sábado, 12 de setembro de 2015

A esquerda traidora manifestou-se pelos refujiadistas... mas o PNR esteve lá!


«Iniciada com um grande cartaz onde se lia "Toda a gente em todo o lado" a manifestação teve ainda música e palavras de ordem como "paz sim, guerra não, para todos sem excepção" "bem-vindos" ou "fronteiras não, somos todos irmãos".»

...mas em casa deles, não deve haver nem um refugiado!

«Apesar das palavras de ordem pacifistas foi tenso o início da iniciativa, ainda na rotunda, pela presença do PNR, menos de uma dezena de pessoas, com megafone, a gritar também palavras de ordem mas contra a presença de refugiados em Portugal. Com bandeiras do partido e de Portugal, gritavam palavras como "ninguém cala a nossa voz", a que, a poucos metros, os manifestantes a favor dos refugiados respondiam "fascistas".Com os manifestantes a descerem a Avenida da Liberdade a polícia reteve os elementos do PNR, que desceram também a avenida mas a cerca de 500 metros.

No final da manifestação, na Praça do Comércio, acabaram por se juntar de novo. O PNR gritava "acção, acção, lutar pela nação", e os manifestantes respondiam "fascistas, fascistas, chegou a vossa hora, os refugiados ficam e vocês vão embora". A acção da polícia evitou que os manifestantes dos dois lados se juntassem demasiado, acabando os antagonismos por esmorecer com alguns insultos e gestos.

Do lado do PNR, para João Patrocínio, o seu secretário-geral, a justificação para a presença no local foi assim: "achamos que é agora que temos de o fazer", para que as pessoas saibam "que existe alguém em Portugal que defende os portugueses".

"Não se pode acolher refugiados quando temos dramas" no país para resolver, pelo que não se pode "substituir portugueses por sírios", disse. E porquê no mesmo local e hora? "O PNR tem uma agenda própria, não anda a reboque de ninguém", também palavras do responsável.

Do lado dos manifestantes, sem organizadores e sem que ninguém quisesse assumir responsabilidades, ficaram as palavras de ordem como "não às barreiras, europa sem fronteiras", as palmas e os tambores. E no final alguns dos que estiveram "na frente" da iniciativa, mas que não quiseram ser citados afirmaram-se satisfeitos com a adesão.»

Comentário do blogueiro: reparem bem nos slogans usados pelos universalistas, caros leitores, "toda a gente em todo o lado", "fronteiras não, somos todos irmãos","fascistas, fascistas, chegou a vossa hora", "não às barreiras, europa sem fronteiras"... já ouvimos estas palavras todas noutro lado! 

Esta manifestação quis passar por "apartidária", mas foi claramente uma manifestação realizada por gente afecta à esquerda política. Nenhuma pessoa de direita diria "não às barreiras, europa sem fronteiras"! Em alturas como esta, só me lembro deste grande Senhor:

4 comentários:

Anónimo disse...

Também acho que foi a esquerda traidora que se manifestou, ou pelo menos a esquerda mais à esquerda, porque acredito que haja algumas pessoas de esquerda que não subscreveriam nem empunhariam cartazes com esse tipo de frases tão absurdas e próprias de gente de tal forma doente e degenerada que põe à frente da sobrevivência e do bem-estar do seu próprio povo a sobrevivência e o bem-estar de gente de fora, que mesmo que até sejam verdadeiros refugiados, têm uma cultura e uma religião que nos é completamente estranha e hostil!Eu até me considero uma pessoa bastante tolerante em alguns aspectos, sou verdadeiramente democrata e tento sempre respeitar as opiniões dos outros mesmo não concordando com elas, mas juro que com este tipo de pessoas que têm posições de tal forma absurdas e dementes que não é possível dialogar com elas e muito menos de forma civilizada, pois vivem numa redoma, numa realidade alternativa ou num qualquer mundo paralelo do qual ninguém os consegue tirar ou donde eles não querem sair (o mais provável)!

Bruno

Anónimo disse...

Parece-me que, apesar da constante lavagem cerebral, a manifestação foi um fracasso. Abri a página do DN esperando que a marcha tivesse lugar de destaque mas aparece escondida. Falam de "centenas de pessoas". Ou seja, estiveram umas 200, 300 (?) pessoas presentes, caso contrário falariam em "presença maciça" ou coisa do género. - srhamsun.

Afonso de Portugal disse...

Bruno disse...
«(...) acredito que haja algumas pessoas de esquerda que não subscreveriam nem empunhariam cartazes com esse tipo de frases tão absurdas e próprias de gente de tal forma doente e degenerada»

Sim, estes slogans são típicos da extrema-esquerda, bloquistas e comunas. Até nisso esta gente revela ser estúpida como calhaus... se eles julgam mesmo que a maioria dos portugueses concorda com a ideia "toda a gente em todo o lado", então só podemos congratular-nos com a sua falta de noção.



«(...) este tipo de pessoas que têm posições de tal forma absurdas e dementes que não é possível dialogar com elas e muito menos de forma civilizada, pois vivem numa redoma, numa realidade alternativa ou num qualquer mundo paralelo»

Não uma redoma em sentido literal, mas acredita, eles cresceram mesmo num mundo à parte! Basta olhar, por exemplo, para os filhos dos docentes universitários. A esmagadora maioria deles são betinhos mimados que acreditam piamente no mito da "igualdade", de tão habituados que estão a ter todas as condições e mais alguma. Com raras e honrosas excepções, estes meninos crescem sem nunca saber o que é privação... nem o que é privar de perto com os invasores! Mas adoram as ideias do socialismo, da justiça social, da igualdade entre todos os homens e do mundo sem fronteiras.

Mas são justamente estes cretinos, que não fazem a menor ideia do que sofre uma pessoa normal que tem que partilhar diariamente os transportes públicos, o local de trabalho e a vizinhança com esta escumalha, que mais insistem em querer ditar como todos devemos viver! Logo eles, que vivem numa realidade alternativa, onde tudo são rosas e a "burguesia opressora" e o "imperialismo ocidental" são a única coisa que impede a felicidade universal da humanidade!

Há duas formas de provincianismo: (1) o clássico, daquelas pessoas que viveram sempre em meios rurais muito isolados e não têm a mais pálida ideia do que é o mundo por nunca o terem visto; e (2) o cosmopolita, correspondente à ignorância arrogante das pessoas que cresceram rodeadas de tecnologia e oportunidades, que têm dinheiro, que viajam regularmente e sabem falar várias línguas... mas continuam a ser confrangedoramente analfabetas acerca do que realmente é o mundo em toda a sua brutalidade, porque são incapazes de o ver através dos olhos de quem nele vive fora da sua bolha confortável de utopia e ideologia politicamente correcta.

É por isso que eu prefiro mil vezes a companhia de um velho transmontano desdentado mas conhecedor das agruras vida do que de um merdoso pseudo-intelectual de Lisboa ou do Porto, com o seu cabelinho "à foda-se", a sua roupinha de marca e os seus CDzinhos de jazz, capaz de citar mil e um poetas e filósofos, arvorado em defensor da humanidade e do progresso, mas incapaz de compreender as mais simples lições da história, das guerras do passado e do respeito pela liberdade e pela individualidade dos povos.

Afonso de Portugal disse...

Sr. Hamsun disse...
«Parece-me que, apesar da constante lavagem cerebral, a manifestação foi um fracasso.»

Também fiquei com essa sensação. Parece-me que a manifestação foi mais um algomerado de micro-grupelhos da extrema-esquerda do que outra coisa. Daí a minha sugestão: se eles acham mesmo que o povo português quer os "refugiados", façam um referendo! Atrevam-se!

Mas já sabemos que não vai haver referendo nenhum... a elite só os faz quando o resultado previsível é do seu agrado.