terça-feira, 5 de junho de 2018

«Jamais haverá um atentado terrorista islâmico em Portugal, pá!» (4)


«O fim-de-semana foi uma autêntica dor de cabeça para as forças de segurança portuguesas, que tinham indicações claras de que uma célula marroquina do Daesh Estado Islâmico ['daesh' é a tua tia, ó escriba, que os bois são para chamar pelos nomes!] poderia levar a cabo um atentado na Fundação de Serralves, no Porto. Quer a Polícia Judiciária (PJ) quer o Serviço de Informações e Segurança (SIS) e a PSP andaram numa luta contra o tempo, pois não queriam cancelar as festas de Serralves, que contaram inclusivamente com a presença do Presidente da República, que soprou as 15 velas do Serralves em Festa, mas teriam de ter a certeza de que a suposta bomba de que falava a célula marroquina, em conversas interceptadas pelas forças de segurança portuguesas, não estava no espaço.»



Teria sido justiça poética: o presidente-pimba que acha estupidamente sonsamente que "o Islão é o fundo da alma portuguesa" a ser sumariamente enriquecido pelos seus amados mouros!
«Com milhares de pessoas presentes no recinto, as brigadas de minas e armadilhas da PSP tentaram fazer o seu trabalho o mais discretamente possível, para não levantarem suspeitas, e o seu trabalho só ficou concluído na manhã de domingo. Apesar do nervosismo natural dos responsáveis da operação, foi decidido que o Presidente, bem como Maria Manuel Leitão Marques, ministra da Presidência, não anulavam a sua visita.»

Foi realmente uma pena ninguém ter sido mandado pelos ares... se a malta ligada à "cultura" é tipicamente islamófila, a nossa classe pulhítica é-o invariavelmente!
«Há muito que elementos marroquinos afectos ao Daesh Estado Islâmico [mete o teu 'daesh' no cu, ó escriba!] andam a ser seguidos em Portugal, já que alguns dos seus elementos chegaram mesmo a ser expulsos do país aquando da visita do Papa, a 12 e 13 de Maio do ano passado (ver caixa), quando preparavam um atentado contra o chefe máximo da Igreja Católica. Desta vez, o SIS e a PSP foram surpreendidos com a entrega de uma carta escrita em francês por muçulmanos “com ar fundamentalista” a um transeunte, com a indicação de a entregar na polícia. Os supostos fundamentalistas fugiram num carro sem matrícula, o que levantou ainda mais suspeitas.»

O papa Chico(-esperto) é outro sabujo globalista hipócrita que também merecia ser contemplado com um "acto isolado" dos seus queridinhos assassinos muslos! E também seria justiça poética que o lavador de pés argentino fosse recompensado pelos seus préstimos aos imperialistas islâmicos!
«(...) as conversas interceptadas pelos serviços secretos falavam numa bomba que seria deixada no recinto. As autoridades ainda não conseguiram descobrir se tudo não passou de um teste da célula marroquina - por forma a testar a capacidade das polícias portuguesas - ou se a ameaça era mesmo real. Certo é que o Porto é a zona de Portugal que mais atenção terá no futuro para evitar prováveis ataques terroristas, atendendo a que algumas madraças - escolas onde o Corão é ensinado de forma radical - acolhem fundamentalistas marroquinos que estão a ser “expulsos” de Espanha.»

Como residente do Porto há já mais de duas décadas, posso assegurar-vos que esta cidade merece inteiramente qualquer atentado terrorista islâmico que venha a sofrer! As elites do Porto são do mais cosmopolita, globalista e antipatriótico que pode haver! E não é que as elites do resto do país sejam diferentes, mas as do Porto metem-me especial nojo, porque se insurgem fácil e rapidamente contra os abusos de Lisboa -e bem, a meu ver- mas depois são apologistas fanáticos da imigração de fronteiras escancaradas, do multiculturalismo e da diversidade! De que adianta combater ardentemente o centralismo lisboeta se depois se abdica da nossa identidade e da nossa segurança só para ganhar uns trocos?!?!

Claro que eu também posso apanhar por tabela, como muitos outros portuenses nacionalistas... mas a vida é mesmo assim, o povo apanha sempre por causa de quem manda. Já foi assim com a tróica, também será assim com os terroristas islâmicos. A única solução para sair desta situação é tentar que passem a mandar outras pessoas, menos dadas a estas crendices do mundialismo e do universalismo pseudo-humanista...
«O fim-de-semana foi de alerta geral na Europa e os serviços secretos europeus estavam de sobreaviso para um eventual ataque em três cidades: Bruxelas, Londres e Paris. No entanto, há quem defenda que tudo não passou de um exercício de prevenção à escala europeia, mas, no caso de Serralves, tratou-se de uma ameaça real.
Fonte ligada às investigações diz, por outro lado, que esta ameaça serviu para testar a cooperação entre as diferentes polícias portuguesas e que tudo correu “muito bem”.»

Isto é como o incêndio de Pedrógão Grande: corre sempre tudo bem, até ao dia em que não corre e morre uma data de gente... 
«As autoridades portuguesas têm uma excelente cooperação com as congéneres argelinas e marroquinas, mas é deste país que vêm as maiores preocupações, já que há muitos seguidores do Daesh Estado Islâmico [tu precisavas era que alguém te enfiasse um 'daesh' pela goela abaixo, ó escriba!] que vivem em Espanha. Com o controlo cada vez mais apertado em França, Bélgica e Inglaterra, os serviços secretos acreditam que os fundamentalistas irão deslocar-se para países onde a segurança não é tão apertada. Por isso, as madraças no Porto, e onde existem em Portugal, estão sob forte vigilância no que diz respeito a novos elementos que tenham chegado ao país há pouco tempo.»
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Ver também:

«Jamais haverá um atentado terrorista islâmico em Portugal, pá!» (3)
«Jamais haverá um atentado terrorista islâmico em Portugal, pá!» (2)
«Jamais haverá um atentado terrorista islâmico em Portugal, pá!»
Coerência "xuxa": Santos Silva sobre a ameaça islâmica em Portugal
Muslo brasuca preso em Braga por assassinar o seu empregador
Marcelo Rebelo de Sousa: a direitinha traidora e descaradamente islamófila que os portugueses merecem!
A valente merda que é a nossa "direita" (3)
Ângelo Correia: «quem financia o terrorismo?»
Assombroso: criminalista e professor universitário maçom diz que a nova mesquita em Lisboa "é um risco"!
Marcelo volta à mesquita de Lisboa...

11 comentários:

Anónimo disse...

"Certo é que o Porto é a zona de Portugal que mais atenção terá no futuro para evitar prováveis ataques terroristas, atendendo a que algumas madraças - escolas onde o Corão é ensinado de forma radical - acolhem fundamentalistas marroquinos que estão a ser “expulsos” de Espanha, como acrescentou outra fonte contactada pelo i."

E tipo reencaminhar os marroquinos para outro sítio tipo o país de origem deles, não?

>Com o controlo cada vez mais apertado em França, Bélgica e Inglaterra, os serviços secretos acreditam que os fundamentalistas irão deslocar-se para países onde a segurança não é tão apertada.
Por isso, as madraças no Porto, e onde existem em Portugal, estão sob forte vigilância no que diz respeito a novos elementos que tenham chegado ao país há pouco tempo.

Mesquitas clandestinas sob vigilância das poli´cias
https://sol.sapo.pt/artigo/614572/mesquitas-clandestinas-sob-vigil-ncia-das-policias-

>A tentativa de atentado em Serralves vem de novo alertar as autoridades policiais, que têm vigiado com alguma permanência as mesquitas clandestinas em Lisboa e no Porto, tendo algumas madraças sob controlo apertado.
Tipo a existência de mesquistas clandestinas/ilegais

Anónimo disse...

Já agora outra notícia sobre novos ataques no Norte de Moçambique sem contar o seu post de 30-05-2018
- https://www.dn.pt/mundo/interior/novo-ataque-de-grupo-armado-tera-provocado-seis-mortos-no-norte-de-mocambique-9409905.html - Agência Lusa - 05 DE JUNHO DE 2018
"Um ataque de um grupo armado à aldeia de Naunde, distrito de Macomia, no norte de Moçambique, terá provocado pelo menos seis mortos durante a última madrugada,
>Trata-se de um novo ataque a povoações remotas do meio rural da província de Cabo Delgado, depois de noutras incursões, há uma semana, 10 habitantes terem sido decapitados.

>Um estudo divulgado em maio, em Maputo, aponta a existência de redes de comércio ilegal na região e a movimentação de grupos radicais islâmicos, oriundos de países a norte, como algumas das raízes da violência.

Anónimo disse...

Já disse e volto a repetir: a "extrema" direita não cresce em Portugal não é por falta de apoio, é por não ter representação eficaz. Não nego por um segundo a convicção da liderança mas falta ao líder Pinto Coelho o carisma de um Giuseppe Conte ou até mesmo de um Trump. É preciso charme e mulheres bonitas. É superficial mas é o mundo em que vivemos: a imagem conta muito. A direita-direita (como eu lhe chamo) sempre foi domínio de homens, por razões óbvias, mas quando vejo as marchas nacionalistas em França e na Itália (inclusive a falsa "extrema" direita que apenas fala de Islão Islão Islão mas Raça e QJ nem um pio) fica patente que ainda temos pouca noção de marketing. Se o pessoal se vestisse de modo uniforme (os homens de calça e camisa (os lideres de gravata) e as mulheres de vestido) causaria mais impacto visual.

As pessoas estão fartas de degeneração mas não se revêm em pessoas que gritam pela rua, num discurso animado somente por oposição ao que a esquerda faz. Tenho seguido há dez anos a evolução caracol do PNR e estou convencido que aos poucos e poucos a percentagem de votos vai-se tornando mais significativa. Acredito que seja minúscula a percentagem de pessoas que uma vez votando PNR passem a votar noutro partido quando o PNR vai a votos, mas é preciso cativar mais gente, principalmente entre os mais jovens, tanto nas grandes cidades como nos meios rurais. Aliada à censura que se vai intensificar na União Europeia de qualquer discurso nacionalista, a tendência dos nacionalistas se fecharem nos seus "echo chambers" só pode vir a ter consequências nefastas. Basta ler os comentários no Observador, por exemplo, para ver que os portugueses querem urgentemente um fórum para expressar ideias que se alinham com os nossos interesses, sem terem que andar a falar em código morse. Enquanto na mídia de esquerda vê-se que os autores tendem a ser mais radicais que a própria audiência, na mídia de direita é o contrário: a audiência está à direita destes liberais de direita que só estão estão preocupados com a esquerda por causa do aumento de impostos. São pró-gay e por mais que barafustem daqui a 10 anos são pró-aborto e pró-traveca. O ser politicamente incorrecto de pouco interessa se não se traduz em pressão sobre os agentes políticos. A direita portuguesa é o cão que ladra enquanto a caravana passa, a sombra resignada da esquerda, nada mais que isso. Brutalmente impotentes. Até mete nojo. A gente precisa de um Daily Stormer ou pelo menos de um Breitbart (sem as fake news e sem a censura pró-Israel). Mas sou também o primeiro a admitir: falar, como eu faço, é fácil...

O fazer frente aos marxistas quando eles taparam a estátua do marechal Gomes da Costa foi um ato nobre, mas é pena que não tenha havido comunicados de imprensa para a Agência Lusa e outras a avisar da actuação do PNR, só fiquei a saber porque visito o site. O PNR não se pode limitar a falar com quem já é do PNR. Se houve comunicados e a mídia controlada simplesmente se recusou a transmitir isso, calo-me já. A única notícia que apareceu foi no JN. Mas se houve censura é preciso insistir em ações performativas de dimensão tal que se tornem impossíveis de ignorar: como fazem os gajos da Generation Identitaire, por exemplo. (Não que eu goste deles, pois são controlados por judeus). Francamente, e digo isto sem reservas, se é para ter uma direita amiga de Israel e dos sionistas responsáveis pelas guerras no Médio Oriente e consequente "crise" dos "refugiados", prefiro viver no Califado.

Convém também dizer que, de um ponto de vista consequencialista, um atentado terrorista que matasse umas quantas dúzias era o melhor que poderia acontecer, para despertar as consciências. Deus me perdoe mas é verdade.

Ilo Stabet disse...

não sei quem é o comentador que publicou a 6 de junho de 2018 às 08:49 mas queria dar os parabéns pois é um comentário com o qual concordo quase palavra a palavra. tenho reticências quanto à estratégia eleitoral, mas todas as observações feitas são absolutamente certeiras.

Ilo

Afonso de Portugal disse...

Anónimo das 08:49, o seu comentário é realmente muito interessante, conforme observou o Ilo Stabet. Mas eu aqui no TU recuso-me a interagir com anónimos em sentido estrito, i.e. pessoas que comentam sem uma alcunha ou assinatura, pelo facto de a minha experiência aqui no blogue demonstrar que essas pessoas tendem a abusar da minha confiança.

Aliás, eu normalmente nem sequer publico comentários anónimos, apenas faço excepções quando esses anónimos me trazem links ou quando o comentário é realmente muito interessante. Isto pode parecer uma picuinhice da minha parte, mas não é: trata-se de ter haver uma persona identificável cujas opiniões e temperamento são mantêm mais ou menos estáveis ao longo do tempo, ao invés de anónimos que dizem uma coisa hoje e outra daqui a umas semanas.

Repare, eu não quero saber quem o anónimo é na realidade, isso não me interessa de todo. O que eu quero é saber se o anónimo é a mesma pessoa com quem eu já falei há uns meses atrás e que defendeu, por exemplo, posições anti ou pró Marine Le Pen, anti ou pró claques de futebol, anti ou pró mercado livre, etc.

É por isso que eu exijo pelo menos uma assinatura a todos os comentadores do TU, como por exemplo “Corsário”, “RC”, “Alentejano”, “XY-347”, etc. A esmagadora maioria dos leitores do TU tem sabido compreender esta minha exigência, pelo que lhe peço que considere adoptar uma alcunha. Se preferir não o fazer, paciência, está no seu direito, mas não espere que eu continue a publicar os seus comentários, muito menos a responder-lhes…

Cumprimentos

Ludovici disse...

Foi a primeira vez que comentei neste blog, apesar de já visitar há alguns anos.

Não tenho por hábito comentar mas daqui em frente se o fizer será com este nome.

Continue o bom trabalho. Cumprimentos.

Afonso de Portugal disse...

Muito obrigado pelos elogios e pela sua compreensão, caro Ludovici!

Em relação a tudo o que escreveu mais acima, devo dizer que concordo em termos gerais, excepto naquilo que respeita às mulheres: a esmagadora maioria das mulheres dificilmente se juntará à causa nacionalista. As mulheres seguem os vencedores e, neste momento, os nacionalistas são encarados como os grandes derrotados da História. Eu próprio demorei muitos anos a perceber e a interiorizar isto mas, para minha grande mágoa, é a realidade. Se o Nacionalismo triunfar, não faltarão legiões de mulheres a quererem juntar-se a nós. Mas, para já, elas encaram o Nacionalismo como um movimento de fracassados.

Em relação a um Daily Stormer ou um Breitbart português, há muito que defendo o mesmo, mas aqui a grande dificuldade é arranjar financiamento estável para pagar às pessoas que se dedicassem a manter um projecto dessa envergadura. Repare-se que essas pessoas teriam de trabalhar a tempo inteiro, pelo que teriam de auferir um salário normal. Ora, se nem mesmo o PNR consegue financiamento estável neste momento, duvido muito que uma empreitada dessas seja viável num futuro próximo…

Saudações nacionalistas!

Ludovici disse...

Eu diria que as mulheres são mais conservadoras do que os homens, pelo menos no que diz respeito a questões biológicas. Existe uma implacabilidade nelas que não é afectada por questões metafísicas como a lealdade ou a honra, pois esses são valores masculinos: de um ponto de vista evolutivo, as mulheres ganham em, como disse e bem, ser leais aos vencedores, mas não necessariamente aos ideais destes. Quando as jovens suecas e inglesas (para falar dos casos mais mediáticos) têm que escolher entre os cornos europeus com valores socialistas/feministas e os invasores não-brancos com valores patriarcais, o facto de elas cada vez mais escolherem os últimos revela bem o que elas no fundo querem mas não podem admitir (por vezes, nem sequer a elas próprias). As mulheres odeiam com uma raiva homícida os homens fracos e submissos. O Andrew Anglin fala no feminismo como um "shit test" civilizacional: os homens europeus falharam às suas mulheres quando cederam às pressões destas, começando por ceder o "direito" ao voto. Ponto final. A pílula e o aborto foram os últimos pregos no caixão.

Em relação a um Daily Stormer português, concordo com o que diz, a falta de verbas é de facto um problema que não vejo a ser resolvido em breve. Sugiro que os quatro ou cinco autores de blogs nacionalistas ainda no activo unissem forças num único website, estilo Wordpress. Isso teria inúmeras vantagens em termos de marketing e visibilidade mas também apresentaria alguns perigos, nomeadamente em caso de censura institucional: em vez de cair um a um, caíam todos de uma vez. No entanto, fica a sugestão.

Quero estender os meus cumprimentos ao Ilo Stabet, o seu comentário tinha-me escapado à atenção. Obrigado pelas suas palavras de apoio.

SanDisk disse...

como idenfitico-me como o escritor dos post de 5 de junho de 2018 às 15:24-30
Ass. SanDisk

Afonso de Portugal disse...

Ludovici disse...
«Quando as jovens suecas e inglesas (para falar dos casos mais mediáticos) têm que escolher entre os cornos europeus com valores socialistas/feministas e os invasores não-brancos com valores patriarcais, o facto de elas cada vez mais escolherem os últimos revela bem o que elas no fundo querem mas não podem admitir (por vezes, nem sequer a elas próprias). As mulheres odeiam com uma raiva homicida os homens fracos e submissos.»

É isso mesmo, com raiva homicida… e a um nível verdadeiramente primário, no sentido biológico e evolutivo da palavra. Essa é uma das lições mais difíceis que todos os homens têm de aprender… e eu por mim falo, demorei quase três décadas a fazê-lo, não obstante a lição fazer todo o sentido à luz das leis da natureza! Basta olhar para o reino animal: as leoas, por exemplo, só acasalam com os leões que vencem as lutas com os outros leões. A personalidade do leão em si não interessa para nada, só interessa se o leão foi o vencedor da luta ou não.

Nós, seres humanos, temos a mania que somos muito civilizados, isentos das leis do mundo natural… mas a forma como as leoas seleccionam os seus leões é, à parte de algumas nuances insignificantes, a forma como as mulheres seleccionam os homens. O que realmente conta para as mulheres é se o homem venceu os seus adversários na vida, ou se pelo menos tem nítido potencial para vir a vencê-los. A civilização humana actual, contada a partir da primeira revolução agrícola neolítica, terá no máximo 10 mil anos, mas o nosso cérebro tem áreas com várias centenas de milhões… é inútil lutar contra elas.


«O Andrew Anglin fala no feminismo como um "shit test" civilizacional: os homens europeus falharam às suas mulheres quando cederam às pressões destas, começando por ceder o "direito" ao voto. Ponto final. A pílula e o aborto foram os últimos pregos no caixão.»

Sim, aliás não é só o Anglin, essa teoria é partilhada pelos blogueiros ligados à manosfera e ao fenómenos da red pill. A mim o que me surpreende não é tanto a existência desse “shit test”, mas sim o facto de os nossos pais e avôs terem permitido que o feminismo avançasse e atingisse as proporções verdadeiramente epidémicas a que assistimos. Eu não entendo, muito sinceramente, como é que um pai pode olhar para o seu filho adolescente, todo nerd e muscularmente atrofiadinho, constantemente enfiado em casa a jogar jogos de vídeo ou a surfar na net, e não fazer absolutamente nada, não intervir e explicar ao seu filho como é que o mundo funciona realmente e o que significa ser homem à luz das leis naturais… mas é precisamente essa a situação prevalente no Mundo Ocidental, os nosso pais demitiram-se de nos educar como homens. E como também já não temos Clints Eastwood, Johns Wayne, Charles Bronson ou Steves McQueen para nos servirem de modelo, há cada vez mais jovens brancos perdidos e deprimidos, incapazes de traçar um rumo para as suas vidas e de o seguir com afinco e persistência…

Afonso de Portugal disse...

Ludovici disse...
«Isso teria inúmeras vantagens em termos de marketing e visibilidade mas também apresentaria alguns perigos, nomeadamente em caso de censura institucional: em vez de cair um a um, caíam todos de uma vez. No entanto, fica a sugestão.»

É de facto uma excelente sugestão e eu agradeço! Tenho de confessar que eu próprio já pensei nisso, mas há um problema difícil de resolver: ainda não conseguir encontrar dois nacionalistas que concordem em relação à linha editorial a seguir. De um lado temos aqueles que acham que a propaganda nacionalista se deve resumir à denúncia do sionismo. Do outro lado, temos aqueles que, como eu, entendem que essa denúncia é contraproducente nesta fase, a menos que seja feita de uma forma absolutamente contundente. Depois temos os nacionalistas cristãos contra os pagãos (ou ateus), os salazaristas contra os democratas, os monárquicos contra os republicanos, os racialistas contra os minho-timoristas, os integralistas contra os tendencialmente liberais, os colectivistas contra os adeptos da liberdade de mercado, os defensores da “modernidade” contra os tradicionalistas, os defensores da integralidade de Portugal contra os separatistas, os feministas contra os “patriarcais”, etc.


SanDisk disse...
«como idenfitico-me como o escritor dos post »

Muito obrigado! E bem-vindo ao Totalitarismo Universalista! :)