segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Marxismo Cultural para Totós (5): os brancos têm de ser sempre "os maus"!


    Quem segue este blogue, saberá aquilo que aconteceu há uns dias em São Bernardino, na Califórnia. Um jovem casalinho de muçulmanos fãs do Estado Islâmico (ISIS) decidiu dar asas à sua paixão por Alá -também conhecida por Jihad- e matou 14 dos seus colegas de trabalho a tiro, antes de serem perseguidos e abatidos pela polícia. Ei-los aqui, para os mais curiosos:

Um casalinho "vibrante": Tashfeen Malik e Syed Farook!


...E aqui ficam algumas das suas vítimas:



  
    Ora, como se o facto de este massacre ter acontecido não fosse suficiente, os "jornalistas" dos EUA ainda quiseram, de forma inacreditavelmente descarada, culpar os brancos por esta tragédia! Vejam por exemplo o que a Salon, publicação online de extrema-esquerda que há tempos publicou uma série de crónicas a relativizar a pedofilia, colocou na sua edição de há dois dias atrás (à direita) e compare-se com o que a mesma Salon escreveu quando o supremacista branco Dylann Roof matou vários negros numa igreja (à esquerda):










Ou seja, quando um branco mata, TODOS os brancos são culpados.
E quando um não-branco mata... TODOS os brancos são culpados à mesma!


Mas há mais!... Vejam só a capa que a New Yorker tencionava inicialmente usar na sa próxima edição... o casal na foto pretendia representar os atiradores de São Bernardino! É que o problema, explicam os "jornalistas" da New Yorker, está na facilidade com os americanos acedem às armas! Esta acabou por ser cancelada quando a identidade racial dos terroristas veio a público... mas o que conta é a intenção!



Mas ainda não ficamos por aqui! Os mé(r)dia afectos à esquerda continuam a espumar-se de raiva por causa do destaque que foi dado aos ataques. Na tenebrosa MSNBC, conhecida por aldrabar peças jornalísticas (ver primeira hiperligação na secção "ver também"), há quem esteja muito indignado com a cobertura jornalística do massacre. Porquê? É que os jornalistas revelaram a face da assassina islâmica Tashfeen Malik. Ora, como "explica" a triste criatura na imagem em baixo, "isto é muito grave" porque, como a Sr.ª Malik andava sempre com a cara coberta, revelar a sua cara nos jornais pode ofender os muçulmanos!

 O nome desta triste criatura é Melissa Harris-Perry. Mais louca do que ela, só mesmo a fufa Rachel Maddow!


Mas esperem, não vomitem ainda porque há mais! No New York Daily News há uma "jornalista" que tem um nome que lhe assenta como uma luva: Linda Stasi. A Linda, que pelos vistos é tão feia por dentro que se devia chamar Pútrida, escreveu, a propósito das vítimas do massacre de São Bernardino: «Antes do ataque, Syed tinha várias discussões acaloradas sobre política e religião com um colega de trabalho judeu, Nicholas Thalasinos.» A grandessíssima vaca conclui: «Foi o ódio do funcionário municipal [para com o Islão] que levou o casal ao ódio e à morte de 13 pessoas inocentes.»

Linda Stasi: feia por fora, horrorosa por dentro!!!


Repare-se bem no que esta autêntica besta desumana que se faz passar por jornalista sugeriu: se o Sr. Thalasinos tivesse ficado calado acerca da sua visão política -e nem sequer sabemos se não foi o Syed a provocá-lo primeiro- este massacre poderia ter sido evitado!!! Mais, ela só conta 13 vítimas quando morreram 14! Portanto, ela não inclui o Sr. Thalasinos entre as vítimas, ele era um chauvinista que teve o que merecia!

Mas atenção, aguentem a comida no vosso estômago mais um pouco porque que o nojo me(r)diático ainda não fica por aqui... os mé(r)dia dos "states" estão tão apostados em branquear a imagem do terrorismo islâmico que o New York Times publicou este gráfico, verdadeiramente surreal:




O que é que os "jornalistas" do NY Times pretendiam mostrar com este gráfico? Que os muçulmanos cometem menos ataques terroristas do que os não-muçulmanos! Mas como bem observou o Robert Spencer no seu Jihad Watch, este gráfico é absolutamente ridículo, por várias razões.
  1. Começa após o 11 de Setembro, ignorando logo à partida as quase 3 mil mortes desse dia;
  2. Não inclui os vários ataques islâmicos frustrados pelas autoridades norte-americanas;
  3. Não inclui os ataques islâmicos fora dos EUA, que são em muito maior número e que revelam a tendência global da jihad;
  4. Ignora o facto de que os muçulmanos são uma escassa minoria da população dos EUA mas, ainda assim, é responsável por cerca de metade dos ataques incluídos no gráfico;
  5. No caso dos ataques cometidos por "não-muçulmanos", o gráfico mistura alhos com bugalhos, ao incluir pessoas com motivações totalmente diferentes e até incompatíveis, como o atirador do cinema de Aurora, James Holmes, ou o atirador da escola primária de Sandy Hook, Adam Lanza; o NY Times tenta assim criar, de forma gritantemente desonesta, a sensação de que todos os atiradores não-muçulmanos têm uma ideologia subjacente comum, quando nada podia estar mais longe da verdade! Já o mesmo não sucede no caso da guerra santa islâmica: todos os terroristas muçulmanos têm subjacente a mesma motivação de base, a devoção incondicional a Alá e ao ideal do Grande Califado!
Ora, ao longo desta série, Marxismo Cultural para Totós, eu tenho mostrado vários exemplos paradigmáticos de como os mé(r)dia têm uma estratégia muito clara e bem definida para denegrir os ocidentais e favorecer as "minorias". Mas hoje, o Nacional Liberalista trouxe-me uma hiperligação extremamente valiosa (muito obrigado!) que prova, sem margem para quaisquer dúvidas, que tudo aquilo que eu e outros nacionalistas temos andado a dizer sobre os mé(r)dia não é nenhuma alucinação, nem nenhuma teoria da conspiração.

Nos EUA existe a Sociedade dos Jornalistas Profissionais que, entre outras funções, publica de tempos a tempos "linhas de guia", i.e. códigos de conduta que os jornalistas em terras do Tio Sam devem adoptar de forma quase religiosa.

Vale a pena seguir a hiperligação acima e ler tudo mas, para os mais preguiçosos, o Nacional Liberalista fez uma triagem bem ilustrativa:

«Quando se escrever acerca do terrorismo, lembrem-se de incluir os supremacistas brancos, os anti-abortistas radicais e outros grupos com um historial semelhante.»

E também:

«Façam um esforço suplementar para incluir pessoas com feições mais escuras, homens e mulheres, sikhs, muçulmanos e outros devotos religiosos em todas as colunas de artes, negócios, sociedade e outras notícias e destaques, não apenas em histórias acerca da crise.»

E ainda há lá muitas outras tiradas deste género! Aqui fica a hiperligação novamente! É ver para crer!


Em jeito de conclusão, só posso dizer mais isto: quem ainda acredita no que vê na televisão ou lê nos jornais "de referência" é praticamente tão analfabeto como quem não vê notícias de todo! Se calhar, até é mais!!!...

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Ver também:

«A Narrativa» - Marxismo Cultural para Totós
Marxismo Cultural para Totós (2): um exemplo
Marxismo Cultural para Totós (3): a Insanidade Feminista
Marxismo Cultural para Totós (4): "branquear" os criminosos!
AMTV: autópsia a Michael Brown aniquila a narrativa do "racismo policial"
Os mé(r)dia e George Zimmerman, o "racista"
Um alógeno que consegue ver aquilo que muitos "nacionalistas" não querem ver...
Os horrores do "Privilégio Branco" no Canadá
A administração Obama e o "êxodo branco"
Al-Público mente sobre Marine Le Pen
A doutrinação imposta pelos mé(r)dia tugas
A realidade é sexista!
Politicamente Correcto vs. Verdadeira Europa
O futuro universalista dos super-heróis da nossa infância...
As lavagens cerebrais funcionam!
A verdadeira face do feminismo contemporâneo
Coisas que não vereis nos mé(r)dia "tugas"...
A glorificação me(r)diática da anormalidade

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