segunda-feira, 16 de julho de 2018

O (des)governo da 'geringonça' quer acabar de vez com o Interior de Portugal


Vamos fazer como nas telenovelas e começar por recordar as cenas dos últimos capítulos:
Esta recapitulação é necessária para contextualizar melhor a medida verdadeiramente criminosa que o "nosso" (des)governo pretende tomar a seguir. Um muito obrigado! ao Nuno por nos ter trazido aqui esta notícia:
«O ministro do Ambiente defendeu este sábado que terá de se apostar numa política de imigração, para garantir que "não haverá territórios abandonados" no país nos anos mais próximos.
Face à evolução demográfica do país e ao facto de algumas partes do territórios nacional terem um número "exíguo de mulheres em idade fértil", a forma de garantir que não haverá territórios abandonados nos anos mais próximos passa por uma aposta numa "política de imigração", afirmou o ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes.»

Ou seja, estes autênticos animais que nos (des)governam tiveram várias décadas para inverter a desertificação do interior, mas nunca o quiseram fazer. Agora, a pretexto de haver poucas mulheres em idade fértil -um cenário que nunca os incomodou no passado-, vão importar estrangeiros para zonas onde há poucos portugueses e assim operar uma autêntica substituição populacional!

Além de que já se sabe, a maioria dos iminvasores tendem a ser homens em idade militar. Tendo as zonas em causa poucas mulheres disponíveis para procriar, o que é que acham que vai acontecer às comunidades locais? 

«Para os territórios de baixa densidade não passarem a ser territórios abandonados, é necessário "pagar o conjunto de ecossistemas que dão ao país", assim como terem mais pessoas, "seja para actividades tradicionais", seja mão-de-obra para novos projectos empresariais.
 Os descarados dos mé(r)dia mostram-nos sempre famílías de refugiados...


...quando, na verdade, a maioria dos que vêm são "refugiados"!
Nesse sentido, o Governo, em conjunto com as câmaras municipais, vai "construir uma política de imigração activa para todas as áreas do território" nacional, "muito dirigida a estudantes, jovens qualificados ou reagrupamento familiar de trabalhadores agrícolas", além de continuar a apoiar uma "política de promoção da natalidade".
A atracção de pessoas para o interior é um dos dez objectivos do plano, sendo que João Pedro Matos Fernandes considera que territórios que são hoje de baixa densidade "muito provavelmente o serão no futuro", apesar da convicção do Governo de que o país vai ser "muito mais atractivo do que repulsivo nos anos mais próximos".»


Tendo em conta a explosão populacional africana (ver gráfico em baixo), qualquer pardieiro de Portugal vai passar a ser muito atractivo, quanto mais não seja como lugar de passagem ou porta de entrada na Europa! 

(bn = milhares de milhões, Fonte: Nações Unidas)

«O importante, vincou, é "separar em definitivo" o que é um território de baixa densidade do que é um território abandonado, sublinhando que é preciso regras para que nunca nenhuma das partes do país seja "um território abandonado".
O novo modelo territorial, "ao contrário do passado", deixa de ser exclusivamente urbano e passa a reconhecer "um conjunto de vulnerabilidades", vincou. (...) São reconhecidos três tipos de sistemas urbanos, um conjunto deles a valorizar, nomeadamente as áreas metropolitanas de Aveiro, Coimbra, Viseu e Algarve, que "são sistemas muito claros e que são sistemas âncora do ponto de vista da competitividade".

Percebe-se perfeitamente que a ideia destes filhos da mãe é redistribuir os imigrantes das zonas mais iminvadidas para as zonas menos iminvadidas, provavelmente com o intuito de diminuir os problemas decorrentes da "diversidade" e manter o povo português adormecido em lume brando durante mais tempo, usando a velha metáfora do sapo na panela ao lume...
«No que concerne às duas grandes áreas metropolitanas - Porto e Lisboa -, que "concorrem na cena internacional", será necessário "uma oferta de habitação muito alargada e acessível com base no mercado de arrendamento e um sistema de mobilidade muito mais sustentável e eficaz do que aquele que temos hoje".

E quem vai pagar tudo isto? Adivinhem!!!
«Relativamente ao interior, é necessário pensar-se que o interior não é homogéneo, sendo identificados "sistemas urbanos a consolidar, estruturados em torno das cidades médias que existem, e dois a valorizar que correspondem aos territórios mais frágeis", apontando para o Douro Superior e Internacional e o Pinhal Interior, zona muito afectada pelos grandes incêndios de 2017.»

Ou seja, justamente duas das regiões mais desertificadas e empobrecidas do nosso país, flageladas por décadas de emigração (com 'e', porque é para o exterior, para fora de Portugal) e com uma população dramaticamente envelhecida, vão ser escolhidas para receber hordas de iminvasores! Isto só pode correr bem, não é? Nem se está a ver o que vai acontecer aos autóctones nem nada, pois não?... Continuem a votar PS/PSD/BE/CDU/CDS/PAN, portugueses... depois não se queixem!

____________
Ver também:


Costa persegue os "refugiados" que fugiram de Portugal para a Alemanha 
Bosta das Índias: «Portugal precisa da imigração para resolver problema demográfico»
O Costa das Índias defende expulsão do PS de eurodeputado "racista"
O Costa das Índias quer que os árabes comprem dívida portuguesa!
Costa das Índias gaba portugueses emigrados no Catar e faz pedinchice aos árabes

2 comentários:

Anónimo disse...


Luís Cabral, professor de Economia e consultor, com opinião em várias organizações internacionais (e que também tinha ou tem na Comissão Europeia e no governo), entendendo que «a Europa precisa de albergar milhões de refugiados», veio propor que o Estado Português e a UE comprem terrenos no interior do nosso país para oferecer aos acolhidos na Europa. Esses terrenos passariam para a posse dos ocupantes, após um período de tempo de residência.
Tais ideias estão a rolar, segundo várias dinâmicas convergentes.
A UE é obviamente a principal interessada e este governo espera obter algumas compensações ainda que miseráveis do trato. Certamente serão absorvidos (retirados ou mascarados) fundos destinados à coesão, agricultura, combate às alterações climáticas, recuperação de áreas ardidas, etc., com prejuízo dos portugueses. Como já não bastasse sermos obrigados a pagar à UE parte dos fundos «federais» que depois decide destinar, para aplicarmos nem sempre com o melhor critério nacional...
Caso para pensar também como os desastres propiciam outros desastres.
………………………………
Luís Cabral formou-se na Católica e foi aluno de Cavaco Silva. Europeísta. Tem opinião regular na Renascença. Baseei-me no artigo:
http://rr.sapo.pt/artigo/96251/fome-e-vontade-de-comer

Nuno

Anónimo disse...

Boa análise daquilo que estão a fazer ao nosso país, estão a destruir a nação portuguesa, a nossa identidade.

Como é que alguém que lê este tipo de noticias não se indigna de pronto, não pensa no tamanho da traição que está a ser cometida. Só pode ser desconhecimento, só pode, ou então incapacidade de perceber o que se passa, momento dos mais negros da nossa história.

Ass; Fuas Roupinho