sexta-feira, 13 de julho de 2018

O Dr. Guilherme Valente denuncia o ódio dos imigrantes africanos aos portugueses brancos que os acolheram



     Aqui fica mais uma excelente crítica à recente vaga de ataques à História de Portugal levada a cabo pelo esquerdalho e pelas "minorias étnicas" por ele atiçadas. É algo reconfortante constatar que há pessoas a levantar-se contra o revisionismo histórico neomarxista, mas ainda somos muito poucos. Urge passar a palavra!
"Somos a França traduzida em calão."
-Eça de Queirós
«A chantagem com o passado colonial de Portugal, o coro permanente de invenção de racismos e discriminações (como se fosse necessário inventá-las), a manifestação contra uma figura da nossa história de reconhecido mérito universal [o padre António Vieira], a reivindicação de museus e estátuas da escravatura, o ódio aos Descobrimentos que académicos se prestaram a ornamentar [caso do "Museu dos Descobrimentos"], a agressividade dominante em todas estas intervenções são exemplos do que parecem ser preliminares de aquecimento num programa que visa mais longe.

É o que parece revelar, pelo seu conteúdo impositivo e tom provocador, um artigo há dias divulgado pelo Público (22/6), com o título "Não a um museu contra nós": 
«Nós, negras e negros em Portugal [‘em’ Portugal e não ‘de’ Portugal, note-se, estrangeiros portanto] exigimos à CML uma aposta séria num memorial de homenagem às pessoas escravizadas, num Museu do Colonialismo, da Escravatura ou da Resistência Negra, que descortine os aspectos essenciais e até aqui secundarizados daquilo que foram os reais impactos da empresa colonial de Portugal no mundo, suas consequências no presente e daquilo que foram os reais contributos das pessoas negras na resistência a esse sistema».
Não pedem, não fundamentam a necessidade de um museu que trate a História desse período com rigor. Exigem um museu da escravatura... portuguesa. E da islâmica e africana que tornou possível que o tráfico atlântico atingisse a dimensão quantitativa que atingiu? Algo que o museu livre e rigoroso, que não querem, terá de referir e documentar.
O que querem impor não é um museu onde a História seja apresentada com rigor e o mérito universal da epopeia dos Descobrimentos seja tratado e promovido como é justo e nos cumpre. O que exigem, como escreveu Eduardo Lourenço, é a convocação metafórica de um «quase tribunal da Inquisição» para «pôr na pira a história do nosso pequeno país, que não o merece». Exigem-nos a promoção masoquista das sombras que existem em todas as empresas humanas e a omissão do que deve ser consagrado como exemplo. Isto é, querem impor-nos uma vitimização absurda, igual à que tem condenado o mundo deles a um destino trágico.»
Estamos perante uma tentativa de intrusão na nossa memória, no âmago da nossa individualidade, nesse reduto último da dignidade humana que o totalitarismo sempre tentou violar. Algo da mesma natureza dos campos de reeducação maoístas, dos asilos psiquiátricos soviéticos, do gulag siberiano e mesmo da ‘solução final’ nazi (tudo filhos do mesmo pai).
Pior, essa chantagem com o passado colonial e a época épica dos Descobrimentos (que os trouxeram, afinal, até ao refúgio que Portugal lhes oferece) assenta numa mistificação, na ocultação da escravatura árabe-muçulmana e intra-africana que começou sete séculos antes, durou mais tempo e ainda não foi mesmo abolida em vários Estados muçulmanos. Por que não alertam para a escravatura, visível ou discreta, que hoje continua a verificar-se no Médio Oriente e na África? É essa, é aí, que é preciso combater. E por que não promovem um memorial aos intelectuais que combateram, combatem, morreram e morrem por um islão iluminista nos lugares de onde terão fugido seguramente muitos dos subscritores do tal artigo? E quem são estes «negras e negros em Portugal» para falar da história de Portugal e fazer exigências à Câmara Municipal de Lisboa?
Deve temer-se que a sucessão de provocações racistas em crescendo suscite nas pessoas menos advertidas e informadas uma reacção de enviesamento na visão esclarecida da História. Provocações que poderão suscitar na sociedade comportamentos inaceitáveis. Será este o objectivo?»

Reparem que o texto do Dr. Valente é tão bom (à parte do emprego do aborto ortográfico) que eu não o interrompi com os meus comentários até agora, ao contrário do que é habitual. Mas aqui vou mesmo ter de o fazer: sim, é esse o objectivo, foi sempre esse o objectivo do revisionismo histórico da esquerda, enfurecer as "minorias", radicalizá-las, atiçá-las contra a nossa civilização e contra o nosso povo e traduzir essa raiva em votos ou pior, em movimentos e programas políticos que visam a supressão dos direitos dos brancos, como a criminosa acção afirmativa.

«Quem quiser conhecer o futuro próximo de Portugal olhe para a França. Foi sempre assim entre nós. O exemplo anterior dessa recorrente importação de ideologias é na Educação, com a devastação perpetrada na Escola, cujas consequências são hoje gritantes (Portugal está no fundo do ranking de indicadores culturais dos países da UE...). Importações de que só conseguimos livrar-nos sempre muitos anos depois de varridas no lugar de origem.
Para terminar, volto à boutade de Eça em epígrafe. A aliança clara na França entre a esquerda radical e o fundamentalismo islâmico (por cá ainda tacticamente oculta ou discreta) revela a etiologia da aliança entre nós da esquerda radical com o activismo auto designado antirracista, mas na realidade racista. É o adversário de sempre que a explica, o capitalismo, a sociedade liberal, a liberdade.
E é no registo de ‘seita milenarista fanática’, que está na natureza da esquerda radical, que esta se encontra com o islamismo fundamentalista, julgando poder ter nele um aliado. O seu objectivo - entre nós ainda tacticamente (mal) escondido - é sempre a realização delirante da profecia sanguinária de Marx: a revolução mundial apocalíptica, recorrentemente falhada.
Por isso, é bem revelador o ódio que partilham com o antirracismo racista aos  Descobrimentos, por terem tido um papel decisivo na criação de um mercado mundial.
Não aprenderam nada.»

Nem vão aprender. Isso requereria que estivessem dispostos a ser razoáveis e a aceitar a verdade contida nos factos concretos. Mas eles só estão dispostos a seguir cegamente a sua ideologia genocida até ao seu último suspiro, independentemente de tudo o resto. O marxismo e seus derivados assentam numa das emoções mais primárias e poderosas do ser humano, que é a inveja. Os marxistas querem por isso ver o mundo todo a arder, porque acreditam que depois irão reconstruí-lo na forma de um paraíso. Antigamente, chamava-se a esta atitude arrogância e narcisismo, mas agora chamam-lhe "humanidade" ou algo ainda mais desonesto. Humanidade é combater o marxismo, isso sim. O único marxista bom é o marxista reformado... e, no caso de alguns deles, o marxista morto!

2 comentários:

Ricardo Amaral disse...

Mais um "serviço" promovido pelo neomarxismo(sempre em nome das "liberdades" e do "progresso" pois claro) sem dúvida.Insisto https://bilder-livros.blogs.sapo.pt/a-grande-degeneracao-1466

Afonso de Portugal disse...

Obrigado, mas o caro Ricardo já tinha trazido aqui esse livro! :)