quarta-feira, 13 de junho de 2018

Más notícias sobre o caso Tommy Robinson


     Parece que o Sr. Robinson terá sido transferido para uma prisão em Leicester, cuja percentagem de população muçulmana rondará os 71%. Segundo Caolan Robertson, ex-repórter da Rebel Media que estava a acompanhar o Tommy nos últimos meses, a prisão onde o Sr. Robinson estava tinha apenas 2% de muçulmanos, mas esta nova prisão (ainda por identificar) abrigará alguns dos islamistas mais radicais do Reino Unido.

Como observa o Alex Jones (Infowars), isto é uma autêntica sentença de morte para o Tommy. Entretanto, o Tommy tinha um vídeo no YouTube com o título "I won't be around for much longer" (eu não vou estar por aqui muito mais tempo).  Coincidentemente ou não, o vídeo foi removido hoje!




     Aqueles que não estiverem ao corrente deste caso, um dos mais graves para a Liberdade na Europa nos útlimos anos, podem ver o essencial neste vídeo legendado em português do Brasil.

11 comentários:

Anónimo disse...

Tinha esperança que o Trump disse-se algo sobre o assunto.

Ass:FdT

Afonso de Portugal disse...

De facto, há qualquer coisa de estranho na timidez das reacções a esta prisão... até mesmo o Paul Joseph Watson, que faz constantemente vídeos por tudo e por nada, ficou em silêncio! Dá a impressão que está toda a gente com medo...

Kyndjal disse...

ha malta a que salvou o video e fez upload.
Pessoalmente,eu ja nao ligo a nada disso.eu preparo-me.
Todos nos sabemos la bem no fundo,que o arrebentar da situaçao e inevitavel e,ate desejavel para algumas criaturas que infestam bruxelas e demais governadores das provincias.nao ha nada como caos e "guerra civil" para poderem aumentar o seu poder em nome da "seguranca" e "apenas atraves da UE teremos paz e e gracas a UE que(insiram a propaganda aqui)".

Nada disto teria acontecido se na fosse pelo calculado discurso da merkel em abrir as portas e influencia totalitaria da uniao europeia em posicoes-chave dos nossos governos e principalmente,pela apatia e cobardia dos povos em actuar.ninguem quer perder a sua cervejinha,jogos de futebol,serem chamados de racistas/xenofobos/nazis ou ate mesmo perderem o ordenado.

isto foi tudo planeado para dar ainda mais poder a UE,legitimizando as suas accoes futuras em nome da "seguranca".esperem ate eles conseguirem o seu tao acarinhado exercito "europeu"...

Afonso de Portugal disse...

Kyndjal disse...
«Nada disto teria acontecido se na fosse pelo calculado discurso da merkel em abrir as portas e influencia totalitaria da uniao europeia em posicoes-chave dos nossos governos e principalmente,pela apatia e cobardia dos povos em actuar.ninguem quer perder a sua cervejinha,jogos de futebol,serem chamados de racistas/xenofobos/nazis ou ate mesmo perderem o ordenado.»

Esse seu ponto é absolutamente crucial, caro Kyndjal! Nós temos permitido que os globalistas ocupem lugares-chave na nossa sociedade. De nada adianta o povo pensar de uma certa maneira se depois elege, directa ou indirectamente, governantes que pensam da maneira diametralmente oposta.

No fundo, o nosso problema é um misto de comodismo com ganância: há uma parte da população que ganha com a imigração e o resto acomoda-se. Há até pessoas que falam a favor da imigração mas que depois não querem viver perto de nenhuma "minoria", o que é o cúmulo da hipocrisia!

Ilo Stabet disse...

Eu diria que 99% das pessoas que são vocais defensoras da imigração não-europeia nunca viveram, nem querem viver, ao pé desses imigrantes. é puro virtue signaling, para os outros e para si mesmos.

mas acho que o problema é muito mais profundo do que os políticos, pois não são eles quem realmente legisla. em última instância, até haver uma rejeição do paradigma usurário, qualquer político continuará a ser um escravo das elites banqueiras, pois elas podem pôr um país de joelhos num piscar de olhos e nenhum político quer ser a face dessa crise. que eu saiba, pelo menos até recentemente, o PCP era o único partido que defendia a total repudiação da dívida, por exemplo - e provavelmente sem saber muito bem o que estava a defender. possivelmente já lhes explicaram entretanto. seria doloroso? claro que sim. mas é como um drogado a desintoxicar depois de vários anos de abuso de uma droga pesada - necessário para a sobrevivência.

Ilo

Afonso de Portugal disse...

Ilo Stabet disse...
«diria que 99% das pessoas que são vocais defensoras da imigração não-europeia nunca viveram, nem querem viver, ao pé desses imigrantes. é puro virtue signaling, para os outros e para si mesmos.»

É isso... e essa é a parte que mais me mete nojo nesta história da imigração, tanta hipocrisia é de bradar aos céus! Além de que essa postura também demonstra que os europeus não são tão inteligentes como se diz: basta pensar um bocadinho para se chegar rapidamente à conclusão de que, se formos deixando entrar vagas sucessivas de imigrantes, será apenas uma questão de tempo até que deixe de haver espaços exclusivamente brancos. Muitas dessas pessoas que gostam de "acenar a suas virtudes" até podem achar que vão estar mortas quando isso acontecer, mas... e os seus filhos, netos e bisnetos?


«em última instância, até haver uma rejeição do paradigma usurário, qualquer político continuará a ser um escravo das elites banqueiras, pois elas podem pôr um país de joelhos num piscar de olhos e nenhum político quer ser a face dessa crise. »

Então estamos tramados, porque não vejo que isso possa acontecer tão cedo, nem sequer no próximo século! Mesmo que o Islão consiga apoderar-se do Ocidente, as elites da alta finança saberão comprar os líderes do regime. Nem é preciso ir mais longe: até mesmo o Qatar, a Jordânia e a Arábia Saudita emitem títulos de dívida pública.


«que eu saiba, pelo menos até recentemente, o PCP era o único partido que defendia a total repudiação da dívida, por exemplo - e provavelmente sem saber muito bem o que estava a defende»

Isso seria um desastre! A dívida portuguesa tem de ser reduzida gradualmente, é demasiado elevada para nos podermos simplesmente recusar a pagá-la. Isso faria parar o país todo, uma vez que até mesmo o sector privado português depende fortemente do capital providenciado pelo Estado.


«seria doloroso? claro que sim. mas é como um drogado a desintoxicar depois de vários anos de abuso de uma droga pesada - necessário para a sobrevivência.»

O problema é que uma coisa dessas colocaria, muito provavelmente, os neoliberais no poder por muitos anos. A seguir à catástrofe, eles simplesmente diriam: "Estão a ver? Nós bem vos avisámos que não havia alternativa aos mercados! Agora estamos todos na miséria porque vocês deram ouvidos àqueles que não honram os seus compromissos!"... A menos, é claro, que o caro Ilo esteja a sugerir a instauração de uma ditadura imediatamente a seguir ao "estouro"... mas até mesmo isso seria difícil de conseguir na actual conjuntura interna (Portugal é um país tendencialmente marxista) e externa (os globalistas dificilmente permitiriam).

Anónimo disse...

não é diversidade a meia duzia usa disso e quer impor isso por algum pretexto

Anónimo disse...

Blogger Afonso de Portugal disse...
De facto, há qualquer coisa de estranho na timidez das reacções a esta prisão... até mesmo o Paul Joseph Watson, que faz constantemente vídeos por tudo e por nada, ficou em silêncio! Dá a impressão que está toda a gente com medo...

14 de junho de 2018 às 14:52

da a impressão que o mundo civilizado e livre acabou

Anónimo disse...

os nazis ja diziam mas so agora os cucks menos cucks perceberam que a censura aos nazis era so trojan para ir censurando o resto e impor o esgoto nom

Anónimo disse...

ve que pra eles ordem publica é permitir crimes sexuais logo vão legalizar o estupro como ja estão fazendo nesse caso so pra manter uma falsa ordem legalizando o ilegal para dizer que tudo vai bem tipo a lei do br que diz que quem criticar funcionarios estatais eleitos pode ser considerado terrorismo

Ilo Stabet disse...

Olá Afonso,

Atrasado, mas aqui vai a minha resposta:

«Muitas dessas pessoas que gostam de "acenar a suas virtudes" até podem achar que vão estar mortas quando isso acontecer, mas... e os seus filhos, netos e bisnetos?»

Eu creio que, retirada a noção do Divino, do Eterno, do Transcendente, as pessoas deixam de se preocupar com a sua descendência, tal como deixam de reconhecer as suas raízes. Não há melhor forma de atomizar os indivíduos e retirar-lhes qualquer indentidade que não seja o cosmopolitismo consumista do que reitrar-lhes a noção de Deus e de como nos encaixamos no plano Divino.


Então estamos tramados, porque não vejo que isso possa acontecer tão cedo, nem sequer no próximo século! Mesmo que o Islão consiga apoderar-se do Ocidente, as elites da alta finança saberão comprar os líderes do regime. Nem é preciso ir mais longe: até mesmo o Qatar, a Jordânia e a Arábia Saudita emitem títulos de dívida pública.

Durante vários anos estudei economia e creio que a ordem usurária é muito mais frágil do que parece. Aliás, é fundada em areia pura e quanto mais globalizado o mundo, mais a fundação é fraca para suster. O colapso do sistema financeiro é, a meu ver, inevitável. A única forma que vejo de os globalistas ganharem esta "guerra" a longo prazo é conseguirem atingir o seu verdadeiro objectivo: Inteligência Artificial, que substituirá as hordas de africanos e árabes como eles querem que nos substitua a nós. O plano é de longo prazo, mas acho que estão a ficar sem tempo. Mas se conseguirem, então de facto, acabou-se a espécie humana como a conhecemos e viveremos num Admirável Mundo Novo.


Isso seria um desastre! A dívida portuguesa tem de ser reduzida gradualmente, é demasiado elevada para nos podermos simplesmente recusar a pagá-la. Isso faria parar o país todo, uma vez que até mesmo o sector privado português depende fortemente do capital providenciado pelo Estado.

Nisto discordo totalmente, porque de facto o país precisa de parar e recomeçar com base noutro paradigma (tal como grande maioria do mundo). Querer reformar o sistema é a meu ver uma forma de alquimia, querer transformar uma poia numa barra de ouro. Mas acho que não é tão grave como se possa pensar, o caos seria no máximo de dois anos. Até 68 estávamos financeiramente independentes e a nossa economia fundava-se em bases sólidas. É possível retornar a esse paradigma, a meu ver. Mas sim, seria muito doloroso.


O problema é que uma coisa dessas colocaria, muito provavelmente, os neoliberais no poder por muitos anos. (...) A menos, é claro, que o caro Ilo esteja a sugerir a instauração de uma ditadura imediatamente a seguir ao "estouro"...

É possível que ponha, mas por outro lado, duvido muito, porque para se repudiar a dívida é porque se correu com eles em primeiro lugar. Acho que o mais provável será que se formem várias 'ditaduras' regionais, com o apoio de grupos militares e de comunidades semi-independentes. Já ando a adiar o meu texto sobre estratégia (aliás, tenho andado a publicá-lo em textos separados porque cada secção anda a crescer demais), mas o ponto principal em termos de estratégia física e prática é que temos, necessariamente, de formar comunidades semi-independentes, com homens de família com ideas semelhantes, que promovam a auto-suficiente e por outro ofereçam uma possibilidade de socialização fora da SIDA cultural para a nossa descendência. Ambicioso, eu sei, mas há vários anos que me debato com a questão e não vejo outra melhor opção, sobretudo quando observo os miúdos da minha família a tornarem-se, pouco a pouco, em armas do sistema. Acho que o meme da 'Gen Z' ser mais conservadora é mesmo só um meme, pelo menos pelo que observo, são ainda mais atomizados, libertinos em ideias e desligados do mundo real. Deprimente, talvez. Mas tenho fé porque, como digo várias vezes, a Bíblia oferece-nos exemplo atrás de exemplo do que correu mal e de como devemos proceder para correr bem.

um abraço

Ilo