sexta-feira, 22 de junho de 2018

Hollande II diz que o Nacionalismo está a alastrar pela Europa "como a lepra"


De um miserável lacaio globalista ex-Rothschild não se esperava melhor:
«De visita à Bretanha [a região francesa, não confunfir com Grã-Bretanha], Emmanuel Macron, de 40 anos, instou os europeus a combaterem o populismo. "Podem vê-lo a espalhar-se, como a lepra, até em países em que pensávamos ser impossível ver isso de novo, países vizinhos". Quando falta um ano para as eleições para o Parlamento Europeu, o chefe do Estado alertou: "Eles dizem coisas do pior, nós parece que estamos a habituar-nos a isso. Eles fazem provocações, ninguém parece ficar horrorizado com isso".
 (((Nelinho Macron))), a sua mãe esposa, e vários "jovens franceses" vibrantes.
França e Itália estiveram recentemente envolvidos num diferendo por causa da recusa do novo governo italiano em aceitar o desembarque de "refugiados" a bordo da frota Aquarius. O caso motivou declarações do Papa Francisco, fez tremer o executivo de coligação da chanceler alemã Angela Merkel. O dossiê da crise imigratória vai, por isso, dominar o Conselho Europeu da próxima semana em Bruxelas. Na semana passada, a embarcação da ONG Médicos sem Fronteiras e SOS Mediterrâneo teve que desviar o rumo para Valência, Espanha, escoltada por navios da guarda costeira italiana. O novo governo socialista de Pedro Sánchez aceitou a entrada dos migrantes em Espanha.
Esta quinta-feira, a Itália voltou a recusar o desembarque de 226 migrantes resgatados por um barco de bandeira holandesa da ONG alemã Lifeline em frente à costa da Líbia. Nos directos que faz nas redes sociais, o Ministro do Interior italiano e líder do partido nacionalista de direita Liga, Matteo Salvini, declarou: "A guarda costeira italiana escreveu-lhes para que não saíssem do sítio, que a Líbia iria tomar conta da ocorrência, mas estes desgraçados, incluindo pondo em perigo a vida dos imigrantes nos barcos, não ouviram ninguém e prosseguiram, carregando a sua quantidade de carne humana a bordo". Salvini deixou ainda uma sugestão: "Peguem nessa carga de seres humanos, levem-na para Gibraltar, Espanha, França, para onde quiserem".
Por tudo isto, Macron insistiu na ideia: "Acusamos os europeus de não serem exactamente como nós gostaríamos que eles fossem e esquecemo-nos de denunciar aqueles que já não são como nós, aqueles que odeiam [a Europa] e estão a levar por diante os seus planos. Estamos a ficar a habituados a extremistas em países onde, durante anos, houve pró-europeus como nós. As elites políticas, do mundo dos negócios e do mundo jornalístico devem assumir as suas responsabilidades nisto".»

"Aqueles que odeiam a Europa", diz este cabrão sem um pingo de vergonha nas trombas, como se ele soubesse sequer o que é a Europa! Querem ver que a Europa agora é uma província africana ou sul-asiática onde todos os caramelos do terceiro-mundo podem entrar livremente? Que filho da puta arrogante!!! Provocações e bem pior é aquilo que ele e todos os pulhíticos da igualha dele têm feito aos povos autóctones da Europa ao longo das últimas décadas! As mãos deste eunuco comedor de velhinhas estão cobertas com o sangue de milhares de Europeus mortos pelos imigrantes que ele, o seu antecessor Hollande I, a velhaca ex-Stasi Mer(d)kel e o repugnantíssimo bêbado Juncker, entre muitos outros traidores, deixaram entrar na Europa! Somos nós que devemos estar horrorizados convosco, não contrário!!!

Não se esqueçam deste nojento e das suas palavras, caros leitores! É a nós -e só a nós, europeus- que compete trazer esta "gente" à justiça pela traição sem precedentes que cometeram!!!

13 comentários:

Pedro disse...

Ele está com medo porquê a janela de Overton está indo na direção que nós queremos. A cultura está mudando, para mudar a política, tem que mudar a cultura.

Afonso de Portugal disse...

Exactamente, caro Pedro! As anteriores gerações de nacionalistas falharam precisamente por não perceberem isso, que a chave para o sucesso do combate político reside na cultura. Quem controla a cultura, controla o rumo dos acontecimentos e o desfecho final dos sufrágios e das decisões políticas que realmente interessam.

A minha esperança é que esta mudança seja irreversível. Que as pessoas, uma vez acordadas para a realidade da guerra cultural, comecem a desconfiar de tudo o que ouvem e vêem, a ler nas entrelinhas das notícias, dos discursos políticos, das iniciativas legislativas e das intenções "filantrópicas" e "humanitárias" dos nossos autoproclamados benfeitores. Talvez eu esteja a ser demasiado optimista, não sei, mas será cada vez mais difícil à superclasse travar o fluxo de informação, mesmo que consigam acabar com a liberdade na internet.

A propósito, é um prazer ver você novamente por aqui! Saudações nacionalistas!

Raghnar disse...

Um bom sinal, começam a ficar assustados. Por cá continuam na mesma tecla:

https://observador.pt/2018/06/23/governo-quer-abrir-portas-a-estrangeiros-e-atrair-75-mil-imigrantes-por-ano/

A "Segurança" Social aceita descontos de trabalho ILEGAL e ninguém se indigna. Depois, "se descontam, têm direito a cidadania", a tal pescadinha de rabo na boca. Iremos a reboque do Primeiro Mundo, como de costume...

Anónimo disse...

https://observador.pt/2018/06/23/governo-quer-abrir-portas-a-estrangeiros-e-atrair-75-mil-imigrantes-por-ano/

Inacreditável!

G, o Cigano

Afonso de Portugal disse...

Muito obrigado, caros Raghnar e G. Parece que essa é a (má) notícia do dia. Já nem sei o que dizer, todos os nossos piores temores se concretizaram. A cada x dias que acedo à Internet, esperançoso de que algo tenha mudado para melhor, verifico que há sempre uma notícia como esta, cuja magnitude anula todas as boas notícias dos últimos dias.

Dizer que isto é inaceitável já não chega. As coisas já estão muito difíceis com os imgigrantes que já entraram, recordo que já haverá cerca de 1,5 milhões de estrangeiros a viver em Portugal, entre naturalizados e descendentes de imigrantes. Se continuarem a entrar tantos -ao mesmo tempo que saem do país dezenas de milhares de portugueses- a nossa derrota será garantida. Ou todos os nacionalistas se unem para combater isto AGORA ou vamos mesmo perder esta guerra.

Ricardo disse...

"Ou todos os nacionalistas se unem para combater isto AGORA ou vamos mesmo perder esta guerra."----------------------------------------------------------------Quais?os que andam na bola(e não são poucos) e se batem uns aos outros com camisolas de cores diferentes?(tal como em outros países europeus)

Afonso de Portugal disse...

Ricardo disse...
« Quais?os que andam na bola(e não são poucos) e se batem uns aos outros com camisolas de cores diferentes?(tal como em outros países europeus)»

Não, esses são obviamente um caso perdido; os nacionalistas da bola só são de dois tipos: (1) meninos que nunca cresceram ou que são demasiado limitados cognitivamente e que, por um desses motivos, julgam que ainda vivemos no tempo em que se resolvia tudo à batatada (tempo que, em rigor, nunca existiu); (2) mafiosos que se servem do futebol, das claques e do ideal nacionalista para fazer dinheiro, explorando a ignorância e o fanatismo futeboleiro dos adeptos imbecis.

É evidente que não podemos contar com esses dois tipos de nacionalistas para nada. A prova disso é que eles nem sequer são coerentes: as claques vão aos estádios vibrar e torcer por invasores alógenos, o que é um enorme contra-senso do ponto de vista racialista. Eles podiam associar-se de muitas outras formas, algumas bem produtivas, mas escolheram precisamente entregar-se de corpo e alma a uma merda de um “desporto” (em rigor, o futebol profissional é um negócio) que não dá nada de nada aos portugueses, pelo contrário, só nos atrasa e embrutece.

Eu referia-me aos nacionalistas que, percebendo a necessidade de apostar no combate político e na guerra cultural, se mostram intolerantes com outros nacionalistas que pensam da mesma forma mas que não partilham determinados valores ou crenças. Exemplos: católicos vs ateus vs pagãos; colectivistas vs individualistas; democratas vs. autoritaristas; racialistas vs minho-timoristas, etc. Nem todos queremos exactamente o mesmo, mas nunca coisa todos convergimos: queremos menos imigração. Mas não alcançaremos esse objectivo enquanto não pusermos de lado as nossas divergências…

RAMIRO LOPES ANDRADE disse...

Caro Amigo Afonso

Este traste maricas nunca me enganou.
A França caminha inexorávelmente para a guerra civil, quando os verdadeiros franceses acordarem.
E Portugal não ficará incólume ....... agora já iniciou a construção de uma mesquita nas Merces, em Sintra.
É o fim da picada.
Isto vai acabar muito, mas muito mal mesmo !!!!!!!!!!

Abraços amigo ............. I´m back !!!!!!!!!

Ramiro Lopes Andrade
Héteroo / Homofóbico / Islamofóbico / Nacionalista

Afonso de Portugal disse...

Bem-vindo de volta, caro Ramiro! O seu regresso significa que concluiu finalmente o processo de instalação dos seus painéis solares? Bye-bye EDP? :)

Eu já não acredito numa guerra civil em França, amigo Ramiro. Há algo de muito errado com os croissants, eles são a nação europeia com mais mouros e nem assim votaram na Le Pen! Preferiram este eunuco globalista com complexos maternais por resolver! >:(

Eu acho cada vez mais que os verdadeiros homens franceses devem ter morrido durante as campanhas do Napoleão e praticamente não deixaram descendência. O comportamento das sucessivas gerações de "homens" franceses desde então é pura e simplesmente vergonhoso, não lutaram como devia ser na Primeira Grande Guerra, não ofereceram qualquer resistência aos alemães na Segunda Grande Guerra, enfim, são uma enorme nação de cucos resignados, sem iniciativa nem coragem. A guerra civil só chegará a França se começar primeiro noutra nação da Europa e depois alastrar até lá. Porque os franceses, sozinhos, oferecerão de bom grado as suas mulheres e filhas aos invasores mouros!

RAMIRO LOPES ANDRADE disse...

Amigo Afonso

Ainda não terminei a montagem ........ vou começar amanhã a colocação dos paineis, é rápido, depois os mais demorado é as ligações.

Abraço.

Ramiro

Afonso de Portugal disse...

O tempo também não tem ajudado... andar no telhado com chuva é perigoso. Boa sorte, amigo!

Abraço!

Anónimo disse...

"não ofereceram qualquer resistência aos alemães na Segunda Grande Guerra"

Perdoe-me se estiver a ser chato, talvez o tenha entendido mal, mas acho que os franceses lutaram alguma coisa! 360 000 morreram e quase todo o seu arsenal foi destruído num autêntico combate suicida. Pelo que tenho ouvido eles perderam mais por má estratégia do que propriamente por cobardia.

https://en.wikipedia.org/wiki/Battle_of_France

https://www.quora.com/Why-did-France-surrender-during-WW2-without-fighting

Ass.Rui

Afonso de Portugal disse...

Caro Rui, eu não pretendi sugerir que os soldados franceses não lutaram, embora aceite que é isso que se pode inferir daquilo que escrevi mais acima. O que eu acho é que o próprio espírito colectivo francês estava há muito mutilado, os franceses tinham perdido a sua vocação para a guerra... e isso reflectiu-se na forma como organizaram a sua defesa durante a invasão alemã.

Já vi vários documentários históricos sobre as "seis semanas" e há relatos verdadeiramente deprimentes, desde o facto de os tanques franceses nem sequer terem rádios instalados até haver fortificações francesas que nem sequer chegaram a virar a artilharia na direcção do inimigo! O exército francês estava claramente desmotivado e não queria lutar, quando "acordou" para a ameaça alemã já era demasiado tarde. E chamo a atenção para o facto de o número de mortos não ser necessariamente um indicador de heroísmo. Muitas vezes, é um indicador de incompetência grosseira dos comandantes. Veja-se o caso da invasão histórica da Grécia pelos persas, por exemplo. Os persas tinham mais soldados, mais dinheiro e muitos mais recursos, mas depois foram massacrados pelos gregos por terem insistido em estratégicos grosseiros. Pode-se argumentar o mesmo em relação ao exército castelhano que foi massacrado em Aljubarrota.