quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Alemanha que receber 500 mil refugiados... por ano!


Que vibrante! Recordo aos meus leitores que a chanceler Mer(d)kel já se comprometeu a acolher 800 mil "refugiados" só este ano! Mas o seu vice-chanceler foi ainda mais longe:

«O vice-chanceler da Alemanha, Sigmar Gabriel, diz que o país está a fazer a sua parte e que é preciso que os parceiros europeus também façam a deles. A Alemanha tem capacidade para dar asilo a 500 mil refugiados por ano, durante alguns anos, afirmou ontem o vice-chanceler do país, Sigmar Gabriel.

Óinc, óinc, 500 mil por ano! Que te parece, 'chancelerina'?...
(ronca!) Não eztar nada mal,  herr Gabriel! (ronca!) Para comezar, é claro!

"Acredito que é possível integrar um número na ordem dos 500 mil refugiados durante vários anos", disse o líder dos sociais-democratas do SPD, um dos partidos da coligação no governo, na segunda-feira, Lues à noite, na televisão ZDF. "Não tenho nenhuma dúvida - talvez até mais", concluiu.

"Somos economicamente um país forte", afirmou Gabriel, salientando, no entanto, que com um número destes não é possível esperar uma integração sem problemas.

A Alemanha prevê receber 800 mil refugiados este ano, quatro vezes o número que recebeu no ano passado. Sigmar Gabriel insistiu que o país está a fazer a sua parte e que é preciso que os parceiros europeus também façam a deles.

nesta segunda-feira este Lues chegaram à Macedónia sete mil refugiados sírios, segundo as Nações Unidas.»

Comentário do blogueiro: perante notícias como esta, alguém que seja minimamente honesto dificilmente terá dúvidas que estamos de facto perante um processo de susbtituição étnica dos europeus...

17 comentários:

Anónimo disse...

Entretanto há boas notícias: a Arábia Saudita já se prontificou a auxiliar os "refugiados" com 200 novas mesquitas na Alemanha!- srhamsun.

Afonso de Portugal disse...

Espero bem que estejas no gozo... porque com os salafistas da Arábia Saudita, tudo é possível!

João José Horta Nobre disse...

Por eu ter tomado uma posição contra o acolhimento de refugiados, os administradores do blog a Voz da Girafa querem-me expulsar, pode ver aqui por si:

http://avozdagirafa.blogspot.pt/2015/09/a-democracia-moda-da-ceu-mota.html

Trata-se de mais um lamentável exemplo do que realmente é a "democracia" em Portugal. Se foram de esquerda há liberdade de expressão quase sem limites, mas se forem de direita ou da pavorosa "extrema-direita nacionalista", aí já podem ser censurados a torto e a direito.

KVRGANIVS NOSTRATORVM disse...
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Afonso de Portugal disse...

Bem, eu confesso que não era um leitor assíduo de "A Voz da Girafa". Só passei por lá meia-dúzia de vezes para ler os seus textos.

E se a sua expulsão se confirmar, fica desde já a minha promessa de que nãoo farei novamente!

Anónimo disse...

Caro Afonso, aconselho-lhe vivamente a assistir a este bocado: http://dioguinho.pt/quintino-aires-ataca-quem-esta-contra-a-vinda-de-refugiados-para-portugal/
e diga me como é possível gente deste nível ter tempo de antena para propagandear esta barbaridade sem direito sequer ao contraditório. Confesso que foi fiquei enjoado com as palavras deste ser.

G, o cigano

Afonso de Portugal disse...

«(...) como é possível gente deste nível ter tempo de antena para propagandear esta barbaridade sem direito sequer ao contraditório.»


Eu sei que a pergunta é retórica, caro G, mas vou responder à mesma: os mé(r)dia permitem esta aberração porque é precisamente para isso que existem actualmente, para perpetuar a narrativa que interessa à superclasse!

Quanto ao teu nojo, eu não me preocupava muito, é sinal que és saudável! É como quando comemos comida fora de prazo e o nosso estômago se ressente... a mim, o que realmente me espanta é haver gente que ouve este cretino e permanece impávida e serena. Deve haver qualquer coisa dentro delas que não funciona em condições!

João José Horta Nobre disse...

Já atirei a toalha ao chão e saí do Voz da Girafa, acabou-se. Confesso que nunca em toda a minha vida fui tão insultado e mal-tratado como naquele blog. Sinto-me aliviado por ter dado o fora, mas triste por ter acabado esfaqueado nas costas por gente em quem eu julgava que se podia confiar, nomeadamente um certo ex-militar de seu nome Afonso Cabral que se afirma como patriota e "puro militar", mas que colaborou sempre nos ataques da extrema-esquerda contra mim.

Ora, todos sabemos que colaborar com as forças marxistas tem um nome e esse nome é TRAIÇÃO. Nem me interessa o currículo do ex-militar, a partir do momento em que eu vejo seja quem for a colaborar com internacionalistas e a recusar dar auxílio a um patriota que está sob fogo cerrado da esquerda, para mim essa pessoa é um traidor, não tem outro nome.

Deixei-lhes uma mensagem de despedida e acabou-se:

http://avozdagirafa.blogspot.pt/2015/09/nao-vale-pena.html

Vou dedicar-me mais agora durante uns tempos ao meu História Maximus que já tem alguns anitos, mas nunca deixei de o actualizar, nem que seja só uma vez por semana e depois logo se vê que novos projectos poderão seguir-se.

FireHead disse...

Ai se o Hitler ainda fosse vivo, tão lixo ele ficaria... ou não, pois estamos a falar dos seus queridos muçulmanos. :)

Afonso de Portugal disse...

«Ai se o Hitler ainda fosse vivo, tão lixo ele ficaria... ou não, pois estamos a falar dos seus queridos muçulmanos. :)»

Na volta até ficava contente porque os judeus estão a fugir da Europa. Como é que eu sei? Porque há nazionaliztas que estão contentes com o facto de haver cada vez mais judeus a fugir de França!

É como ficar contente em saltar da frigideira para o fogo... e depois não percebem porque é que o "povinho burro" não quer votar neles!


João José Horta Nobre disse...
«Sinto-me aliviado por ter dado o fora, mas triste por ter acabado esfaqueado nas costas por gente em quem eu julgava que se podia confiar»

Há males que vêm por bem e estou convencido que quem mais perdeu não foi o Professor. Eu nunca mais lá volto, não estou interessado em frequentar chiqueiros comunas.


«(...) Afonso Cabral que se afirma como patriota e "puro militar", mas que colaborou sempre nos ataques da extrema-esquerda contra mim.»

Pela minha experiência, os verdadeiros homens de armas tendem a não apregoar o seu estatuto. É aquela velha história do cão que ladra não morder. Eu li vários comentários desse cretino a insultá-lo e pareceu-me ser o típico comuna, chavões e insultos mil, argumentos nil. É como lhe digo, quem menos perde é o Professor.


«Ora, todos sabemos que colaborar com as forças marxistas tem um nome e esse nome é TRAIÇÃO.»

Sem apelo nem agravo!


«Vou dedicar-me mais agora durante uns tempos ao meu História Maximus que já tem alguns anitos, mas nunca deixei de o actualizar, nem que seja só uma vez por semana e depois logo se vê que novos projectos poderão seguir-se.»

Parece-me que é o melhor que faz, até porque o blogue é bem acima da média em termos de qualidade. Eu prometo partilhar regularmente os seus postais no Google+.

Já agora, sugiro-lhe que abra os comentários aos seus leitores, sempre ajuda a criar um espaço favorável aos Nacionalistas. Mas é apenas uma sugestão, quem manda é o Professor.

Titan disse...

"Ai se o Hitler ainda fosse vivo, tão lixo ele ficaria... ou não, pois estamos a falar dos seus queridos muçulmanos. :)"

Hitler que era todo pela soberania do povo alemão, alguma vez ficaria contente por os muçulmanos estarem a usurpar a pátria alemã. Vai mas é ganhar noção!

Afonso de Portugal disse...

«Hitler que era todo pela soberania do povo alemão, alguma vez ficaria contente por os muçulmanos estarem a usurpar a pátria alemã. Vai mas é ganhar noção!»

Eu não teria assim tanta certeza, caro Titan... o homem tinha de facto um fascínio perturbador pelo Islão. Podes até ler aqui alguns exemplos:

http://wikiislam.net/wiki/Quotations_on_Islam_from_Notable_Non-Muslims#Adolf_Hitler


Fascínio que de resto é partilhado por alguns nazionaliztaz, como por exemplo o brasileiro Caps Louco ou o líder do Jobbik, Gábor Vona:

http://www.moroccoworldnews.com/2013/11/111456/hungary-far-right-party-leader-says-islam-is-the-last-hope-of-humanity/


Não admira que o movimento nacionalista tenha estado parado tantos anos: com nacionalistas que odeiam tanto os judeus que até seriam capazes de se converter ao Islão para os matar a todos, fica realmente difícil convencer as pessoas a votar em nós!

João José Horta Nobre disse...

"Parece-me que é o melhor que faz, até porque o blogue é bem acima da média em termos de qualidade. Eu prometo partilhar regularmente os seus postais no Google+.

Já agora, sugiro-lhe que abra os comentários aos seus leitores, sempre ajuda a criar um espaço favorável aos Nacionalistas. Mas é apenas uma sugestão, quem manda é o Professor."

Fico muito agradecido pelas suas palavras simpáticas.

Já voltei a activar os comentários no meu blog. Tinha inicialmente desactivado porque já não tinha pachorra para tanta parvoíce por parte dos abusadores do costume...

Já agora, porque é que este blog se chama "Totalitarismo Universalista"?

Afonso de Portugal disse...

João José Horta Nobre disse...
«Já agora, porque é que este blog se chama "Totalitarismo Universalista"?»

Quis escolher um nome que traduzisse o despotismo exercido pela superclasse plutocrática mundial sobre os povos do Ocidente, ao impor o ideal do mundo sem fronteiras do qual somos todos supostamente cidadãos. Como esse ideal tem sido imposto aos povos do Ocidente a todos os níveis (sistema educativo, discurso político, média, quotas para “minorias” no emprego, etc.), eu quis escolher um nome que expressasse este novo “orwellianismo”, na medida do possível.

Pensei inicialmente em Totalitarismo Mundialista, mas depois apercebi-me que aquilo a que estamos a assistir transcende largamente o fenómeno do mundialismo, trata-se de um dogma sobre a própria natureza da humanidade: somos todos iguais, estejamos onde estivermos e venhamos de onde viermos, temos todos as mesma necessidades, receios e aspirações. Todas as pessoas valem o mesmo e têm o mesmo potencial à partida. Só mesmo a cultura, a educação e a fortuna é que as distinguem, determinando os seus valores, convicções e idiossincrasias. Fora isso, o ser humano é verdadeiramente universal.

A realidade desmente todas estas premissas categoricamente: não é por acaso que não há praticamente homens brancos a correr finais dos 100 m ou jogar na NBA. Nem é por acaso que não há praticamente negros que sejam bons nadadores. Não é por acaso que os europeus são mais resistentes à peste bubónica e os africanos à malária. Não é por acaso que os europeus são mais propensos à osteoporose e os negros às doenças cardiovasculares.

E também não é por acaso que nenhuma civilização digna desse nome tenha surgido na África Subsariana, ou que não haja nenhum muçulmano que tenha vencido um prémio Nobel, ou que o tráfico de droga nos Estados Unidos seja dominado pelos cartéis mexicanos, ou que os negros representem 60% da população prisional dos EUA, não obstante serem apenas 10% da população total daquele país.

Sobretudo, não é por acaso que qualquer um que se atreva a denunciar esta realidade, questionando assim a “verdade universal”, seja imediatamente saneado, como aconteceu ao Doutor James Watson, prémio Nobel da Medicina em 1953 pela descoberta da estrutura helicoidal do ADN (juntamente com Francis Crick), que foi despedido apenas por afirmar que as políticas de desenvolvimento ocidentais poderiam não ser adequadas para os povos africanos.

É a isto que eu chamo Totalitarismo Universalista: a imposição à força do dogma da natureza universal do ser humano… e que está na génese das aberrações do multiculturalismo, do multirracialismo e do mundialismo.