terça-feira, 8 de setembro de 2015

Enquanto o Bergoglio apela a que os cristãos acolham os refujiadistas...


...os coitadinhos dos imigrantes partiram e urinaram em cima de uma estátua da Virgem Maria:


Foi na cidade de Perúgia (ou Perúsia), no Norte de Itália, em Janeiro passado. Sim, eu sei que já foi há alguns meses, mas o ponto é mesmo esse: desde então, entraram na Europa mais de 350 mil destes "enriquecedores". Portanto, a "diversidade vibrante" está para durar!...

Cristãos, não se esqueçam de obedecer ao vosso papa! Acolham os "refugiados" do terceiro-mundo! Metam-nos em vossas casas! Dêem-lhes a vossa comida! Apresentem-lhes as vossas filhas! É um pequeno preço a pagar para ganhar um lugarzinho no céu!...

...Ou então, sejam mais inteligentes e sigam o conselho de um outro papa: caguem de alto para o Chiquinho superstar e para a corja universalista que se apoderou da vossa Igreja! O protestantismo, com todos os seus defeitos, não surgiu por acaso: quando a Igreja abusa, o povo recusa! Lembrem-se: vocês são o rebanho de Deus, não são o rebanho dos padres!

Já publiquei esta passagem anteriormente aqui no TU, mas recordo mais uma vez a todos os nacionalistas cristãos o que o povo lisboeta fez a Martinho de Zamora, o bispo castelhanista que se recusou a tocar os sinos da Sé de Lisboa aquando da morte do conde Andeiro:

«No dia 6 de Dezembro desse ano [1383], tendo sido assassinado o conde Andeiro, suposto amante da rainha-regente, Leonor Teles, e aclamado o Mestre por Regedor e Defensor do Reino em lugar da viúva de D. Fernando, repicaram por toda a capital portuguesa, por ordem de Álvaro Pais, os sinos da igrejas. O bispo, porém, ignorando o que se passava, proibiu que se tocassem os sinos da Sé de Lisboa, fechando-se a sete chaves no interior da catedral com receio do que pudesse suceder. 

Segundo a narrativa de Fernão Lopes, a populaça, vendo que os sinos da Sé não repicavam, aproximou-se da catedral, cega de raiva; como estivesse trancada, começaram as gentes a amotinar-se, tendo o procurador da Câmara Municipal de Lisboa, Silvestre Esteves, acompanhado pelo alcaide-menor da cidade, e outros homens-bons do concelho, subido por uma pequena escada até um dos torreões, inquirindo o bispo porque não havia tocado os sinos, ao que este respondeu ignorar os motivos por que o devia ter feito.

Embora pareça que aqueles que tinham subido à torre da Sé não tivessem vontade genuína de fazer mal algum ao seu prelado (segundo diz Fernão Lopes), os insistentes pedidos do Povo (que considerava o bispo duas vezes traidor, por ser castelão e cismático, isto é, castelhano e partidário do Antipapa), que gritava cá de baixo para que o atirassem da torre, sob pena de também atirarem aqueles que haviam subido, levaram-nos a defenestrar o bispo D. Martinho. 

Caído morto no terreiro da Sé, «ali o desnudaram de toda a vestidura, dando-lhe pedradas com muitos e feios doestos, até que se enfadaram dele os homens e os cachopos, e foi roubado de quanto havia. […] E em esse dia logo algumas refeces pessoas lançaram ao bispo, onde jazia nu, um baraço nas pernas, e chamando muitos cachopos que o arrastassem, ia um rústico bradando adiante: "Justiça que manda fazer nosso senhor o Papa Urbano Sexto, neste traidor cismático castelão, porque não estava com a Santa Igreja." E assim o arrastaram pela cidade, com as vergonhosas partes descobertas e o levaram ao Rossio, onde o começaram a comer os cães, que o não ousava nenhum soterrar. E sendo já dele muito comido, soterraram-no em outro dia ali no Rossio […], por tirarem fedor dentre as suas vistas.» (Fernão Lopes, Crónica de el-rei D. João I, capítulo XII).»

Evidentemente, não estou a pedir aos nacionalistas cristãos dos dias de hoje para atirarem o papa e os bispos do alto de nenhum torreão e muito menos para arrastarem os seus corpos despidos pelas ruas de Lisboa. Mas já vai sendo hora de os cristãos nacionalistas seguirem o exemplo dos seus antepassados e demarcarem-se dos traidores apátridas que hoje lideram a igreja! A nossa história e as palavras de outros papas legitimam-no!

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