quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Sobre o debate Alex Jones vs. David Duke...


Este debate entre o conspiracionista lunático Alex Jones e o anti-sionista pró-branco David Duke, que teve lugar ontem (18-Agosto-2015), está a ser muito comentado nos meios de divulgação nacionalista de expressão anglófona.

Julgo que não é novidade para ninguém que leia este blogue que eu não partilho a maioria das opiniões do Dr. Duke e considero que o foco do combate nacionalista não deve incidir sobre os judeus, muito menos sobre o holocausto ou sobre a questão israelo-palestiniana. No entanto, este debate tem vários méritos e deve ser visto e ouvido por todos aqueles que se preocupam com o futuro da raça branca.

O principal desses méritos é que o Dr. Duke consegue argumentar convincentemente sobre a perseguição movida pela superclasse mundial à raça branca na Europa e nos EUA, denunciando a existência de um movimento globalista que visa apoderar-se do Ocidente à custa da perseguição à raça branca. Infelizmente, o Dr. Duke reduz tudo aos judeus e não consegue perceber que há outros actores, ou melhor, traidores, envolvidos no processo. O vídeo é longo (mais de 2 horas) e eu próprio ainda não o vi todo, mas acreditem que vale bem a pena!



Quando tiver visto o resto vídeo, irei tecer mais comentários sobre o debate. Até lá!

4 comentários:

Bruno Dias disse...

Eu há uns anos li o livro dele "Jewish Supremacism" e fiquei chocado. De facto quem controla os media controla tudo, e eles os judeus controlam de forma directa ou indirecta os media ocidentais. Controlam Hollywood, bancos como o goldman sach, enfim, basta pensar naquilo que os media defendem seja em relaçao à imigraçao, seja em relaçao a coisas nojentas como o multiculturalismo, e ver quem esta por detras disso tudo para perceber um pouco o papel que eles tem . E depois claro há noticias como esta http://nationalvanguard.org/2015/08/norway-is-too-white-according-to-the-president-of-the-jewish-community-in-oslo/

Afonso de Portugal disse...

«De facto quem controla os media controla tudo, e eles os judeus controlam de forma directa ou indirecta os media ocidentais.»

Sim, isso é inegável. Mas atenção, a maioria dos "jornalistas" que trabalha para eles é constituída por nativos. E "tão ladrão é o que vai à horta, como o que fica à porta".


«Controlam Hollywood, bancos como o goldman sach, enfim, basta pensar naquilo que os media defendem seja em relaçao à imigraçao, seja em relaçao a coisas nojentas como o multiculturalismo, e ver quem esta por detras disso tudo para perceber um pouco o papel que eles tem»

Sim, a sobre-representação dos judeus em muitos sectores, sobretudo esses dois que mencionaste (cinema e alta finança) é absolutamente inegável.

Mas a questão é: até que ponto é que denunciar essa realidade faz avançar a causa Nacionalista e incentiva os eleitores a votar nos nossos partidos? Há quem, como o Dr. Duke, entenda que denunciar os judeus é o mais importante de tudo. Já eu e outros como eu (por exemplo o Caturo e o FireHead) entendemos que o cidadão comum não quer saber dos judeus para nada e, face à colossal propaganda nos mé(r)dia e no sistema (des)educativo que os pinta como coitadinhos (holocausto, Hitler, etc.), há uma tendência natural nas pessoas para desconfiar de quem fala mal dos judeus.

É complicado. Eu pessoalmente prefiro focar-me mais no Islão e nas trapaças dos governantes europeus e norte-americanos, cujas atrocidades são mais fáceis de entender por parte dos eleitores, por serem muito mais sentidas na pele por eles. O sucesso da FN, do PVV, do UKIP e agora também do DS faz-me crer que esse é o caminho mais adequado para fazer crescer o Nacionalismo.

A seu tempo, se o Nacionalismo crescer, poderemos começar a denunciar também quem está nos bastidores. Mas primeiro é preciso apontar para a merda que está na calçada. Depois para o cão. E só depois para o dono do cão...

Bruno Dias disse...

Tem razão. Infelizmente hoje a maioria das pessoas sofreu tal lavagem cerebral que só pelo facto de se denunciar algum judeu por aquilo que ele faz, é logo considerado "anti-semita" na melhor das hipoteses ou "nazi" na pior, e o rebanho inteiro acredita logo nisso. Mas é sempre bom ter alguem como o David Duke que expõe estas coisas, e que aos poucos e poucos vai chegando a um maior número de pessoas. Embora eu não concorde com tudo o que ele diz.

Afonso de Portugal disse...

É isso mesmo, caro Bruno Dias! É preciso ter Nacionalistas a falar um pouco de tudo!...

Infelizmente, ainda há muitos no nosso meio não compreendem isso, querem que todos falemos sobre o mesmo e a toda a hora. Mas da mesma forma que um bom músico não atrai toda a gente com uma só balada, tendo de ter com um leque diversificado de boas canções, também os Nacionalistas têm de compreender que há uma multiplicidade de preocupações no eleitorado e que muitos não querem saber dos judeus, outros não querem saber dos muçulmanos, outros não querem saber do meio ambiente, outros não querem saber da religião, etc.

Nesse sentido, a única coisa que os Nacionalistas têm de ter em comum uns com os outros é o desejo genuíno de preservar o seu povo, a sua cultura, o seu património e o seu país. É isso que nos deve unir acima de tudo. E devemos focar-nos em atrair gente que partilhe e dê primazia a esses valores. O resto virá depois, quando já formos muitos e tivermos condições de fazer a diferença.

Até lá, precisamos tanto de Marine Le Pen, como de David Duke. Porque embora sejam muito diferentes, ambos contribuem para a percepção de que a raça branca está ameaçada... e isso é que realmente importante.