segunda-feira, 28 de março de 2016

O PNR explica porque é que só mesmo o Nacionalismo é solução


Da página Oficial do Partido Nacional Renovador (PNR):

«Os acontecimentos de ontem, em Bruxelas, mostram claramente que o sistema está mais preocupado com o crescimento do nacionalismo, do que com o terrorismo islâmico. Ao mandar reprimir uma manifestação nacionalista, as dúvidas ficam todas dissipadas, sobretudo quando os seus “cães de fila”, os jornalistas-terroristas, não se cansaram de pedir uma actuação mais musculada da polícia.

Saiu o tiro-pela-culatra a estes traidores. Basta ver os comentários nas redes sociais para perceber que a esmagadora maioria das pessoas condenaram esta actuação. Quanto maior for a perseguição, mais se fará sentir o crescimento!

Para o terrorismo islâmico, todas as cautelas e paninhos quentes, mesmo que isso signifique a morte de muitos inocentes. Para os nacionalistas, toda a perseguição, todo o boicote. Afinal, a preocupação do sistema não é o Islão, mas o crescimento do nacionalismo…

Na Europa, como em Portugal, as Cristas, os Passos, os Costas, os Jerónimos e as Catarinas, são parte do problema e não a solução. Foram as suas políticas que nos levaram a este estado de coisas.

Na Europa, como em Portugal, estes traidores não hesitam em colocar de lado as diferenças, se é que elas existem, para tentar impedir o avanço dos partidos nacionalistas.

É mesmo natural que estes ditos “amantes” da tolerância, da democracia e da liberdade de expressão aumentem a repressão contra os patriotas que ousem levantar a voz contra esta invasão. Mas ninguém pára o crescimento nacionalista, sobretudo quando na questão do terrorismo, quem nos desgoverna, age de forma cobarde, tíbia e mesmo colaborante na esmagadora maioria dos casos.

Cada vez se torna mais evidente: só o nacionalismo é solução!»

12 comentários:

Sr. Hamsun disse...

Ora bem, cá estou eu novamente. Tenho um problema com blogues: acabo sempre por me desviar da intenção original. Depois, só me resta apaga-los porque nunca saem como pretendo. Disperso-me por demasiadas insignificâncias. Vamos ver se é desta que consigo fazer uma coisa mais substancial, mais rica, mais de acordo com as exigências do tempo complicado em que vivemos.

srhamsun disse...

Ah, é isto: O Século das Nuvens.

Afonso de Portugal disse...

Excelente, vai já para a "blogosfera relevante"!

Tenho que confessar que, desta vez, achei que tinha mesmo sido de vez... a sua partida, quero eu dizer. Ainda bem que me enganei! Há poucos com o seu nível intelectual na blogosfera nacionalista. E ainda há menos com a capacidade de separar o essencial do acessório. A falta dessa capacidade tem sido o grande calcanhar de Aquiles do nacionalismo português. "100 gajos, 100 líderes", conforme o Sr. Hamsun bem diagnosticou em tempos.

Quanto aos blogues, se calhar, o Sr. Hamsun é demasiado exigente consigo próprio. Eu estou plenamente convencido de que não é suposto um blogue sair como desejamos. Há demasiadas variáveis envolvidas. Eu, eu relação ao meu TU, também nem sempre consigo que as coisas me saiam como eu gostaria. E também já tive alguns impulsos para apagá-lo, sobretudo no início, quando isto estava infestado de nazionalistas.

Felizmente, já cheguei a um ponto da minha vida em que me conheço razoavelmente bem e sei que, se apagasse o TU, acabaria inevitavelmente por regressar à blogosfera. Em tendo o bichinho, não há nada a fazer. Pode-se tentar suprimi-lo e até conseguir durante uns tempos, mas ele acaba sempre por vir ao de cima.

E para não me chatear, adoptei um critério de satisfação de mínimos olímpicos: o meu objectivo neste momento é apenas divulgar as notícias relevantes para o combate nacionalista e ir trocando umas impressões com os leitores. Não tenho vida para mais do que isso.

Saudações Nacionalistas! E bem-vindo de volta!

Sr. Hamsun disse...

É, o vício é danado. Mas acho que, desta vez, a coisa é capaz de resultar melhor. De resto, de todos os blogues que já tive o primeiro acabou mesmo por ser o melhor (a cidade do sossego) e aquele que mais próximo esteve do que pretendi. Este vai-se aproximar mais desse modelo. É a tal coisa, não há amor como o primeiro...

Afonso de Portugal disse...

Eheheh... agora mais a sério, o grande problema de apagar blogues é que se perde uma parte significativa da nossa audiência. E isto, só por si, já justifica a continuidade do blogue. Eu lembro-me que, no seu auge, a "A Cidade do Sossego" tinha uma audiência média ligeiramente superior à que o TU tem hoje.

Além disso, o encerramento de blogues da área nacionalista/patriótica tem um impacto psicológico terrível naqueles que continuam por cá. É inevitável ter pensamentos negativos do género: "Mais um que deitou a toalha ao chão! Raios partam, isto do nacionalismo na internet não consegue ganhar momento!"

Conforme já falámos em tempos, o grande problema não é tanto a pertinência e relevância do coutúedo que publicamos, é o facto de o Blogger, enquanto plataforma de divulgação de counteúdos, ter sido largamente ultrapassado pelo Facebook, pelo YouTube e até pelo Twitter. E isto a nível europeu, porque a nível norte-americano ainda há o Instagram, o Reddit, o Pinterest e o MySpace.

Eu tenho tentado contornar essa imitação angariando leitores no Google+, mas tenho tido resultados bastante fracos. A maioria dos meus seguidores nem sequer é portuguesa, os portugueses adoram o Facebook e o YouTube, mas gostam muito pouco do resto. Houve uma altura que estava tentado a fazer vídeos de cariz nacionalista no YouTube, mas até isso requere uma abordagem muito específica, sob pena de falhar espectacularmente. Se algum dia eu decidir dar o salto, terei de planear cuidadosamente o tipo de vídeo que vou fazer.

Seja como for, acho que temos todos de começar a pensar mais seriamente em como chegar a mais pessoas. Ter uma centena de visualizações por dia é manifestamente insuficiente para fazer a diferença a longo prazo. Precisamos de descobrir formas de alargar a nossa audiência.

Afonso de Portugal disse...

*requer e não 'requere'

Sr. Hamsun disse...

É isso, é. Se bem me lembro, a Cidade estabilizou nos 100 visitantes diários. Ao fim de dois anos. Só blogues como o insurgente e assim é que conseguem alguma visibilidade, por isso é que compensa ir lá deixando comentários. Aliás, pelo que se vê de comentários aí, no Blasfémias e no Observador (e no DN), entre outros, dá para ver que há cada vez mais gente de olhos abertos. De facto, o facebook chega a mais gente, já andei por lá mas cansa. Perde-se muito tempo a responder e a ver isto e aquilo. Além de que é mais fácil a dispersão. Saúde.

Afonso de Portugal disse...

Sr. Hamsun disse...
«(...) pelo que se vê de comentários aí, no Blasfémias e no Observador (e no DN), entre outros, dá para ver que há cada vez mais gente de olhos abertos.»

Também tenho essa sensação. Recentemente, um colega de trabalho que até é bloquista confessou-me que a questão dos refugiados o deixava desolado em relação ao seu partido. Parecia-lhe irracional que se acolhesse todo e qualquer caramelo a pretexto de ter fugido à guerra.


«Perde-se muito tempo a responder e a ver isto e aquilo. Além de que é mais fácil a dispersão. Saúde.»

Sem dúvida, sempre encarei o Fuçaslivro como um santuário de narcisistas, com aquele sistema de "gostos" degradante. Decididamente, a coisa não é para mim... saudações nacionalistas!

Sr. Hamsun disse...

Ainda em relação ao que dissemos, tenho uma irmã cuja visão era a tradicional. Sempre que eu ia de visita à família fazia um bocado de propaganda, mas ela dizia que os invasores eram boa gente e tal, o costume. Na última visita que fiz, no mês passado, constatei que a opinião tinha mudado. Também já acha que o que se vive ultrapassa o concebível, que as cedências da Europa são uma vergonha, que o que se passa em muitas cidades da Europa é inadmissível. Mesmo agora, no dia dos atentados em Bruxelas, comentei na escola que islão e democracia ( e Ocidente) são incompatíveis e tive várias colegas (curiosamente mulheres) a concordar. E tenho conversado regularmente com um outro professor que é de esquerda (chegou a militar no MRPP) e também ele vê com maus olhos a invasão. Ou seja, há cada vez mais gente de olhos abertos. Ainda há receio da catalogação (o "racista", "xenófobo"), mas o que se vê é que a gente comum está contra a invasão. Só os que têm interesse nela, os traidores assumidos, o esquerdalho fanático anti-ocidental, cosmopolitas e seguidores fanáticos do herege argentino mantêm a linha. Claro que ainda são muitos e poderosos, mas esta questão pode ser o ponto de viragem. Saúde.

Afonso de Portugal disse...

Isso é deveras encorajador! As escolas, sobretudo as universidades, são geralmente os grandes bastiões do marxismo. É por isso que é muito reconfortante saber que alguma coisa está a mudar no seu interior. Porque se está a mudar nas escolas, é muito provável que esteja também a mudar no resto das instituições e da sociedade em geral.

Obrigado por partilhar a sua experiência, caríssimo. Perceber que a mensagem está a passar dá sempre alento e mais vontade de continuar!

A questão é que ainda é preciso trabalhar muito para que esses sinais se transformem numa tendência definitiva. E é precisamente aí que nós entramos, como formiguinhas empenhadas, ao levar os pequenas migalhas que escrevemos nos blogues até ao formigueiro do nacionalismo, na esperança que com isso consigamos sobreviver ao inverno demográfico e à iminvasão que assola a Europa.

Um grande bem-haja, Sr. Hamsun! Saudações nacionalistas!

João José Horta Nobre disse...

«Só blogues como o insurgente e assim é que conseguem alguma visibilidade, por isso é que compensa ir lá deixando comentários.»

Eu acho que fui banido do Insurgente, pois cada vez que lá tento deixar um comentário, os mesmos nunca são publicados. Não encontro motivos para tal, pois eu nunca tive discussões com ninguém de lá. Talvez simplesmente não gostem de mim porque tenho feito muitas e pesadas críticas ao Neoliberalismo. Não sei.

«Seja como for, acho que temos todos de começar a pensar mais seriamente em como chegar a mais pessoas. Ter uma centena de visualizações por dia é manifestamente insuficiente para fazer a diferença a longo prazo. Precisamos de descobrir formas de alargar a nossa audiência.»

Eu não me posso queixar, a minha tasca internética pouco a pouco vai crescendo e neste momento ando numa média de cerca de 300 a 400 visualizações diárias. Nada mau, para um blog que nasceu por mero acidente nos idos de 2011 e que conseguiu sobreviver a várias reformulações e a um ataque recente que só ocorreu por mero descuido meu.

Eu nunca tive intenção de politizar o História Maximus, inicialmente aquilo era apenas para servir de local de divulgação de alguma curiosidades históricas e pouco mais ligado à minha área de estudos. Mas como o bichinho da política sempre foi mais forte do que eu, não demorou muito até eu me deixar levar no espírito da crítica política e social. Não estou arrependido.

Afonso de Portugal disse...

João José Horta Nobre disse...
«Eu acho que fui banido do Insurgente, pois cada vez que lá tento deixar um comentário, os mesmos nunca são publicados.»

Isso é realmente muito estranho... eu já não comento lá há uns bons anos, mas não me recordo de ter tido problemas. Talvez seja um fenómeno recente.


«Eu não me posso queixar, a minha tasca internética pouco a pouco vai crescendo e neste momento ando numa média de cerca de 300 a 400 visualizações diárias.»

Não é nada mau, para um blogue, eu nem metade disso tenho. Só que o problema é que os mé(r)dia têm dezenas, até centenas de milhares de visualizações por dia. E nem vou às novelas e ao futebol, porque aí chega-se mesmo aos milhões! O problema da blogosfera nacionalista é precisamente esse: aqueles que chegam até nós e nos lêem são muito poucos relativamente à população que leva com a porcaria debitada pelos donos do sistema.

«Mas como o bichinho da política sempre foi mais forte do que eu, não demorou muito até eu me deixar levar no espírito da crítica política e social. Não estou arrependido.»

Sim, sim, apesar de termos que levar com alguns atrasados mentais de vez em quando, saber que a mensagem acaba por chegar a alguns, mesmo sendo poucos, acaba sempre por fazer o resto valer a pena!