esquerda, PS, BE e CDU. Ora, não se pode argumentar que um cesto onde haja várias maçãs das variedades golden, granny smith e fuji, não é um cesto de maçãs só porque nem todas as maçãs são golden.

O problema aqui é outro: perceber porque é que tantos portugueses votam no esquerdalho. A resposta não é simples, porque os motivos são vários. Mas é cada vez mais urgente que a Direita (e atenção que Direita ≠ direitinha) portuguesa se esforce por compreendê-los, sob pena de Portugal nunca mais sair da cepa torta!

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4 comentários:

Bilder disse...

Os europeus(incluindo os tugas) estão a ser cobaias do multiculturalismo,mas isso para esta "gente" já não importa.

Afonso de Portugal disse...

O mais grave é que nem para esta "gente", nem para os cretinos da nossa falsa direita, a "direitinha" que eu menciono no comentário do postal.

Em última instância, quem é que é mais culpado, o fulano que diz abertamente que te quer matar ou o beltrano que diz ser teu amigo mas depois bate palmas quando o fulano te tenta matar?

Missy disse...

A partir do momento que o Costa não é da nossa "raça" dificilmente será um bom ministro que zela pelos nossos interesses. Para além de se unir a uma das piores pessoas (o que vai ser agora? viramos a nova Grécia? ninguém paga os impostos devidos, a lei não é aplicável e lá vamos nós à bancarrota).
Ouvi que também o Costa foi dizer que estamos dispostos a aceitar refugiados acima da nossa quota europeia! tanto referendo de caracacá que fazem, mas para outras coisas a nossa opinião não interessa. Aliás não convém! Só é importante ouvir o povo, quando este diz o que nós queremos.
Melhor ainda, sabem porque o OE foi aprovado agora com tanta facilidade? porque o Costa meteu a clausula que se fosse preciso tomar medidas extra tomavamos. Estou à espera do dia em que todo o meu salário é sugado para o Estado.

Juro que esse sr (Sim, com letra pequena) me mete um nojo descomunal.

Afonso de Portugal disse...

Missy disse...
«o que vai ser agora? viramos a nova Grécia?»

Cada vez me convenço mais que sim! Eu tenho dito sempre que os verdadeiros donos dos nossos líderes políticos -a superclasse plutocrática mundialista que vai puxando os seus cordelinhos nos bastidores- estão apostados em transformar o Sul da Europa numa máquina de fazer dinheiro através da perpetuação das dívidas soberanas. A Grécia já está submetida, Portugal é o próximo! E a seguir virá a Espanha ou a Irlanda...

O que mais me revolta é que o esquerdalho está sempre com aquela conversa do "movimento patriótico que rompa com a austeridade"... o que pode haver de menos patriótico do que acumular dívida pública, condenando a economia nacional à estagnação e hipotecando o futuro das gerações vindouras?


«Ouvi que também o Costa foi dizer que estamos dispostos a aceitar refugiados acima da nossa quota europeia!«

Sim, tudo indica que receberemos pelo menos 10 mil até ao final deste ano:

http://totalitarismouniversalista.blogspot.pt/2016/02/os-esforcos-do-costa-das-indias-estao.html

O anormal ainda hoje foi meter nojo para um campo de "refugiados" na Grécia, prometer aos "pobres coitadinhos" que seriam bem acolhidos em Portugal! Imagina ao que chegamos, o primeiro-ministro de uma nação europeia ir pedir aos "refugiados" que venham para o "seu" país!


«Aliás não convém! Só é importante ouvir o povo, quando este diz o que nós queremos.»

Sim, sim, mas atenção, há quem chame a esta palhaçada Democracia! E algumas dessas pessoas chegam ao cúmulo de se julgarem de direita!

«Estou à espera do dia em que todo o meu salário é sugado para o Estado.»

Se isto continua, não hão-de ser só os salários... estes filhos da mãe hão-de fazer como o governo do Chipre e confiscar parte do dinheiro depositado nos bancos! Já faltou mais! Às vezes, nem sei o que fazer em relação ao pouco que tenho. Anda uma pessoa a poupar e a fazer sacrifícios para no fim correr o risco de ficar sem nada! Arre porra, assim mais vale gastá-lo e fazer como o resto dos parasitas que vivem à pala do Estado!

Julgo que essa é a maior tragédia no meio disto tudo, a percepção que os portugueses têm da inutilidade de poupar. Provavelemte, é por isso que os níveis de poupança das famílias portuguesas estão novamente em níveis pré-crise. Isto é um círculo vicioso: quanto mais pobres somos e mais devemos aos outros, menos vontade temos de poupar. Não é preciso ser um génio para antever que isto só poderá acabar mal!...