segunda-feira, 7 de março de 2016

Economista de topo da Alemanha alerta para os custos de acolher os refujiadistas


   O Presidente do Instituto de Investigação Económica da Alemanha, o economista Hans-Werner Sinn,  Professor na Universidade de Munique, duvida que a entrada massiva de refugiados possa ajudar a economia do "motor da Europa".


O Professor avisou, num discurso proferido em Munique, que o mais provável é que os imigrantes venham a custar somas avultadas ao estado alemão, devido às suas baixas qualificações. O Doutor Sinn não está sozinho nesta suspeita. O economista Bernd Raffelhüschen, Professor na Universidade Albert Ludwig de Friburgo, estimou um custo médio de 450 mil euros por cada refugiado, um valor que o Doutor Sinn considerada optimista, por partir do pressuposto de que os "refugiados" seriam integrados rapidamente no mercado de trabalho.

O Professor Sinn está bastante preocupado com o estado alemão, sobretudo porque ele é um dos principais responsáveis por proteger os activos colectivos que os alemães foram acumulando ao longo de várias gerações. A política de portas abertas ameaça este património. "As sociedades abertas e liberais só podem existir com cercas e não sem elas.", disse. Mas a maioria das pessoas na Alemanha ainda não parece ter percebido as suas palavras.

Aliás, o Professor Sinn bem podia tentar explicar isso aos energúmenos da nossa "direitinha", que estão convencidos que a Mer(D)kel vai salvar a Alemanha e a Europa graças aos refujiadistas.

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Ver também:

Estatísticas sobre a integração dos "refugiados" nos EUA...
Entretanto, na Alemanha... (5): alemães estão a comprar cada vez mais armas
Elite teme regresso de portugueses emigrados
Ainda sobre as mundaças demográficas na Califórnia...
O PNR denuncia mais benefícios para os estrangeiros (em detrimento dos Portugueses)

12 comentários:

Bilder disse...

No entanto os "socialistas universalistas" não querem saber dessas opiniões,veja-se o que diz o Costa das chamuças http://rr.sapo.pt/noticia/48675/primeiro_ministro_esta_tem_de_continuar_a_ser_a_europa_de_schengen?utm_source=rss

Bilder disse...

Outro interessante post http://tocadocoelhovoador.blogspot.pt/2016/03/brazil-multiracial-dream-come-true.html

Bilder disse...

Entretanto ontem aquela reunião(mais uma)em Bruxelas http://rr.sapo.pt/noticia/48710/dias_da_migracao_irregular_para_a_europa_acabaram ,será que acabaram mesmo?

Afonso de Portugal disse...

Essa gente continua a querer gozar com a nossa cara! Então estão a entrar mais refujiadistas na Europa do que nunca e esse palhaço ainda tem a lata de dizer os dias da imigração ilegal acabaram?

Esta "gente" da UE está mesmo a precisar de passar uns valente anos na prisão!...

Bilder disse...

E gozam com todos nós com a complacência/cumplicidade de todas as instituições,em especial com aquela instituição(em todas as nações europeias)que anda a "mando" desta gente demente,e que era suposto ser o garante da soberania,no entanto andam a "ajudar" à invasão há vários meses no mediterraneo.

Afonso de Portugal disse...

Nem mais!

Anónimo disse...

É fato que muitas pessoas estão fartas dos refugiados, que em verdade nem refugiados são.
Porém com a perversão do debate político e manipulação do discurso ninguém pode rechaçar publicamente os tais alógenos, seria declarado racista, xenófobo e então excluído do cenário político sério.

A solução encontrada por alguns é creditar à presença dos tais imigrantes um déficit orçamentário tamanho que dificulte o andar da carruagem para os empresários e banqueiros do país, esta é a linguagem apropriada para tratar com o poder dominante.

Mesmo que os objetivos reais de denunciar uma suposta "quebra da seguridade social" ou "problemáticas economicas" sejam outros - impedir a ralé árabe e negra de entrar, mesmo assim é preciso jogar o jogo da elite, e empregar no momento sua novilíngua.

Apenas crianças mimadas e inadaptáveis falariam publicamente que "não queremos mais negros e árabes pois irão destruir nossa sociedade", esse é um discurso proibido; o ideal é falar em prejuízos financeiros, em desemprego futuro,etc.

A elite sabe muito bem o que se passa e usa a bel prazer a dupla moral de seu discurso, porém não pode prescindir da legitimidade deste politicamente correto que ela mesma criou e pelo qual vampiriza a sociedade.

Renato Santon

Afonso de Portugal disse...

Renato Santon disse...

«(....) com a perversão do debate político e manipulação do discurso ninguém pode rechaçar publicamente os tais alógenos, seria declarado racista, xenófobo e então excluído do cenário político sério.»

Sim, essa é a grande dificuldade. É preciso denunciar o que está acontecendo, mas com moderação, para não se cair no racismo primário. É isso que afasta o eleitorado moderado que é, quer queiramos quer não, a maior parte do eleitorado.


«A solução encontrada por alguns é creditar à presença dos tais imigrantes um déficit orçamentário tamanho que dificulte o andar da carruagem»

Julgo que essa solução é muito importante, mas tem obrigatoriamente de ser acompanhada por outras medidas para surtir um efeito significativo. Também é necessário:

- Apontar a elevada criminalidade entre os invasores e a sua sobre-representação entre a populaçao prisional.
- Denunciar a forma como os políticos, empresários e clérigos têm beneficiado com a imigração massiva.
- Denunciar os líderes dos países terceiro-mundistas que, como política deliberada, estão a tentar resolver os seus problemas de excesso populacional e escassez de recursos enviando as suas populações para colonizar o Ocidente.
- Denunciar todas as formas de exploração de mão-de-obra barata imigrante nos países ocidentais.
- Denunciar a perseguição aos brancos em países como a África do Sul e aos cristãos no Médio Oriente, para assim criar nas populações do Ocidente um sentimento de injustiça e de revolta.


«Mesmo que os objetivos reais de denunciar uma suposta "quebra da seguridade social" ou "problemáticas economicas" sejam outros - impedir a ralé árabe e negra de entrar, mesmo assim é preciso jogar o jogo da elite, e empregar no momento sua novilíngua.»

Em cheio, caro Renato! Infelizmente, há muitos nacionalistas que ainda não compreenderam isto. E não é só em Portugal, é um pouco por todo o Ocidente. O nosso discurso tem de ser muito inteligente, sub-reptício até. Os marxistas culturais chegaram ao poder jogando sujo. É uma ilusão pensar que poderemos chegar ao poder jogando limpo.

Renato Santon disse...

Verdadeiro, e hoje temos mais um argumento muito forte, o ISIS.

Os atentados da maratona de Boston e Bataclan são exemplos do que pode acontecer com o ocidente caso essa imigração não seja contida.

Simplesmente não há como deixar as fronteiras abertas pois soldados veteranos do ISIS estão vindo de toda África e oriente para criar divisões na europa, ficarão instalados a espera de um sinal.

Leve-se em conta algo, esses sujeitos já participaram de uma guerra por mais de 5 anos, são soldados duros, feitos experientes. Não é algo com que a polícia européia possa lidar. Agora imagine uma cidade como Marseille com 1 milhão de muçulmanos ao entorno, o que falta para haver uma catástrofe ? Há áreas gigantescas em que o poder estatal francês não entra, isso seria uma parte do território islâmico ?

Leve-se em conta outra coisa: a religião islâmica é imperial como o cristianismo, ela visa a conquista de novos adeptos e territórios e geralmente em contato com o ocidente os imigrantes tendem mais a dominar do que serem "catequizados", essa impossibilidade religiosa de absorção dos imigrantes é mais um fator que nos leva a fechar fronteiras.

Lembremo-nos que nem só de semitas e magrebinos vive o estado islâmico. Há negros senegaleses, líbios e ao menos 90 milhões de nigerianos muçulmanos hoje parte do braço armado do ISIS na Nigéria, Boko Haram, então vigilância estrita ao muçulmano semita e permissividade ao negro imigrante é um erro colossal, todos devem ser barrados.
(sim, tem 90 milhões de negros muçulmanos na Nigéria, não é erro. Ao que parece a vontade geral de cada um - fomentada pela média européia - é viajar para a Suécia-Alemanha, casar e formar uma "família")

Afonso de Portugal disse...

«Simplesmente não há como deixar as fronteiras abertas pois soldados veteranos do ISIS estão vindo de toda África e oriente para criar divisões na europa, ficarão instalados a espera de um sinal.»

Eu também estou convencido disso. E acho muito sinceramente que os europeus são tolos por se terem deixado desarmar. Ter uma arma, nem que seja um simples revólver, poderá fazer a diferença quando a violência começar.


«Há áreas gigantescas em que o poder estatal francês não entra, isso seria uma parte do território islâmico ?»

O mais inacreditável é que apesar de não o serem oficialmente, já o são em termos práticos. Há muitas zonas em França, no Reino Unido, na Suécia, na Dinamarca e agora até na Alemanha, onde o ocidental comum não pode entrar sem ser roubado, ou agredido, ou pior...

O que mais me impressiona é a passividade das pessoas desses países perante essa situação. Em Malmö (Suécia), por exemplo, há já vários anos que a polícia se recusa a entrar em certas áreas e mesmo os bombeiros e pessoal de emergência média hesita, por serem frequentemente apedrejados e agredidos pelos residentes dessas áreas. Como é possível que os suecos permitam isto anos a fio e continuem a votar nos governos que provocaram esta situação?

É isso que eu não entendo. Dá a sensação que os europeus não querem saber do que se passa nos seus países, desde que vivam em áreas sem conflitos e em relativa prosperidade. Este egoísmo dos europeus para com os outros europeus poderá muito bem ser a causa do nosso declínio.


«permissividade ao negro imigrante é um erro colossal»

O problema é que barrar só por ser negro é "racismo"! E ainda por cima a África subsariana é precisamente a região do mundo com as maiores taxas de natalidade...

Renato Santon disse...

"O problema é que barrar só por ser negro é "racismo"! E ainda por cima a África subsariana é precisamente a região do mundo com as maiores taxas de natalidade..."

Isso até era antes amigo. Mas com esses 90 milhões de muçulmanos nigerianos, do Mali, do Sudão, Senegal... todos negros, então qualquer negro vindo da áfrica pode ser um terrorista e agora existe um motivo para barrá-lo, por terrorismo e não mais por racismo.

As necessárias investigações ao passado do migrante para ver se ele é um terrorista ou não devem ser minuciosas o suficiente para engessar o trabalho dos funcionários responsáveis e tornar tudo mais lento e difícil, eis uma maneira politicamente correta de deter migrantes.

Sabemos que os média europeus são ligados ao sionismo e a Israel de alguma forma ou outra, são anti-árabes em geral e adoram taxar qualquer muçulmano como terrorista pois isso os favorece na luta por territórios com a Palestina. Essa é a guerra cultural deles.

O combate ao terror faz parte do vocabulário aceito por essa escumalha estrangeira que manda em nossas TVs e rádios, agora essas palavrinhas tão amplas, "combate ao terror", podem ser usadas por nós também para deter qualquer imigrante árabe ou africano.

Afonso de Portugal disse...

Renato Santon
«agora existe um motivo para barrá-lo, por terrorismo e não mais por racismo»

Caro Renato, você é uma pessoa bem inteligente e sua análise seria certeira num mundo são. Mas nós não vivemos num mundo são... acredite, a situação na Europa é tão orwelliana que jamais um negro poderá ser detido apenas pelo seu potencial terrorista. Há mil e uma agências "humanitárias" e dos "direitos humanos" que o impediriam. Existem apenas para denunciar as "detenções abritrárias" e o "racismo institucional dos europeus".

Por exemplo, a esquerda tem conseguido impôr o seu termo desonesto "islamofobia" porque tem conseguid associar a palavra "muçulmanos" a "pessoas castanhas da Ásia e do Médio Oriente."

A Europa parece um hospício gigante, meu caro. E nada resultará enquanto os actuais governantes não forem removidos do poder.