sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Confrontos entre nativos e "refugiados" na Macedónia


Começa a acontecer aquilo que os Nacionalistas previam: como nenhum dos "refugiados" que tentam invadir a Europa através do Mediterrâneo é devolvido à proveniência, a pressão dos seus números começa a fazer-se sentira nas fronteiras da Europa. Já aqui vos tinha mostrado como a Macedónia tem recebido centenas de iminvasores vindos da Grécia só nos últimos dias. Vejam só o resultado:

«A Macedónia enviou polícia de choque para a sua fronteira com a Grécia, para tentar controlar o fluxo de milhares de imigrantes provenientes do país vizinho que nas últimas semanas se está a verificar junto à cidade de Gevgelija, e o que daí resultou foi uma sequência de cenas de caos e violência. António Guterres, alto comissário das Nações Unidas para os Refugiados, apelou ao Governo de Skopje a que “gerisse de forma ordeira” as suas fronteiras. 



As tropas de choque usaram gás lacrimogéneo e armas de controlo de multidões como granadas de luz e som quando instalaram arame farpado para tentar impedir os imigrantes – na sua maioria sírios – de continuarem a passar a fronteira sem obstáculos como até agora. Mas repórteres da Reuters relatam ter visto pelo menos quatro pessoas com feridas profundas nas pernas. 

Outras caíram e ficaram feridas quando a multidão fugia, em pânico, empurrada para uma zona de ninguém, que não era nem Macedónia nem Grécia e onde não podiam receber ajuda das várias organizações não-governamentais que ali estão presentes. 

Diariamente, pelo menos 1300 pessoas são registadas depois de terem cruzado a fronteira da Macedónia junto a Gevgelija, diz a AFP.

(...) Desde 19 de Junho, cerca de 42 mil imigrantes entraram na Macedónia, a maioria dos quais homensmas 5752 são mulheres e há 7000 crianças, das quais 600 sem serem acompanhadas por nenhum dos pais, diz a AFP, citando números oficiais. 


O Governo da Macedónia, pressionado pela ONU, acabou por prometer que manterá a fronteira aberta. Guterres, citado pela Reuters, diz ter “recebido garantias” do ministro dos Negócios Estrangeiros de que não será encerrada no futuro. Apelou ainda às autoridades gregas para que prestem assistências às muitas pessoas concentradas no lado grego da fronteira. 

Quanto às autoridades da Macedónia, estas anunciaram, em comunicado, que permitirão a entrada no seu território “de um número limitado de migrantes sem documentos que façam parte de categorias vulneráveis”. Skopje acusa Atenas – com quem as relações diplomáticas não são brilhantes e mantém um diferendo, por causa do nome, que a impede de se candidatar à entrada na União Europeia – de dirigir de forma organizada os imigrantes para o seu território. 

O bloqueio seguinte encontrado por estes imigrantes está na Hungria, onde o Governo mandou construir um muro de quatro metros de altura ao longo dos 175 quilómetros da sua fronteira com a Sérvia, para tentar impedi-los de entrar clandestinamente no país e, ao mesmo tempo, nesta fronteira da União Europeia

Comentário do blogueiro: há tantas coisas perturbadoras nesta notícia que nem sei por onde começar. Talvez pela última parte, a atitude verdadeiramente irresponsável e egoísta por parte das autoridades gregas, que é em tudo semelhante àquela que as autoridades italianas têm tido para com os "refugiados" que fazem seguir para a Alemanha e para a Áustria. O nosso povo chama a isto "passar a batata quente", mas a culpa é um pouco de todos os países da UE, cujos governantes se recusam a enviar de volta aqueles que chegam através do Mediterrâneo, à contrário do que a Austrália tem feito àqueles que a tentam iminvadir. É essa recusa que está na génese de todos estes problemas.

Depois temos o contorcionismo mental da "jornalista" que escreveu este artigo, de seu nome Clara Barata, uma fulana que aparentemente tem a mesma escola das islamófilas compulsivas Sofia Lorena e Margarida Santos Lopes. Para além de caracterizar os imigrantes como coitadinhos, com um estilo de escrita que não fica nada a dever às telenovelas mais pirosas da TVI (eu omiti essa parte, tal o nojo que me meteu, mas podem lê-la seguindo a hiperligação), a Clarinha tem o desplante de especificar o número de mulheres e crianças, que mal passa dos 30% do total de refugiados!... Os outros 70%, quase 30 mil pessoas, são todos homens! Da mesma forma que nos barcos que vemos chegar através do Mediterrâneo só têm praticamente homens!!! E não há ninguém, mas é que não há mesmo NINGUÉM nos mé(r)dia ocidentais que ache anormal que a esmagadora maioria dos supostos refugiados que chegam à Europa seja constituída por homens!

Isto, caros leitores, só vai piorar! O que vemos actualmente em Calais é só o incío... marquem bem as minhas palavras: isto é só o início!

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