domingo, 16 de agosto de 2015

Xeque Munir divorcia-se: a sua mulher é expulsa da Mesquita Central de Lisboa!


Onde é que andam as parolas do Bloco de Esterco que querem criminalizar o piropo? E as cretinas da UMAR que querem inverter o ónus da prova nos casos de violação?

Do mal o menos, o imã da mesquita central de Lisboa decidiu divorciar-se! Mulheres muçulmanas, o bonitão machista está novamente disponível! Mas tenham cuidado, ele tem uma forma muito particular de coçar os cotovelos!...

«A mulher do sheik xeque David Munir, líder da Mesquita Central de Lisboa, terá sido contactada telefonicamente na segunda-feira Lunes por Abdul Vakil, líder dos muçulmanos portugueses, para que apresse a sua saída do local sagrado da capital onde está a viver. Nazira Barakzay, que acusa o marido de a ter agredido à cotovelada, recusa, no entanto, sair da mesquita. 

Quem diria, hã? Logo ele, que parece tão pacífico e ordeiro!... É um bocado como aquelas "moças de família" que parecem muito atinadinhas vestidas, mas depois tiram a roupa e não há quem as segure!

«Foi o próprio Abdul Vakil quem confirmou ter contactado Nazira Barakzay. No entanto, Vakil recusa tê-lo feito para forçar a mulher do sheik xeque David Munir a sair da mesquita. "Tal como já falei com ele, tentei fazer-lhe ver a ela que o que interessa neste momento é resolver esta situação", frisou. 

O acordo de divórcio entre Nazira e David Munir definiu que a refugiada afegã, de 29 anos, fosse viver com a filha para um apartamento em Odivelas. No entanto, segundo fontes próximas de Nazira, esta quer aguardar que o líder da mesquita de Odivelas, que celebrou o casamento religioso entre ambos, regresse a Portugal. A imigrante afegã quer a intervenção do autor da união. 

O sheik xeque David Munir, por seu turno, aceitou falar ao Correio da Manhã. E fê-lo para dizer que pelas funções que desempenha, e pelo respeito que tem "à mulher e à família", não deve pronunciar-se em praça pública. "Entendo que a exposição mediática não protege a dignidade de ninguém", defendeu. Até haver um acordo final, o casal continua a viver dentro da mesquita de Lisboa. Não se falam, não tomam refeições juntos e evitam cruzar-se. 

Munir acredita que a mulher é bipolar, e por isso deverá continuar com os cuidados que já iniciou, respeitando o tratamento a que foi sujeita.»

Comentário do blogueiro: pois é, no Islão é assim, a mulher tem de obedecer e mai' nada!!! Senão leva nas trombas e depois é expulsa de casa! Mas pronto, misoginistas somos nós, os Ocidentais, porque meia-dúzia dos nossos trolhas manda uns piropos de vez em quando às nossas mulheres e curtimos videojogos em que o Super-Mário ou o Príncipe da Pérsia (personagens fictícias) salvam princesas (também fictícias) feitas prisioneiras e isso é "perpetuar estereótipos sexistas"...

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Ver também:

Líder da comunidade islâmica "portuguesa" agride a sua mulher à cotovelada!
A cotovelada islâmica (via A-24)
Feministas radicais "tugas" querem "inverter o ónus da prova"
Maravilhas do Islão (XV): mulher mata recém-nascida para não "desonrar" a sua família

4 comentários:

pvnam disse...

BANDALHEIRA: pessoal que não se preocupa com a construção duma sociedade sustentável (média de 2.1 filhos por mulher)... critica a repressão dos Direitos das mulheres... todavia, em simultâneo, para cúmulo, defende que... se deve aproveitar a 'boa produção' demográfica proveniente de determinados países [nota: 'boa produção' essa... que foi proporcionada precisamente pela repressão (+- úteros ambulantes) dos Direitos das mulheres - ex: islâmicos]... para resolver o deficit demográfico na Europa!?!?!

Afonso de Portugal disse...

«critica a repressão dos Direitos das mulheres... todavia, em simultâneo, para cúmulo, defende que se deve aproveitar a 'boa produção' demográfica proveniente de determinados países, 'boa produção' essa que foi proporcionada precisamente pela repressão dos Direitos das mulheres»

Ora, agora é que tu disseste tudo, mas mesmo TUDO, meu caro! É isso mesmo, sem tirar não por. E ao constatar a veracidade dessa tua observação, qualquer pessoa minimamente honesta perceberá imediatamente qual é o verdadeiro objectivo do feminismo: contribuir activamente para a substituição da população autóctone da Europa por iminvasores do terceiro-mundo.

Algumas vez viste as feministas ocidentais protestar contra os muçulmanos? Não, pois não? Nem mesmo com tantos casos de casamentos forçados, MGF e gangues sexuais na Holanda e no Reino Unido!

Mas eu já vi feministas ocidentais atacar os críticos do Islão:

http://www.theguardian.com/commentisfree/2013/dec/22/this-isnt-feminism-its-islamophobia

Infelizmente, ainda há muito poucos nacionalistas portugueses que percebem esta dinâmica. Mas também não admira, em Portugal só mesmo os "conservadores retrógrados" é que estão atentos à engenharia social feminista.

FireHead disse...

Há feministas que protestam contra o islão, sim! As FEMEN! Mas também é verdade que elas têm andado muito caladinhas ultimamente.

Afonso de Portugal disse...

Protestam contra o Islão, ponto e vírgula: tanto quanto eu sei, as Femen só protestaram contra o Islão enquanto tiveram um integrante de origem tunisina, de seu nome Amina Sboui. Mas ela acabou por perceber que o interessa às Femen não é exactamente criticar "o patriarcado" e abandonou o grupo:

http://www.france24.com/en/20130820-jailed-tunisia-activist-amina-leaves-islamophobic-femen-organisation

Desde então, não houve mais protestos contra o Islão por parte das Femen.

E mesmo que houvesse, as Femen são um grupo marginal que só aparece nas notícias devido ao espalhafato que as maminhas ao léu das suas integrantes provocam. O que eu quis dizer com este postal é que jamais veremos uma professora universitária feminista criticar convincentemente o Islão. Ou uma jornalista dos grandes mé(r)dia. Ou uma empresária de renome. Ou uma política de um dos grandes partidos. Ou uma dirigente de uma organização "humanitária"...