quarta-feira, 27 de junho de 2018

Bispo de Leira-Fátima: «Não podemos deixar que a história da humanidade fique nas mãos de gente xenófoba e egoísta»


      Há clérigos católicos que não vêem a iminvasão com bons olhos? Há, mas são minoritários... e eu ainda não tenho conhecimento de nenhum que seja português! Tudo indica que, sem excepção, todos os padrecos e bispecos "tugas" querem mais imigração!

Nota para os católicos que seguem este blogue: este tipo de postas não tem como objectivo atacar a fé católica, apenas os clérigos católicos mencionados. Ao contrário de outros blogueiros da nossa praça, eu não misturo as duas coisas, a fé é uma coisa, os canalhas que a usurpam para justificar a iminvasão são outra! E ainda tenho esperança que, apesar de tudo, um dia os católicos portugueses coloquem todos os seus clérigos traidores no seu devido lugar! Já o fizeram, noutros tempos, pelo que não é descabido que o voltem a fazer no futuro!

Claro que muita coisa terá de mudar até lá, mas já temos um motivo para agradecer ao escroque Bergoglio: graças a ele, começa a haver católicos revoltados, que falam finalmente contra a hierarquia da ICAR! Ainda são poucos e ainda são tímidos, é certo, mas é preciso começar por algum lado...

«O bispo de Leiria-Fátima será cardeal eleitor a partir de quinta-feira. O padre que foi operário defende os “pactos globais” com que o Papa Francisco quer mobilizar o mundo, governos, organizações e sociedade, para responder a uma “catástrofe humanitária” e aos “mediterrâneos” de onde a solidariedade desapareceu

Esta cara é-me perturbadoramente familiar, caros leitores... onde é que eu a vi antes?

«D. António Marto, (...) o actual bispo de Leiria-Fátima, será empossado cardeal pelo Papa Francisco, um acto que considera ser por Fátima e por confiança pessoal. “Se soubesse que eu era contrário à reforma da Igreja não me escolheria. Nesse sentido, ele sabe perfeitamente que tem um apoiante”»

Tradução: "o papa sabe que eu sou uma boa prostitutazinha pró-imigracionaista, pelo que me escolheu para ser um dos seus lacaios mais próximos!". Este ao menos não tem vergonha, assume logo ao que é que vem...

«"Não podemos ficar de braços cruzados. Temos de fazer uma outra acção, alternativa, de sentido positivo, não podemos deixar que a história da humanidade fique nas mãos só de gente xenófoba, egoísta e individualista, que olha só para a sua comodidade, expulsa e não recebe os que são forçados a emigrar por motivos de conflito, de guerras, como acontece na Síria, de perseguições, de miséria, de fome, de desastres ambientais.

Repara-se bem na sucessão de falácias no discurso deste bispeco desavergonhado: 
1. As pessoas que defendem as fronteiras dos seus países são "gente xenófoba, egoísta e individualista", como se as fronteiras existissem por acaso e não tivessem sido criadas para proteger os povos, as culturas e, no caso da Europa, a própria civilização; se calhar, o bispeco Marto deixa entrar qualquer caramelo em casa dele, independentemente do seu aspecto e proveniência!
2. A História da humanidade "não pode ficar nas mãos" de pessoas que defendem as fronteiras, como se os povos que não defenderam as suas fronteiras tivessem ficado para a História! Pelo contrário, foram todos conquistados e submetidos pelos povos que souberam defender as suas fronteiras!
3. Como não podia deixar de ser, este bispeco de meia-tigela tinha de insitir na MENTIRA de que os iminvasores que chegam à Europa são refugiados que fugiram à guerra ou à "miséria", quando todos sabemos que isso não é verdade. A esmagadora maioria dos que chegam são parasitas económicos oportunistas, homens em idade militar, muitos dos quais nem sequer provêm de zonas em conflito!
Mas eu ainda vou mais longe: se as pessoas são egoístas por não quererem falsos refugiados na sua terra, o que dizer dos bispecos e dos padrecos da ICAR que, um pouco por toda a Europa, têm enfiado os "refugiados" em vários colégios, mosteiros e até igrejas a troco de compensações financeiras ou subsídios por parte do Estado e da UE? O que dizer do ligação da ICAR à máfia calabresa no negócio dos "refugiados"? O que dizer dos cardeais que vivem em apartamentos de 400 m2 em plena Cidade do Vaticano e que não receberam nenhum refugiado? Esses não são egoístas, não é, ó bispeco Marto? Esses são altruístas, pá!!!

«"Veja-se a Itália, que acolheu tantos imigrantes. Estamos a assistir aos nossos mediterrâneos - já não é um Mediterrâneo, é uma metáfora. Navegam no mar da falta da nossa hospitalidade e da solidariedade, seja a nível mundial ou europeu.

Este é o discurso típico dos oportunistas velhacos que apenas querem facturar à custa da imigração em massa, deixando os prejuízos e as aflições para as outras pessoas. A Europa não te nenhum, repito, NENHUM dever de acolher estes imigrantes!  Não se trata de hospitalidade -isso tem-se para com os visitantes temporários, aqueles que acabam por partir-, muito menos de solidariedade -isso tem-se para com quem fugiu mesmo à guerra, o que não se aplica à esmagadora maioria dos que chegam!

 Ahhh... já me lembro onde é que a vi! 😝

Não, Marto, seu bispeco descaradamente armado em sonso, tu sabes perfeitamente o que se está a passar na realidade: eles navegam no Mediterrâneo porque a Europa, ou melhor, os "líderes" europeus insistem em não os recambiar para os seus países de origem, recompensado assim a sua viagem e, ainda pior do que isso, incentivando muitos outros a emulá-los e arriscarem viajar também! É um círculo vicioso sem fim à vista, criado precisamente por pessoas que agem de forma irresponsável e demagógica como tu!

«"O fenómeno imigratório e a pobreza a nível mundial, sobretudo o fosso entre os ricos e os pobres é um dos problemas dramáticos que a humanidade deste século XXI está a viver. Faz parte do próprio evangelho, a Igreja não pode ficar voltada para si mesma.

Outra característica extremamente perturbadora no clero católico "moderno" é esta tendência sinistra para papaguear os chavões e as falácias do esquerdalho. Dizer que "o fosso entre ricos e pobres é um dos problemas dramáticos que a humanidade deste século" é uma daquelas meias-verdades que está na mesma categoria de desonestidade intelectual gritante a que pertence o "wage-gap" das feministas: parte-se de uma observação geral e declara-se essa observação como verdade catastrófica, omitindo todas as circunstâncias que levaram à situação observada e, mais importante ainda, os seus efeitos secundários.

Só que no caso do "fosso entre os ricos e os pobres" (uma daquelas frases feitas marxistas que são constantemente repetidas para apelar àquilo que de pior existe no ser humano, a inveja), os efeitos secundários são o que mais interessa. Porquê? Porque falar no aumento do "fosso entreos ricos e os pobres" num contexto de "pobreza a nível mundial" é mentir ou ser grosseiramente ignorante. Os factos não mentem: em 1820, 94% da população mundial vivia em pobreza extrema mas, em 1990, essa percentagem caíra para 34,8% e, em 2015, para apenas 9,6%! Ou seja, ao contrário do que o chavão do "fosso entre os ricos e os pobres" sugere, o aumento de riqueza dos mais ricos foi acompanhado pelo aumento da riqueza dos mais pobres, apesar de ter havido duas graves crises mundiais entre 1990 e 2015! 




Olhar apenas para a diferença entre a riqueza dos ricos e dos pobres é omitir a espectacular melhoria das condições de vida de milhões de pessoas em todo o mundo que estavam na miséria absoluta, sem acesso a alimentação, água potável, habitação, condições de higiene mínimas, educação e informação, mas que agora estão muito melhor! E ficaram muito melhor graças ao aumento de riqueza à escala global promovido pelas nações industrializadas! Que um marxista recorra a esta linguagem desonesta, é algo inevitável, faz parte da sua cartilha e do seu modus operandi. Mas que um bispo da ICAR a papagueie, sobretudo quando é ele quem gere o negócio de Fátima, é pura e simplesmente indesculpável! Este Marto está a gozar com a cara das pessoas, mais nada!!!

«Na diocese Leiria-Fátima recebeu-se na medida do possível. No santuário de Fátima tínhamos uma casa disponível preparada para receber uma família síria, para a qual arranjámos emprego dentro do próprio santuário. Ontem soube que já tinha saído. Foram para França, tinham lá familiares, mas estão lá sem emprego.»

Aqueles que ainda não entendem porque é que a ICAR apoia tanto a iminvasão devem reler o atentamente o parágrafo anterior. Está tudo lá, a sério!...

«A Misericórdia recebeu na Marinha Grande uma família de "refugiados", que também saiu para a Alemanha, e tem procurado dar trabalho a imigrantes, sobretudo ucranianos, há muitos nesta zona. As Irmãs Franciscanas Hospitaleiras do Imaculado Coração de Maria também prepararam uma casa para uma família, que está muito bem. Arranjaram-lhes emprego. Depois há uma outra, por conta da câmara da Batalha, mas não tenho informação sobre isso. Houve alguma mobilização. Às vezes também não há recursos, por exemplo, o santuário ofereceu a possibilidade de receber temporariamente bastantes "refugiados". Não tínhamos casa para toda a gente, com as condições necessárias, mas havia a possibilidade de os receber até arranjarem a casa, mas isso não foi considerado.»

Reparem bem no quanto o bispeco Marto se orgulha de arranjar emprego aos estrangeiros! E aos portugueses, quantos empregos é que ele a sua diocese já terão arranjado?

«Vivemos hoje numa sociedade muito dividida, na qual domina a cultura da indiferença, de quem não olha para o lado e, se olha, diz ‘não é comigo’. Domina a cultura do descarte daqueles que se pensa que são inúteis, não são produtivos, são um peso, são um fardo para a sociedade.

Para mim, a única figura de referência mundial para crentes e não crentes que luta contra esta onda é o Papa Francisco. É um homem de esperança e eu admiro isso: que um ancião seja o homem da esperança para as novas gerações.
»

Só que o Bergoglio está a fazer precisamente o contrário do que este paspalho do Marto diz! Ele está a proteger precisamente os mais fortes, os homens em idade militar vindos do terceiro-mundo, em detrimento dos jovens e dos velhos europeus que, por estarem desempregados e reformados, respectivamente, são considerados "um fardo para a sociedade"! O Bergoglio protege os islamistas, os terroristas, os violadores, os gangues pedófilos, os assassinos, os traficantes de seres humanos, enfim, todos os criminosos não-europeus de uma forma geral! É "um homem de esperança", sem dúvida, mas não para as novas gerações de europeus, apenas para as novas gerações de alógenos iminvasores!

 «O Papa Francisco veio ajudar-nos a ler este mundo presente a uma luz evangélica e com outro tipo de cultura. O Ocidente preocupou-se muito com a elaboração de muitas ideias e até boas, mas depois no concreto fez pouco. O Papa Francisco veio da periferia e olhou para o centro a partir da periferia. O que ele diz é ‘uma coisa é olhar do centro para a periferia outra é da periferia para o centro’. Isso veio abrir-nos horizontes para os quais não estávamos sensibilizados.

(...) eu próprio me estava a deixar ficar fechado na cultura ocidental e também respirava um certo pessimismo e este Papa veio abrir um horizonte mundial, para olharmos para todos os lados. Por exemplo, ele privilegia as viagens às periferias e aos países periféricos para mostrar que o Ocidente e a Europa já não são o centro do mundo como até aqui.»

Tanto "blá blá blá" inútil para evitar dizer o que realmente está em causa: a Europa tem cada vez menos cristãos, pelo que os clérigos da ICAR precisam de ir buscar crentes -e sobretudo serviçais- a outras paragens. É este o verdadeiro motivo pelo qual a esmagadora maioria dos clérigos ICAR apoia a iminvasão. É evidente que o Bergoglio "privilegia as viagens às periferias", mas não é pelo facto de o Ocidente ter deixado de ser o centro do mundo. Se assim fosse, o Bergoglio estaria sempre enfiado na China! Mas não, o Bergoglio gosta é do terceiro-mundo, das áfricas e das américas do sul...

E para quem ainda tiver dúvidas de que a questão é mesmo essa, haver crentes, vejam o que o Marto diz sobre ter sido escolhido pelo Bergoglio para ser cardeal:

«Penso que o Papa quis fazer um dom, um presente a Fátima, nomeando-lhe um cardeal. Vi que saiu comovido, quando íamos no papamóvel, a cada passo dizia-me "tanta gente, tanta gente". Deve ter ficado surpreendido e aprendido que a mensagem de Fátima tem a ver com a história da humanidade. Não é uma coisa meramente privada para dentro da Igreja, é com a história da humanidade. Deve ter querido distinguir Fátima, nesse sentido. Não ponho também de parte que foi um acto de confiança pessoal, porque certamente se soubesse que eu era contrário à reforma da Igreja não me escolheria. Nesse sentido, ele sabe perfeitamente que tem um apoiante na reforma da Igreja.»

Já disse isto várias vezes aqui na TU: continuo a ver demasiados nacionalistas a dizer meias-verdades como "a imigração é a arma do capitalismo". É preciso ir mais longe do que isso. Há três grandes forças na Europa que fomentam a imigração:
1. O capitalismo selvagem que, de facto, recorre à mão-de-obra estrangeira para manter os custos laborais em níveis baixos e a estrutura social da comunidade desorganizada;

2. A esquerda política, que utiliza a imigração para subverter o processo eleitoral, aumentado a sua percentagem eleitoral à custa dos votos dos imigrantes.

3. A religião -e aqui não me refiro apenas ao Cristianismo- que, não tendo sido capaz de renovar a sua base de fiéis europeus, está a recorrer aos fiéis do terceiro-mundo, culturalmente mais supersticiosos e menos dados à aceitação do racionalismo científico, para se tentar manter cultural e materialmente relevante.
Não é por acaso que é tão difícil combater a imigração. Não estamos a lidar apenas com capitalistas. Se assim fosse, a esquerda lutaria contra a imigração. Não estamos a lidar apenas com neomarxistas. Se assim fosse, a direita lutaria contra a imigração. E também não estamos a lidar apenas com capitalistas e neomarxistas. Se assim fosse, a ICAR estaria do nosso lado... metam isto nas vossas cabeças: só se opõe à imigração quem não ganha nada com ela, o povo! E os únicos partidos que realmente representam o povo -e não as elites- são os "populistas", isto é, os Nacionalistas!

7 comentários:

Pequena Marilu disse...

Gosto bastante dos artigos que escreves!
Por mais que se calhar me encaixe no cenário de "capitalista selvagem",mas de resto nota 10 ;).

Afonso de Portugal disse...

Muito obrigado, cara amiga! Devo dizer que é um prazer ter-te por aqui! :) Por acaso eu não costumo escrever artigos tão grandes, este ficou bastante mais extenso do que é habitual. Pela minha experiência, a maioria das pessoas só lêem integralmente artigos com 12-15 linhas no máximo!

Quanto ao capitalismo selvagem, eu acho que o problema está na definição do conceito, que não é consensual mesmo entre os Nacionalistas. Para mim, "selvagem" significa todo aquele que abusa, seja por via de uma posição de mercado dominante (monopólio), seja por via do recurso a práticas desleais, seja para com a concorrência (outras empresas) seja para com os seus clientes. O melhor exemplo que conheço neste momento de capitalismo selvagem é a Google. É um monopólio, abusa sistematicamente da sua posição de mercado dominante e exerce censura e repressão (desactivação de contas) sobre os seus utilizadores.


Eu até entendo a perspectiva dos libertários. Eu não sou nenhum esquerdalhista, partilho a opinião de que o mercado é mil vezes preferível ao Estado. E até tenho provas que não sou esquerdalhista:

http://totalitarismouniversalista.blogspot.com/2016/05/resultados-da-bussola-politica-algumas.html

O problema é que todos os libertários que conheço depositam demasiada fé no mercado e eu acho isso tão ilusório e irresponsável como depositar fé no Estado. É que o grande problema não é o Estado em si, mas sim a concentração de poder nas pessoas que constituem o Estado. É isso -a concentração excessiva de poder- que leva aos abusos.

Ora, os mercados nem sempre são eficientes e, como ilustra o caso da Google, também são dados à concentração de poder em determinados actores. Ou seja, se tivermos demasiado Mercado e nenhum Estado, criaremos outros monstros que, sendo preferíveis ao Estado, estão longe de ser desejáveis.

A minha posição em relação à imigração decorre dessa reserva aos mercados: a imigração para efeitos laborais só devia efectivar-se quando não houvesse alternativa interna, i.e. quando não houvesse pessoas dispostas a trabalhar nos países que recebem os imigrantes. Nesse sentido, os empregadores deviam oferecer as suas propostas de emprego às populações e só ao fim de um determinado sem haver respostas prazo (por exemplo 3 meses), é que o Estado devia permitir a entrada de imigrantes do estrangeiro.

O que estamos a fazer aqui em Portugal é precisamente o contrário: primeiro manda-se vir os imigrantes aos milhares, depois logo se vê! Isto só pode dar mau resultado, porque os imigrantes desempregados sujeitam-se a tudo, ou pior, enveredam pela "carreira" do crime. Se a isso juntarmos a generosidade excessiva dos sistemas de segurança social europeus, que atraem todo o tipo de parasitas e subsídio-dependentes, temos a receita para o desastre a longo prazo…

Raghnar disse...

Eu também sou mais permissivo (nada de "liberalices") quanto à economia e a evidência sugere, de forma inequívoca, que a concorrência e as leis do mercado são imensamente preferíveis ao controlo estatal. Mas também defendo que o trabalho é o mecanismo ideal de redistribuição de riqueza, pois o envolvimento nos processos produtivos potencia o desenvolvimento individual e o sentido de pertença comunitário.

O pecado principal dos libertários é muito semelhante aos marxistas, dão como pressupostos preposições falsas. Por exemplo, assumem que as decisões dos agentes no mercado são sempre racionais, quando na realidade nem sempre é assim, a psicologia aponta essas limitações de forma clara. Tal como a competição quando ultrapassa certos picos potencia o aparecimento de comportamentos não-éticos para cumprimento de objectivos muito ambiciosos, observável depois da crise financeira.

Mas com todas as suas limitações, ainda ninguém propôs melhor...

Afonso de Portugal disse...

É isso mesmo, o capitalismo é o menos mau de todos os sistemas. E a prova disso é que todos os países que valem alguma coisa, aqueles para onde os imigrantes querem ir em grandes números, são todos capitalistas.

O problema da racionalidade é, de facto, outra limitação importantíssima dos mercados de que eu nem sequer me tinha abordado na minha resposta à Marilu. E como vivemos numa época em que a miudagem faz coisas cada vez mais estúpidas, como comer bolas de detergente para lavar roupa só para impressionar os amigos, a tendência deverá ser para piorar no futuro...

Pequena Marilu disse...

Geralmente,as pessoas vêem os libertários como fanáticos dos mercados, mas o certo é sermos "fanáticos" pela propriedade privada que mais tarde chegamos ao consenso de trocas voluntárias.
Já fui mais extremista do que sou, e mesmo libertária, que me dizia ancap tentava ainda entender como a segurança e a justiça funcionariam de forma certa sem o estado, o que mais tarde deu-me um nó na mente, e percebi o estado é necessário nessas duas coisas apenas na minha opinião.
Acho é estranho que eu concordo com muitas ideias que os nacionalistas concordam, e até não acharia estranho se me torna-se numa mistura libertária e nacionalista.
Entre essas duas vertentes a minha cabeça fica muito confusa concordando com opiniões dos dois lados.
Se calhar pode ser porque sou jovem e ainda não tenho bem as ideias em mente.
Essa dos miúdos a comer detergente não sabia, acho uma extrema irresponsabilidade dos pais não vigiar esse tipo de coisas, ainda acontece um assassinato.
Abraços livres e identitários 🐍📿👌

Lura do Grilo disse...

Mais um comissário do Chico das pampas

Anónimo disse...

A igreja nos dias que correm está ao lado de quem manda, se mandam os multiculturalistas então eles apoiam.

O que o esse Bispo quer é ter mais uma multidão de mulatos e mestiços na europa como se vê na america do sul, sobretudo no brasil, com os problemas que estão á vista de todos, como de violência, desagregação e corrupção que se cohnece. Lá, até os supostos "brancos" brasileiros têm catrefadas de sangue índios ou dos escravos e nem sabem.

ASS
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