sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Racialismo e masculinidade: uma reflexão


Via O Regresso da Primavera

«A mestiçagem da Europa passa, também, pela transformação do arquétipo do homem. Desde há décadas temos vindo a assistir a uma progressiva alteração da percepção da masculinidade – se é que tal coisa ainda existe. O homem europeu e ocidental tem vindo a tornar-se cada vez mais efeminado. Paralelamente a isso, surge a vergonha da sua virilidade. Da transformação resulta uma coisa híbrida, incapaz de se definir, por entre perfumes, cremes e depilações. Possuidor de uma sexualidade duvidosa. 

Mas a natureza é o que é e a mulher, pelo menos a maioria, ainda quer mais do que um simples amiguinho capaz de falar de moda e culinária. Ora, perante uma cada vez mais reduzida oferta europeia a solução encontrada é óbvia e passa por um de entre os milhões de alienígenas introduzidos no continente pelas políticas pró-imigracionistas. Naturais, originais e não-sujeitos ao processo de construção e consolidação da vergonha, os orientais e africanos ocupam o lugar deixado vago pelo europeu. O resultado, no fim, será a mestiçagem.»

 Se o caro leitor não souber o que é um "strap-on", por favor, clique aqui.
(mas certifique-se que não comeu há pouco tempo!)

«Todo o discurso paralelo a isto é orientado para o mesmo fim. Veja-se a questão da “violência doméstica”, por exemplo. Sempre existiu, mas nunca se falou dela como hoje. Existe em larga escala no mundo não-europeu, mas aí é silenciada. Afecta também homens, mas esses não são vítimas. É evidente que a violência é problemática, mas o discurso que se gera e constrói à sua volta é de molde a criar um fosso cada vez maior entre homens e mulheres (ocidentais) – os outros respeitam tanto as mulheres que até as protegem e, se lhes batem, não é por mal. É cultura. Este é o mesmo discurso que desculpabiliza os crimes dos comunistas. O discurso sobre a violência doméstica é o discurso do feminismo que demoniza o masculino e vê em cada homem um opressor. Não interessam as circunstâncias que envolvem cada crime. O que é curioso, sabendo-se que o discurso esquerdista-construtivista gosta tanto de vincar as circunstâncias quando lhe convém.

Tudo isto é, apenas, mais um dos elementos do ataque à Europa e à Civilização

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