sábado, 12 de setembro de 2015

Sobre as várias manifestações pró-"refugiados" que tiveram lugar hoje


Já anda muita gente desonesta a dizer que as várias manifestações pró-"refugiados"  que tiveram lugar hoje em várias cidades da Europa são a prova acabada de que os iminvasores são bem-vindos.

Pois eu proponho que se faça o mais brevemente possível um referendo em todos os estados-membros da UE para validar essa aceitação! Como é, universalistas, aceitam ou têm medo? Se os povos da Europa querem mesmo acolher os refugiados, então vocês não têm nada a temer, certo? CERTO?...

10 comentários:

Anónimo disse...

Se há alguém a dizer uma coisa dessas, realmente é duma desonestidade enorme, o que eu vi na televisão, e falando do que aconteceu cá em Portugal, as manifestações a favor do acolhimento de "refugiados" foram um flop tanto em Lisboa como no Porto ( a minha cidade), em Lisboa falaram na presença de cerca de 200 pessoas enquanto que no Porto falaram na presença de cerca de 100 (mesmo que eventualmente tenham sido mais não foram muito mais do que isso nas duas cidades), o que me leva a concluir que a mobilização para estas manifestações falhou de forma estrondosa mesmo com o apoio hipócrita e politicamente correcto a esta "causa" por parte de toda a comunicação social e de quem nela escreve, comenta, etc!Mais uma vez ficou provado, para quem ainda tivesse dúvidas que os esquerdistas que se manifestaram a favor do acolhimento dos "refugiados" são anti-democratas e completamente intolerantes para quem tem posições e ideias completamente diferentes das deles, não tendo medo de as assumir de forma corajosa num contexto adverso, nem baixando de nível respondendo aos habituais insultos gratuitos com que estes esquerdistas apelidam quem não está com eles (nazis, fascistas, racistas, xenófobos), uma cassete já demasiado velha e gasta que só produz ruído mas não faz mossa, algo que estes espécimes podiam mudar já que são tão modernos e progressistas!
Essa ideia do referendo seria algo perfeitamente natural para pôr em prática nesta questão se a União Europeia e os governos europeus fossem verdadeiramente democráticos e quisessem saber a opinião dos povos europeus nestas questões decisivas (fracturantes até!) para o futuro dos mesmos!

Bruno

Arauto disse...

Achei este cartoon excelente, camarada.

https://scontent-mad1-1.xx.fbcdn.net/hphotos-xft1/v/t1.0-9/12009807_149024718774725_4802463389495294949_n.jpg?oh=cb1fc03daea4a0a1cf1531a82badd751&oe=56A498B0

Saudações Nacionalistas!

Afonso de Portugal disse...

Bruno disse...
«(...) o que me leva a concluir que a mobilização para estas manifestações falhou de forma estrondosa mesmo com o apoio hipócrita e politicamente correcto»

Eu também fiquei com essa sensação. E devo dizer que foi uma agradável surpresa, porque esperava uma adesão maior. Isto prova que afinal ainda há esperança. E que o Nacionalismo tem um potencial de crescimento enorme em Portugal!


«Essa ideia do referendo seria algo perfeitamente natural para pôr em prática nesta questão se a União Europeia e os governos europeus fossem verdadeiramente democráticos »

Exacto, "se fossem verdadeiramente democráticos"... mas nós já sabemos que não são! Basta ver a forma como, aquando do Tratado de Lisboa, ignoraram o resultado dos referendos em França (2005), Holanda (2005) e na Irlanda (2009), proibindo os restantes estados-membros de realizar consultas semelhantes!

Relembro até que o Sócrates tinha prometido fazer o referendo aqui em Portugal (coisa de que já ninguém se lembra, da esquerda à direita!), mas depois O Durão "porreiro, pá!" Barroso teve uma conversinha com ele e a ideia morreu logo ali...

Isso dos referendos só se faz quando o resultado previsível é do agrado da superclasse. Caso contrário, é "um abuso da Democracia", como vimos no caso da rejeição dos minaretes islâmicos por parte do povo da Suíça!

Afonso de Portugal disse...

Arauto disse...

«Achei este cartoon excelente, camarada.»

Por acaso já conhecia e é de facto excelente! Mas ainda bem que o trouxeste aqui, porque tinha-me esquecido de usar aqui no TU. E agora já tomei nota para o usar num dos próximos postais!

Saudações Nacionalistas!

Anónimo disse...

Outra coisa que achei curiosa nestas manifestações pró-"refugiados", foi a presença de vários pseudo-portugueses (africanos), imigrantes e até refugiados (vi na televisão um refugiado sírio a falar), que estão naturalmente a favor da vinda destes "refugiados" uma vez que eles próprios beneficiaram desta política permissiva e de fronteiras abertas, e não sabem o que é ser português nem têm qualquer interesse em defender verdadeiramente este país, pois não têm aqui raízes!Enquanto o país os sustentar, eles vão estar sempre a favor da vinda de quem é como eles, mesmo que os portugueses estejam maioritariamente contra isso!

Bruno

Lura do Grilo disse...

Ninguém vai arriscar um referendo: a resposta seria clamorosamente um Não. As pessoas tem medo pois, e alguma sabem, que irão acolher pessoas cuja cultura cometeu um genocídio bárbaro sobre os cristãos arménios (milhões de mortes atrozes) e perseguiu, roubou, matou e expulsou 800 000 judeus que foram erradicados completamente de muitos países.
Sou pelo acolhimento de algumas famílias nucleares, com o passado bem identificado que aceitem aprender português, aceitar o emprego que lhe venha a ser oferecido, respeitem os nossos e, de preferência, que sejam cristãos pois são os mais perseguidos não só nos seus países como na Europa.

Afonso de Portugal disse...

«Ninguém vai arriscar um referendo: a resposta seria clamorosamente um Não.»

Eu não tenho a menor dúvida disso:

http://totalitarismouniversalista.blogspot.pt/2015/05/olha-que-surpresa-os-europeus-nao.html


«(...) e, de preferência, que sejam cristãos pois são os mais perseguidos não só nos seus países como na Europa.»

Para mim, nem é "de preferência", têm de ser mesmo cristãos! Os muçulmanos não se integram, só causam problemas onde quer que estejam, nunca páram de fazer mais e mais exigências. Essa religião é de facto uma praga lançada sobre toda a humanidade!

Afonso de Portugal disse...

«(...) foi a presença de vários pseudo-portugueses (africanos), imigrantes e até refugiados (vi na televisão um refugiado sírio a falar)»

Ora aí está um fenómeno de que eu não me tinha apercebido! Vale bem a pena mencionar esse dado em discussões futuras! Eu reparei que a grande manifestação pró-"refugiados" de Londres tinha várias mulheres de véu... e muita, mas mesmio muita gente que não tinha uma compleição europeia, quanto mais inglesa! Mas quanto a Portugal, eu não me tinha apercebido que também tinha sido assim! É realmente interessante...


«(...) não sabem o que é ser português nem têm qualquer interesse em defender verdadeiramente este país, pois não têm aqui raízes!Enquanto o país os sustentar, eles vão estar sempre a favor da vinda de quem é como eles, mesmo que os portugueses estejam maioritariamente contra isso!»

Muito bem diagnosticado, meu caro! E é por isso que temos de fazer tudo ao nosso alcance para impedir que eles venham um dia a ser a maioria dos habitantes de Portugal! Porque se isso vier a acontecer, a guerra estará definitivamente perdida! os próximos anos serão decisivos, o Nacionalismo português precisa de crescer!

Lura do Grilo disse...

Curiosamente os jornalistas ouvem longamente, sem interromper, os discursos pro. Já os dos contra interrompem, fazem perguntas ... etc.

Afonso de Portugal disse...

Lura do Grilo disse...
«Já os dos contra interrompem, fazem perguntas ... etc.»

E perguntas armadilhadas que nunca fazem aos "pró". Lembro-me até de uma entrevista da SIC ao líder do PNR, José Pinto-Coelho , aquando as legislativas de 2011, em que o entrevistador lhe perguntou qual era a taxa de juro média de um empréstimo à habitação nos anos 80!

Nunca vi os "jornalistas" fazerem esse género de perguntas ao "Sócas" ou a Coelho! Porque será?


Eu tive ocasião de se entrevistado por um jornalista da RTP há uns anos atrás, a propósito da destruição de vários elementos de um museu centenário aqui da zona do grande Porto pelos técnicos do Instituto Português do Património Arquitetónico. Como já sabia que a peça ia ser censurada, perguntei ao jornalista: estamos em directo?

Ao que ele respondeu: "É claro que não!"

E eu conclui: "Então, muito obrigado, mas prefiro não gastar o meu latim! Passe muito bem!"