quinta-feira, 7 de abril de 2016

Damas e cavalheiros, eis o "homem" ocidental! (3)



Tens bom remédio, seu larilas complexado: vai ter com o ele à Somália e consola-o!
(Ler a históra toda aqui.)

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Ver também:  

Damas e cavalheiros, eis o "homem" ocidental! (2)
Damas e cavalheiros, eis o "homem" ocidental!
Robert Specner: o "homem moderno" e a defesa do Ocidente contra a jihad
Racialismo e masculinidade: uma reflexão
Maravilhas do Islão (XVIII): jovem dinamarquesa "enriquece" a sua própria mãe!
Sobre a adolescente "austríaca" que se juntou ao ISIS e acabou espancada até à morte...
Entretanto, na Alemanha... (2)
Paul Joseph Watson: «porque é que os homens têm medo do casamento?»
Insanidade feminista: "não deixar a sua mulher ter sexo com outros homens é sexista!"
De viquingues a maricões: a desgraça dos homens suecos continua (2)
O poder do Islão da verdadeira masculinidade: mãe australiana abandona os seus filhos de 2 e de 7 anos para lutar pelo ISIS seguir o seu macho!
Não é verdade para todas as mulheres, mas... A hipocrisia das feministas dos nossos tempos (4)
Professora da Universidade de Chicago defende a castração dos homens que "assediam" as mulheres
A hipocrisia das feministas dos nossos tempos (3)
Marxismo Cultural para Totós (3): a Insanidade Feminista
Feministas radicais "tugas" querem "inverter o ónus da prova"
"As Sereias" - Peça de teatro feminista, progressista e pós-modernista

2 comentários:

Renato Santon disse...

Vergonha nacional ! Isso é a escandinávia, deviam fechar a apagar a luz.

“I got a strong feeling of guilt and responsibility,” Hauken wrote. “I was the reason he wouldn’t be in Norway, and instead be sent to an unknown future in Somalia. He had already done his time in prison. Would he get punished again, and this time much harder?”

Não acredito.

Afonso de Portugal disse...

É realmente mau demais para ser verdade! Mas não é de todo inacreditável: quando se olha para os vários casos de efeminização compulsiva dos homens da Escandinávia, a começar pela imposição de urinar em posição sentada na Suécia, facilmente se percebe que a forma de "pensar" do Sr. Hauken é o restulado inevitável de uma engenharia social agressiva e continuada.