sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Discurso do Presidente do PNR contra a islamização da Europa


Proferido no dia 13 de Fevereiro no protesto contra a islamização que o Partido Nacional Renovador (PNR) efectuou no Martim Moniz:

«Patriotas! 

Hoje, estamos aqui em protesto, mas sobretudo para dar um sinal de esperança, já que representamos todos aqueles portugueses, cada vez mais, que não se deixam dominar pelo politicamente correcto e pela ditadura do pensamento único, imposto pelos donos do poder através dos seus poderosos meios de lavagem cerebral, tendo à-cabeça a comunicação social. 

Nós pensamos por nós próprios, sentimos o sangue português correr-nos nas veias e não temos medo de enfrentar o sistema! 

Estamos, no tempo presente, perante uma ameaça gravíssima e por demais evidente, que é a islamização da Europa, agravada agora com esta invasão dos denominados “refugiados”. A Europa está a deixar-se invadir, a meter cá dentro um perfeito “Cavalo de Tróia” e os primeiros culpados são precisamente os nossos governantes. Os de dentro! Traidores e criminosos, são os responsáveis directos pelo genocídio futuro dos nossos povos! 

Os governantes europeus e ocidentais, cometeram um grave erro que consistiu num abuso, na intromissão em nações soberanas, promovendo as chamadas “Primaveras Árabes”, dando cabo dos regimes existentes nesses países, os únicos capazes de garantir a ordem e agora o resultado está à vista: mergulharam tais nações em guerras, conflitos tribais, desordem e caos. Não contentes com isso, cometem um erro ainda maior, ao permitir e até incentivar a invasão maciça de gente a quem chamam “refugiados”, o que não deixa de ser um contra-senso, pois destituíram regimes de onde não se fugia para criarem “paraísos” de onde se foge. 

Esta nova vaga invasora vem agravar, ainda mais, o drama de tantas nações, sobretudo do centro da Europa, já tão destruídas pelo multi-culturalismo e pelo desmantelamento progressivo das suas identidades. A Europa, por culpa dos seus próprios dirigentes e de uma parte da população, submissa e cúmplice, está a suicidar-se e a assistir a uma autêntica substituição populacional. É um crime contra os nossos! 

Em Portugal, se o cenário não é sequer aproximado ao dos países mais afectados, isso é só por enquanto. Alguém duvida que dentro de poucos anos estaremos iguais? Basta vermos como todos os partidos com assento parlamentar apoiam a vinda dos “refugiados” e tudo o que isso implica. 

E vejamos os casos recentes, bem elucidativos da mentalidade dominante. O facto de o Primeiro-Ministro ter ido “dar graxa” à Merkel com a promessa de ofertas de 2000 vagas no Ensino Superior e ainda no sector agrícola, destinados a esta gente. E que dizer da mensagem da Secretária de Estado, Catarina Marcelino, ao defender a vinda de muitos imigrantes muçulmanos para resolver o problema demográfico do país? Ou seja, está assumidamente a promover a substituição populacional. Isto tem um nome: crime de traição! 

E que dizer, também, da Câmara Municipal de Lisboa que vai gastar 3 milhões de Euros (se não forem bem mais!) com a construção de uma mesquita no coração da nossa capital? O Estado laico não deveria, antes, gastar o dinheiro com os seus, em lugar de alimentar o crescimento da comunidade muçulmana? Isto é uma vergonha! 

Mesmo pondo de lado esta injustiça para com o nosso próprio povo, importa denunciar que a importação de islâmicos compromete o nosso futuro, a nossa identidade e a segurança interna. 

Felizmente, há um conjunto de Portugueses conscientes, Patriotas, à semelhança do que se sucede noutros países Europeus e que nunca aceitará esta situação. Lutaremos sempre, por todos os meios, incansavelmente, contra a islamização das nossas nações e contra os responsáveis por ela. Não temos medo de afirmar, com todas as letras, que não podemos nem devemos aceitar no nosso país, imigração que traga no seu seio violadores, terroristas, agitadores e assumidamente invasores.

E mais! Por defendermos a nossa identidade e a nossa cultura, não queremos que alguma vez nos sintamos condicionados nem tenhamos bairros ocupados, nem aceitamos mesquitas, nem ver nas nossas ruas mulheres com burca ou véu ou qualquer traje estranho à nossa cultura e revelador de uma posição submissa e escrava das mulheres. Esta gente nada tem que ver connosco e não os queremos cá! Não queremos ter entre nós a semente da guerra e da violência, da barbárie e do terrorismo. 

Portugal é dos Portugueses e só devemos acolher as pessoas que estão por bem e que se rejam pelo nosso modo de vida. Os outros não são bem-vindos. Urge reconquistar aquilo que é nosso, antes que seja tarde! Urge que os verdadeiros patriotas se desinstalem, estejam alerta e lutem pela Pátria. Urge começar a luta pelo cerne da questão: combater o actual sistema e os seus donos. Para os governantes culposos e para o invasor islâmico, só temos um recado: façam boa viagem! 

Só o PNR pode garantir a nossa soberania, identidade, ordem e segurança. Só o PNR e mais nenhum outro, com políticas nacionalistas, será capaz de renovar o orgulho de sermos Portugueses e o esplendor nacional! 

Viva Portugal!»

3 comentários:

FireHead disse...

O José Pinto-Coelho é capaz de ser pagão, não é? ;)

Afonso de Portugal disse...

Hum?... Ele já se confessou várias vezes como católico! Ah, já percebi, estavas a ser irónico!!!

Comigo é tão simples quanto isto, meu caro: quem quiser limitar a imigração e preservar a identidade e o património material e imaterial dos portugueses é um Nacionalista. Não ligo muito à questão da religião. Aliás, não ligo nada! Um Nacionalista não se define apenas por aquilo em que acredita mas, sobretudo, por aquilo que faz na prática.

E espero que não fiques ofendido, mas acho sinceramente que esta guerra Cristianismo vs. Paganismo a que temos assistido recentemente na blogosfera patriótica é um bocado como aquelas discussões sobre as arbitragens dos jogos Benfica-Porto: todos ralham e alguns até insultam, mas sabe-se logo à partida que jamais haverá consenso entre os adeptos de cada facção.

Bilder disse...

Estou de acordo com a análise do Afonso mas infelizmente penso que não temos forças políticas à altura,e apoiar o pnr nessa luta é um erro pois está queimado(justa ou injustamente)na sociedade tuga.