terça-feira, 15 de setembro de 2015

Maravilhas do Islão (XVIII): jovem dinamarquesa "enriquece" a sua própria mãe!


Olhem para esta menina dinamarquesa, tão doce e inocente com os seus 15 aninhos... não é bonita?

...Sabem o que ela fez? Matou a sua própria mãe, esfaqueando-a pelo menos vinte vezes!!!

"Mas... mas porquê?" - Perguntarão os meus leitores, incrédulos perante a realidade de uma adolescente como esta ter cometido semelhante barbaridade.

Bem, a Lisa Borch (é esse o seu nome) ficou obcecada com o Islão depois de se ter apaixonado por um homem muçulmano com quase o dobro da sua idade. Por inspiração do seu namorado, um "refugiado" de 29 anos, a Lisa começou a ver vídeos do Estado Islâmico (ISIS), em especial vídeos de decapitações. Chegava a passar noites inteiras a ver vídeos na internet em que os jiadistas decapitavam as suas vítimas.

As roupas à "bléque mada foca" já denunciavam que a Lisa não andava bem acompanhada...

A sua mãe cometeu um crime que a Lisa não pôde perdoar: opôs-se abertamente à sua relação com o "refugiado" muçulmano. Foi então que ela e o namorado decidiram esfaqueá-la na cozinha da sua própria casa. Ela foi condenada a nove anos de prisão, mas a notícia não esclarece em que tipo de instituição. Ele apanhou 13 anos de prisão efectiva e deverá ser deportado após cumprir a pena.

Depois do crime, a Lisa teve sangue frio suficiente (ou psicopatia, depende do ponto de vista) para pegar no telefone e chamar a polícia, dizendo: «Venham depressa, eu ouvi a minha mãe gritar! Espreitei pela janela e vi um homem branco a correr! Venham depressa, há sangue por todo o lado!»

A Lisa e o seu namorado, o iraquiano Bakhtiar Mohammed Abdulla (o "bonitão" na foto em baixo), estavam a planear viajar para a Síria para combater pelo ISIS.

 O que é que a Lisa poderá ter visto neste cretino?...  Eu e o Sr. Hamsun já explicámos aqui, aqui e aqui

...Mas como eu sei que este tipo de coisas levam o seu tempo a entrar nalgumas cabeças, vou explicar novamente:

As mulheres gostam de homens. Isto inclui todas mulheres heterossexuais, mesmo as mulheres mais novas como a Lisa.

Um homem é um indivíduo do sexo masculino que compreende o seu lugar no mundo, que sabe aquilo que quer e que vai atrás dos seus sonhos com audácia, persitência e agressividade (agressividade no sentido psicossocial, não necessariamente violência). Posto de uma forma simples, um homem age e faz acontecer.

Mas o Ocidente está a produzir cada vez menos homens. A esmagadora maioria dos adultos do sexo masculino do Ocidente não se enquadra na descrição do parágrafo anterior. Formatados por décadas de engenharia social neomarxista e pelo feminismo, suavizados pela abundância Ocidental e pelo conforto proporcionado pela era tecnológica, castrados por um sistema (des)educativo dominado por mulheres, os homens ocidentais desligaram-se da sua verdadeira natureza masculina

Conforme observou o Sr. Hamsun:

«Desde há décadas temos vindo a assistir a uma progressiva alteração da percepção da masculinidade – se é que tal coisa ainda existe. O homem europeu e ocidental tem vindo a tornar-se cada vez mais efeminado. Paralelamente a isso, surge a vergonha da sua virilidade. Da transformação resulta uma coisa híbrida, incapaz de se definir, por entre perfumes, cremes e depilações. Possuidor de uma sexualidade duvidosa.

(...) Ora, perante uma cada vez mais reduzida oferta europeia a solução encontrada é óbvia e passa por um de entre os milhões de alienígenas introduzidos no continente pelas políticas pró-imigracionistas. »

...O que nos leva ao Islão. Nenhuma outra religião produz actualmente mais homens do que o Islão. E não digo isto como um elogio aos muçulmanos, desprezo-os a todos profundamente! Sinto uma repulsa intensa por qualquer pessoa que acredite que um árabe pedófilo e sanguinário que viveu no século VII é o exemplo do homem perfeito. 

Mas o problema é que, como bem observou o pitoresco George Costanza na série "Seinfeld": "Não é uma mentira, se tu acreditares nela!". Isto é, na vida, a convicção e a atitude que dela resulta são mais importantes do que a verdade. E é isso que praticamente todos os muçulmanos têm em doses verdadeiramente industriais, convicção. Convicção de que o Islão é superior. Convicção de que os muçulmanos são superiores aos infiéis. Convicção de que a 'Uma' vai crescer de forma imparável e o sonho do Grande Califado à escala mundial há-de acabar por concretizar-se.

Já os ocidentais (e falo obviamente em termos gerais) só têm inseguranças. Têm medo de não serem suficientemente bons para singrar na vida e no amor. Têm medo de falar em público, de dizer abertamente o que pensam, de lutar por aquilo que acreditam, de parecerem ridículos. Têm medo de serem demasiado baixos, ou demasiado gordos, ou demasiado feios, ou de terem demasiados pêlos no copro, ou de não terem cabelo suficiente no alto da cabeça para agradar às mulheres. Têm medo de não serem suficientemente engraçados, ou inteligentes, ou atléticos. Têm medo de não serem bons na cama, ou de terem o pénis demasiado pequeno, ou de não saberem ao certo o que estão a fazer quando se apanham despidos com uma mulher.  Quando saio à noite, vejo cada vez mais grupinhos de 3, 5, às vezes até 10 homens nos cafés, nos bares e discotecas, de copo ou cigarro na mão. Trocam piadas e "estorinhas" banais durante horas, mas alguns passam a noite inteira sem falar com uma única mulher. Eu sinceramente nem consigo perceber porque é que se dão a trabalho de sair de casa!

A diferença entre os dois tipos de homens (ocidental e muçulmano) é abismal!... E se eu a consigo discernir perfeitamente sem sequer ser mulher, apenas posso imaginar o que uma mulher sente quando está com um tipo e com o outro!

Em tempos, o blogueiro norueguês Fjordman resumiu tudo numa frase que ficou para a história: "as mulheres suecas preferem os homens suecos como amigos... e os homens muçulmanos como amantes!"

A natureza feminina é o que é. Não adianta remar contra a corrente, nem lutar contra a biologia. As mulheres gostam de homens, ponto final! Portanto, já vai sendo hora de homens ocidentais deixarem de agir como eunucos, sob pena de as Lisas Borch, as Samanthas Lewthwaite e as Jasminas Milovanov, continuarem a multiplicar-se!

10 comentários:

Anónimo disse...

Muito bem escrito, como habitualmente. Esta senhora, tal como o casal italiano assassinado há quinze dias, os dois suecos do Ikea e outras vítimas são-no dos invasores, mas também dos que permitem a sua entrada e depois passam pelas responsabilidades como por entre os pingos de chuva sem se molharem.-srhamsun.

Afonso de Portugal disse...

Obrigado, caríssimo! É isso mesmo, há responsáveis nos dois lados da barricada. Ou como diz o nosso povo, "tão ladrão é o que vai à horta como o que fica à porta"!

É por isso que eu não consigo aderir às teorias imebcis dos anti-sionistas primários... se as coisas fossem assim tão simples (i.e. se os judeus mandassem realmente nisto tudo), a população nativa já teria reagido há muito! A realidade é muito mais funesta e precisamos de a encarar de frente: há europeus a trabalhar activamente pela destruição da Europa. E não são uma escassa minoria, são uma minoria significativa!

Basta olhar para o nosso hemiciclo, ou para os deputados do Parlamento Europeu. São maioritariamente nativos europeus, por muito que custe aos atrasadinhos do costume! E não me venham dizer que estão a ser todos manipulados ou pagos pelos judeus! Isso é ridículo!

Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
KVRGANIVS NOSTRATORVM disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
KVRGANIVS NOSTRATORVM disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
KVRGANIVS NOSTRATORVM disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
KVRGANIVS NOSTRATORVM disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
KVRGANIVS NOSTRATORVM disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
Afonso de Portugal disse...

Relembro aos utilizadores banidos o significado da palavra banido:

ba·ni·do
adjectivo

1. Expulso por sentença.
2. Proscrito.
3. Prófugo.

"banido", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa.

...isto implica que quem estiver banido deste blogue não pode comentar neste blogue. Muito menos quando ainda por cima os seus comentário violam as regras!

Afonso de Portugal disse...

Anónimo ANTIFA (que é como quem diz deficiente mental) das 16 de setembro de 2015 às 00:39...

É preciso estar desesperado, mas mesmo MUITO DESESPERADO, para querer comparar a vaga de sírios que vêm aos milhares para Europa actualmente com o acolhimento voluntário e gradual de imigrantes sírios por parte dos EAU desde 2011. A prova de que as duas situações não são a mesma coisa -e os árabes sabem perfeiamente que não são a mesma coisa!- é que os EAU não acolheram nem um único refugiado sírio este ano!

E ainda é preciso estar mais desesperado para ir desenterrar os refugiados europeus da segunda guerra mundial! É isso que os imebcis chapados como tu não entendem: quem vive hoje não tem nada que pagar pelo que fizeram ou deixaram de fazer os seus antepassados! E por muito que vocês vermelhos, aleijadinhos da mente e do espírito, repitam essa falácia, ela nunca será um argumento genuíno! Cada povo tem direito às suas opções, independentemente das opções dos outros povos e até às opções dos seus ancestrais! Já vai sendo hora de a merda iletrada como tu meter isso na cabeça!

Portanto, vê mas é se ganhas vergonha nessas trombas de universalista ranhoso e aprendes a não misturar alhos com bugalhos! E escusas de vir aqui com mais links desse género, eu não vou publicar nenhum! Eu já tenho pouco tempo para actualizar este blogue, não estou disposto a gastá-lo a responder aos pseudo-argumentos da escumalha traidora como tu! Isso era o que vocês queriam! Leva essa merda para o Avante! ou para o Esquerda.net ou para outro dos panfletos marxistas do teu agrado!

Ah, e para terminar, seu monte de merda mal parido, eu não sou skinhead! Até nisso se vê perfeitamente como vocês, papagaios do "mundo sem fronteiras", são burros que nem cepos: só mesmo vocês analfabrutos marxistas são capazes de pensar que quem se opõe à imigração é automaticamente Nazi!