sábado, 16 de março de 2019

Sobre o atentado terrorista que teve lugar ontem na Nova Zelândia


     Para minha surpresa, ainda ninguém me perguntou nada sobre o ataque anti-islâmico que teve lugar ontem na Nova Zelândia. Mas como sei que alguém o acabará por fazer, vou ser o mais claro que me é possível.
1. Eu não sei se o ataque é real ou foi uma operação de bandeira falsa (OBF); duvido muito que alguém saiba com certeza, a não ser os próprios autores do massacre, os seus mentores (no caso de se tratar de uma OBF) e parte das autoridades.
2. O esquerdalho e a direitinha tentaram imediatamente associar o ataque ao Nacionalismo. O Observador, por exemplo, ainda vai buscar o Anders Breivik para mostrar uma "tendência", enquanto o Al-Público insiste que os atacantes foram radicalizados pela internet para, é claro, apelar a um maior controlo das redes sociais. Porém, no seu manifesto de 74 páginas, o principal responsável pelo massacre foi muito claro:


3. Em menos de 24 horas, a primeira-ministra neozelandesa anunciou novas medidas de controlo do acesso às armas. Os caros leitores sabem que eu não sou nada dado a teorias da conspiração, mas é quase "como se" ela estivesse à espera de um atentado destes para agarrar a oportunidade. Aliás, sempre que há um atentado em solo ocidental, independentemente do seu(s) autor(es), o resultado final é sempre a perda de direitos dos cidadãos, em especial no que diz respeito ao uso e porte de armas.


4. Além disso, o próprio atacante afirma que pretendia isso mesmo no seu manifesto, fazer com que a esquerda fosse atrás das armas dos conservadores:


5. Não posso deixar de sublinhar que, mesmo que este ataque tenha sido verdadeiro, no sentido em que tenha havido mesmo dois ou três imbecis que desataram a matar muçulmanos com o intuito de precipitar uma guerra racial, essa estratégia é um valente tiro nos pés. Aliás, um autêntico tiro de canhão nos pés, tanto para o movimento contra-jiade, como para o Nacionalismo. Desde logo, porque essa estratégia jamais resultará, uma vez que 99% dos brancos deste planeta não estão dispostos a lutar pela sua raça. Mas sobretudo porque cada atentado terrorista dá mais argumentos aos globalistas para apertarem o controlo e a censura sobre os nacionalistas. Conforme expliquei neste vídeo, não adianta atacar directamente os imigrantes, porque os imigrantes são o resultado de políticas implementadas pelas elites, podendo ser rápida e facilmente substituídos. O que é realmente preciso é remover as elites globalistas do poder. Se queremos mesmo salvar a raça branca, nada mais resultará!

quinta-feira, 14 de março de 2019

Do Pretogal profundo... imagens deslumbrantes!


     E agora, caros leitores, vamos fazer uma viagem maravilhosa por um recantozinho de Portugal que a esmagadora maioria de vocês certamente desconhece, o Bairro 6 de Maio, nesse magnífico concelho cada vez mais pretoguês que dá pelo nome de Amadora.

Que agradecer ao Filho da Truta (FdT) por mais esta sua contribuição preciosa para o TU: foi ele que nos trouxe estas fotografias cuja beleza é de cortar a respiração! Muito obrigado, caríssimo!

«A pouco mais de cinco quilómetros do centro de Lisboa, onde o turismo avança a velocidades nunca vistas, o Bairro 6 de Maio, no concelho da Amadora, está a definhar.

Estigmatizado durante anos a fio, mitificado ao longo de décadas como "o sítio onde nem a polícia entra", o Bairro 6 de Maio começou a ser desmantelado em 2016, num processo de despejos, realojamentos polémicos, rusgas policiais frequentes e tentativas activistas de travar o inevitável. Um processo que se arrasta e que tem servido para enfatizar ainda mais os problemas de uma comunidade na sua maioria composta por cabo-verdianos que decidiram tentar uma vida nova em Portugal no pós-Ultramar, entre o final dos anos 70 e início de 80. Um gueto às portas de Lisboa, onde mais do que viver, todos tentam sobreviver. Alguns da única forma que sabem, à margem da lei.»

É sempre a mesma conversa de merda por parte dos mé(r)dia: "da única forma que sabem", como se o analfabetismo fosse desculpa válida para se ser um criminoso. Enfim... sem mais demora, vamos então até o Bairro 6 de Maio. Não se esqueçam que estas fotografias foram todas tiradas em Portugal!



“G” (nome fictício), faz uma vigia no bairro com a sua caçadeira, na expectativa da chegada de membros de gangues rivais. 
Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018. 


Mulher caminha no Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018. Este bairro degradado situa-se a cerca de cinco quilómetros do centro da capital. Construído ilegalmente nos anos 70 por imigrantes Cabo-verdianos e guineenses é, actualmente, um foco de problemas sociais e criminalidade, tráfico de drogas, armas e prostituição. 

 
Carlon, 35 anos, barbeiro, atende um cliente. Natural de Cabo Verde, imigrou aos dois anos de idade com os seus pais, há 18 anos que é o barbeiro do bairro. Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018.


 Homem (não identificado), no interior da sua casa empunha uma arma de fogo. A posse de armas ilegais é comum entre os membros dos gangs do bairro. Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018.


 Homens praticam exercício numa casa que tinha sido demolida pela Câmara Municipal e posteriormente reconstruída pelos residentes. Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018.


Dois homens lutam junto a uma casa demolida. Ambos são “snipers”, vigias das entradas do bairro que alertam os traficantes para a aproximação de forças policiais e membros de gangues rivais. A luta foi desencadeada porque um dos “snipers” falhou na sua missão. Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018.

 Alex (nome fictício) segura na mão uma catana num dos becos do bairro. Uma arma branca que o seu pai trouxe para Portugal quando emigrou no período pós-colonial. Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018.


 Elvis (nome fictício) mostra uma cicatriz abdominal resultante de um ferimento causado por uma bala perdida durante uma luta com um gangue rival. Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018.


Carlos (nome fictício) treina o seu cão “Pitt-Bull” para atacar em frente à sua casa. Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018. 


Traficante trata plantas de canábis numa estufa ilegal. Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018.
 

 Boss G (nome fictício), com uma máscara para ocultar a identidade, mostra as suas jóias de ouro num beco do bairro. Aos 15 anos foi integrado numa casa de correcção juvenil, aos 18 sentenciado a uma pena de prisão por “car-jacking” e aos 25 anos voltou a cumprir pena por assalto a uma joalharia.


Traficante de droga (não identificado) prepara doses para venda, junto a uma imagem de Nossa Senhora de Fátima. Os traficantes acreditam na sua protecção para o negócio.


 Toxicodependentes consomem crack numa das habitações devolutas do bairro.  


 Patrulha da Polícia de Segurança Pública. 
 


Fátima (à esquerda), 20 anos, dependente de crack, junto a Joana (à direita - nome fictício), também toxicodependente, "mulher" trans. Ambas trabalhadoras sexuais.


Wilson, 24 anos, treina boxe diariamente num ginásio instalado numa casa demolida e posteriormente reconstruída pelos residentes. Sonha em ser pugilista profissional. 


  Drogas, balança de precisão, arma automática, munições e notas de euros no chão de uma das casas do bairro.  


Uma mulher penteia uma jovem e outra alimenta de biberão um bebé. O quotidiano das famílias no bairro.  


 Esta rua é um autêntico supermercado de estupefacientes, onde os traficantes se juntam para fazer negócio com os residentes e consumidores externos.


 Rute (à esquerda - nome fictício) e Dany(à direita - nome fictício) acariciam Tivon (nome fictício) numa festa no bairro. Tivon, um dos criminosos mais respeitados do bairro, já foi condenado a penas de prisão mais de quatro vezes, por roubos à mão armada e assaltos a habitações.


 Jogo de poker a dinheiro entre habitantes durante a noite.  


  Homens e mulheres divertem-se numa festa.


  Casas demolidas no bairro, a Câmara Municipal da Amadora alega que as famílias desalojadas aderiram a programas de apoio ao auto-alojamento.


Então, gostaram, caros leitores? Não é inspirador ver como estes imigrantes cabo-verdianos vieram fazer o que nós, portugueses preguiçosos, já não queremos fazer? E não é reconfortante ver como os nossos impostos estão a ser usados para financiar estas... hum... "famílias"? É não, é?... Porque "os melhores são os que partem", como diz o Daniel (l)Oliveira! Não se esqueçam de continuar a votar massivamente no PS/PSD/CDS/CDU/BE/PAN, que é para vermos se os bairros 6 de Maio se multiplicam um pouco por todo o país! 😜

Propaganda à mestiçagem num anúncio de fraldas do Pingo Doce


     Um muito obrigado! ao Portugal português numa Europa europeia! por nos ter trazido aqui este videozinho curtinho, mas absolutamente sintomático e esclarecedor da forma como o capitalismo selvagem incentiva descaradamente à mestiçagem. Trata-se de um anúncio às fraldas do Pingo Doce, umas fraldas para "uma geração mais exigente", segundo a narradora do anúncio. Por "geração mais exigente", entenda-se uma geração mestiça, evidentemente...

Faço notar que, no rodapé do vídeo, aparece escrito "testemunhos reais". A confirmar-se, isto não é apenas propaganda, estamos a falar mesmo de casais "vibrantes" reais que aceitaram dar a cara pelo anúncio.

Mais merda feminista na sociedade "tuga"


     A TVI e a SIC tem dois novos reality shows que, segundo consta, são de gosto muito duvidoso. Eu nunca os vi nem tenciono ver, mas é o que me dizem amigos e conhecidos. Seja como for, por muito má que seja a qualidade dos programas, esta atitude da Associação Portuguesa das Mulheres Juristas é inqualificável:

«A Associação Portuguesa das Mulheres Juristas vai avançar com uma queixa na Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) contra os novos reality shows da TVI e da SIC. Em causa estão os programas que estrearam no passado domingo, “Quem quer namorar com o agricultor?”, da SIC, e “Quem quer casar com o meu filho?”, da TVI.


«Para a Associação das Mulheres Juristas, a ERC pode exigir a suspensão dos dois programas televisivos por estes violarem princípios do Direito Internacional de “combate aos papéis estereotipados de mulheres e homens”. Para além desta queixa, os programas já acumulam outras no regulador da comunicação social.»

Ou seja, estas fulanas da Associação Portuguesa das Mulheres Juristas querem CENSURAR estes programas da SIC e da TVI só porque não gostam do seu conteúdo! É esta a "democracia" das feministas! Alguém obrigou as concorrentes destes programas a participar? Não, pois não? Então quem são estas tipas para quererem decidir o que é ou deixa de ser aceitável? Cada vez dou mais razão ao Orlando Braga quando ele diz que "o Feministão é a antítese simétrica do Islão"!

Para alguns autoproclamados nacionalistas, isto é completamente irrelevante...





"Tudo o que é preciso é fechar as fronteiras, pá!", dizem os palermas. Pois claro, resta saber como é que se vai conseguir impor isso à medida que a proporção de brancos em cada país europeu for diminuindo... vão ser os alógenos a viver na Europa que vão querer fechar as fronteiras por nós, querem ver?

A questão é saber porque é que ele a tinha recebido...




«A Ordem do Infante D. Henrique é uma ordem honorífica portuguesa, criada a 2 de Junho de 1960 aquando do V Centenário da morte do Infante D. Henrique e reformulada e alargada em 1962, que visa distinguir a prestação de serviços relevantes a Portugal, no país ou no estrangeiro, ou serviços na expansão da cultura portuguesa, da sua História e dos seus valores.

O Grão-Mestre da Ordem é, tal como nas demais Ordens Honoríficas Portuguesas, por inerência o Presidente da República.»

Em face desta informação, por alma de quem é que o Vara foi agraciado com a Ordem do Infante? Que "serviços relevantes" prestou a Portugal? Ter criado fundações financiadas com dinheiros públicos? Ter subornado e corrompido personalidades ligadas ao Estado, a empresas privadas e a outras organizações? Ter feito parte do bando de malfeitores que deixou a CGD em maus lençóis?

A sério, como é que alguém como o Vara recebeu a Ordem do Infante??? Alguém me explique, por favor, que eu sinceramente não compreendo! A atribuição destas condecorações não tem que ser justificada perante ninguém? Não há critérios a seguir nem requisitos mínimos a observar???

Líder da bancada parlamentar do PSD sai em defesa de Bruno Vitorino


      É raro vermos um direitinha a fazer a coisa certa, pelo que hoje vou elogiar Fernando Negrão, líder parlamentar do PSD, por ter saído em defesa do deputado Bruno Vitorino, que tinha denunciado a doutrinação homossexualista nas nossas escolas do ensino básico e foi por isso alvo de uma queixa por parte de duas deputadas do bloco de esterco:

«Os deputados do PSD reuniram-se para falar sobre a queixa de que Bruno Vitorino está a ser alvo por parte de duas deputadas do BE: Joana Mortágua e Sandra Cunha. Em causa está um post que o deputado do Barreiro fez no Facebook, onde questionava, a propósito de uma sessão de esclarecimento numa escola levada a cabo por uma organização LBGT, ‘Que porcaria é esta?’, considerando a sessão “perversa” e uma “vergonha”. Reunida a bancada, Fernando Negrão conclui que a queixa é um atentado à “liberdade de expressão” e à democracia, tendo enviado uma carta ao Presidente da Assembleia da República a queixar-se disso mesmo. Pedagogia não é doutrinação, diz.»


Excelente, Dr. Negrão. É para mim uma grande e agradável surpresa constatar que nem tudo está perdido entre os laranjinhas.

«A liberdade de expressão é sagrada, e no dia em que um deputado se sentir impedido de falar com receio de queixas que possam vir de outros deputados, então aí estaremos a matar a democracia”, disse o líder parlamentar social-democrata aos jornalistas no final da reunião, explicando que a carta redigida e endereçada a Ferro Rodrigues tem o propósito de impôr na agenda da conferência de líderes uma discussão sobre o tema.»


"No dia em que um deputado se sentir impedido de falar com receio de queixas" já teremos matado a democracia. Ela começa a morrer a partir do momento em que o cidadão comum tem receio, algo que acontece em Portugal logo desde o início desta Terceira República. 




Sim, leram bem, eu estou a afirmar que nunca houve uma democracia em Portugal. Para haver democracia tem de haver liberdade de expressão. É condição sine qua non, não pode ser negociada. Mas nunca houve liberdade de expressão no nosso país, a própria Constituição proíbe a expressão de certas ideias e tendências políticas.

«Para Fernando Negrão, há uma diferença entre fazer “pedagogia” nas escolas e “doutrinação”, considerando que a tal palestra de sensibilização para as diferentes orientações sexuais levada a cabo numa escola do Barreiro era “doutrinação” sobre crianças “de 11 anos”, e que isso sim devia ser motivo de “preocupação”. Questionado sobre se se revia nas expressões usadas pelo deputado (“perverso” e “vergonha”), Negrão disse que isso era “assessório” e que a página de Facebook de cada um é um espaço “pessoal”, com “uma margem de expressão muito maior”, mesmo tratando-se de alguém com um cargo público.»


Evidentemente. Até porque a linguagem usado pelo deputado Vitorino é, a meu ver, bastante moderada. Eu iria muito para além do "perverso" e da "vergonha", eu diria mesmo que se trata de uma verdadeira filha da putice!

«Para Fernando Negrão, que lidera a bancada social-democrata, não é igual um partido político ou uma associação LGBT ir falar a uma escola. “Quando falo numa escola não digo que a democracia é o PSD, explico o que é o sistema democrático e falo da pluralidade de partidos”, disse, afirmando que, pelo contrário, uma associação LGBT “faz doutrinação em vez de pedagogia” sobre as crianças.»


Agora vamos ver como é que o bilderberguer modernaço Rui Rio vai reagir a isto. Espero estar enganado mas, conhecendo a peça, o Dr. Negrão pode muito bem ter os dias contados à frente da bancada parlamentar do PSD...


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Ver também:

Damas e cavalheiros, eis o "homem" ocidental! (11)


Um muito obrigado! à Raquel por nos ter trazido aqui estes dois soyboys "tugas":




Digam lá, mulheres portuguesas, se estes dois não são simplesmente irresistíveis! O feminsmo é sexy, pá! E não tomar banho regularmente também!...


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Ver também:


Damas e cavalheiros, eis o "homem" ocidental! (10)

quarta-feira, 13 de março de 2019

Portugal Desintegrado: Episódio 49: Don't call it a grave, it's the future you chose


     Aqui fica mais um episódio da excelente e cada vez mais relevante série "Portugal Desintegrado", da autoria do nosso já conhecido Ilo Stabet. Recordo aos leitores do TU que o Ilo Stabet também é autor do blogue Portugal Integral, onde são publicadas várias postas excelentes.
 
Como sempre, encorajo vivamente os leitores do TU a inscreverem-se no canal de YouTube do Ilo e,  para aqueles que tiverem essa disponibilidade, a deixarem comentários nos vídeos do Ilo, mesmo que não concordem totalmente com ele: trocar ideias tende a fazer emergir a verdade!


Deputadas do bloco de esterco apresentam queixa contra deputado do PSD que criticou doutrinação homossexualista nas escolas básicas


      Repare-se que estas deputadas são as mesmas hipócritas que disseram que o juiz Neto de Moura "não sabia conviver com a liberdade de expressão" por processar as pessoas que o injuriaram. Tanta falta de vergonha na cara impressiona!

«As deputadas do Bloco de Esquerda Joana Mortágua e Sandra Cunha vão apresentar uma queixa na Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) contra o deputado do PSD Bruno Vitorino. Em causa está um comentário que o também vereador da Câmara Municipal do Barreiro fez sobre uma palestra na Escola Básica 2/3  da Quinta da Lomba, no Barreiro, que pretendia “promover a igualdade de género” e “sensibilizar os alunos para as diferentes orientações sexuais”.




Numa publicação na sua página de Facebook no passado dia 8 de Março, Bruno Vitorino criticou esta iniciativa, considerando-a “uma vergonha” e “uma porcaria” por entender que “é perverso” ver “adultos a avançar sobre este campo junto de crianças”. Um post que foi entretanto eliminado da rede social depois de ter sido denunciado.»


É lamentável que o deputado tenha eliminado a posta. Foi um erro da sua parte, porque dá a entender que haveria lago errado na posta, quando não havia.

«Um dia depois, o deputado social-democrata voltou ao tema novamente no Facebook. “Nunca discriminei ninguém em função da sua orientação sexual, do seu partido político, da sua raça, cor de pele, religião ou clube ou seja o que for. Tenho amigos homossexuais, heterossexuais, e muitos que nem sei que orientação têm ou deixam de ter. Mas não aceito este tipo de “doutrinação” nas escolas com miúdos destas idades. Ainda mais com associações totalmente duvidosas. Acho uma vergonha”, escreveu num tom menos agressivo do que na publicação original.»

O deputado laranjinha está coberto de razão! É efectivamente doutrinação, é lavagem cerebral desde tenra idade para programar as crianças e fazê-las aceitar o que é totalmente inaceitável, a sodomia e o hedonismo degradante dos invertidos. Espero que o deputado se mantenha firme, mas devo dizer-lhe que está no partido errado. Em Portugal, só há um partido onde os conservadores são aceites, o Partido Nacional Renovador (PNR). O PSD não é lugar para um homem que percebe a realidade do marxismo cultural e a terrível influência do lóbi guei na nossa sociedade.

terça-feira, 12 de março de 2019

Portugal precisa do PNR!



«Portugal precisa de nós, que somos a verdadeira Alternativa ao regime vigente, Hoje e Agora: com ideias modernas e claras e o olhar posto no amanhã. E para isso já não servem antigos modelos e métodos, que têm o seu lugar na História, mas “são águas passadas que não movem os moinhos” do Presente e do Futuro.
Portugal precisa de ver Renovada a Fé dos Portugueses nos “seus” e na sua Nação, mas para isso, precisa de modelos em que acreditar e de caminhos onde veja esperança e objectivos.




Precisa de Renovar os Valores e mudar mentalidades. Sem estes, não existe sistema politico algum que sirva a Nação e o seu Povo. A sociedade é composta de seres humanos díspares e imperfeitos e, como tal, não almejamos um modelo social utópico ou moralista, mas um sistema em que os valores estejam presentes e moldem mentalidades e condutas.
Precisa de Renovar o conceito de Identidade e Comunidade – amplamente ameaçado, mas ainda muito presente nas nossas vilas e aldeias, guardiãs das tradições – e incutir em cada um de nós o sentido, gosto e missão de contribuir para o objectivo e desígnio nacional: a promoção social e o progresso do país em prol de um Estado Nacional e Social.
Importa Renovar o conceito de Nacionalismo, adaptando-o às necessidades e realidades de hoje, sem nunca perder o ADN que nos caracteriza, sem nunca abdicar dos nossos Valores e Fundamentos, mas compreendendo, na complexidade do mundo actual, as soluções realistas que interpelem as pessoas, fazendo com que se identifiquem e se revejam nas nossas causas e propostas.»

O estado do Ocidente: alemães fogem em pânico durante o funeral de uma mulher assassinada por um iminvasor tunisino


      E porque é que fugiram em pânico? Porque um "pobre coitadinho fugido à guerra" entrou na igreja e gritou 'Allahu Akbar!' (Alá acima de todos):

«Na cidadde de Worms, mais de 500 pessoas participavam no funeral de Cynthia R., uma jovem de 21 anos que fora assassinada pelo seu namorado Ahmed T., de 22 anos. A jovem Cynthia tinha acedido a usar o hijabe e aprender a língua árabe para agradar ao seu namorado requerente de asilo.»

 Ahmed T. e Cynthia R., antes da islamização da jovem alemã.

«No entanto, Ahmed já sabia que ia ser deportado. Ele tinha abusado do generoso sistema de segurança social alemão usando três nomes diferentes. Exigiu então que Cynthia regressasse com ele à Tunísia, mas a jovem recusou. Furioso, Ahmed assassinou a jovem esfaqueando-a mais de 10 vezes no pescoço, pulmões, costas e mãos.»

Cynthia R. e Achmed T., depois da islamização da jovem alemã. O piscar de olho é para nós, cornos mansos europeus.

«O funeral foi arruinado quando um homem entrou na igreja, estendeu os seus braços e mãos e gritou: 'Allahu Akbar!'  (Alá acima de todos). Isto fez com cerca de 20 pessoas fugissem a correr da igreja, em pânico, e algumas até a chorar. O homem foi depois detido pelas autoridades.»

Sublinho, caros leitores, bastou um muslo seboso entrar na igreja aos berros e logo uma data de alemães desataram a fugir cheiinhos de medo! Este é o estado do Ocidente... mas continuem a vociferar que os homens brancos são opressores e que a sua masculinidade é tóxica.  Depois não se queixem!

segunda-feira, 11 de março de 2019

Momento Musical (7): «Foi Deus»


     Escrita e composta pelo grande Alberto Janes (1909-1971), cantada pela imortal Amália Rodrigues (1920-1999). Dedico esta ao FdT e a todos os que, como ele, padecem do mesmo mal que me aflige: amam demasiado a nossa civilização e a nossa raça, quando elas já não se amam a si próprias.



«Não sei, não sabe ninguém,
porque canto Fado neste tom magoado
de dor e de pranto.
E neste tormento, todo sofrimento,
eu sinto que a alma cá dentro se acalma
nos versos que canto.

Foi Deus que deu luz aos olhos,
perfumou as rosas, deu ouro ao sol e prata ao luar.
Foi Deus que me pôs no peito
um rosário de penas que vou desfiando e choro a cantar!
E pôs as estrelas no céu,
e fez o espaço sem fim,
deu o luto às andorinhas, ai...
...e deu-me esta voz a mim!

Se canto, não sei o que canto,
um misto de ventura, saudade, ternura e talvez de amor!
Mas sei que cantando
sinto o mesmo quando se tem um desgosto
e o pranto no rosto nos deixa melhor.
Foi Deus que deu voz ao vento,
luz ao firmamento
e deu o azul às ondas do mar.
Foi Deus que me pôs no peito
um rosário de penas que vou desfiando e choro a cantar!
Fez o poeta o rouxinol,
pôs no campo o alecrim
deu as flores à primavera, ai...
...e deu-me esta voz a mim!»

O PNR denuncia mais um acto de traição do bilderberguer Marcelo



«O Presidente da República Portuguesa deslocou-se a Angola e foi prestar homenagem a Agostinho Neto no memorial onde repousam os restos mortais daquele que foi responsável directo pela morte de centenas de portugueses militares e civis.


Entretanto, os cemitérios militares Portugueses em Angola estão completamente abandonados e vandalizados.
Agora, fazemos a pergunta: esteve no programa de visitas do Presidente Marcelo Rebelo de Sousa uma ida ao Talhão Militar Português no cemitério de Luanda? Claro que não...»

De quantas mais provas é que os portugueses ainda precisarão para se convencerem que este tipo é um canalha que os despreza?...

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Ver também: 

Entretanto, em "terras de Sua Majestade"...


 Sobre o caso da esquerda, podem ler mais detalhes nesta posta que eu fiz há uns dias.


 Reparem bem, caros leitores: estas mães acham que a Somália é mais segura do que o Londristão. E provavelmente tem razão!


 O que vale é que a islamização é um mito perpetuado pelos "islamófobos"...


#OrgulhoOcidental