quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Paul Joseph Watson sobre a "arte" moderna


«Porque é que a "arte" moderna é tão má e o que é que isso diz sobre a nossa sociedade?» Paul Joseph Watson (Infowars) desenvolve neste vídeo.

8 comentários:

Anónimo disse...

Já sabes é o candidato para Mayor de Londres pelos Trabalhistas? Um paquistanês..
Já sabes é o candidato para Mayor de Londres pelos Conservadores? Um Rothschild...

G, o cigano

João José Horta Nobre disse...

Não concordo, ou melhor, discordo em parte.

Há exemplos geniais de arte contemporânea, como o caso de alguns surrealistas como Dalí e Magritte, a partir da década de 1980 é que o Mundo artístico parece que começou mesmo a ir pelo cano abaixo e hoje está pelas ruas da amargura no que toca a pintura.

FireHead disse...

Eu não percebo nada de arte, digo-te já. Só sei que se eu soubesse falsificar assinaturas como a do Picasso, possivelmente a esta hora eu poderia estar rico.

Afonso de Portugal disse...

G, o cigano:
«Já sabes é o candidato para Mayor de Londres pelos Trabalhistas? Um paquistanês...»


Não me surpreende mesmo nada, uma vez que a cidade já não é maioritariamente branca. Aliás, hás uns tempos até fiz este postal, no qual se mostrava que todos os candidatos a "young mayor" de Londres eram mestiços ou alógenos:

http://totalitarismouniversalista.blogspot.pt/2015/09/o-verdadeiro-significado-da-palavra.html

E também fiz este outro, onde explico porque é que isso aconteceu e irá acontecer em cada vez mais cidades europeias:

http://totalitarismouniversalista.blogspot.pt/2015/12/porque-e-que-esquerda-incentiva.html


«Já sabes é o candidato para Mayor de Londres pelos Conservadores? Um Rothschild...»

Essa também não me surpreende, mas gostava de ter um link... podias fazer-me o favor de o providenciar?

Afonso de Portugal disse...

João José Horta Nobre disse...
«Há exemplos geniais de arte contemporânea, como o caso de alguns surrealistas como Dalí e Magritte»

Sim, mas daquilo que retiro do vídeo não é a esses que o PJW se está a referir. Tendo em conta os vários exemplos ofercidos no vídeo, ele visa exclusivamente aquilo que hoje em dia se designa por "arte moderna conceptual", o fazer arte daquilo que não tem qualquer valor, nem prático, nem asbtracto. Coisas deste género:

http://totalitarismouniversalista.blogspot.pt/2015/04/depois-de-as-sereias-aqui-fica-mais.html

http://totalitarismouniversalista.blogspot.pt/2015/02/as-sereias-peca-de-teatro-feminista.html

FireHead disse...
«Eu não percebo nada de arte, digo-te já. Só sei que se eu soubesse falsificar assinaturas como a do Picasso, possivelmente a esta hora eu poderia estar rico.»

Eheheheh... mas também não precisas de perceber grande coisa: quem olha para o tecto da Capela Sistina e depois olha para as várias "obras de arte" apresentadas no vídeo do PJW, só pode tirar uma conclusão. A menos, é claro, que seja maluco... ou um "visionário" da esquerda "modernaça" e "progressista".

João José Horta Nobre disse...

Já agora aproveito para referir que o Salvador Dalí, segundo consta, tinha simpatias pelos Franquismo e por causa disso acabou bastante isolado no Mundo da arte, em termos de amizades pessoais.

Não esquecer que a vanguarda artística nacionalista dos anos 1920-1930, era bastante a favor da arte contemporânea, nomeadamente, um dos mais ilustres membros do Partido Fascista Italiano era o pai do Futurismo, o famoso Marinetti, um anti-tradicionalista fanático e se não estou engando, até foi quem escreveu parcial ou totalmente o Manifesto Fascista...

Afonso de Portugal disse...

Dali foi realmente um génio, não ponho isso em causa, independentemente da sua filiação política. Qualquer indivíduo que ponhas os olhos o Cristo de São João da Cruz e não reconheça o génio de quem a pintou não pode estar bom da cabeça.

A questão é que aquilo que a que se chamava arte contemporânea no início do séc. XX não tem nada a ver com aquilo a que se passou a chamar a partir da década de 60 e, sobretudo, a partir dos anos 80, quando a geração da "paz, amor e tolerância" tomou conta das grandes universidades europeias e norte-americanas.

Quem me quiser convencer, como já acontceu, que um código de barras numa folha A-4 é uma reflexão genial acerca da sociedade de informação e dos perigos da vigilância global só pode estar a gozar com a minha cara. E depois há também a "arte choque", que é feita apenas mesmo para criar um efeito de colisão e de ruptura com os valores sociais tradicionais. O exemplo mais gritante e talvez o "Piss Christ" do Andrés Serrano, mas há cada vez mais herdeiros do género. Por exemplo, não se o Professor já ouviu falar na Milo Moiré, uma "artista" suíça que ganhou fama ao desfilar nua pelas ruas de Paris. O seu ex-libris "artístico" foi enfiar uma série de ovos com tintas de várias cores na parreca e fazer "pinturas" deixando cair esses ovos sobre uma tela:

https://www.youtube.com/watch?v=wKFZOIv5sS0

É a esta "arte" moderna que o PJW se está a referir. Infelizmente, é o tipo de "arte" moderna que predomina actualmente.

João José Horta Nobre disse...

«A questão é que aquilo que a que se chamava arte contemporânea no início do séc. XX não tem nada a ver com aquilo a que se passou a chamar a partir da década de 60 e, sobretudo, a partir dos anos 80, quando a geração da "paz, amor e tolerância" tomou conta das grandes universidades europeias e norte-americanas.»

Ah sim, sim, isto dos anos 1960 para a frente foi sempre a decair, tendo-se acentuado especialmente a partir dos anos 1980.