terça-feira, 26 de abril de 2016

Mais um clérigo cristão traidor...


      O simpático senhor que se pode ver e ouvir no vídeo mais abaixo é o Arcebispo da Catedral de Colónia, a tal cidade da Alemanha que tem andado nas bocas do mundo devido ao enriquecimento vibrante que foi proporcionado por centenas de iminvasores às jovens mulheres alemãs durante a passagem de ano. Para quem já não se recordar muito bem, aqui ficam algumas das felizes contempladas:

Agora elas estão muito mais coloridas! Que vibrante, pá!!! 

Ora, o  Arcebispo da Catedral de Colónia está muito preocupado com a saúde destas moças... eeer... não, esperem lá, afinal ele está é muito preocupado porque há muitos alemães que votaram no partido "Alternativa para a Alemanha" (AfD). Que chatice, pá! O raio dos racistas!!!!



O senhor Arcebispo (que tem uma cara perturbadoramente semelhante à do Paulo Pedroso, o "xuxa" da Casa Pia), diz que a AfD não pode ser levada a sério, porque a Constituição da Alemanha garante a liberdade religiosa. Como se fosse isso que estivesse em causa em relação aos "refugiados"! Enfim, suponho que a liberdade e a segurança das mulheres alemãs não devem ser tão importantes como a "liberdade religiosa" dos muçulmanos para violar e espancar mulheres "infiéis"...

Mas o senhor Arcebispo vai mais longe: «quem diz "sim" às torres das igrejas também tem que dizer "sim" aos minaretes"». E vaticina: «"Alternativas para a Alemanha" como esta não fazem cá falta, porque não há alternativa à liberdade religiosa. (...) Temos uma obrigação especial devido à história dolorosa da Alemanha"».

Seria milagre se um clérigo cristão "moderno" não terminasse com um apelo à culpa colectiva! O que a mim me surpreende é que ainda haja tantos europeus a cair nesta conversa desonesta! Tenho de vos confessar, caros leitores, começo a ter medo de me cruzar na rua com clérigos cristãos. Tenho medo de perder a cabeça e de fazer qualquer coisa de que me arrependa!... É que tanta hipocrisia e condescendência revoltam! Mexem connosco de uma forma visceral. Não se esqueçam do nome deste Judas, caros leitores: Rainer Woelki. É só mais um nome a juntar à lista crescente dos milhares de traidores da Europa.

12 comentários:

FireHead disse...

Este arcebispo é um bazófia. Primeiro porque os membros da Igreja não têm o direito e muito menos o dever de influenciar as preferências políticas das pessoas. Segundo porque vê-se claramente que é mais um alucinado do ecumenismo que obedece às directrizes do Concílio Vaticano II. Cada vez eu vejo mais sacerdotes católicos de verdade fora da Europa, o que é impressionante.

Afonso de Portugal disse...

FireHead disse...
«Primeiro porque os membros da Igreja não têm o direito e muito menos o dever de influenciar as preferências políticas das pessoas.»

Hum? Mas não é isso que têm feito desde a fundação do Cristianismo? O próprio JC explusou os vendilhões do templo e condenou os fariseus, não foi? E disse que "Quem me quiser seguir, terá que abandonar a sua família", não foi? Em rigor, "Se alguém vem a mim e ama o seu pai, a sua mãe, a sua mulher, os seus filhos, os seus irmãos e irmãs, e até a sua própria vida mais do que a mim, então não pode ser meu discípulo." (Lucas 14:26), certo?

O que é isto se não influenciar não apenas as preferências políticas, mas toda a vida das pessoas?


«Cada vez eu vejo mais sacerdotes católicos de verdade fora da Europa, o que é impressionante.»

Bem, talvez tenhas razão, mas o papa Chico também veio de fora da Europa... e é a maravilha que se vê! :)

FireHead disse...

JC expulsou os vendilhões do templo porque estes estava a profanar a casa de Deus tendo-a transformado num "covil de ladrões".

JC condenou os fariseus pela sua hipocrisia.

Exacto, não é qualquer um que pode ser discípulo de JC. Por isso que poucos são os discípulos. Uma coisa é ser um discípulo, apóstolo, outra é ser crente. Não se confunde as coisas.

JC também disse: "Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus".

Será que os padres comunas (sim, isso existe apesar de ser um facto a aversão do comunismo ao Cristianismo e vice-versa) também podem então apelar aos fiéis para apoiarem o comunismo?

Falta agora pores aqui notícias sobre membros da Igreja que estão contra as atitudes do Papa Francisco e também contra escória como esse arcebispo de Colónia. Cheguei a falar de uns lá no meu blogue e que são contra o acolhimento de invasores. Talvez estes afinal não representem a Igreja, pois há quem não seja cristão e agarra-se à cena do ter de dar a outra face, de amar o sagrado outro, etc. etc.

O Papa Francisco veio de fora da Europa, é verdade... a chatice é ser descendente de italianos e tanto se sabe não tem misturas... ah pois é, não é que filho de italianos italiano é?

Afonso de Portugal disse...

FireHead disse...
«JC expulsou os vendilhões do templo porque estes estava a profanar a casa de Deus tendo-a transformado num "covil de ladrões".

JC condenou os fariseus pela sua hipocrisia.
»

Eu não estou a dizer que ele procedeu mal! Apenas estou a dizer que ele interveio de facto na sociedade em que vivia. E os clérigos que se lhe seguiram intervieram muito mais! Agora, é preciso ver se essas intervenções foram ou não positivas. Os adversários da Igreja dirão imediatamnte que sim. Eu, que não só pró nem anti-cristão, digo que houve de tudo, alturas em que a Igreja interveio de forma positiva (reconquista, preservação do conhecimento científico) e outras em que nem por isso (destruição da herança pagã, inquisição, limitação do crescimento científico).

Hoje em dia, a acção da esmagadora maioria dos clérigos cristãos tem sido no sentido imigracionista e, por esse motivo, o cristianismo vive uma crise sem precedentes.


«Será que os padres comunas (sim, isso existe apesar de ser um facto a aversão do comunismo ao Cristianismo e vice-versa) também podem então apelar aos fiéis para apoiarem o comunismo?»

Na prática fazem-no, embora não explicitamente. Quando alguns padres dizem que temos de ser humildes, rejeitar o materialismo e partilhar o que temos com o próximo -sobretudo quando esses padres não partilham nem sequer um pêlo do seu traseiro-, o que é que estão a fazer senão a moldar a consciência colectiva dos fiéis no sentido do colectivismo?


«Falta agora pores aqui notícias sobre membros da Igreja que estão contra as atitudes do Papa Francisco e também contra escória como esse arcebispo de Colónia.»

Não, não falta:

http://totalitarismouniversalista.blogspot.pt/2014/10/aleluia-finalmente-um-padre-catolico.html

A questão é que há tão poucos casos de padres que se opõem convincentemente à islamização que é muito difícil dar com eles. Aliás, com excepção dos degraçados dos padres no Médio Oriente, que têm mesmo que falar contra o papa porque estão a ser mortos, não há ninguém no mundo cristão que critique abertamente o Bergoglio.


«(...)a chatice é ser descendente de italianos e tanto se sabe não tem misturas...»

Mas isso interessa muito pouco, meu caro: também há montes de brasileiros descendentes de portugueses que também não se misturaram e odeiam visceralmente Portugal! E, se pudessem, acabavam com o nosso país num instante! É por isso que eu defendo que a atribuição da nacionalidade devia ser jus sangunis + mérito. Não devia bastar ter o sangue, devia ser também preciso passar por um conjunto de provas que demonstrassem a leadade dos habitantes para com a nação. Mas é claro que num país em que nem sequer temos jus sangunis, mas sim a aberração do jus solis, isto é um sonho impossível.

FireHead disse...

Mas sabes que, tu que és racialista, o jus sanguinis não impede a existência de portugueses não-brancos. Mesmo que o Eusébio não tivesse nascido no tempo do império, ele seria sempre português porque o pai dele era um branco... natural de Angola. O que não falta por exemplo aqui em Macau são pessoas com nacionalidade portuguesa e aspecto de chineses que herdaram a nacionalidade de um avô ou bisavô que veio de Portugal para cá...

FireHead disse...

Aliás, isto foi o que eu cheguei a dizer ao José Pinto-Coelho no Facebook e perguntei-lhe o que é que ele achava disso, mas ele não só nunca me respondeu como mais tarde me eliminou da sua lista de amigos.

Afonso de Portugal disse...

FireHead disse...
«Mas sabes que, tu que és racialista, o jus sanguinis não impede a existência de portugueses não-brancos.»

Pois não. Só funciona em nações sem imigração, ou em sistemas extremamente autoritários como Esparta, em que os nativos estão separados dos escravos. E mesmo em Esparta, os hilotas acabaram por revoltar-se no final.

O conceito de jus sanguinis não é consensual, nem mesmo entre os nacionalistas. Há pessoas que acham que basta ter um progenitor para se ter direito à nacionalidade, há outras que acham que tem que ser os dois progenitores, há outras que acham que tem de ser ter os dois progenitores e os dois progentinores dos progenitores (avós) e depois há os verdadeiros fanáticos que acham que é preciso fazer testes genéticos exaustivos e excluir todos os que tenham genes alógenos a partir de uma determinada percentagem.

A minha opinião é de que não é minimamente realista pensar que seria viável expulsar todos os alógenos que entraram em Portugal ao longo dos séculos, muito menos os seus descendentes. Só os parvinhos e os alucinados completos é que acreditam nisso. Arranjava-se uma guerra civil de proporções tão épicas que só se resolveria com a morte de uma parte muito significativa da população residente.

Mais realista é apostarmos em travar a imigração, incentivar os alógenos a partir para outras paragens, contrariar a lavagem cerebral dos mé(r)dia e no sistema (des)educativo e em consciencializar o povo português para a realidade da especificidade da sua herança genética. Isto faria, se feito em grande escala, com que os portugueses passassem a valorizar mais o seu povo.

Mas para isso é necessário chegar ao poder, coisa que muitos no movimento nacionalista não percebem. Acham que podem fazer revoluções armadas a partir do seu sofá, ou pior ainda, que o melhor é mesmo deixar Portugal ser destruído para depois o reconstruir novamente. Não esou a gozar, há mesmo pessoas no movimento nacionalista que acham que a melhor estratégia é não fazer nada de nada!!! E depois ficam muito admirados ao constantar que"o mundo é controlado pelos sionistas"...

FireHead disse...

Pois é, o pior é a escória interna mesmo dentro do universo nacionalista como os alucinados que acusam os partidos nacionalistas europeus de serem da "falsa oposição" e lacaios dos judeus por não serem... nacional-socialistas e racialistas. Aqui na blogosfera temos imensos exemplos. Estes preferem passar o tempo a "viver" na net.

Afonso de Portugal disse...

Não vás mais longe: há dois ou três nazionaliztaz que passam grande parte do seu tempo a tentar convencer as outras pessoas de que eu e o Caturo somos dois judeus pagos pela Mossad, só porque não nos opomos à existência de Israel. Não estou a gozar!

A "lógica" destes cromos é: «ou estás comigo em tudo e mais alguma coisa ou estás contra mim em tudo!!!»

FireHead disse...

Compreendo perfeitamente. Também dizem eles que eu sou um lambe-botas dos judeus. Na verdade eles até nem distinguem isso de ser cristão do ser judeu, para eles é tudo a mesma coisa.

Renato Santon disse...

Mas não tem como tu e o Caturo serem dois judeus, impossível, visto que são exactamente a mesma pessoa, um agente pago do Mossad instalado apenas para dissolver a causa nacionalista !

(Ok, irônico)

Renato Santon disse...

"Pois é, o pior é a escória interna mesmo dentro do universo nacionalista como os alucinados que acusam os partidos nacionalistas europeus de serem da "falsa oposição" e lacaios dos judeus por não serem... nacional-socialistas e racialistas. Aqui na blogosfera temos imensos exemplos. Estes preferem passar o tempo a "viver" na net."

Um racialismo saudável para preservar o patrimônio genético do país é algo bom.

Só não embarcar nessa história de submissão aos Alemães e Saxões pois cada povo tem seu valor.

Também 2 pecados do NS Alemão era ser Totalitário e Belicista, o homem da bigodaça pensava em guerra e tomar territórios russos e francos 24h por dia.