domingo, 13 de março de 2016

Traição feminista: um vídeo que todas as mulheres (e alguns homens) ocidentais deviam ver


   A blogueira brasileira Khadija Kafir, do blogue "Mulheres contra o Islão", fez uma tradução bastante razoável de um vídeo carregado originalmente pelo nacionalista norte-americano Black Pigeon Speaks, no qual é denunciada  a grave situação social que se vive na Suécia por causa das políticas de imigração e concessão de asilo implementadas ao longo das últimas décadas pelos governos daquele país.

    O vídeo original foi carregado na sequência da morte da jovem Alexandra Mezher, que eu reportei aqui no TU a 28 de Janeiro. Aborda não só a forma escandalosa como qualquer "refugiado" adulto se pode fazer passar por criança (fenómeno que também denunciei aqui e aqui), com a conivência total dos serviços de imigração suecos, mas também a manifesta incapacidade da polícia sueca para fazer face à onda crescente de abusos por parte dos "pobre coitadinhos" que "fugiram à guerra".

   Mas a mensagem principal do vídeo é a forma como as feministas suecas se aproveitaram do sucedido para, mais uma vez, atiçar as mulheres brancas contra os homens brancos, desculpar os criminosos iminvasores e culpar o "patriarcado do homem branco" pela "violência racista e xenófoba", chegando ao ponto de cunhar slogans como "não somos as vossas mulheres" [mulheres dos brancos], "não queremos a vossa protecção" e "trocamos racistas por violadores"!

    O vídeo denuncia ainda a mentira da "reacção dos nacionalistas suecos" que é mostrada no vídeo por volta dos 3m08s e que eu próprio reportei aqui em Janeiro. Já foi confirmado que o ataque nunca aconteceu: tratou-se de um estratagema das elites suecas para diabolizar os nacionalistas locais e assim justificar a criação de uma força de elite policial para perseguir aqueles que resistem à invasão. Afinal, os homens suecos continuam sem reagir aos abusos dos iminvasores.

6 comentários:

Bilder disse...

Os suecos estão também a ficar "bananas"?Será da água canalizada(eles até têm boa água não?)ou a propaganda generalizada pro-invasão os condiciona?

Afonso de Portugal disse...

Julgo que o caso da Suécia é aquilo a que se chama uma "tempestade perfeita", i.e. uma conjugação de vários factores e circunstâncias que conduziram à situação acutal, nomeadamente:

1. A relativa homogenidade étnica e cultural que imperava no país até aos anos 60 do século passado, que propiciava uma cultura de forte coesão social.

2. A ética protestante; apesar de o país ser hoje um dos maiores bastiões mundiais do ateísmo, a Suécia herdou o que de melhor foi produzido durante os séculos que se seguiram à reforma protestante: a ética do trabalho, o experimentalismo científico e os prinípios fundamentais da separação entre o estado e a religião.

3. Ter beneficiado grandemente das inovações tecnológicas desenvolvidas durante o séc. XX, sem contudo participar militarmente em nenhuma das grandes guerras e, por conseguinte, evitando os banhos de sangue a destruição das suas cidades.

4. A conjugação dos primeiros três factores levou a que a Suécia, embora um país relativamente pequeno e pouco populoso, se transformasse gradualmente num dos países mais próperos da Europa, comníveis de auto-suficiência invejáveis e uma indústria dinâmica e pujante.

5. No entanto, toda essa pujança ecocómica e social permitiu a emergência do marxismo entre as elites suecas, que viram nos escritos de Marx a oportunidade de aceder ao poder pela via da "luta de classes". Curiosamente, é precisamente com a chegada do Estado Social e com a imigração de fronteiras escancaradas que a Suécia começou a decair. Por exemplo:

http://www.thenewamerican.com/world-news/europe/item/21463-debunking-the-myth-of-socialist-success-in-scandinavia

Entre 1975 e meados dos anos 1990 — marcados pelos socialismo da "terceira via" — a Suécia passou da quarta nação mais rica do mundo para a décima terceira. E apesar de ter recuperado no início deste milénio, há um relatório da ONU que aponta para o retomar da degradação da Suécia nas próximas décadas.

6. A aceleração da imigração a partir dos anos 90 agravou o fenómeno ao trazer para a Suécia milhões de indivíduos que, pela sua condição de sem-pátria, são tendencialmente marxistas e naturalmente dependentes do Estado Social. Isto aumentou ainda mais pressão sobre o sistema, mas garantiu mais votos aos traidores marxistas no poder.

7. Paralelamente, as elites suecas implementaram medidas de formatação e engenharia social verdadeiramente orwellianas nas escolas e universidades: anti-capitalismo, defesa intransignete do Estado Social, feminismo puro e duro (includindo ideologia de género), ambientalismo radical e claro, cada vez mais imigração.

O resultado final é um país onde (ainda) se vive muito bem, mas as pessoas foram ensinadas a esconder aquilo que realmente pensam, mesmo quando surgem problemas e conflitos com a gravidade a que temos assistido recentemente. E têm boas razões para isso, há consequências muito graves para aqueles que falam abertamente contra a imigração!

http://totalitarismouniversalista.blogspot.pt/2014/05/ingrid-carlqvist-sou-sueca-mas-vivo-no.html

Portanto, caro Bilder, voltando à sua pergunta inicial, creio que o problema da Suécia é o comodismo da sua população (decorrente dos elevados níveis de vida que levaram ao individualismo e à desagregação social), a existência de uma propaganda ideológica brutal, imposta desde tenra idade, que formata as pessoas no sentido da aceitação do colectivismo e da iminvasão e, sobretudo, de uma máquina de repressão eficaz por parte do estado.

Aliás, este é um problema comum a todo o Ocidente, mas é mais grave em países como a Suécia, o Reino e a Alemanha, por serem aqueles onde a lógica mundialista se estendeu mais profundamente a todos os sectores da sociedade, sendo defendida por ambas esquerda e direita.

João José Horta Nobre disse...

Um colega meu da universidade esteve a fazer erasmus na Suécia há uns anos atrás. Veio de lá com a cabeça completamente lavada pelo politicamente correcto. Agora é militante do Movimento Alternativa Socialista (MAS)...

Afonso de Portugal disse...

Não me surpreende de todo, emobra me entristeça. Na Suécia, a propaganda neomarxista parece ser realmente bastante agressiva, sobretudo nas instituições públicas. Os seus efeitos nota,-se, por exemplo, na forma como os jovens suecos defendem os ideais e até as engenharias sociais implementadas pela esquerda desde muito jovens.

Em Agosto denunciei aqui um caso paradigmático, em que um grupo de alunos de 15 e 16 suecos anos exigiu um pedido de desculpas à direcção da sua escola secundária, porque esta os tinha impedido de tirar uma fotografia da turma vestidos de mulher. Esse impedimento atentava, segundo os jovens, contra a sua "fluidez de género":

http://totalitarismouniversalista.blogspot.pt/2015/08/de-viquingues-maricoes-desgraca-dos.html

Ora, jovens tão novos dificilmente inventariam uma conversa destas sozinhos (fluidez de género!!!). Eles foram claramente formatados nesse sentido. Eu apostaria até intensamente formatados, porque o normal num jovem dessa idade é querer ser o mais "macho" possível para impressionar as miúdas...

Renato Santon disse...

Hoje a ditadura não é implantada por órgãos do governo e militares, a ditadura é feita pela imprensa, toda imprensa mundial coligada que instituiu o politicamente correto, o marxismo cultural também.

SE alguém ousar se levantar contra esses miseráveis para requerer direitos legítimos eles o expulsam do cenário político ou se for um cidadão comum, lhe estragam a vida, lhe prendem...

Isso que estamos vivendo já é uma ditadura, porém difícil para o cidadão comum verificar já que é adestrado na linguagem marxista - que permeia tudo - desde muito novo.

Afonso de Portugal disse...

Exactamente, caro Renato. E nenhum outro país representa melhor essa ditadura -a que eu chamo Totalitarismo Universalista- do que a Suécia, um autêntico laboratório experimental de engenharia social neomarxista.

Mas as coisas parecem estar a mudar... lentamente, mas está. Ontem, os nacionalistas tiveram uma pequena alegria com o desempenho do AfD na Alemanha. O referendo à permanência do Reino Unido na União Europeia, agendado para Junho deste ano, pode mudar totalmente o panorama político da Europa.

E se Le Pen e conseguir vencer as eleições presidenciais francesas em 2017, o PVV de Wilers conseguir vencer as eleições gerais na Holanda (também em 2017) e os Democratas Suecos vencerem as elieções gerais do seu país em 2018, então o Nacionalismo Europeu poderá finalmente ganhar momento!