sábado, 2 de abril de 2016

Primeiro-ministro belga crê que haverá novos ataques na Europa


    Crê ele e crêem todos os que tiverem olhos na cara, evidentemente!

«O primeiro-ministro da Bélgica, Charles Michel, afirmou, em entrevista ao jornal La Libre Belgique, que haverá novos atentados na Europa, incluindo na Bélgica, sublinhando que o "risco zero não existe".


Na entrevista ao diário francófono, Charles Michel refere que o alerta de risco de atentado se mantém no nível três, de uma escala de quatro, que considera um "nível preocupante".

Reconhece também que a coordenação entre os diferentes serviços de informação deve melhorar, mas considera que uma nova reforma do Estado não resolverá nada na luta contra a ameaça terrorista.»

Comentário do blogueiro: é claro que não resolverá nada. Só há uma solução possível para o problema do terrorismo islâmico, que  é não haver muçulmanos na Europa de todo! Não, isto não é nenhum "radicalismo" ou "fanatismo", é tão-somente aquilo que a Senhora História nos ensina. Os nossos antepassados tiveram de sofrer muito até compreenderam esta realiadde. Mas quando finalmente o fizeram, expulsaram todos os muçulmanos daqui para fora. Nós não teremos descanso enquanto não fizermos o mesmo.

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Ver também: 

Estado Islâmico reafirma que pode haver atentados em Portugal
«Quantos europeus terão de morrer até que reconheçamos que o Islão não é uma religião de paz?»
Três vídeos que vale a pena ver (17): afinal ainda há homens de verdade neste país!
O PNR denuncia a verdadeira causa dos atentados de Bruxelas e apresenta a única solução possível

23 comentários:

FireHead disse...

Os tipos que atacaram e expulsaram os muçulmanos da Europa devem ser ateus ou pagãos porque se fossem cristãos, como os cruzados, deviam antes dar a outra face ao amado alógeno.

Afonso de Portugal disse...

Eheheh... tu não perdes uma ocasião para alfinetar a "oposição"!

Infelizmente, as coisas são bastante mais complicadas do que isso... o grande problema dos nossos tempos é que, a contrário do que acontecia antigamente, as elites não se opõem ao domínio do Islão. Quem manda hoje no mundo (políticos, empresários, alta finança, professores universitários, jornalistas,...) quer um mundo submetido ao Islão.

Rick disse...

Eles querem sim usar o islao*(tal como usaram o comunismo e o nazismo( para submeter a Europa e o mundo ao governo mundial planeado pelos clubes secretos(bilderberg e afins(,a estrat]egia sempre foi usar o caos (no seguimento do dividir para reinar j]a conhecido(para conseguirem impor a ordem,aka Nova Ordem.

Afonso de Portugal disse...

Sem dúvida, caro Rick. Estou convencido que o caos provocado pela imigraçãa islâmica vai legitimar muitas medidas orwellianas no futuro. O que se passou com o iPhone do terrorista do São Bernardino é apenas o prelúdio daquilo que está para vir. Quando tiverem acabado, vão conseguir saber o que temos na urina antes mesmo de mijarmos!

FireHead disse...

Pois é, eu sei. Da oposição surgem sempre muitas coisas, como acusar também os cristãos de apelarem ao acolhimento dos "refugiados". Para certos tipos que passam a vida a dizer que os cristãos usurparam tudo e mais alguma coisa dos pagãos, de facto é preciso admitir que também a hospitalidade era uma virtude pagã...

Afonso de Portugal disse...

Bem, eu até não me costumo meter nessa guerra... mas a parte de os cristãos contemporâneos apelarem ao acolhimento dos "refugiados" tem alguma verdade. Basta olhar para o Papa Chico(-esperto) e para os 94% de católicos portugueses que aprovam a sua actuação:

http://totalitarismouniversalista.blogspot.pt/2016/03/deprimente-portugal-e-o-pais-onde-o.html

É uma triste realidade, meu caro. Tu, o Lura do Grilo, o Reaccionário, o Sr. Hamsun e outros da nossa blogosfera estão em franca minoria. São poucos, mas bons, é verdade... mas são realmente poucos. A Igreja Católica precisa de uma revolução. Ou melhor, de uma restauração. Mas já não sei se vocês ainda vão a tempo...

FireHead disse...

E tu deves achar que a esmagadora maioria dos pagãos são contra o acolhimento dos refugiados, o multiculturalismo e estas coisas todas. Os que são são apenas uma minoria, especialmente os das crenças nórdicas (odinistas). A esmagadora maioria é tudo tipo WICCA's, New Age, Maçonaria e companhia. Basta ver o que é que acontece todos os anos em Stonehenge.

Afonso de Portugal disse...

Não sei o que te leva a pensar isso, muito sinceramente. Eu sou ateu, não sou pagão. E nunca defendi o paganismo neste espaço. Basta ver que este blogue tem duas etiquetas que envolvem o cristianismo (Queda do Cristianismo e Cristianofobia), mas não tem nenhuma que mencione sequer o paganismo.

Pelo contrário, eu sempre disse que o regresso ao paganismo era uma ideia irrealista, porque o monoteísmo não se impôs na Europa apenas pela espada, fê-lo sobretudo pelo facto de o monoteísmo ser mais difícil de contestar do que o politeísmo antropomórfico. Constantino percebeu esta realidade quando decidiu impôr o Cristianismo como religião oficial do Império Romano.

Aliás, parece-me que o grande problema tanto dos pagãos como dos cristãos que pensam como tu é no fundo o mesmo: ambos vivem no passado. Os pagãos nacionalistas acham que podem recriar uma "religião identitária" em que os deuses são uma espécie de prolongamento natural da estirpe, i.e. cada povo tem o seu conjunto de deuses que define a sua identidade. O grande problema com esta ambição é que as pessoas acreditam naquilo que é conveniente e/ou convincente, não naquilo que é nosso só por ser nosso. E as religiões abraâmicas, quer se queira quer não, já demonstraram, ao longo dos séculos, serem bem mais convincentes do que o paganismo.

Já o problema dos cristãos que pensam como tu é de outra natureza. Vocês dissociam a expansão do Cristianismo do seu contexto histórico e da realidade política, social e militar da Europa medieval. Isso leva-vos a olhar para o Cristianismo como uma espécie de bloco monolítico, estanque e isolado, que atrevessa os séculos sem sofrer quaisquer influências externas. Mas a realidade é, ao longo dos tempos, que o Cristianismo foi aquilo que os seu líderes foram fazendo dele. Adaptou-se em função das ambições e das necessidades do clero. E, no caso concreto da Reconquista, o que se passou foi uma convergência de interesses entre o clero e a nobreza que, a meu ver, é irrepetivel no mundo dos nossos dias.

A Igreja Católica foi de facto a grande força unificadora que mobilizou as casas reais europeias para a grande empreitada da Reconquista. Mas isso também se ficou a dever ao facto da elite dessa época, a nobreza europeia, partilhar as mesmas ambições dessa Igreja: novos territórios e novos servos.

Conforme observa a historiadora Maria Cristina Pimenta na página 13 do seu livro “Guerras no Tempo da Reconquista”: «(…) este relacionamento entre o poder politico Imperial e a Igreja Ocidental acaba por dar oportunidade a que esta última, (…) dê o arranque para o movimento cruzado, o que vem a acontecer em Clermont, num apelo à comunidade feito pelo Papa, no ano de 1095. (…) Aí, Urbano II, relembrando os ensinamentos de S. Agostinho, reclamava para a Santa Sé a responsabilidade de reivindicar os lugares santos, fazendo eco de um pedido do Imperador Aleixo I.

Este último aspecto coroou do êxito os propósitos da reforma gregoriana esboçada alguns anos antes, precisamente porque obrigava a repensar a distribuição das responsabilidades
(…) para a égide de outros responsáveis, neste caso a Igreja ao nível da sua mais alta hierarquia. (…) É no âmbito desta circularidade de poderes que vamos encontrar alguns sinais inovadores no que se refere à concepção da autoridade monárquica enquanto símbolo de justiça, santidade e piedade, fazendo do Ocidente taumaturgo uma garantia de sucesso para os tempos vindouros.»

Ou seja, os reis (e por arrastamento, os nobres) providenciavam novos territórios à Igreja através das conquistas dos seus exércitos e esta, em troca, providenciava aos monarcas a necessária legitimação espiritual para as suas matanças.

FireHead disse...

O Constantino não impôs o Cristianismo como religião oficial do Império Romano. O que ele fez foi, através do Édito de Milão, terminar com as perseguições aos cristãos e instaurar a liberdade culto. Mas isso para os anticristãos é o mesmo que ter terminado com o paganismo por causa da perseguição totalitária cristã. Hoje eles ficam agarrados ao folclore e só podem adivinhar o que é que dantes se fazia - sem a parte hardcore, é claro, que sacrificar virgens, crianças ou mesmo animais agora seria demais.

FireHead disse...

Quanto ao facto de seres ateu, é uma posição tua, ainda que o ateísmo tem tudo de esquerdista. Do mesmo modo que não se pode dissociar os crimes do ateísmo atribuindo as culpas disso à ideologia comunista. Ambos estão interligados.

Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Sr. Hamsun disse...

Nunca me ocorreu tal possibilidade. Pensei que tal coisa estivesse fora de questão. Se não fosse o PM nunca diria que podiam ocorrer mais atentados. Eu e muita gente. Por isso é que somos simples eleitores e ele é ministro. É preciso ler muito, estudar, pensar. Este homem é um génio.

Renato Santon disse...

O cristianismo enquanto representação de uma europa coesa e branca serviu de barreira contra os muçulmanos, nisto não podemos negar, foi útil.

O cristianismo atual ? Mera repetição dos ditames mais esquerdistas e globalistas, repetição das convenções da ONU, multicultural. Não podemos dizer que o cristianismo não tinha esse viés multiculti, pois ele sempre foi uma religião imperial e nunca sectária. Para os esquerdistas infiltrarem e deturparem foi muito fácil.

Os lemas esquerdistas são:
não funde um partido, roube um.
não crie uma religião, se infiltre em uma e torne-a de acordo com o que deseja.

Nada mais é leninista que isso.



OFF TOPIC. Afonso, o aleijadinho do queixo pequeno, sem namorada, não para de perseguir outros blogueiros. Me persegue em um outro blogue e sem querer descobri isto através de algo que ele linkou, difamação contra o Horta Nobre e você:

http://antizionismo.blogspot.com.br/2016/04/judeus-comuns.html

http://historiamaximus.blogspot.pt/2016/04/para-quem-julga-que-sao-apenas-os.html?showComment=1459618330821#c542671121661381205

O psicopata vai passar o resto da vida nessa, é um caso de polícia, ele não esquece da gente.

Afonso de Portugal disse...

FireHead disse...
«O Constantino não impôs o Cristianismo como religião oficial do Império Romano.»

Impôs, sim, como se verá mais abaixo.


«O que ele fez foi, através do Édito de Milão, terminar com as perseguições aos cristãos e instaurar a liberdade culto.»

Isso foi apenas numa fase inicial. Depois do Édito de Milão, Constantino começou a perseguir gradualmente os pagãos do Império Romano. Começou por proibir a construição de novos templos e, mais tarde, ordenou mesmo a pilhagem a destruição de alguns dos templos pagãos ainda existentes. Por exemplo:

https://en.wikipedia.org/wiki/Religious_policies_of_Constantine_I#cite_note-Gerberding2004p28-1

«(...) in the new capital city he built [Constantinopla], Constantine made sure that there were no pagan temples built. Constantine would sporadically prohibit public sacrifice and close pagan temples.

(...) The historian T.D. Barnes makes multiple references to Eusebius’s work with by which Barnes attests that Constantine was heavily in favor of the banning of pagan worship. Instead of taking down pagan worship sites, Constantine chose to instead ban the erecting of more sites as well as expanding and funding the creation of more churches.

(...) During the course of his life he progressively became more Christian and turned away from the syncretic tendencies he appeared to favour at times.

(...) According to the historian Ramsay MacMullen, Constantine desired to obliterate non-Christians but lacking the means he had to be content with robbing their temples towards the end of his reign. He resorted to derogatory and contemptuous comments relating to the old religion; writing of the "true obstinacy" of the pagans, of their "misguided rites and ceremonial", and of their "temples of lying" contrasted with "the splendours of the home of truth".

The first episodes of persecution of Paganism in the Christan history of the Roman Empire started late in Constantine's reign, with his orders for the pillaging and the tearing down of pagan temples.
»

E em relação ao que eu afirmei inicialmente sobre a "perspicácia" de Constantino:

«Constantine became the first Emperor in the Christian era to persecute specific groups of Christians, the Donatists, in order to enforce religious unity.»

Ou seja, o homem terá mesmo percebido que o Cristianismo tinha um potencial universalizante sem precendentes, desde que todos os crentes fossem submetidos ao mesmo dogma.

Afonso de Portugal disse...

FireHead disse…
«Quanto ao facto de seres ateu, é uma posição tua, ainda que o ateísmo tem tudo de esquerdista.»

Não, não tem. Ser ateu é apenas não acreditar em nenhum tipo de divindade. Nada mais do que isso. O ateísmo precede não apenas em séculos mas em milénios todas as ideologias de esquerda. O termo ateu deriva da palavra grega “átheos” formada pela junção do prefixo grego “a-”, que significa ausência ou negação, com a palavra grega “theos”, que significa deus ou divindade. O ateísmo designa por conseguinte a ausência ou negação do divino.

Já ser de esquerda, no sentido político convencional, significa ser a favor de políticas de redistribuição da riqueza por todas as “classes” da sociedade. E ser de extrema-esquerda significa ser também a favor da detenção dos meios de produção por parte do Estado.

Ora, eu tenho a certeza que os ateus gregos Xenófanes, Anaxágoras, Demócrito e Eurípides (entre outros), que viveram na Grécia Antiga séculos antes de Cristo ter nascido, não eram de todo esquerdistas. Enquanto designações políticas, os termos “esquerda” e “direita” só se estabeleceram após a revolução francesa de 1789. E Marx só nasceu no séc. XIX, tendo o primeiro volume do seu “O Capital” sido publicado apenas em 1867.
Resumindo e concluindo, uma coisa (ser ateu) não tem nada a ver com a outra (ser de esquerda). Não acreditar em Júpiter, em Javé ou em Alá não faz de mim um colectivista ou um defensor um luta de “classes”.



«Do mesmo modo que não se pode dissociar os crimes do ateísmo atribuindo as culpas disso à ideologia comunista. Ambos estão interligados.»

Estão interligados como? O que têm os crimes comunistas a ver com o ateísmo? Querem ver que o Lenine e o Estaline perseguiram, prenderam e mataram os seus opositores políticos em nome do ateísmo? Querem ver que o Che Guevara e o Fidel Castro fizeram a revolução cubana em nome do ateísmo? Querem ver que os guerrilheiros das FARC ou os movimentos armados africanos que lutaram contra o “colonialismo” europeu legitimados pelas doutrinas marxistas eram todos ateus? Querem ver que os terroristas da ETA são todos ateus?...

E querem ver que os deístas não matam? Os cristãos, os pagãos, os muçulmanos ou os budistas nunca mataram? Nunca massacraram?

Enfim... é por estas e por outras que eu acho que é má ideia -mesmo muito má ideia- falarmos de religião no meio nacionalista. O problema é que a defesa ou a condenação da religião torna-se um bocado como as conversas sobre futebol, há demasiados factores afectivos e emocionais envolvidos e o consenso está condenado logo à partida. E a pior parte é que o tempo gasto a falar sobre religião faz perder tempo que seria mais bem empregue a escrever sobre o que está a acontecer à Europa e ao Ocidente.

Afonso de Portugal disse...

Sr. Hamsun disse...
«Este homem é um génio.»

Ahahaha!... O mais surreal é que ele está provavelmente convencido que nos está a dar uma grande novidade! E pior do que isso, até pode mesmo estar a dá-la a alguns "românticos" mais distraídos...


Renato Santon disse...
«O cristianismo atual ? Mera repetição dos ditames mais esquerdistas e globalistas, repetição das convenções da ONU, multicultural. »

Exactamente! O que não quer dizer que não haja cristãos que não concordam com o que está acontecer com a IC e com o Cristianismo de uma forma geral. Mas eles parecem estar em minoria, como as estatísticas de aprovação da actuação do Bergoglio nos mostram. E quando eu digo isto, não o digo como adversário do Cristianismo, digo-o precisamente porque prefiro um milhão de vezes o Cristianismo ao Islão e, sobretudo, para alertar os cristãos nacionalistas para o facto de que é urgente condenar as acções dos líderes cristãos da actualidade.


«Afonso, o aleijadinho do queixo pequeno, sem namorada, não para de perseguir outros blogueiros. Me persegue em um outro blogue e sem querer descobri isto através de algo que ele linkou, difamação contra o Horta Nobre e você»

Por acaso já tinha visto, mas agradeço, caro Renato! O Direita é mesquinho mas inofensivo, ninguém o leva a sério na blogosfera nacionalista portuguesa. Já me provocou várias vezes no blogue do Mestre Nobre, mas só agora teve coragem de assinar. Eu nem me vou dar ao trabalho de lhe responder, porque isso era o que ele mais queria.

Já o caso do Brunácio é um pouco mais complicado. Eu estou mesmo convecido que estamos a lidar com um doente mental que vive só para a conflitualidade. Repare no seguinte: há quanto tempo é o que Brunácio sem queixo não escreve um texto decente no seu chiqueiro hiperburro? Nas últimos meses, ele apenas colocou fotografias, artigos e montagens feitas por outras pessoas. Ora, uma pessoa que aparentemente não tem tempo para escrever textos com princípio, meio e fim, também não deveria ter tempo para deixar tantos comentários a provocar as outras pessoas. Mas para arranjar problemas entre nacionalistas, o galináceo da bigodaça besuntada parece ter sempre tempo!!!

Procure ignorá-lo sempre que possível, caro Renato. Lidar com ele é como ficar esperando a luz sair de um buraco negro. Só há duas situações em que devemos responder-lhe: (1) quando ele nos estiver a maldizer em blogues bem-frequentados; e (2) quando ele se esquecer de tomar a medicação e fizer ameaças de delinquente.

Afonso de Portugal disse...

Errata: onde eu escrevi "seria mais bem empregue" deve ler-se "seria mais bem empregado.

http://duvidas.dicio.com.br/empregado-ou-empregue/

João José Horta Nobre disse...

Apresento aqui a todos uma pérola digna da mais fina nota:

http://bairrodooriente.blogspot.pt/2016/04/a-cronica-do-gangrape-de-uma-ideia-pura.html

Agora até o Sr. Hamsun é alvo dos ataques desse autêntico mongoloide. Eu tenho dificuldade em descrever a potência do ataque de riso à gargalhada que tive em frente ao computador a ler isso. É que o texto é tão demente, que não há ponta por onde se lhe pegue.

Estamos a lidar com um verdadeiro frustrado e doente mental.

Bilder disse...

Por falar em cedência(e tudo o resto associado)viu ontem aquele exercício de idiotice fardada e armada em parva na tv pública?Esta gente não tem sentido do ridículo ? Se esta é a instituição(FA)da qual dependemos mesmo para nossa defesa não sei que diga(e vi apenas a 1ª parte daquela coisa chamada "pós e contas"),depois da cobardia política(e da corrupção e da traição etc)temos a cobardia militar.E isto num país construído pelos soldados nossos antepassados que muito melhor mereciam como "herdeiros",muito blá blá com palavras "engraçadas" e politicamente correcto(como sempre)além de um general(é este o chefe das FA?)com dificuldades evidentes para articular frases e ideias(estamos bem entregues sim senhor).

Afonso de Portugal disse...

João José Horta Nobre disse...
«Apresento aqui a todos uma pérola digna da mais fina nota»

Mais um excelente exemplo da "argumentação" esquerdista: atribui-se aos outros aquilo que eles nunca disseram e depois "desconstrói-se" aquilo que falsamente se lhes atribuiu. Fê-lo FireHead, fê-lo comigo, fê-lo consigo e agora estendeu a "estratégia" ao Lura do Grilo e ao Sr. Hamsun, que são duas das pessoas menos dadas a conflitos na blogosfera da área nacional/patriótica.

Eu continuo a achar que há qualquer coisa nesse indivíduo que traz água no bico. Não é normal um homem da idade dele perder tanto tempo com este tipo de "conversas".


Bilder...
«viu ontem aquele exercício de idiotice fardada e armada em parva na tv pública?»

Não, não vi, caro Bilder. Eu já praticamente não vejo televisão. Aliás, programas como o "Prós e Contras" tiram-me do sério.. e depois vou irritado para a cama e o sono não rende.

Sugiro ao caro Bilder que faça um postal sobre o que se passou num dos seus blogues. Terei muito prazer em ler o seu resumo.

Anónimo disse...

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João José Horta Nobre disse...

O video das invasões é excelente, partilhei aqui:

http://historiamaximus.blogspot.pt/2016/04/sopas-e-descanco-para-o-professor.html

Afonso de Portugal disse...

Prometo passar por lá mais logo!