domingo, 10 de junho de 2018

O curioso caso de José Manuel Fernandes


      No vídeo abaixo, o editor... eeer... perdão, o publisher do Observador da direitinha (publisher é mais chique e modernaço, pá!) mostra-nos que até percebe muito bem os motivos para a ascensão da "pavorosa extrema-direita" na Europa.

Ora, se ele percebe os motivos, então porque é que ele sanciona tantos artigos anti-Trump, anti-"populismo", pró-globalismo e pró-imigração no Observador? Não seria mais útil, do ponto de vista dele, fazer artigos a desconstruir os "medos" e os "mitos" acerca da imigração? Algo aqui não bate certo: o JMF diagnostica a doença, mas depois não parece querer receitar os remédios para a cura...

13 comentários:

Bilder disse...

O condicionamento é muito forte(e mesmo quando se tem alguma noção da realidade será complicado para quem depende do sistema tomar uma posição clara contra o mesmo).Por falar em sistema,(o autor do video coloca a questão pertinente de estarem a acontecer vários meetings ao mesmo tempo do bilderberg em Turim) https://www.youtube.com/watch?time_continue=243&v=zrVma9kbCnM

Afonso de Portugal disse...

Ou seja, confirma-se que o Bergoglio é de facto mais um lacaio da superclasse! Mas os cristãos continuarão a ir à missa todos os domingos, impávidos e serenos...

Anónimo disse...

Na verdade, o que preocupa o JMF (um ex-UDP) é que a ordem existente seja derrubada. Porém, ao contrário da elite a que se refere, ele consegue identificar a origem do mal-estar que há-de varrer essa elite europeia.
Ele não pretende o mesmo que nós, os nacionalistas; o que ele pretende é que essa elite ponha água na fervura, para que volte tudo ao "antigamente". Quando o Marcelo, o Macron ou a Merkl dizem que "não estamos a conseguir resolver devidamente o problema dos refugiados", eles não estão minimamente preocupados com a invasão que nos descaracteriza: estão preocupados é com o futuro do projecto globalizador, que fica ameaçado com a nossa reacção. Parece-me que a preocupação do JMF será da mesma natureza.
(Stonefield)

Afonso de Portugal disse...

Excelente análise, caro Stonefield, concordo a 100%. Aliás, a posição do JMF não se explica de outra forma, o trabalho jornalístico dele ao longo das últimas décadas foi todo no sentido de promover o gloablismo.

O que mais incomoda neste género de vídeos é a falta de soluções. Talvez isso também seja um sinal de que o JMF não quer realmente resolver nada, apenas alterar os seus donos...

Ilo Stabet disse...

Olá Afonso,

juntando ao que disse no outro post (mais recente e especificamente sobre a ICAR e Bilderberg), não se vai à missa para adorar o Papa, o Vaticano ou outros cristãos. Vai-se à missa para adorar a Cristo. Algo bastante diferente. Apesar da decadência da ICAR, ainda é possível a uma pessoa assistir a uma missa e comungar, sem sequer ter de pensar no globalismo. Estamos ali para prestar tributo a Deus. Claro que muitas missas são absurdas, ridiculas e modernizadas, mas também nessas há cada vez menos gente, só velhos e por hábito. Mesmo dentro da ICAR (ou relativamente Romanos, mas sedevacantistas, os SSPX, que rejeitam o corrente Papa) há missas ainda tradicionais (ou semi-tradicionais) em que não se engole estes sapos. Mas bom, o resto do que queria dizer está no outro comentário. O sumo deste é que um Cristão não faz de outros Cristãos o seu Deus, por isso ir à missa nada tem a ver com o que o Papa diz ou deixa de dizer. Mas mais importante que isso, há alternativas à Igreja Romana.

um abraço,
Ilo

Afonso de Portugal disse...

Olá Ilo,

«Vai-se à missa para adorar a Cristo. Algo bastante diferente.»

Mas o caro Ilo não deixa dinheiro durante o Ofertório? O caro Ilo não contribui com dinheiro para a ICAR em nenhum momento?


«Mesmo dentro da ICAR (ou relativamente Romanos, mas sedevacantistas, os SSPX, que rejeitam o corrente Papa) há missas ainda tradicionais (ou semi-tradicionais) em que não se engole estes sapos.»

Mas esses que rejeitam o papa estão organizados de alguma forma? É que não adianta rejeitar o papa em casa ou entre meia-dúzia de amigos ou conhecidos, para depois ir à missa com um cordeirinho submisso, sem nunca demonstrar descontentamento...


«O sumo deste é que um Cristão não faz de outros Cristãos o seu Deus»

Não sei se todos os católicos concordarão com isso. Há muitos católicos que entendem que, sem a obediência à Igreja, mais vale ser protestante ou assim. Seja como for, é bastante positivo verificar que o caro Ilo não pensa assim!...


«ir à missa nada tem a ver com o que o Papa diz ou deixa de dizer.»

Bem, eu já não sou cristão, por isso a minha opinião sobre isso vale pouco. Mas tenho muitos familiares cristãos e já lhes deixei bem claro que não voltarei a pôr os pês numa igreja enquanto o Bergoglio for papa. De que outra forma podemos protestar contra o canalha? Se não gostamos do patrão, parece-me incoerente continuar a trabalhar na empresa. Eu sei que esta analogia não é a melhor, porque o trabalho não é comparável ao divino, mas confesso que não entendo a resignação dos cristãos.

O caro Ilo já disse, em vários dos seus podcasts que acha que o sistema tem de cair para depois podermos recuperar. Isso não inclui a Igreja? As igrejas não terão de ficar às moscas para que a verdadeira Igreja possa ressurgir?

João José Horta Nobre disse...

«Algo aqui não bate certo: o JMF diagnostica a doença, mas depois não parece querer receitar os remédios para a cura...»

É o medo de perder o "tachinho" junto de quem lhe financia o Observador, sim, porque a mim ninguém convence que esse jornal digital se consegue manter apenas à custa de publicadade e "Premium"...

João José Horta Nobre disse...

«Ele não pretende o mesmo que nós, os nacionalistas; o que ele pretende é que essa elite ponha água na fervura, para que volte tudo ao "antigamente". Quando o Marcelo, o Macron ou a Merkl dizem que "não estamos a conseguir resolver devidamente o problema dos refugiados", eles não estão minimamente preocupados com a invasão que nos descaracteriza: estão preocupados é com o futuro do projecto globalizador, que fica ameaçado com a nossa reacção. Parece-me que a preocupação do JMF será da mesma natureza.»

Na mouche! Absolutamente na mouche caro stonefield! Eu não o conseguiria dizer melhor.

Ilo Stabet disse...

Olá Afonso,

vou responder à pergunta no outro post primeiro e juntar a discussão, que é a mesma, aqui. de forma curta: sim, há outra Igreja Católica Apostólica em Portugal, embora muito minoritária, a Ortodoxa (ainda assim com representação de várias patriarcados, grego, russo, búlgaro e romeno, e também com missas em português).

Já não deixo dinheiro num ofertório da Igreja Romana há algum tempo, até porque já não frequent missas Romanas, mas ainda assim, o dinheiro que é dado no ofertório é uma particular minúscula no negócio do Vaticano, e serve maioritariamente para obras e iniciativas locais de cada paróquia (que em geral não é nada de mau para as comundiades, pelo contrário). O grosso do dinheiro vem das instituições grandes de 'caridade' ligadas à Igreja, bem como dos grandes eventos (como Fátima). Aí sim está o dinheiro que importa. Por isso não acho que o ofertório seja de grande problema, até porque é uma forma de contribuir para a comunidade local - algo que já se vai tornando raro na sociedade em geral.

os vários grupos sedevacantistas (que rejeitam o corrente, ou vários dos últimos Papas) estão organizados, mas vão de grupos ainda grandes aos grupos extremamente minoritários e nenhum de acordo com o outro - ou seja, não são UMA igreja, mas várias igrejas. Como já disse no podcast, o problema principal é que estes grupos partem do princípio de que a supremacia papal deve permanecer, mas adicionam cada um critérios próprios (o que faz com que cada grupo rejeite um certo número dos papas mais recentes). Acredito e espero que eventualmente se apercebam de que já existe uma Igreja com a tradição que procuram, e sem os erros fundacionais que o Vaticano apresenta.

Eu concordo que a obediência à Igreja é fundamental, e faz parte de ser Cristão como Cristo o ordenou. O rebanho não se pastoreia a si mesmo (vê-se nos protestantes os problemas que essa ideia cria). O problema é: que Igreja? A resposta certa existe, com uma tradição inalterada durante 2000 anos.

A resignação dos Cristãos no Ocidente é análoga à resignação de toda a gente no Ocidente. Acho que não é específico dos Cristãos, ou dos Católicos Romanos. De qualquer das formas, acho difícil convencer as pessoas, por mais desgostadas que estejam com o Papa (e a maioria, diga-se, não está), a deixar de ir à missa na sua paróquia e a participar na comunidade, que é uma coisa local, por cause de desígnios longínquos. Até porque a maioria das pessoas que vão às Igrejas Romanas em comunhão com o Papa são velhos - o panorama quando . Os jovens estão nas missas tradicionais sedevacantistas, como SSPX, ou na Ortodoxia. Por isso, sim, a Igreja Romana vai perder cada vez mais. Mas como disse, a verdadeira tradição existe inalterada, já foi perseguida violentamente, por comunistas e islâmicos, não tem uma 'cabeça' central e continua a existir (e até a crescer). Quando digo que o Sistema tem de cair (e isso inclui a Igreja Romana) falo de sistemas iníquos e errados. As coisas certas podem e devem continuar. Infelizmente, já não há muitas coisas certas no nosso mundo.

um abraço
Ilo Stabet

Afonso de Portugal disse...

João José Horta Nobre disse...
«É o medo de perder o "tachinho" junto de quem lhe financia o Observador, sim, porque a mim ninguém convence que esse jornal digital se consegue manter apenas à custa de publicadade e "Premium"... »

Sim, a coisa também passará por aí. Mas como bem observou o Stonefield, o próprio JMF é militantemente globalista, portanto, o mais provável é estar a tentar deitar areia para os nossos olhos…


Ilo Stabet disse...
«sim, há outra Igreja Católica Apostólica em Portugal, embora muito minoritária, a Ortodoxa»

Sim, mas… os católicos portugueses dificilmente se reverão na Igreja Ortodoxa, digo eu…


«Já não deixo dinheiro num ofertório da Igreja Romana há algum tempo, até porque já não frequent missas Romanas»

Como assim? O caro Ilo é um cristão ortodoxo???


«mas ainda assim, o dinheiro que é dado no ofertório é uma particular minúscula no negócio do Vaticano, e serve maioritariamente para obras e iniciativas locais de cada paróquia»

Mas tanto quanto tenho conhecimento, há uma parte que também fica para os padres… se os padres forem globalistas, estaremos a dar dinheiro ao inimigo!


«Como já disse no podcast, o problema principal é que estes grupos partem do princípio de que a supremacia papal deve permanecer, mas adicionam cada um critérios próprios (o que faz com que cada grupo rejeite um certo número dos papas mais recentes).»

Pois, é como o Nacionalismo, cada nacionalista tem a sua ideia do que a coisa deve ser…


«Acho que não é específico dos Cristãos, ou dos Católicos Romanos. De qualquer das formas, acho difícil convencer as pessoas, por mais desgostadas que estejam com o Papa (e a maioria, diga-se, não está), a deixar de ir à missa na sua paróquia e a participar na comunidade, que é uma coisa local, por cause de desígnios longínquos.»

E nem sei se será desejável. Ao menos na igreja as pessoas ainda um sentimento de pertença a uma comunidade, isoladas e atomizadas tornam-se presas fáceis para o Islão ou outra coisa do género….


«Quando digo que o Sistema tem de cair (e isso inclui a Igreja Romana) falo de sistemas iníquos e errados. As coisas certas podem e devem continuar. Infelizmente, já não há muitas coisas certas no nosso mundo.»

Pois… e a tendência, receio bem, é para piorar nas próximas décadas…

abraço,
AdP

Ilo Stabet disse...

Olá Afonso,

penso que quanto mais a ICAR se revela como uma organização maçónica infiltrada até ao tutano apoiando o zeigeist e afastando-se de Deus, mais as pessoas decentes vão procurar uma alternativa. muita gente vai permanecer (os velhotes) mas para os jovens, e como já disse, se a Igreja não oferece nada de diferente do mundo, para quê perder tempo com ela? por isso acho que as pessoas decentes vão começar a procurar alternativas (aliás, os vários sectos sedevacantistas são uma demonstração disso mesmo). acho que com o tempo, muitos vão perceber que estão em parte a insistir no erro e formar uma Ortodoxia Ocidental. mantenho a firme convicção de que é preferível uma minoria dos fortes e honestos a uma maioria de fracos e desonestos e penso que é isto que vai suceder.

o meu afastamento da Igreja Romana e aproximação da Ortodoxia já não é novo, mas nos últimos meses, produto de vários factores, a minha decisão está tomada e o passo final está perto. a razão porque não falo muito sobre o assunto é porque, das vezes que o fiz em foruns privados na internet com tradicionalistas católicos romanos (mesmo aqueles que rejeitam o Papa presente) a resposta foi bastante extrema e virulenta, e não quero alienar os tradicionalistas da ICAR, porque os considero aliados, da mesma forma que não quero alienar agnósticos ou protestantes. no meu último texto sobre o problema da fundação, quem conheça a teologia da ICAR desde S. Tomás de Aquino, podia reparar já que se encontrava lá uma crítica. E também nos podcasts em que falo do papa e da supremacia papal. Deus colocou-me a Ortodoxia à frente, através de várias 'coincidências', e penso que fará o mesmo àqueles que tiverem a mente e o coração abertos.

quanto ao nacionalismo, as várias ideias e como conciliá-las, algo que foi falado numa caixa de comentários há uns dias, vai ser um ponto que vou abordar no próximo podcast, pois acho que muitas das contradições ou oposições que são apresentadas podem ser facilmente resolvidas, no sentido em que a doutrina correcta é fácil de escolher. mas deixo isso para o podcast e talvez para um texto futuro.

também considero que não é desejável que as pessoas deixem de ir às missas romanas pela questão comunitária, precisamente. embora eu mesmo já tenha deixado de frequentar missas por excesso de modernismo (guitarras na Igreja é absurdo, por exemplo, mas bastante comum).

abraço,
Ilo

Afonso de Portugal disse...

Ilo Stabet disse...
«<(...) a razão porque não falo muito sobre o assunto é porque, das vezes que o fiz em foruns privados na internet com tradicionalistas católicos romanos (mesmo aqueles que rejeitam o Papa presente) a resposta foi bastante extrema e virulenta, e não quero alienar os tradicionalistas da ICAR, porque os considero aliados»

Compreendo perfeitamente. A maioria dos católicos vê a ortodoxia como algo estrangeiro, alienígena até. As pessoas vêem apenas as vestes, os ritos e as barbas compridas dos patriarcas ortodoxos, não vêem a sua idiossincrasia.


A minha grande reserva em relação à ortodoxia é que os líderes ortodoxos também têm participado muitas vezes em "celebrações ecuménicas" com a ICAR, com os judeus e até com os muçulmanos. Vejo isso como um mau agoiro. Temo que, no futuro, os ortodoxos sejam acometidos pelos mesmos vícios que hoje assolam o catolicismo romano.


«Deus colocou-me a Ortodoxia à frente, através de várias 'coincidências', e penso que fará o mesmo àqueles que tiverem a mente e o coração abertos.»

Pode crer que não me atrevo a julgá-lo! O caro Ilo Stabet já demonstrou várias vezes ter inteligência, discernimento e verticalidade mais do que suficientes para fazer as melhores opções. Eu já não me revejo na religião organizada, mas não consigo deixar de respeitar aqueles que seguem a religião com devoção, que acreditam em algo maior do que elas.


«quanto ao nacionalismo, as várias ideias e como conciliá-las, algo que foi falado numa caixa de comentários há uns dias, vai ser um ponto que vou abordar no próximo podcast, pois acho que muitas das contradições ou oposições que são apresentadas podem ser facilmente resolvidas, no sentido em que a doutrina correcta é fácil de escolher. mas deixo isso para o podcast e talvez para um texto futuro.»

Nesse caso, devo dizer-lhe que vou esperar ansiosamente por esse podcast, porque se há coisa que eu já desisti de fazer foi tentar conciliar os diferentes "nacionalismos". Se o caro Ilo conseguir fazer isso, será um feito realmente notável, dada a teimosia e dogmatismo acéfalo que reina em certos guetos nacionalistas...


«também considero que não é desejável que as pessoas deixem de ir às missas romanas pela questão comunitária, precisamente. embora eu mesmo já tenha deixado de frequentar missas por excesso de modernismo (guitarras na Igreja é absurdo, por exemplo, mas bastante comum).»

Eu, como aprecio bastante a música cristã protestante, sobretudo a música coral de J. S. Bach, não fico muito incomodado com isso... o meu grande problema é constatar que, quando um padre usa a homilia para falar da "necessidade de acolher os refugiados", não haja ninguém que se insurja, nem sequer timidamente! Isso sim, deixa-me realmente incomodado...

Ilo Stabet disse...

Olá Afonso

concordo perfeitamente que a maioria dos católicos romanos veja a Ortodoxia como alienígena, mas na realidade se visitassem uma missa tridentina provavelmente achavam o mesmo ("mulheres com a cabeça coberta? que é isto, islamismo?").

os Patriarcas participam de facto nessas 'celebrações' mas acho que isso é inevitável e não necessariamente terrível. nenhum patriarca Ortodoxo beijou um corão (ou os pés de refujihadis). o que é preciso evitar é que se mude a doutrina, e a Romana mudou várias vezes e, através da supremacia papal, vai continuar a mudar. a Ortodoxia não coloca força dogmática nas palavras de nenhum dos seus líderes (e muito menos em um só líder), e por isso é independente de qualquer parvoice que um deles possa dizer - algo que, dada a natureza humana, vai acontecer sempre (recentemente houve um a abrir a manifestar solidariedade com os sodomitas, mas não causa o mesmo efeito que o Papa dizê-lo porque no fundo é apenas uma opinião de um homem, não tem o mesmo peso dogmático e doutrinal). Ou seja, a doutrina não pode ser alterada por ninguém, porque ninguém tem esse poder. além de não haver um só homem com todo esse poder, também não existe o Vaticano, com o seu banco Rothschild, infiltração maçónica e burocracia multinacional.

espero e rezo que um dia o Afonso volte a dar uma oportunidade à religião organizada, porque tudo precisa de organização. tal como o anarquismo político é em última instância insustentável, o anarquismo espiritual é-o igualmente. percebo no entanto o dano que a ICAR fez e continua a fazer à percepção da religião organizada, por isso não condeno ninguém por se sentir alienado dela. mas há uma alternativa viável :)

também aprecio bastante Bach, por exemplo, mas acho que deveria ser deixado fora da liturgia. no entanto, acho muito menos ofensivo e ridículo do que aquilo que estava a falar. quando falo de modernismo e coisas aberrantes, era mais deste género de coisa:
https://www.youtube.com/watch?v=Q35Di6bFPx0

e igualmente, um padre falar de questões políticas na liturgia é condenável, seja para que lado for. há momentos para isso, e pode convocar os fiéis para o ouvirem. a liturgia é para comungar e glorificar Deus, não para se imiscuir nas questões terrenas. a razão porque as pessoas não se insurgem quando falam disso é porque 1) também concordam e 2) não têm concepção daquilo que deveria ser a liturgia.

quanto ao nacionalismo não creio que vá haver muita conciliação, mas sim argumentar que certas ideias (e pessoas) simplesmente não podem ser aceites, mas já sabe como sou - radical.

um abraço
Ilo