terça-feira, 22 de setembro de 2015

Em zona altamente africanizada: vários "jovens" invadem escola para espancar aluno


Com tantas notícias recentes sobre os "refugiados", os "jovens" até têm passado despercebidos... mas hoje eles quiseram dar um ar da sua graça e decidiram fazer uma das suas "festas multiculturais"...

Da página do Facebook do Partido Nacional Renovador (PNR):

«Um grupo de cerca de 20 elementos armados com pistolas e facas invadiu a Escola Seomara da Costa Primo, na Amadora, na sexta-feira à tarde, avança o Correio da Manhã. 

O objectivo era agredir um aluno de 17 anos, que acabou por ser espancado com pontapés. Pelo caminho, o porteiro e um professor, que tentaram travar a entrada do gangue, foram agredidos à coronhada. O grupo pôs-se em fuga e ainda está a monte. 

 «Iou, máne! Passá p'rá cá os cuanza... eeer... os áero!»

Este caso faz recordar a morte de Lainine Sanches, um aluno de 19 anos da mesma escola, que em 2013 morreu depois de ser esfaqueado perto do estabelecimento. No nosso país, as cenas de violência e criminalidade são uma constante que têm como protagonistas «os jovens»

O clima de deficiente educação e facilitismo no ensino, a mentalidade anti-valores veiculada pelos media e não só e a falta de autoridade por parte de pais, professores e forças policiais, leva a este tipo de manifestações sistematicamente desculpabilizadas e minimizadas pelos fazedores de opinião e responsáveis (ou melhor, irresponsáveis) políticos. As políticas de imigração de portas escancaradas, que tiveram como consequência a criação de verdadeiros guetos onde a polícia não entra e a cultura de gangue é lei, também são responsáveis, tendo em conta as origens étnicas da maioria dos envolvidos. 

O PNR não se cansa de apelar para um maior apoio àqueles que são a primeira barreira ao aumento da criminalidade, os agentes policiais, que todos os dias enfrentam numerosos gangues «de jovens» que têm como única ocupação o assalto e violação da liberdade dos portugueses; não há liberdade sem segurança!»

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