sexta-feira, 15 de junho de 2018

Da Rússia, com amor: deputada aconselha mulheres russas a não f*** com outras raças durante mundial


Um muito obrigado! ao G, o cigano por nos ter trazido esta notícia curiosa, impensável aqui no Ocidente:
«A deputada russa Tamara Pletnyova recomendou às mulheres do país anfitrião do Mundial de 2018 que não tenham sexo com estrangeiros não brancos durante a prova, de forma a não serem mães solteiras de crianças mestiças.»

Releiam bem o parágrafo anterior, caros leitores... imaginem que uma deputada alemã, inglesa, espanhola, italiana ou portuguesa dava o mesmo conselho às suas compatriotas... ui, quanta indignação haveria! A pobre desgraçada seria obrigada a demitir-se no próprio dia... mas lembrem-se, aqui no Ocidente é que há supostamente liberdade, hããã!!! Na Rússia é tudo fachiiiiiiiiiismoooooo!!!

«A deputada em causa, que lidera uma comissão parlamentar sobre família, mulheres e cuidados infantis, respondia a uma estação de rádio local, a propósito das chamadas “crianças dos Olímpicos”, fenómeno que aconteceu depois dos Jogos de Moscovo, em 1980 – num tempo em que a contracepção não estava generalizada no país.
A Sr.ª Pletnyova tentou meter algum juízo na cabeça das suas compatriotas.
“Estas crianças mestiças sofrem e sofreram desde os tempos soviéticos. Uma coisa é serem da mesma raça, outra coisa é serem de uma diferente. Não sou nacionalista, ainda assim sei que as crianças sofrem. São abandonadas e é isso, ficam aqui com as mães”, defendeu.»

Ou seja, a senhora Pletnyova nem sequer parece ter nada contra as outras raças em si, trata-se apenas de apontar uma realidade incontornável, a de que os mestiços, por não pertencerem a nenhuma raça em concreto, acabam por ser rejeitados por todas. Mas, como não podia deixar de ser, estas declarações provocaram muito choro, baba, ranho, ranger de dentes e raivinha impotente, não apenas aqui no Ocidente mas também na própria Rússia, com outro deputado a vir logo a público a apelar a que os russos tenham muito sexo com os estrangeiros.

Seja como for, esta notícia é muito interessante porque nos permite perceber:
1. Que há coisas que podem ser ditas na Rússia que jamais poderiam ser ditas no Ocidente;
2. Que também há russos apostados em incentivar o multirracialismo diluidor de identidades;
3. Que as mulheres russas, a avaliar pelo fenómeno das “crianças dos olímpicos”, são umas autênticas putas que abrem as pernas a qualquer merdoso que lhes apareça no país!

8 comentários:

Anónimo disse...

Falou bem, é 1 conselho que qualquer mãe ou pai de boa fé dá a uma filha.

É visivel a olho nú que o numero de mães solteiras brancas que vêm de relações inter-raciais é bem superior ao das relações entre brancos e brancas. Não temos culpa que a realidade seja "racista".

Ass:FdT

Anónimo disse...

Já agora dizer que não deixa de ser deprimente o facto de o bom senso racialmente consciente ter vindo de uma mulher enquanto que o deputado que pediu relacionamentos com estrangeiros é 1 homem...

Ass:FdT

Afonso de Portugal disse...

FdT disse...
«É visivel a olho nú que o numero de mães solteiras brancas que vêm de relações inter-raciais é bem superior ao das relações entre brancos e brancas. Não temos culpa que a realidade seja "racista".»

Aliás, os "jovens" são bem conhecidos pela sua incapacidade de manter um matrimónio. Nos EUA, por exemplo, não há comunidade com mais mães solteiras do que a negra, havendo vários "jovens" que nunca chegam a conhecer o seu pai biológico. Mas, com honrosas excepções, as estatísticas nunca foram o forte das mulheres, brancas ou não-brancas. Elas ligam mais aos "sentimentos" do que aos números... e depois claro, os números caem-lhes em cima um belo dia, quando elas próprias se tornam parte da estatística! :P


«Já agora dizer que não deixa de ser deprimente o facto de o bom senso racialmente consciente ter vindo de uma mulher enquanto que o deputado que pediu relacionamentos com estrangeiros é 1 homem...»

Esse é um fenómeno que eu nunca fui capaz de compreender. Lá que uma mulher branca se encante por um alógeno, por mais nojento que isso seja, ainda se compreende, dado que as mulheres são atraídas sobretudo pelo estatuto dos homens e menos pela sua beleza física. Agora que um homem branco não se importe e até incentive a suas mulheres a abrir as pernas aos invasores alógenos é incompreensível. É uma lógica de encornado, de cuco, de eunuco impotente! Mesmo que haja dinheiro e outros interesses políticos em jogo, é algo que me provoca uma repulsa tão intensa que eu não sei se conseguiria sequer apertar a mão a um sujeito desses se o encontrasse na rua!

Anónimo disse...


O que acontece no ocidente e que ainda não acontece na Rússia é a propaganda da mestiçagem que nos é enfiada na goela todo o santo dia e um dos principais alvos é a mulher europeia, claro que a desvirilizarão dos nossos povos é também um problema e o pior é que cada vez se vê mais das nossas mulheres atreladas a povo de outros continentes, principalmente de africa. O Guillaume Faye tem uns textos bastante bons nessa temática, vou colocar aqui um excerto se me permites Afonso de Portugal

"Enfraquecimento dos valores de coragem e virilidade, em proveito de valores feministas, xenófilos, homófilos e humanitários.
A ideologia ocidental hegemónica executa esta desvirilização dos europeus, à qual não sucumbem os colonos alógenos chamados 'imigrantes'. A homofilia actual, como a vaga feminista da falsa emancipação da mulher, a rejeição ideológica da família numerosa em proveito do casal nuclear instável, a queda da natalidade, a valorização espectacular do Negro ou do Árabe, a apologia constante da mestiçagem, a recusa do valor guerreiro, o ódio a toda a estética de força e de poder, assim como a cobardia generalizada, são traços dessa desvirilização.
Confrontados com o Islão que preconiza todos os valores de virilidade conquistadora, os europeus encontram-se moralmente desarmados e complexados. Toda a concepção do mundo contemporâneo, quer venha do legislador, do ensino público, do episcopado ou da imprensa, dedica-se a culpabilizar a noção de virilidade, associada a uma 'brutalidade fascista'. A desvirilização seria um sinal de civilidade, de hábitos refinados, que é um discurso paradoxal por parte de uma sociedade que naufraga além disso no primitivismo e na violência.
A desvirilização, que é igualmente ligada ao individualismo narcisista e à perda do sentido comunitário, paralisa toda a reacção contra os meios dos colonizadores procedentes da imigração e do partido colaboracionista. Explica a fraqueza da repressão contra a delinquência imigrante, a ausência de solidariedade étnica dos europeus face aos alógenos e o 'medo' patológico que sentem perante eles.
Além disso, a noção de 'virilidade' não deve em qualquer caso confundir-se com a de 'machismo' nem com a estúpida reivindicação de um qualquer 'privilégio social masculino'. No seu comportamento quotidiano, muitas mulheres se mostram mais 'viris' que alguns homens. A virilidade de um homem é a condição da sua manutenção na História."
por Guillaume Faye

assinado: Paulo

Afonso de Portugal disse...

Esse texto é pura e simplesmente fabuloso, caro Paulo, resume tudo aquilo que eu penso acerca do assunto mas que jamais conseguiria expressar de uma forma tão eloquente como o Sr. Faye! O caro Paulo podia dizer-me onde é que foi buscar? Foi publicado nalgum livro ou assim?

Anónimo disse...

A fonte do texto é do livro do Guillaume Faye - "A Colonização da Europa" o livro já tem uns aninhos, mas está actual como tivesse sido escrito ontem, houve recentemente uma reedição do mesmo (pela arktos):

https://arktos.com/product/the-colonisation-of-europe/

https://arktos.com/people/guillaume-faye/

mas todos os livros que li dele são de uma qualidade elevada, certeira.

ass. Paulo

Unknown disse...

" No seu comportamento quotidiano, muitas mulheres se mostram mais 'viris' que alguns homens." Sim, isso é um fenomeno bastante recente, mas obviamente que não é natural nem saudável, é mais um sinal de uma sociedade em decadencia.

Muita gente aqui no Ocidente, especialmente os "direitinhas" ainda vivem no tempo da guerra fria e olham para a Russia e para Putin como um "bastião comunista" (este tipo de ideia é muito comum entre pessoas que vivem num país da América do Sul que pararam de evoluir em 1989), mas o facto é que Putin é o que temos de mais parecido com um Nacionalista e como tal é atacado pelos nossos media marxistas que infelizmente ainda parecem influenciar muitos "direitinhas". A Russia e o seu povo ainda mantém (ao contrario de nós) orgulho racial e nacional ( com raras exepções), e mantem-se como um bastião contra o globalismo.

Bruno Dias

Afonso de Portugal disse...

Paulo disse...
«o livro já tem uns aninhos, mas está actual como tivesse sido escrito ontem, houve recentemente uma reedição do mesmo (pela arktos)»

Muito obrigado, caro Paulo! Uma das coisas mais tristes a respeito da presente iminvasão é que houve muitas pessoas a alertar para os seus perigos ao longo do último século décadas. Já no final dos anos 60, o inglês Enoch Powell proferiu o famoso discurso que ficou conhecido como "Rios de Sangue"... e o nosso Andrade Saraiva foi muito mais precoce, com o seu "Perigos que ameaçam a Europa e a raça branca", publicado logo no início do século XX. Infelizmente, ninguém quis dar ouvidos a estas pessoas... e agora vamos todos pagar por isso!


Bruno Dias disse...
«Muita gente aqui no Ocidente, especialmente os "direitinhas" ainda vivem no tempo da guerra fria e olham para a Russia e para Putin como um "bastião comunista" (este tipo de ideia é muito comum entre pessoas que vivem num país da América do Sul que pararam de evoluir em 1989), mas o facto é que Putin é o que temos de mais parecido com um Nacionalista e como tal é atacado pelos nossos media marxistas que infelizmente ainda parecem influenciar muitos "direitinhas". A Russia e o seu povo ainda mantém (ao contrario de nós) orgulho racial e nacional ( com raras exepções), e mantem-se como um bastião contra o globalismo.»

Concordo, caro Bruno Dias. Não é que eu ache o Putin um santo, longe disso, mas ele é certamente preferível mil vezes a qualquer líder Ocidental neste momento, exceptuando talvez o Vitkor Órban. Segundo a narrativa da esquerdalha e da direitinha, a Rússia é uma ditadura brutal, enquanto no Ocidente só há liberdades e direitos... no entanto, os europeus nunca foram consultados acerca da imigração massiva e, quando as coisas aquecem, é sempre o povo que apanha, como se viu na última crise financeira!