segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Coitadinhos dos "refugiados"! (3)


Neste vídeo interessantíssimo, aqui trazido pelo camarada Arauto (obrigado!), podemos ver e ouvir um "jovem" africano que recita um texto que lê no seu computador. Não sabemos se o texto é da sua autoria ou não, mas é evidente que foi escrito ou por ele, ou por outro norte-africano, provavelmente também muçulmano, a avaliar pelo tipo de linguagem utilizado.

Seja como for, o texto foi escrito por alguém que diz estar prestes a partir para a Europa. E explica, ao longo do vídeo, como é que os outros "jovens" devem proceder para serem confundidos com genuínos "refugiados" e aceites pelos europeus. O conteúdo do vídeo chega a parecer uma autêntica caricatura, por demonstrar taxativamente as acusações que os nacionalistas têm feito acerca dos "refugiados":





O "jovem" é muito claro, logo por volta dos 30 segundos:

«Ir para a Europa é mais do que resolver a minha vida, é uma conquista, uma conquista nobre. Nós vamos tirar a Europa aos europeus, que são demasiado estúpidos para lutar. E se o fizerem, basta chamar-lhes racistas ou nazis, que eles recuam logo como covardes. Eles preferem que as suas filhas e mulheres sejam violadas do que lhes chamem "nazis".»

E prossegue, aos 1m15s:

«Vamos acabar com a cultura europeia e extinguir todas as linhagens de sangue europeias, para sempre! E eles vão pagar-nos para o fazermos!»

E aos 1m34s:

«E as [suas] mulheres... honestamente, o que mais me excita é a destruição da femininade europeia. As europeias são as mulheres mais belas, cabelos loiros, vermelhos... olhos azuis, verdes... tão bonitas! E quando lhes fazemos um filho, acabamos com a sua linhagem de sangue europeu, para sempre!»

E aos 2m25s, depois de mencionar o caso de um "jovem" que engravidou várias mulheres brancas:

«Alguns [imigrantes] têm autênticos haréns de mulheres brancas para desfrutar!»

E aos 3m30s, dizendo:

«Mal posso esperar para chegar à Europa e começar a espalhar a minha semente por todo o lado, apagando a existência destas pessoas [os brancos]. E a melhor parte é que são eles próprios a criar as condições para que, dentro de 50 anos, nós sejamos a maioria na sua própria terra e os possamos destruir! Toda a sua estúpida arte, a música idiótica e festivais... desaparecerão para sempre!»

E conclui, aos 4m08s:

«Os brancos são nossos escravos. O seu trabalho é taxado e mantém-nos ocupados, enquanto nós ficamos livres para tomar conta das suas terras e, sobretudo, das suas mulheres, podendo-os apagar definitivamente.»

Resumindo: eles já nem disfarçam... e gozam autenticamente com a nossa cara! Agora só resta saber se nós, europeus, iremos a continuar como até agora, impávidos e serenos, com as cabeças enfiadas na areia (que é como quem diz no futebol ou nas novelas, ou nas casas dos "degredos") enquanto o inimigo declara aberta as suas intenções e se ri nas nossas caras!

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