segunda-feira, 25 de março de 2019

Apresentação da candidatura do PNR às eleições europeias de 2019


«O PNR fez a apresentação da sua candidatura às Europeias, em Lisboa, no dia 23 de Março, numa sessão de entrada livre onde esteve presente, no início, a RTP e a Lusa.




Com a presença de 21 dos 29 candidatos que compõem a lista – entre efectivos e suplentes -, decorreu a sessão de apresentação dos candidatos e dos pontos essenciais do programa e posicionamento do PNR em relação à União Europeia. Seguiu-se um espaço de questões que foi extremamente participado e muito enriquecedor.

Diana Almeida iniciou a sessão e deu as boas vindas aos participantes seguindo-se a intervenção do Vice-presidente do PNR, João Pais do Amaral, que apelou ao apoio aos candidatos, à mobilização de todos e às partilhas maciças da nossa campanha às Europeias nas redes sociais, já que é esse o único meio de que dispomos, pois a cobertura mediática será residual e os meios financeiros são igualmente residuais, não podendo haver outdoors e outro tipo de propaganda. De seguida apresentou cada um dos candidatos – presentes e ausentes – todos eles fortemente aplaudidos pelos assistentes. 

Por fim, apresentou a mandatária nacional da lista do PNR, Otília Fernandes, que proferiu umas breves palavras nas quais destacou a importância do papel da mulher na sociedade, mas fora do espartilho do feminismo militante e histérico.  

Seguiu-se a intervenção da candidata número três da lista, Joana Dinis, que falou da perspectiva da juventude acerca do valor da mobilidade e liberdade de circulação, mas com fronteiras controladas, e da ameaça da censura sobre o digital por via dos artigos 11 e 13 da Directiva da União Europeia sobre Direitos de Autor, que mais não é que uma forma dissimulada, perniciosa, de controlar os conteúdos na internet e exercer censura arbitrária. Acerca do Imposto Sobre o Digital (ISD), afirmou a posição favorável do PNR no sentido de taxar esses gigantes multinacionais sobre o seu volume de negócios em Portugal e na Europa, o que representaria muitos milhões de euros a entrar nos cofres do Estado.

Carlos Teles, o segundo da lista, debruçou-se sobre o tema mais sensível dos tempos actuais que consiste na invasão imigrante, nomeadamente a islâmica, que constitui uma séria e grave ameaça à soberania, identidade e matriz civilizacional das Pátrias Europeias. Novamente, e sempre, o PNR ergue a prumo esta bandeira da defesa da identidade e do combate à invasão imigrante e ao multiculturalismo.

Por fim, o candidato João Patrocínio, numa intervenção de vinte minutos, expôs o essencial da posição do PNR perante a União Europeia, com palavras e ideias contundentes e eloquência combativa que diversas vezes levou a assistência ao rubro, com salvas de palmas entusiásticas e de pé. Explicou o modelo que o PNR defende para a Europa, que passa pelo fim desta União Europeia castradora, convertendo-a, por dentro, numa Confederação de pátrias livres e soberanas, formando um bloco coeso, da economia à defesa, no qual a soberania das nações estaria garantida, ao contrário do que hoje se passa, em que esta foi transferida para Bruxelas e onde as leis “europeias” se sobrepõem às nacionais.

João Patrocínio afirmou, preto no branco, que o objectivo eleitoral do PNR não é outro se não o da sua eleição para o Parlamento Europeu, onde, como primeiro deputado nacionalista português assumirá uma posição de exigência de respeito por Portugal. Somos uma nação com quase 900 anos de História que não tem de andar a mendigar subsídios e a inferiorizar-se perante os outros países que, até mesmo por isso, nos tratam com desrespeito. No Parlamento Europeu, integrado no grupo dos partidos de Direita Nacional (que não é do centro) – que se prevê venha a ser o maior – lutará em conjunto com eles por esse objectivo: mudar a União Europeia por dentro, deixando de ser nociva para os países que a compõem a fim de se tornar um bloco de peso que possa enfrentar outros blocos, super-potências e todas as ameaças que daí possam advir.

Seguiu-se, por fim, um amplo espaço de questões que serviram também de reflexão e enriquecimento do programa que por não ser estático estará sempre aberto a contributos que o enriqueçam e aprofundem.

Como sempre, cantou-se o Hino Nacional e deu-se por encerrada esta sessão que foi extraordinariamente motivadora. No próximo dia 25 de Abril, realiza-se uma apresentação idêntica no Porto.»

O xadrez é racista, pá!


     Um muito obrigado! ao Filho da Truta (FdT) por nos ter trazido aqui mais esta pérola do fanatismo anti-racista. Nem vou dizer mais nada, vejam e riam!... Ou chorem, que isto dá para as duas coisas! E se tiverem conta no YouTube, não se esqueçam de dar "não gosto", que os promotores desta "parvoíce" bem merecem!

Mais um "refugiado" que foi apanhado a roubar no nosso país


     Há pouco mais de um mês, eu reportei aqui no TU o caso de um "refugiado" africano (notar as aspas) de 34 anos que foi apanhado a roubar uma loja em Loures (porque "os melhores são os que partem!").

Pois bem, temos agora um segundo "refugiado", que estava alojado exactamente mo mesmo centro de "pobres coitadinhos fugidos à guerra" e que também decidiu "fazer aquilo que os portugueses não querem fazer":

«Um "refugiado" palestiniano, natural da Síria, está a cumprir uma pena de dois anos e quatro meses de prisão, após ter sido condenado por um crime de roubo que foi cometido 22 dias depois da sua entrada em território português. Foi o único de seis suspeitos a ser identificado, detido e condenado.


O crime aconteceu em Janeiro do ano passado, no dia 22 às 03.30, em Lisboa. O homem de 27 anos tinha chegado a Portugal no dia 1 do mesmo mês e desde que foi detido, logo na madrugada da ocorrência, não saiu mais da prisão. Da sentença do Juízo Local Criminal de Lisboa já houve decisão em recurso, com o Tribunal da Relação de Lisboa a confirmar a pena, rejeitando as questões colocadas pela defesa do arguido: a falha no reconhecimento do arguido pelo ofendido em audiência de julgamento, a qualificação do crime como roubo consumado e a não suspensão da pena.
Naquela madrugada do ano passado, um homem apanhou um táxi com o destino a ser o Porto de Lisboa, onde estava o navio em que trabalhava. Durante o percurso, o taxista, que as autoridades não conseguiram identificar (apenas se determinou que se tratava de veículo da marca Mercedes), parou junto a uma pensão. Nesse momento, um grupo de cinco indivíduos arrastou o homem para fora do táxi e levou-o para o interior da pensão. Ali retiraram-lhe 400 euros em dinheiro e o telemóvel que valia 300 euros. A vítima foi depois para um quarto onde surgiu um homem, o "refugiado", que lhe pediu os cartões bancários e os respetivos PIN. O suspeito terá deixado a divisão momentaneamente e regressado depois, gritando que o ofendido o havia enganado ao fornecer códigos PIN errado. Mas eram verdadeiros, apurou-se em tribunal. Descreve a sentença que o "refugiado" atirou depois os cartões ao chão e saiu do quarto.
(...)

O Ministério Público pediu a expulsão do território português após o cumprimento da pena mas o juiz indeferiu. Esta questão não foi analisada no acórdão da Relação de Lisboa, datado do dia 12 de Março.»

Sublinho: o MP pediu a expulsão do alógeno criminoso, mas o juiz indeferiu! E ninguém protesta!!! É que citar a bíblia para confirmar sentenças de primeira instância é imperdoável, mas deixar criminosos estrangeiros permanecer no nosso país é perfeitamente normal... Portugal é isto, um país onde as prioridades estão todas ao contrário! E não esquecer: há mais cinco "seres humanos como nós" que participaram no assalto ao homem que ia no táxi e nunca chegaram a ser presos!

A montanha pariu um rato...




Ou seja, os mesmos mé(r)dia que passam o tempo todo a dar-nos sermões sobre fake news estiveram os últimos dois anos a tentar perpetuar a notícia falsa de que Trump seria uma espécie de agente russo. E agora? Será que vamos ouvir ou ler um pedido de desculpas? Será que vamos ter pelo menos uma retracção das milhares de notícias, crónicas e artigos de "opinião" que davam como certa a hipótese de Trump ser uma marioneta de Putin?

É claro que não. Um dos maiores problemas do Ocidente é mesmo esse, os mé(r)dia são praticamente inimputáveis. Podem publicar tudo e mais alguma coisa, todas as mentiras e mais alguma, que raramente lhes acontece alguma coisa, raramente há consequências. A situação é particularmente grave aqui em Portugal, onde a esmagadora maioria dos "tugas" continua a engolir alegremente todas as tretas que a elite me(r)diática lhes enfia pela goela abaixo... eu perdi a conta às pessoas que, aqui no rectângulo, se convenceram de que Trump era mesmo um agente russo. Cheguei a ser insultado por algumas delas, apenas por lhes dizer que ainda não tinha visto quaisquer provas do famigerado "conluio". Um povo que se deixa manipular tão facilmente não merece ser livre. E grande parte dos nossos problemas decorre disso mesmo, engolimos demasiado facilmente todas as tretas que nos impingem...

domingo, 24 de março de 2019

«Filhos do feminismo» - o novo livro da Doutora Janice Fiamengo


      Aqueles que ainda não conhecem a Doutora Janice Fiamengo, antifeminista convicta e professora na Universidade de Otava, no Canadá, não sabem o que perdem. Esta mulher é um autêntico tesouro mundial, como as dezenas de vídeos de grande qualidade que ela já colocou no canal Studio Brulé permitem comprovar.




Nos últimos anos, a Doutora Fiamengo compilou relatos de vários homens cujas vidas foram destruídas pelos resultados práticos da ideologia feminista, desde vítimas de falsas acusações de violação, a homens cujo processo de divórcio os afastou permanentemente de todos os seus bens materiais e dos seus filhos, passando pela forma verdadeiramente CRIMINOSA como os jovens universitários do sexo masculino estão a ser ensinados a odiar-se nos estabelecimentos de ensino superior do país (des)governado pelo larilas Justino.  E, já agora, de praticamente todo o mundo ocidental, incluindo este (cada vez menos) nosso Portugal.

Esse relato deu origem ao livro "Sons of feminism" ou, em português "Filhos do feminismo", que contém os 25 relatos que a Doutora Fiamengo considerou mais relevantes:

«Feminist leaders tell us that men are entitled and powerful. Janice Fiamengo actually asked men what it is like to be male in a feminist culture -and they responded. These 25 stories may surprise you with their accounts of men belittled, disliked, dismissed, blamed, falsely accused, and discriminated against under law—all while being expected to apologize for their “male privilege.” The volume includes a substantial introduction by the editor, Janice Fiamengo, and an Appendix of Recommended Reading.»

Eu vou mandar vir uma cópia para mim, quanto mais não seja porque a Doutora Fiamengo merece o nosso apoio. Depois digo-vos o que achei...

Helena Matos sobre a diferença de tratamento dado pelos mé(r)dia aos diferentes terroristas


     A Helena Matos é uma das poucas escribas que ainda se aproveitam no cada vez mais abominável Observador da direitinha. Uma das razões para que assim seja é que ela tem uma capacidade notável de, em apenas alguns parágrafos, pôr em evidência a hipocrisia escandalosa dos donos disto tudo:
«Após uma leitura aturada dos jornais desta semana venho propor uma nova classificação para o terrorismo/terroristas. A saber:

1. O terrorista anti-islâmico que como o nome indica ataca mesquitas e muçulmanos. Na Nova Zelândia tivemos um caso claro deste tipo de terrorismo. Vimos o rosto e soubemos o nome deste terrorista. Não houve dúvidas sobre as suas intenções.

2. O terrorista. Apresentado unicamente como terrorista opera geralmente em África e na Ásia. Tem os cristãos como alvos. Mas nunca é apresentado como anti-cristão ou anti o quer que seja. É terrorista apenas ou preferencialmente “membro de grupo armado”. Não tem nome nem rosto. As suas vítimas são igualmente desprovidas de qualquer elemento que as identifique.
3. O terrorista sem motivação. Trata-se de um endemismo europeu: alguém que age como terrorista, faz atentados, fere e mata. Mas uma vez detido as autoridades têm dificuldade em detectar-lhe motivações terroristas mesmo que o terrorista dito sem motivações confesse, grite e reivindique o seu ódio aos cristãos e ao Ocidente. Numa evolução recente o terrorista sem motivação transformou-se no perturbado [ou como nós dizemos aqui no TU, "maluquinho"] que pratica actos que parecem terrorismo mas não são terrorismo. Ou só são admitidos como tal quando o atentado já desapareceu das notícias. Por exemplo, no atentado que teve lugar esta semana  em Utrech o terrorista até fez questão de redigir uma carta a dar conta das suas motivações mas mesmo assim  ainda não está claro que ele estivesse mesmo motivado.

O tipo da esquerda é um "terrorista anti-islâmico". O tipo da direita é apenas um "maluquinho".

4. O terrorista invisível autor de atentados não referidos. Em Itália um homem sequestrou esta semana um autocarro, com 51 crianças lá dentro. Amarrou-as e, em seguida, incendiou o autocarro. Anunciou-lhes que iam morrer porque ele queria protestar desse modo contra as mortes de imigrantes no Mediterrâneo. Após uma perseguição policial as crianças foram retiradas do autocarro em chamas e o homem em questão, um cidadão nascido no Senegal, foi detido e as crianças libertas. Graças ao efeito terrorista-invisível este atentado pouco foi noticiado. O terrorista invisível, autor de atentados ainda mais invisíveis é a versão mais moderna do terrorista sem motivação.

Actualização: o Ilo Stabet trouxe-nos aqui este link com o caso referido pela Helena no ponto 4. Muito obrigado, caro Ilo!

sábado, 23 de março de 2019

Três vídeos que vale a pena ver (67): o cancro da ideológia de "género"


1. Augustín Laje explica como a ideologia de "género" é nociva para a sociedade - e não só para o indivíduo - e as consequências de seguir a agenda internacional que impõe essa bandeira. 



2. Sean McDowell, Professor Associado de teologia e de filosofia na Universidade de Biola (em Os Anjos, Califórnia -não, não é Los Angeles, eu não sou espanhol e por isso não tenho que escrever em espanhol!), mostra-nos vários exemplos de como as tentativas de transformar meninos em meninas e vice-versa falham estrondosamente.



3. Para terminar, Maria Helena Costa, que tem sido a principal oradora das palestras contra a ideologia de "género" promovidas pelo PNR, denuncia a doutrinação escandalosa a que as nossas crianças estão a ser sujeitas nas "nossas" escolas. Ela tem um blogue intitulado "Ideologia de Género [Sexo]", que adicionei à Blogosfera Relevante, no qual ela tem denunciado muitas situações inacreditáveis e que eu considero até  abuso infantil.

Cinema "português": propaganda pró-mestiçagem revoltante


Um muito obrigado! ao Fuas Roupinho por nos ter trazido aqui este vídeo que mete nojo aos cães, às pulgas e até aos vermes dentro das pulgas. Trata-se do trailer de um filme "tuga" de que, felizmente, eu nunca tinha ouvido falar, mas que é do mais cretino que existe. O Fuas Roupinho resumiu muito bem o que está em jogo no seu comentário:

«Afonso, repara no novo filme português a estrear esta semana, o herói escurinho, contra os polícias brancos portugueses malvados e a branca loira que fica com ele. A narrativa nunca muda é sempre isto, estão mesmo apostados em acabar com os portugueses brancos.»

Perfeito! Em três linhas, ficou tudo dito. É para mim um motivo de grande orgulho ter aqui no TU vários leitores com a inteligência do Fuas Roupinho. Durante muitos anos, eu tive (e continuo a ter) grandes dificuldades em fazer entender às pessoas a enorme toxicidade dos nossos mé(r)dia. A par do sistema (des)educativo, os mé(r)dia são os principais responsáveis por moldar o imaginário e a mundivisão dos nossos jovens, lavando-lhes o cérebro bem lavadinho logo desde tenra idade. É a esse processo que eu chamo guerra cultural, que mais não é do que a aplicação prática da Teoria Crítica. A Direita ocidental tem perdido essa guerra de uma forma verdadeiramente espectacular, porque não tem sabido contrariar a formatação ideológica imposta pelo esquerdalho e pela direitinha neoliberal.

Vejam bem esta valente merda, caros leitores. Faço notar que este não é o primeiro filme deste género, já nos anos 90 houve o famoso "Zona J", outro verdadeiro nojo de filme financiado em parte com o dinheiro dos nossos impostos e em que um preto e uma branca viviam um "amor proibido", acabando por se suicidar por term sido "rejeitados pela sociedade". Vejam e digam de vossa sentença! 


sexta-feira, 22 de março de 2019

Portugal Desintegrado: Episódio 50


     Aqui fica mais um episódio da excelente e cada vez mais relevante série "Portugal Desintegrado", da autoria do nosso já conhecido amigo e camarada Ilo Stabet. Recordo aos leitores do TU que o Ilo Stabet também é autor do blogue Portugal Integral, onde são publicadas várias postas excelentes.
 
Como sempre, encorajo vivamente os leitores do TU a inscreverem-se no canal de YouTube do Ilo e,  para aqueles que tiverem essa disponibilidade, a deixarem comentários nos vídeos do Ilo, mesmo que não concordem totalmente com ele: trocar ideias tende a fazer emergir a verdade!




Para verem mais episódios da série "Portugal Desintegrado" cliquem no separador "Portugal Desintegrado", por debaixo do título deste blogue. 

Já agora,  quem estiver interessado em ouvir na íntegra a música que o Ilo usou para abrir a série, aqui fica uma versão mais ou menos decente:


Da "democracia" à la PCP...



«A Coreia do Norte é ou não uma democracia? “É uma opinião”, responde Jerónimo de Sousa, recusando assim admitir se o regime de Kim Jong-un é ou não um regime democrático. Numa entrevista ao Polígrafo, que será publicada na íntegra esta segunda-feira, e questionado sobre o facto de a Coreia do Norte não ser uma democracia, o secretário-geral do PCP recusou-se a “fazer essa classificação”. 
Perante a insistência na mesma pergunta, Jerónimo questionou: “O que é a democracia? Primeiro tínhamos de discutir o que é a democracia”. O líder comunista recusa-se assim a classificar o comunismo da Coreia do Norte e o seu posicionamento de forma clara relativamente ao regime de Pyongyang. 
Quanto ao socialismo em Portugal, Jerónimo explicou as diferenças entre os dois países. “O que eu acho é que, primeiro, há o princípio que eles afirmam, em segundo lugar, nós, em relação ao nosso projecto de sociedade, seria com certeza bem diferente do modelo da Coreia do Norte, tendo em conta a nossa cultura, tendo em conta a nossa história, tendo em conta o nosso povo. Estas opiniões críticas não invalidam que nos coloquemos do lado de uma solução política, de uma solução pacífica…”, declarou. 
Jerónimo sublinhou também “as diferenças e divergências” de opinião em relação “a esse e outros países que se afirmam de construção do socialismo”. O líder comunista explicou ainda que “o PCP defende uma democracia avançada tendo em conta os valores de abril, sem perder a perspetiva da construção do socialismo”. 
Já em 2003 Bernardino Soares — então líder parlamentar do PCP e actual presidente da câmara de Loures — viu-se envolvido numa polémica por causa de declarações proferidas sobre o regime norte-coreano. “Tenho dúvidas de que a Coreia do Norte não seja uma democracia”, dizia então Bernardino Soares, em entrevista ao Diário de Notícias, tendo depois pedido que a entrevista não fosse publicada, o que não foi aceite pelo jornal.

Essas declarações foram alvo de contestação no seio do partido, com o deputado Lino de Carvalho a confirmar categoricamente no dia seguinte em declarações à TSF. “Pessoalmente não tenho dúvidas de que a Coreia do Norte é uma democracia”.

Sobre a resposta que Bernardino Soares deu em 2003 sobre a Coreia do Norte, Jerónimo de Sousa questionou o jornalista: “Não estava a fazer a pergunta a ver se eu caía nessa, não?”

Em 2014, o PCP votou no Parlamento contra um voto de condenação de crimes do regime comunista da Coreia do Norte, e que tinha como base um relatório da ONU contestado pelos comunistas, que acusava o regime norte-coreano de “cometer violações sistemáticas, duradouras e graves” dos direitos humanos.

Nesta entrevista ao Polígrafo, o secretário-geral do PCP também não assumiu que o presidente de facto da Venezuela, Nicolás Maduro, seja um ditador, e comentou ainda o processo que o funcionário da organização do PCP Miguel Casanova, filho do histórico militante José Casanova, colocou ao partido por despedimento ilegal.
»

Já notei que há uma certa simpatia pelo PCP por parte de alguns nacionalistas. Esta posta foi só para lembrar a essas pessoas aquilo que este partido é realmente. Por muito que os papagaios vermelhos repitam a velha desculpa esfarrapada do "aquilo não era o verdadeiro comunismo, pá!", as intenções dos dirigentes comunistas são claras: o objectivo é, como sempre foi, implementar uma "democracia" à sua maneira. 

E deixem-me ser claro: não são só os comunas, todos aqueles que defendem mais Estado querem o mesmo. Eu já não tenho a menor dúvida acerca disso! Porque o Estado não existe, só existem as pessoas que o constituem. É evidente que tem de haver o mínimo de Estado, quanto mais não seja porque é preciso haver um contrapoder às grandes coporações. Mas demasiado Estado acaba sempre em tirania. É tão certo como o sol nascer amanhã!

sábado, 16 de março de 2019

Sobre o atentado terrorista que teve lugar ontem na Nova Zelândia


     Para minha surpresa, ainda ninguém me perguntou nada sobre o ataque anti-islâmico que teve lugar ontem na Nova Zelândia. Mas como sei que alguém o acabará por fazer, vou ser o mais claro que me é possível.
1. Eu não sei se o ataque é real ou foi uma operação de bandeira falsa (OBF); duvido muito que alguém saiba com certeza, a não ser os próprios autores do massacre, os seus mentores (no caso de se tratar de uma OBF) e parte das autoridades.
2. O esquerdalho e a direitinha tentaram imediatamente associar o ataque ao Nacionalismo. O Observador, por exemplo, ainda vai buscar o Anders Breivik para mostrar uma "tendência", enquanto o Al-Público insiste que os atacantes foram radicalizados pela internet para, é claro, apelar a um maior controlo das redes sociais. Porém, no seu manifesto de 74 páginas, o principal responsável pelo massacre foi muito claro:


3. Em menos de 24 horas, a primeira-ministra neozelandesa anunciou novas medidas de controlo do acesso às armas. Os caros leitores sabem que eu não sou nada dado a teorias da conspiração, mas é quase "como se" ela estivesse à espera de um atentado destes para agarrar a oportunidade. Aliás, sempre que há um atentado em solo ocidental, independentemente do seu(s) autor(es), o resultado final é sempre a perda de direitos dos cidadãos, em especial no que diz respeito ao uso e porte de armas.


4. Além disso, o próprio atacante afirma que pretendia isso mesmo no seu manifesto, fazer com que a esquerda fosse atrás das armas dos conservadores:


5. Não posso deixar de sublinhar que, mesmo que este ataque tenha sido verdadeiro, no sentido em que tenha havido mesmo dois ou três imbecis que desataram a matar muçulmanos com o intuito de precipitar uma guerra racial, essa estratégia é um valente tiro nos pés. Aliás, um autêntico tiro de canhão nos pés, tanto para o movimento contra-jiade, como para o Nacionalismo. Desde logo, porque essa estratégia jamais resultará, uma vez que 99% dos brancos deste planeta não estão dispostos a lutar pela sua raça. Mas sobretudo porque cada atentado terrorista dá mais argumentos aos globalistas para apertarem o controlo e a censura sobre os nacionalistas. Conforme expliquei neste vídeo, não adianta atacar directamente os imigrantes, porque os imigrantes são o resultado de políticas implementadas pelas elites, podendo ser rápida e facilmente substituídos. O que é realmente preciso é remover as elites globalistas do poder. Se queremos mesmo salvar a raça branca, nada mais resultará!

quinta-feira, 14 de março de 2019

Do Pretogal profundo... imagens deslumbrantes!


     E agora, caros leitores, vamos fazer uma viagem maravilhosa por um recantozinho de Portugal que a esmagadora maioria de vocês certamente desconhece, o Bairro 6 de Maio, nesse magnífico concelho cada vez mais pretoguês que dá pelo nome de Amadora.

Que agradecer ao Filho da Truta (FdT) por mais esta sua contribuição preciosa para o TU: foi ele que nos trouxe estas fotografias cuja beleza é de cortar a respiração! Muito obrigado, caríssimo!

«A pouco mais de cinco quilómetros do centro de Lisboa, onde o turismo avança a velocidades nunca vistas, o Bairro 6 de Maio, no concelho da Amadora, está a definhar.

Estigmatizado durante anos a fio, mitificado ao longo de décadas como "o sítio onde nem a polícia entra", o Bairro 6 de Maio começou a ser desmantelado em 2016, num processo de despejos, realojamentos polémicos, rusgas policiais frequentes e tentativas activistas de travar o inevitável. Um processo que se arrasta e que tem servido para enfatizar ainda mais os problemas de uma comunidade na sua maioria composta por cabo-verdianos que decidiram tentar uma vida nova em Portugal no pós-Ultramar, entre o final dos anos 70 e início de 80. Um gueto às portas de Lisboa, onde mais do que viver, todos tentam sobreviver. Alguns da única forma que sabem, à margem da lei.»

É sempre a mesma conversa de merda por parte dos mé(r)dia: "da única forma que sabem", como se o analfabetismo fosse desculpa válida para se ser um criminoso. Enfim... sem mais demora, vamos então até o Bairro 6 de Maio. Não se esqueçam que estas fotografias foram todas tiradas em Portugal!



“G” (nome fictício), faz uma vigia no bairro com a sua caçadeira, na expectativa da chegada de membros de gangues rivais. 
Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018. 


Mulher caminha no Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018. Este bairro degradado situa-se a cerca de cinco quilómetros do centro da capital. Construído ilegalmente nos anos 70 por imigrantes Cabo-verdianos e guineenses é, actualmente, um foco de problemas sociais e criminalidade, tráfico de drogas, armas e prostituição. 

 
Carlon, 35 anos, barbeiro, atende um cliente. Natural de Cabo Verde, imigrou aos dois anos de idade com os seus pais, há 18 anos que é o barbeiro do bairro. Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018.


 Homem (não identificado), no interior da sua casa empunha uma arma de fogo. A posse de armas ilegais é comum entre os membros dos gangs do bairro. Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018.


 Homens praticam exercício numa casa que tinha sido demolida pela Câmara Municipal e posteriormente reconstruída pelos residentes. Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018.


Dois homens lutam junto a uma casa demolida. Ambos são “snipers”, vigias das entradas do bairro que alertam os traficantes para a aproximação de forças policiais e membros de gangues rivais. A luta foi desencadeada porque um dos “snipers” falhou na sua missão. Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018.

 Alex (nome fictício) segura na mão uma catana num dos becos do bairro. Uma arma branca que o seu pai trouxe para Portugal quando emigrou no período pós-colonial. Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018.


 Elvis (nome fictício) mostra uma cicatriz abdominal resultante de um ferimento causado por uma bala perdida durante uma luta com um gangue rival. Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018.


Carlos (nome fictício) treina o seu cão “Pitt-Bull” para atacar em frente à sua casa. Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018. 


Traficante trata plantas de canábis numa estufa ilegal. Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018.
 

 Boss G (nome fictício), com uma máscara para ocultar a identidade, mostra as suas jóias de ouro num beco do bairro. Aos 15 anos foi integrado numa casa de correcção juvenil, aos 18 sentenciado a uma pena de prisão por “car-jacking” e aos 25 anos voltou a cumprir pena por assalto a uma joalharia.


Traficante de droga (não identificado) prepara doses para venda, junto a uma imagem de Nossa Senhora de Fátima. Os traficantes acreditam na sua protecção para o negócio.


 Toxicodependentes consomem crack numa das habitações devolutas do bairro.  


 Patrulha da Polícia de Segurança Pública. 
 


Fátima (à esquerda), 20 anos, dependente de crack, junto a Joana (à direita - nome fictício), também toxicodependente, "mulher" trans. Ambas trabalhadoras sexuais.


Wilson, 24 anos, treina boxe diariamente num ginásio instalado numa casa demolida e posteriormente reconstruída pelos residentes. Sonha em ser pugilista profissional. 


  Drogas, balança de precisão, arma automática, munições e notas de euros no chão de uma das casas do bairro.  


Uma mulher penteia uma jovem e outra alimenta de biberão um bebé. O quotidiano das famílias no bairro.  


 Esta rua é um autêntico supermercado de estupefacientes, onde os traficantes se juntam para fazer negócio com os residentes e consumidores externos.


 Rute (à esquerda - nome fictício) e Dany(à direita - nome fictício) acariciam Tivon (nome fictício) numa festa no bairro. Tivon, um dos criminosos mais respeitados do bairro, já foi condenado a penas de prisão mais de quatro vezes, por roubos à mão armada e assaltos a habitações.


 Jogo de poker a dinheiro entre habitantes durante a noite.  


  Homens e mulheres divertem-se numa festa.


  Casas demolidas no bairro, a Câmara Municipal da Amadora alega que as famílias desalojadas aderiram a programas de apoio ao auto-alojamento.


Então, gostaram, caros leitores? Não é inspirador ver como estes imigrantes cabo-verdianos vieram fazer o que nós, portugueses preguiçosos, já não queremos fazer? E não é reconfortante ver como os nossos impostos estão a ser usados para financiar estas... hum... "famílias"? É não, é?... Porque "os melhores são os que partem", como diz o Daniel (l)Oliveira! Não se esqueçam de continuar a votar massivamente no PS/PSD/CDS/CDU/BE/PAN, que é para vermos se os bairros 6 de Maio se multiplicam um pouco por todo o país! 😜

Propaganda à mestiçagem num anúncio de fraldas do Pingo Doce


     Um muito obrigado! ao Portugal português numa Europa europeia! por nos ter trazido aqui este videozinho curtinho, mas absolutamente sintomático e esclarecedor da forma como o capitalismo selvagem incentiva descaradamente à mestiçagem. Trata-se de um anúncio às fraldas do Pingo Doce, umas fraldas para "uma geração mais exigente", segundo a narradora do anúncio. Por "geração mais exigente", entenda-se uma geração mestiça, evidentemente...

Faço notar que, no rodapé do vídeo, aparece escrito "testemunhos reais". A confirmar-se, isto não é apenas propaganda, estamos a falar mesmo de casais "vibrantes" reais que aceitaram dar a cara pelo anúncio.

Mais merda feminista na sociedade "tuga"


     A TVI e a SIC tem dois novos reality shows que, segundo consta, são de gosto muito duvidoso. Eu nunca os vi nem tenciono ver, mas é o que me dizem amigos e conhecidos. Seja como for, por muito má que seja a qualidade dos programas, esta atitude da Associação Portuguesa das Mulheres Juristas é inqualificável:

«A Associação Portuguesa das Mulheres Juristas vai avançar com uma queixa na Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) contra os novos reality shows da TVI e da SIC. Em causa estão os programas que estrearam no passado domingo, “Quem quer namorar com o agricultor?”, da SIC, e “Quem quer casar com o meu filho?”, da TVI.


«Para a Associação das Mulheres Juristas, a ERC pode exigir a suspensão dos dois programas televisivos por estes violarem princípios do Direito Internacional de “combate aos papéis estereotipados de mulheres e homens”. Para além desta queixa, os programas já acumulam outras no regulador da comunicação social.»

Ou seja, estas fulanas da Associação Portuguesa das Mulheres Juristas querem CENSURAR estes programas da SIC e da TVI só porque não gostam do seu conteúdo! É esta a "democracia" das feministas! Alguém obrigou as concorrentes destes programas a participar? Não, pois não? Então quem são estas tipas para quererem decidir o que é ou deixa de ser aceitável? Cada vez dou mais razão ao Orlando Braga quando ele diz que "o Feministão é a antítese simétrica do Islão"!

Para alguns autoproclamados nacionalistas, isto é completamente irrelevante...





"Tudo o que é preciso é fechar as fronteiras, pá!", dizem os palermas. Pois claro, resta saber como é que se vai conseguir impor isso à medida que a proporção de brancos em cada país europeu for diminuindo... vão ser os alógenos a viver na Europa que vão querer fechar as fronteiras por nós, querem ver?