sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Antigo primeiro-ministro "tuga" quer que a UE receba 200 mil refugiados!


Cada dia o número sobe um pouco! Até parece um leilão mal-amanhado:

Leiloeiro: a base de licitação é 40 mil "refugiados"! Quem dá mais?
 Jean-Claude Juncker: eu dou 60 mil!
Leiloeiro: 60 mil "refugiados"! Quem dá mais? Será que oiço 80 mil?
Donald Tusk: eu ofereço 100 mil "refugiados"!
Leiloeiro: 100 mil "refugiados"! Quem dá mais? Será que oiço 120 mil?
 Jean-Claude Juncker: eu dou 160 mil! 
Leiloeiro: 160 mil "refugiados"! Quem dá mais? Será que oiço 180 mil? 
  António Guterres: eu dou 200 mil!
Leiloeiro: 200 mil "refugiados"! Quem dá mais? Será que oiço 250 mil?...
(provavelmente vai ouvir nos próximos dias!) 


Enfim, o Guterres nunca soube fazer contas... e mais uma vez, isso salta à vista:

«O alto-comissário da ONU para os Refugiados, António Guterres, pediu à União Europeia que receba 200 mil refugiados no âmbito de um “programa de recolocação de massa”. 

Guterres pediu que a União mobilize toda a sua força num momento definidor para a Europa, quando o número de que fala o ACNUR é superior ao adiantando pelos líderes europeus.»

 "O meu desejo é que cada europeu tenha o seu refugiado!"
(o que é tão natural como ele ter o dedo em cima do nariz...)

«O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, disse na quinta-feira Joves que vai pedir aos Estados-membros a redistribuição de 160 mil pessoas, mais do que as 100 mil antes mencionadas pelo presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, e do que a meta de 40 mil da última proposta da Comissão. 

A Comissão vai revelar uma nova proposta para os refugiados na próxima semana, a tempo de ser discutida na próxima cimeira marcada para dia 14 de Setembro. Uma proposta anterior de quotas de acolhimento, com um mínimo obrigatório para os Estados-membros, falhou. 

Enquanto isso, no terreno, a Grécia continua a receber milhares de refugiados, e a não ter qualquer política para eles, excepto pô-los em ferries das ilhas para Atenas, de onde continuam a sua viagem para os Balcãs e entram no espaço europeu na Hungria. 

(...) A tensão começa a fazer-se sentir e houve relatos de violência contra os refugiados e os voluntários que os ajudam em Kos, perante a impassividade da polícia. 

Saindo da Grécia, muitos refugiados conseguiram chegar à Hungria mas nos últimos dias Budapeste mudou de política várias vezes: primeiro não deixando seguir viagem quem não se registasse (ou seja, pedisse asilo à Hungria primeiro), depois deixando comboios passar com refugiados, e novamente impedindo a sua passagem. 

Na quinta-feira Joves, as autoridades de Budapeste optaram por deixar refugiados embarcar num comboio, mas fizeram-no parar a poucos quilómetros de Budapeste perto de um campo de acolhimento, para onde queriam levar os refugiados mas estes recusavam-se.»

Comentário do blogueiro: cada vez fica mais claro que a intenção dos líderes europeus é inundar a Europa de "refugiados" terceiro-mundistas, com o beneplácito e até a colaboração de muitos europeus "sensíveis" (leia-se 'ingénuos') e "humanitaristas" (leia-se 'manipulados').

6 comentários:

João José Horta Nobre disse...

Talvez este video lhe interesse:

http://algolminima.blogspot.pt/2015/09/imigrantes-muculmanos-nao-aceitam.html

Afonso de Portugal disse...

Obrigado, por acaso já o tinha visto... a cambada pró-refujiadista tem andado a fazer vários esforços por relativizá-lo e menorizar a rejeição dos alimentos por parte dos invasores. Dizem que os "refugiados" agriam assim porque estavam zangados!

Como se alguém que estivesse realmente esfomeado recusasse comida, sobretudo com crianças a seu cuidado!

A propósito, caro Prof., a petição contra o centro de refugiado no Algarve parece ter sido desactivada... como algarvio, o Prof. sabe o que aconteceu?

Anónimo disse...

Sejam bem-vindos. Portugal precisa deles. Podem vir todos, mas com condições: não podem ser discriminados em relação aos demais portugueses, portanto, exigo que lhes dêem a nacionalidade portuguesa a todos eles. Segunda exigência: aos nossos novos concidadãos devem ser garantidos os mesmos direitos em matéria religiosa e, portanto, exijo a construção de uma mesquita ou a cêdencia pelas câmaras municipais acolhedoras dos nossos novos concidadãos de um espaço para tal efeito. Prioritário! Terceira: às nossas novas crianças deve ser garantida refeição escolar compatível com a sua fé, e portanto, de forma a reduzir os desperdícios alimentares e custos dos agrupamentos de escola, serão retirados os menus que contenham carne de porco já que os mesmos não podem ser ingeridos por uma crescente parte dos alunos. Quarta medida: proibição de qualquer ostentação de simbolos cristãos e de cruzes ao pescoço. Estes simbolos relembram as barbáries que foram as Cruzadas e têem que ser proibidas da via pública por causarem pesadelos aos novos concidadãos. Quinta medida: é vital para a integração plena que seja permitido o uso do véu e da burqa pelo facto de ser uma característica cultural própria dos novos concidadãos e o respeito pelas minorias religiosas e étnicas estão consagradas na Constituição.
Como é tão bonito haver esquerdistas tão humanistas prontos a acolher os refugiados e preparadíssimos para lutar por direitos e fazer exigências por eles (refugiados)...

G, o cigano

Afonso de Portugal disse...

Sabes o que é mais triste, G? É que tu escreveste esse comentário em tom nitidamente sarcástico, mas há mesmo gente neste país que pensa assim! Eu sei bem disso porque conheço essas pessoas, são meus familiares, foram meus professores, alguns até meus empregadores. E quantas discussões, quantas zangas e atritos, quantas desliusões tive por causa disso!

Há quem acredite que a imigração cria riqueza. Qualquer imigração, em qualquer circunstância! E não precisa de ver estudos, nem olhar para números concretos, é "do senso comum", é "intuitivo", é "absolutamente evidente". Para alguns, a Europa só foi superada pelos EUA porque os EUA são um país de imigrantes.

E por muito triste que seja, a opinião deles só mudará no dia em que um imigrante lhes violar a filha, ou lhes roubar o emprego, ou lhes rachar a cabeça à paulada...

Lura do Grilo disse...

Um dia destes, enquanto regressava de França, e vinha de comboio para a minha cidade estava sentado à minha frente um jovem. Teve problemas com o revisor: não validou o bilhete.

Expliquei-lhe tudo com calma. Descobri que trabalhava na construção civil na Holanda em Volendam. Estava satisfeito pois o salário não era mau e finalmente tinham-lhe arranjado casa após 3 anos de a ter pedido.
- Nada mau - disse-lhe.
- Não, nada disso. Os árabes fazem barulho e conseguem uma casa em muito menos tempo.

Afonso de Portugal disse...

«- Não, nada disso. Os árabes fazem barulho e conseguem uma casa em muito menos tempo.»

Eu exclamaria “incrível!” se não tivesse ouvidos várias histórias como essa ao longo dos anos... a primeira vez que estive em França foi em 1999, na cidade de Rennes (Bretanha). Em termos do seu grau de islamização, a cidade não tinha nada a ver com Paris, muito menos com Marselha, tinha apenas alguns habitantes muçulmanos.

Um dia, estava eu no mercado central e presenciei uma cena que me deixou estupefacto: um muçulmano, vestido com uma túnica tradicional, desatou de repente aos berros em árabe. Estava a censurar a sua mulher e, sem ela abrir sequer a boca, desatou a dar-lhe palmadas na nuca, nas costas e no rabo. A cena durou largos segundos, com o muçulmano sempre aos berros, furioso, a bater na mulher, que fazia por se encolher o mais possível para minimizar o impacto da tareia.

Ninguém fez nada. Havia vários homens no mercado, mas a maioria virou imediatamente a cara. Parecia um filme, ou um daqueles sonhos em que não se sabe ao certo se se está a sonhar ou se está acordado.

Um velhote que estava sentado em cima de um caixote junto a uma das lojas olhou para mim e percebeu, pela minha expressão facial, que eu não era dali. Sorriu e começou por dizer-me que os franceses tinham aprendido que os assuntos entre árabes são para serem resolvidos entre os árabes. Porque se algum francês chegasse perto, o mais certo era haver um "milagre da multiplicação" dos muçulmanos.