quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Bem-vindos à Europa (3)...

...mais concretamente ao metro de Paris:


Também há quem chame a isto diversidade! Não, não é piada...

____________
Ver também:


Bem-vindos à Europa (2)...
Bem-vindos à Europa...
Alunos de uma escola britânica...
Entretanto, na Noruega...
Depois de Marselha, Malmö torna-se a segunda cidade europeia maioritariamente islâmica

14 comentários:

João José Horta Nobre disse...

Uma pessoa até se arrepia a ver isso...

Afonso de Portugal disse...

Mesmo! Eu não sei se conseguiria entrar numa carruagem com tantos "jovens vibrantes"!

João José Horta Nobre disse...

Já passei por essa situação no metro de Lisboa. Um gangue de "jovens vibrantes" vindo não sei, apareceu de rompante às dezenas e com aspecto bastante assustador e delinquente. Assim que os vi a encherem as carruagens do metro como se fosse uma horda, desisti logo de ir naquele comboio, pois aquela gente comportava-se como um bando de autênticos selvagens, era gritos, cuspidelas, saltos e andavam à porrada já entre eles, agora imagine-se como será com os outros...

Solução: Deixei-os seguirem viagem sozinhos e esperei pelo comboio seguinte, pois não considerei que estivessem reúnidas as condições de segurança necessárias para eu correr o risco de me enfiar numa carruagem com mais de trinta "jovens vibrantes" de aspecto claramente ameaçador. Obviamente que estando no meu País, tenho de responsabilizar a classe política por isto, pois foi a classe política que trouxe esta gente para cá, sem sequer me perguntarem a minha opinião.

Afonso de Portugal disse...

João José Horta Nobre disse...
«aquela gente comportava-se como um bando de autênticos selvagens, era gritos, cuspidelas, saltos e andavam à porrada já entre eles, agora imagine-se como será com os outros... »

Eu também já reparei que, quando em grupo, os "jovens" tendem a comportar-se assim. Quando andava na universidade, "morei" durante uns meses numa residência para estudantes. Havia lá um fulano de Angola que, durante a maior parte do tempo, era bastante educado e respeitador. Mas de vez em quando, levava para lá uns quantos amigalhaços da sua terra. Era o descalabro! Cantavam, gritavam, fumavam tanta ganza que se sentia o cheiro dois pisos abaixo, batiam nas paredes até de madrugada, enfim... um deles uma vez até partiu uma cama de tanto saltar em cima dela! E se alguém lhes fosse pedir para fazer menso barulho ficavam irritados e agressivos!...


«não considerei que estivessem reúnidas as condições de segurança necessárias para eu correr o risco»

O que mais me revolta nesse género de situações é que eu não estou a ver o José Falcão ou o Boaventura Sousa Santos a pensar de forma diferente nessas circunstâncias. Falar é fácil, quando não se tem de passar pelas situações.

E já nem falo no Mários Soares, ou no Cavaco, muito menos no Portas. Nada disso, qualquer empresáriozeco ou professorzito militantemente anti-racista não abdica de se deslocar no seu carrinho que isso de andar de transportes públicos é para a ralé!

É por isso que eu digo sempre às pessoas, quando alguém tem a coragem de me chamar racista publicamente: "Tu por acaso andas de transportes púlicos todos os dias? Tu por acaso trabalhas rodeado(a) de imigrantes terceiro-mundistas todos os dias? Tu por acaso vives numm prédio ou numa rua onde predominem as "minorias étnicas"?

Quando eles, inevitavelmente, respondem "Não, mas..." eu interrompo-os imediatamente:

"Então se não, vê mas é se fechas a matraca e guardas as lições de moral para outro parvo qualquer, porque quem não tem conhecimento de causa não tem nenhuma legitimidade para falar!"


«(...) estando no meu País, tenho de responsabilizar a classe política por isto, pois foi a classe política que trouxe esta gente para cá, sem sequer me perguntarem a minha opinião. »

Isso é outra coisa que muitos não percebem: nós não vivemos numa verdadeira democracia! O povo vota, é certo, mas todas as decisões realmente importantes são tomadas à revelia do povo! E a imigração é um dos casos mais flagarantes: Portugal importou milhões -sim, já são milhões!- de iminvasores sem que os portugueses tivessem sido consultados. Isso não é democracia nenhuma.

Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
Bruno Dias disse...

"É por isso que eu digo sempre às pessoas, quando alguém tem a coragem de me chamar racista publicamente" Eu digo à "pessoa" que so me chama isso porque eu sou branco. Essas "pessoas" nunca chamarao um congoles ou um chines de racista.

Afonso de Portugal disse...

Bruno Dias disse...
«Essas "pessoas" nunca chamarao um congoles ou um chines de racista.»

Exactamente! Essa é outra das grandes hipocrisias dos nosso tempos o sentido é sempre de sentido único. E isso diz tudo o que precisamos de saber acerca desta gente.

Afonso de Portugal disse...

O comentário deixado às 01:04h pelo Monhé Costa foi eliminado por conter erros ortográficos grosseiros, mentiras, insultos, ameaças e um link para "música" de pretos.

Já te disse, rapazola, tu aqui não te armas em gangster! Isto não é o recreio da tua escolinha aí no Funchal... e eu não sou um dos teus coleguinhas de ganza! Ficas avisado: ou aprendes a agir como um ser humano, comportando-te de forma educada e respeitosa, ou não voltas a comentar aqui.

Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
Afonso de Portugal disse...

Insultar e ameaçar pessoas não é usar de liberdade de expressão, seu delinquente. Agora desaparece. Vai fumar ganzas com os teus amigos pretos, que aqui não voltas a falar.

FireHead disse...

Isto, se calhar, é mais ou menos como se sentem os índios na América ao verem muitos brancos que ainda por lá há. É claro que não tenciono estabelecer nenhum paralelo, até porque por exemplo aqui em Macau, que faz parte da China como região especial, também há ainda muitos brancos, e vê-se sempre muitos portugueses durante ocasiões festivas portuguesas que ainda hoje são realizadas aqui em Macau. Os chineses, sendo assim, também poderiam sentir-se incomodados por verem muitos brancos numa terra que é deles. Serve isto para dizer que devemos sempre olhar também para o outro lado das coisas. Também já passei por essa situação de ver muitos negros amontoados e com comportamentos agressivos e ameaçadores em Portugal. Mas convenhamos que não são todos assim e cairíamos no extremismo se considerarmos que todos os negros são maus como se não houvesse brancos maus também.

Nada tenho contra a imigração. Mas sublinho que é necessário haver um controlo apertado. Deixar entrar gente doutros países para Portugal, sim. Mas na condição de nos respeitarem e cumprirem com as nossas regras. E nunca, jamais, deixar que as minorias algum dia se tornem maiorias.

Afonso de Portugal disse...

FireHead disse...
«isto, se calhar, é mais ou menos como se sentem os índios na América ao verem muitos brancos que ainda por lá há»

Eu não tenho a menor dúvida que, no caso dos índios, é muito, mas muito pior! Roubaram-lhes a terra dos seus ancestrais, eliminaram sistematicamente as suas populações e obrigaram aqueles que quiseram manter o seu modo de vida a viver em reservas. É uma derrota completa!

É por isso que os europeus deviam aprender com o exemplo deles. Eles estavam tão habituados a lutar entre si que só perceberam a dimensão da ameaça quando já era tarde demais. E a juntar a isso, os invasores europeus detinham a superioridade tecnológica.

É por isso que eu fico sempre furioso quando um racista branco me vem dizer que "os pretos são burros e comportam-se como aniamis". Como se isso interessasse para alguma coisa! O que conta é o poder demográfico e a vontade de querer preservar os seus. E, nesse capítulo, os europeus encontram-se presentemente no ponto mais baixo de toda a sua história!


«Os chineses, sendo assim, também poderiam sentir-se incomodados por verem muitos brancos numa terra que é deles.»

Sem dúvida! Eu, como racialista coerente, jamais os condenaria por isso! Mas atenção, como tu bem sabes, a China não é uma nação etnicamente homogénea, mas um algomerado de nações.


«Mas convenhamos que não são todos assim e cairíamos no extremismo se considerarmos que todos os negros são maus como se não houvesse brancos maus também.»

A problema é que a questão não pode ser reduzida a isso, ser mau ou bom. Por um lado, há uma sobre-representação dos negros nas estatísitcas do crime em todo o Mundo Ocidental.

Por outro lado e muito mais importante, o povo português nunca foi consultado sobre a presença massiva desta gente no nosso país. E isso faz toda a diferença: se a maioria dos portugueses não os quiser cá, eles não têm nada que estar cá! Portugal pertence aos portugueses, não pertence a mais ninguém. E nem mesmo os governantes de Portugal tem legitimadade para encher isto de iminvasores se os portugueses não os quiserem cá!


«E nunca, jamais, deixar que as minorias algum dia se tornem maiorias.»

Pois, mas é precisamente para isso que estamos a caminhar, a passos largos! Com a natalidade dops europeus em mínimos históricos e a entrada de iminvasores em máximos históricos, não é preciso ser um génio para prever que o futuro da Europa, se nada se alterar entretanto, vai realmente ser negro!

Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
Afonso de Portugal disse...

Monhé Costa, desparece! Tu estás banido deste blogue. Quiseste-te armar em duro e em "macho", agora vais disparatar para outro lado...