domingo, 13 de setembro de 2015

O Presidente do PNR fala claro: «Isto é crime!»


Da página oficial do Partido Nacional Renovador (PNR):

«Agora, mais do que nunca, o meu pensamento dirige-se aos espoliados do Ultramar que perderam tudo; aos idosos que hoje vivem na pobreza após uma vida de trabalho; às crianças que passam privações e se encontram em risco de pobreza; aos desempregados e aos que partiram lá para fora à procura das condições que a pátria lhes nega; aos sem-abrigo, aos despejados das suas casas, aos que sofreram cortes drásticos em tantas coisas, aos mais desfavorecidos…
 
São, afinal, portugueses desamparados e desprezados pelos governantes do seu próprio país. Estes mesmos governantes, traidores, que acolhem sem hesitar vários milhares de imigrantes invasores, bárbaros e hostis (a quem chamam eufemisticamente “refugiados” ou “migrantes”) e com direito a tudo.

Isto é ser-se profundamente desumano para com os seus. É ser-se traidor e carrasco do próprio povo. É chocantemente injusto!

Portugal e a Europa não têm obrigação nenhuma de receber esta verdadeira invasão, “mostrando-se” cinicamente humanos. Pelo contrário, temos que nos defender! Os países semelhantes, nas suas regiões, que os recebam. Os países europeus, além de não terem condições para tal, nem o devem fazer nunca! Isso é suicídio! Afinal, além da tremenda injustiça para com os nossos, estamos a meter cá dentro um autêntico “Cavalo de Tróia”. Dentro de pouco tempo veremos a nossa própria terra transformada numa espécie de Iraque ou Síria. Eis a obra dos “humanitários”. Isto é crime contra o nosso país!»



«A máquina da propaganda “politicamente correcta”, quer condicionar o pensamento das pessoas, lançando “problemas” de consciência junto dos nossos, fazendo-os crer que são obrigados a aceitar esta invasão de refugiados.

Para tal, lançam mão de tudo. Além das reportagens fotojornalísticas que, escandalosamente, só mostram o lado mais dramático da questão - as famílias e as crianças - e escondem os distúrbios bárbaros, a hostilidade e o terror gerado por parte da maioria dos invasores – homens jovens, em idade militar - ainda têm o desplante de comparar esta situação com a emigração portuguesa dos anos 60.

Isto é uma mentira insultuosa! Os nossos partiram à procura dos seus sonhos, mas escolheram países culturalmente semelhantes. Lá, nunca se impuseram, nunca provocaram desacatos, nem exigiram nada, sujeitando-se às condições de vida mais precárias. Por outras palavras: respeitaram quem os acolheu e integraram-se.»

 Imigrantes portugueses a estender roupa em habitações precárias nos arredores de Paris, 1970
(ao contrário dos "refugiados", eles não tiveram direito a estas casas)

«Estes, pelo contrário, são hostis, muito diferentes em termos culturais e de costumes, agressivos, arrogantes, conscientemente invasores e querem impor-se e subjugar-nos.

Onde estão, afinal, as semelhanças? Basta de mentira, de ofensa e de chantagem!

A História julgará os actuais regimes, dirigentes e mentalidade politicamente correcta reinante pelo banho de sangue que se adivinha. A bomba-relógio não tarda a rebentar.»

2 comentários:

Arauto disse...

Olha-me para esta, camarada.

http://www.rtp.pt/noticias/mundo/alemanha-anuncia-suspensao-do-acordo-de-schengen_n858080

Saudações Nacionalistas!

Afonso de Portugal disse...

Arauto disse...
«Olha-me para esta, camarada.»

É tudo folclore... fingem estar aflitos, mas é só para minimizar temporariamente os efeitos da chegada de tantos imigrantes, que poderiam impressionar os eleitores alemães. De resto, Schengen só pode ser suspenso durante 10 dias...