domingo, 6 de setembro de 2015

As novas da iminvasão da Europa (5)


Começamos como uma reportagem da Russian Television (RT) na qual se podem ver as dificuldades que a polícia húngara enfrenta para conter os "refugiados". Em Budapeste, já houve confrontos entre "manifestantes da extrema-direita" (é assim que a RT os descreve) e os refujiadistas.

A parte mais interessante do vídeo surge por volta dos 2m57s, quando podemos ouvir o Ministro dos Negócios Estrangeiros da Áustria, Sebastian Kurz, dizer que o seu país está a exigir à UE a utilização de um sistema de quotas, porque "a Áustria já tem mais refugiados do que 18 outros países da UE juntos". Logo a seguir aparece o primeiro-ministro checo, Bohuslav Sobotka, a dizer que a República Checa se recusa terminantemente a aceitar o sistema de quotas de "refugiados". E depois podemos ouvir o Ministro dos Negócios Estrangeiros da Bélgica, Didiers Reynders, que "toda a União Europeia deve participar no processo" de acolhimento dos refujiadistas. E depois temos a primeira-ministra da Polónia, Ewa Kopacz, a dizer que "se apenas nos focarmos nos sintomas da crise [dos refugiados], apenas incentivaremos mais pessoas a vir para a Europa". A (des)União Europeia no seu melhor!

Finalmente, um representante da Frente Nacional francesa (o partido de Marine Le Pen) fala aos 4m53s, dizendo: "Temos dado péssimos sinais a todos estes imigrantes, porque lhes dissémos simplesmente para vir. Isto é absolutamente estúpido e o resutlado é que agora temos esta enorme vaga de imigrantes... o que é um desastre para o futuro da Europa, tanto do ponto de vista demográfico como do bem-estar de todas estas pessoas".



A mesma RT mostra-nos um outro vídeo onde podemos ver a forma como os traficantes de seres humanos estão a enriquecer à custa da iminvasão da Europa. Fixem-se nos números: viajar da Líbia para a Europa custa, em média, cerca de 900 dólares americanos. Da Turquia à Alemanha o custo da viagem pode chegar aos 12 mil dólares americanos!!! Afinal, quem é que pode pagar estes preços?



Entretanto, os ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia continuam a passar os dias sentados confortavelmente em salas de reuniões, a "debater soluções" para o problema dos milhares de refujiadistas (como se nós não soubéssemos que por eles entravam todos...):



Os refujiadistas estacionados na Hungria estão a ser enviados para a Áustria e para a Alemanha em autocarros, muito convenientemente designados por "autocarros da esperança". Esta peça, da politicamente correctíssima Euronews, não esclarece ao certo quem paga todos estes autocarros, mas parecem ser os contribuintes húngaros.







De volta à Russian Television (RT), aqui fica uma reportagem de 25 minutos sobre o recrutamento de "ocidentais" por parte o Estado Islâmico (ISIS)... e sobre o crescimento destes recrutas na Europa e nos EUA.



Na Suíça, os traidores antifas protestaram a favor do acolhimento massivo do refujiadistas ao seu estilo habitual: lutando contra a polícia e apanhando balas de borracha (mas os Nacionalistas é que são violentos)!

2 comentários:

Anónimo disse...

Já alguém explicou porque razão os nossos novos concidadãos, com 3 territórios de forte presença muçulmana ali nos Balcãs, mais precisamente a Albânia, a Bósnia e o província sérvia - repito, sérvia - do Kosovo, preferem viajar pelos países de maioria cristã? Eles podiam perfeitamente atravessar por lá, acredito que não faltaria solidariedade e muita ajuda aos refugiados. Ou será que estou enganado? Acredita que gostaria muito de saber o motivo.. mas mesmo muito.

G, o cigano

Afonso de Portugal disse...

É simples, caro G, os muçulmanos gostam tanto uns dos outros que disseram aos kosovares: "Por mim, até ficavas, mas vai antes para a Alemanha, ou para a Suécia, ou para a Finlândia, onde os nativos pagam melhor e há sempre umas quantas loiras para violar!"

Sim, porque não se pense que os bósnios e os albaneses não querem lá os kosovares! Isso não passam de teorias da conspiração "islamofóbicas"! Nada disso, eles simplesmente sabem que os kosovares podem fazer melhor! Não é rejeição, é educação! Ehehe...